quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

Muitos homens não sabem o que é andropausa e sofrem com o problema

Da redação

Mais da metade dos brasileiros desconhecem o fato de que, com o passar dos anos, ocorre uma queda na produção do hormônio masculino, a testosterona, levando a sintomas como sensação de cansaço, depressão, alterações no humor, perda de massa muscular e o aumento da gordura corporal – principalmente no abdômen – além de disfunções sexuais. A constatação foi feita por meio de estudo da Sociedade Brasileira de Urologia, divulgada recentemente. Na pesquisa, foram ouvidos 3,2 mil homens em oito capitais.

Entre os entrevistados, 51% disseram nunca ter ido ao médico, 30% atribuíram os sintomas da andropausa ao excesso de trabalho e ao estresse do dia a dia, e 68% disseram não saber a diferença entre terapia de reposição hormonal e o uso de estimulante sexual.

É mais comum se ouviu falar em reposição hormonal entre as mulheres, já entre os homens é um tabu, muitos não sabem nem o que significa andropausa, muito menos como tratá-la, disfunção que também é tratada por meio de hormônios, com orientação médica. Mas se falarmos em testosterona para crescimento muscular e tratamento estético, muitos conhecem e usam de forma totalmente indevida.

A testosterona é encontrada no corpo dos homens e mulheres, mas os homens têm cerca de 10 a 15 vezes mais testosterona. Assim como outros andrógenos, o hormônio é mais famoso pelos seus efeitos nas características sexuais. Simplificando, a testosterona é o hormônio que representa as características masculinas, conforme explica o andrologista e cirurgião vascular e presidente do Instituto Paulista, Carlos Araujo Pinto.

"Ela estimula o crescimento do órgão genital masculino e é fator decisivo na produção de esperma, fortalece cordas vocais, aumenta a taxa de crescimento de pelos faciais e corporais, causa impactos no corpo, controla a distribuição de gordura, e simplesmente faz os homens mais viris, porém somente deve ser administrado com prescrição medica”, ressalta o médico.

A Testosterona age desde o nosso couro cabeludo, até as pontas dos dedos do pé. Ela é uma hormona esteroide de 19 carbonos produzidos principalmente pelas células de Leydig dos testículos (nos homens) e nos ovários (em mulheres). E pequenas quantidades são produzidas nas glândulas supra-renais de ambos os sexos.

Segundo o especialista, a testosterona (hormônio mais utilizado) em excesso pode sobrecarregar as funções do fígado e até provocar o desenvolvimento de câncer. "Os medicamentos compostos por hormônios só podem ser consumidos com receita e acompanhamento médico, embora seja comum a automedicação, o que é, de fato, muito perigoso", alerta. Ainda ressalta uma questão muito importante, as alterações no corpo são definitivas, mesmo após a suspensão das substâncias.

O uso da testosterona sem prescrição médica preocupa cada vez mais a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM). Para a entidade a estimativa é de o consumo indiscriminado nesse hormônio tenha aumento até 100 vezes nos últimos 30 anos e chama atenção para os problemas que o consumo sem acompanhamento médico pode causar.

Os hormônios são substancias fabricadas pelo sistema endócrino (conjunto de glândulas) e que ajudam a sinalizar funções especificas. São fundamentais para o correto funcionamento do corpo e, caso a produção seja acima ou abaixo do necessário do necessário, ocorre a disfunção hormonal. "A reposição é indicada para os homens e mulheres e para os transexuais, porém sempre com acompanhamento médico”, diz o Araujo Pinto.

Testosterona baixa é algo mais comum do que se imagina
Vários fatores podem influenciar nos baixos níveis de testosterona. Eles vão desde a alimentação ao estilo de vida, consumo de produtos que usam embalagens com bisfenol, própria genética, entre outros.

Atualmente, os homens, em geral, estão com níveis de testosterona mais baixos que as gerações anteriores. Alguns sintomas podem indicar a falta de testosterona:

•Perda de massa óssea e aumento do risco de fraturas;
•Perda de força;
•Dificuldade em ganhar massa muscular magra;
•Ganho de gordura corporal com facilidade;
•Diminuição do apetite sexual (libido);
•Redução da fertilidade;
•Sensação de fadiga;
•Aumento da resistência à insulina e do risco de diabetes;
•Depressão;
•Irritabilidade;
•Comprometimento das funções cognitivas;
•Dificuldade de ereção;
•Diminuição do volume de sêmen;
•Alteração de humor;
•Diminuição da produção de glóbulos vermelhos.

Assim, reposição hormonal masculina é indicada para tratamento da andropausa – o distúrbio hormonal causado pela baixa produção de testosterona no organismo, durante a fase de envelhecimento. Vale ressaltar que é fundamental procurar um médico, antes de começar qualquer tipo de tratamento com hormônios.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Psicólogo fala sobre falta de sexo no casamento

Da redação 

Antigamente, casamento era sinônimo de procriar e formar família. Hoje em dia os relacionamentos a dois estão cada vez mais adquirindo outras funções nas vidas dos cônjuges. Para o psicólogo especialista em terapia de casais e sexualidade do Instituto Paulista de Sexualidade de São Paulo (InPaSex), Oswaldo M. Rodrigues Jr, a valorização do casal como companheiros para viverem a vida tem tomado o espaço de outras funções conjugais, entre elas, a sexual.

E esse valor da troca emocional e afetiva pode ser desenvolvida através de meios não sexuais, não genitais, mas que ainda podem ser sexuais. Afinal, o relacionamento sexual não se restringe e nunca foi restrito apenas as partes genitais. "Então temos visto muitos casamentos onde o sexo não é o primordial e isso tem aparecido nas últimas décadas chegando ao fenômeno da assexualidade", fala o psicólogo especialista em sexualidade.

Acabou o desejo, acabou o amor?
Para o psicólogo, ainda existem preocupações de que sexo seja uma resposta ao amor, e que se o sexo diminuísse ou acabasse seria uma referência à diminuição ou fim do amor. Mas, ele explica que o amor é um elemento afetivo, algo mais complexo do que as emoções primárias, reativas, animais existentes no ser humano e as emoções são as vivências que ocorrem durante o sexo, diferenciam-se dos afetos.

Revertendo o caso
A boa notícia é que casais que reconhecem a diminuição de atividades sexuais e de motivação para terem contatos íntimos podem mudar esta situação. "Reencontrar os caminhos para as atividades sexuais é algo plenamente possível, mas que exige reorganizações que nem sempre os casais percebem que podem executar, o que os leva a procurar auxílio em psicoterapia de casais ou na psicoterapia sexual", diz Rodrigues Júnior.

O especialista fala que no Brasil ainda não é tão comum um casal buscar ajuda para superar os problemas que ocorreram antes da separação.  Mas, que essa pode ser uma das melhores alternativas para retomada de um casamento. "Se o casal soubesse como retomar a vida a dois sozinhos, já o teriam feito" diz acrescentando que "a psicoterapia focada na sexualidade auxiliará a cada um no casal a reconhecer as atividades que conduzem a sensações prazerosas e desenvolver coerência entre o que fazem, pensam e sente (tanto fisicamente quanto emocionalmente). Assim o caminho poderá ser muito prazeroso para o casal e a psicoterapia funciona para estes casais que se propõe a mudar e chegarem a um objetivo com essa ajuda psicológica", completa.




terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

Estresse pode agravar crises de pacientes com asma

Da redação

O começo de um novo emprego, morar em uma casa nova ou voltar ao ritmo de aulas são mudanças que podem alterar o cotidiano das pessoas e causar medo, angústia, irritação, preocupação e desconforto, ou seja, sinais de estresse. Estes estímulos podem provocar diversas alterações no organismo do indivíduo, como sudorese excessiva, problemas no sistema digestório, aceleração do batimento cardíaco e alterações no ritmo da respiração. No sistema respiratório, as alterações causadas pelo estresse são perigosas e podem provocar crises em pessoas que possuem asma e não realizam o tratamento adequado da doença, por exemplo.


Com acompanhamento médico, os sintomas podem ser controlados | Foto: Freepik
Assim como qualquer outra alteração emocional, o estresse modifica fatores hormonais no organismo e causa a liberação de substâncias que podem provocar a broncoconstrição – uma redução da passagem de ar nas vias respiratórias, devido à contração do músculo dos brônquios e, consequentemente, a pessoa tem mais dificuldade para respirar– fator que piora em pessoas com asma.

Por ser uma doença crônica e inflamatória de causa alérgica, a asma também é afetada pelas alterações na reação do organismo à inflamação em casos de estresse. O diretor da Comissão de Infecções Respiratórias da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia, Mauro Gomes, ressalta que "os principais sintomas da asma são a falta de ar e o chiado no peito. Eles podem ser intensificados durante as crises da doença, que ocorrem quando o paciente não realiza o tratamento de forma adequada. Durante períodos de desequilíbrio emocional, os pacientes que não fazem o acompanhamento da asma têm crises, que se tornam mais graves e frequentes”.

Além de acometer os adultos, o estresse também pode afetar crianças e adolescentes. Traumas, problemas de adaptação na escola e complicações familiares são situações que podem alterar o equilíbrio emocional dos jovens. O estresse nessa fase da vida se torna uma característica mais preocupante quando a criança tem asma – o desenvolvimento dos primeiros sintomas da doença ocorre na infância, até os três anos de idade, em cerca de metade dos casos diagnosticados. Então, o estresse impacta na qualidade de vida e pode provocar limitações, causando mais irritabilidade, ansiedade, depressão e dificuldade para estudar. Nos adultos asmáticos, o estresse também intensifica os impactos causados pela doença, quando ela não é tratada, podendo apresentar insônia, fadiga, diminuição do nível de atividades e ausência no trabalho.

Com acompanhamento médico, os sintomas podem ser controlados, proporcionando melhor qualidade de vida e até nenhum impacto na rotina do paciente. "Mesmo em situações de estresse, se o paciente estiver em tratamento, ele não deverá ter crises da doença", afirma o médico, que reforça ainda que apesar do estresse afetar os pacientes com asma, ele não pode causar a asma em pessoas que não têm a doença, pois sua origem é genética, ou seja, algumas pessoas têm predisposição para desenvolver a asma.

O pneumologista pontua algumas alternativas para auxiliar os asmáticos -  cerca de 334 milhões de pessoas no mundo e mais de 10% da população brasileira - durante o tratamento medicamentoso e evitar complicações causadas pelo estresse.

•Busque manter uma alimentação saudável;
•Faça exercícios físicos aeróbicos, como caminhada, com a orientação médica;
•Durma 8 horas diárias;
•Mantenha a casa sempre arrumada e limpa, evitando os fatores de risco para as crises da doença;
•Organize o seu tempo para poder realizar todas as tarefas do dia tranquilamente;
•Evite preocupações excessivas com problemas pequenos.



Feira de Noivas do Golden Square Shopping chega à quarta edição

A tradicional Loja da Noiva do Golden Square Shopping cresceu e após quatro edições se tornou um espaço mais completo para quem vai subir ao altar e dizer o tão esperado sim. A Feira de Noivas promete deixar o momento ainda mais especial durante os dias 23, 24 e 25 de fevereiro, das 12 às 22 horas, com os principais fornecedores do segmento em um novo local do shopping, no estacionamento G4.



Com mais de 30 empresas participantes, o evento tem como objetivo reunir em um só espaço os melhores fornecedores da região do Grande ABC. Serviço de buffet, bar, decoração, presentes, fotografia, vídeo, música, orquestra, doces e bolo, além, é claro, de vestidos e acessórios para a noiva brilhar no altar e trajes para daminhas, pajens e noivo.


A Feira de Noivas tem entrada gratuita e inova ainda mais e traz para o evento simultaneamente a Arena Decor, um espaço que proporcionará o encontro de clientes e empresas do segmento de arquitetura, construção e decoração. Ou seja, a Arena Decor conta com tudo que noivos e recém-casados precisam para reformar e decorar o lar. Os visitantes ainda terão direito a preços especiais, descontos exclusivos e concorrerão a uma cafeteira Nespresso.

“A Feira de Noivas do Golden é focada em tendências e novidades no mercado de casamento, por isso, ampliamos nosso evento e contamos com a Arena Decor para facilitar e otimizar o tempo dos noivos para poderem organizar o matrimônio e a decoração de casa em um só lugar”, afirma o gerente de marketing do Golden Square Shopping, Marcus Sanabria.


Serviço
Feira de Noivas do Golden e Arena Decor
Data: Sexta-feira, sábado e domingo, nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro, das 12 às 22 horas
Local: Golden Square Shopping – Avenida Kennedy, 700- São Bernardo do Campo
Entrada gratuita



segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

Formigamento nas mãos pode ser sintoma da Síndrome do Túnel do Carpo

Da redação

Você já sentiu dor, choque, dormência ou formigamento nas mãos após um dia cansativo? Então, é importante buscar acompanhamento médico, para checar se sua saúde está em dia. Essa sensação de parestesia - principalmente nas palmas das mãos, dedos polegar, indicador e médio - é um dos sintomas da Síndrome do Túnel do Carpo.

Doença é mais frequente em mulheres de 35 a 60 anos | Foto: Reprodução
A doença, que tem mais de 150 mil diagnósticos por ano no Brasil, é causada pela compressão do nervo mediano que passa por um canal estreito no punho, chamado Túnel de Carpo. Essa compressão é causada pelo aumento das estruturas que passam pelo túnel ou também pelo seu espessamento.
Segundo a fisioterapeuta Walkiria Brunetti, a doença é mais comum em pacientes com LER (lesão por esforço repetitivo), como pessoas que digitam demais. “Mas ela também está associada a alterações hormonais, como menopausa e gravidez, e é mais frequente nas mulheres de 35 a 60 anos”, explica Walkiria.

No entanto, existem outras causas que podem aumentar a pressão dentro do canal, como tumores e eventos inflamatórios, além de fraturas e traumatismos.

Sintomas
Walkiria explica que os sintomas mais frequentes da síndrome são dores, sensação de choque, dormência, formigamento e perda de destreza nas mãos.

“O formigamento e a dor podem piorar em algumas situações do dia a dia e está relacionada à posição de flexão dos punhos, pois isso leva à compressão do nervo. Uma pessoa que digita o dia todo com os punhos nessa posição, certamente terá o quadro doloroso. Já à noite também piora devido ao posicionamento na hora de dormir. A dor pode irradiar para o braço e para o ombro”, comenta.

A evolução da síndrome dificulta tarefas do dia a dia, como amarrar os sapatos e abotoar uma camisa. O diagnóstico é feito por um ortopedista, por meio de dois testes e quanto mais cedo o diagnóstico for feito e iniciado o tratamento, melhores são os resultados, explica Walkiria.

Fisioterapia ajuda no tratamento e prevenção 
A fisioterapia atua tanto na fase aguda da doença, como também na prevenção. Atualmente, há vários recursos que podem ser usados, como a estimulação elétrica cutânea, estimulação elétrica neuromuscular, ultrassom, infravermelho e laser, que servem para melhorar o quadro doloroso, reduzir o processo inflamatório e melhorar a circulação.

Também podem ser usados calor por imersão, crioterapia e banhos de contraste, além da terapia manual. Para complementar, são aplicados exercícios para aumentar a amplitude de movimento, fortalecer os músculos e recuperar os movimentos.

“Um dos pontos mais importantes da fisioterapia é ensinar o paciente a manter uma posição neutra nos punhos durante o dia e durante o sono. Muitas vezes, é recomendado o uso de talas para ajudar a encontrar essa neutralidade”, diz Walkiria.

O paciente também é aconselhado a diminuir os movimentos repetitivos com as mãos e realizar alongamentos e exercícios todos os dias. O médico também pode prescrever medicamentos para redução da dor. Em alguns casos, porém, somente uma cirurgia pode aliviar a compressão do nervo.



sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Fisioterapeuta ensina como começar atividades físicas e evitar lesões

Da redação

Nos últimos cinco anos, a prática de atividades físicas no Brasil cresceu 12% e quase 34% dos brasileiros já praticam algum tipo de exercício regularmente. Porém, para iniciar uma atividade física é preciso alguns cuidados e medidas preventivas.

O alongamento deve ser feito para manter uma boa saúde muscular | Foto: Freepik
Segundo a especialista Aline Caniçais, fisioterapeuta do Departamento de Aperfeiçoamento e Apoio Técnico da Ibramed, antes de começar qualquer atividade é recomendado procurar um profissional especializado para avaliar suas condições físicas. Para Aline, mesmo que a atividade seja casual, é necessário analisar a situação cardiorrespiratória e o preparo físico para entender como minimizar possíveis riscos com atitudes preventivas e equilíbrios musculares.

Para quem pretende começar a praticar uma atividade física, a fisioterapeuta listou algumas dicas; saiba como obter resultados satisfatórios e evitar as lesões ao iniciar uma atividade.

1. Estabeleça metas 
Para ter ânimo e não desistir no meio do caminho, o novo atleta precisa definir quais são seus objetivos, as atividades físicas ou atitudes que irá escolher, seja emagrecer, melhorar o condicionamento físico, definir os músculos ou até evitar o estresse. Além disso, uma dica importante é começar devagar. Inicie caminhando e não correndo, por exemplo. Se escolher a musculação, comece pegando pouco peso para se acostumar gradativamente.

2. Não esqueça o alongamento
No intervalo das atividades físicas, o alongamento deve ser feito para manter uma boa saúde muscular, além de evitar problemas ortopédicos e dores musculares por conta de encurtamento.

3. Use a tecnologia a seu favor
Para quem está começando, uma dica é recorrer às tecnologias da fisioterapia. Já existem tratamentos que preparam os músculos para as atividades e potencializam os resultados. A Corrente Aussie, por exemplo, aplicada através de eletrodos na pele e que gera contração muscular, utiliza a estimulação sensitiva e motora, sendo indicada principalmente para o fortalecimento muscular.

"A Corrente Aussie é um importante aliado para quem vai iniciar uma atividade física, como academia, corrida ou crossfit, já que ajuda a evitar lesões usando metodologias específicas de ativação muscular", comenta.

4. Cuide da sua alimentação
A principal aliada dos exercícios físicos é a alimentação saudável. Procure um profissional da nutrição que lhe indicará uma dieta adequada para chegar ao seu objetivo, sem que haja excesso ou carência de nutrientes. A boa alimentação irá contribuir também para a sua imunidade, que ajudará a prevenir gripes e resfriados que podem atrapalhar o começo dos seus treinos.

5. Combine atividades
A especialista explica que uma boa dica é para potencializar seus treinos é combinar atividades como, por exemplo, praticar HIIT – treino de alta intensidade e curta duração e realizar sessões de tratamentos estéticos, se possível.



quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

Seis perguntas que os veganos ouvem com frequência

Da redação

O estilo de vida vegano gera curiosidade, para algumas pessoas, pois os adeptos não consomem, nem utilizam nada de origem animal. Confira a seguir seis perguntas que  a maioria dos veganos já ouviu.

1. Você não sente saudade de comer churrasco?
Provavelmente, todo vegano já precisou explicar que não, não sente saudades de comer churrasco. Além disso, dá perfeitamente para fazer um “churrasco vegano” com vegetais.

2. Ser vegano é saudável?
Muita gente pensa que não comer carne, laticínios e derivados nos deixaria com deficiência de algumas vitaminas e sais minerais. Chegou a hora dos carnívoros descobrirem que existem muitas (e ótimas) fontes de proteína, cálcio e sais minerais vegetais.

Ou seja, os veganos não precisam comer carne para ser saudáveis! Claro que tudo depende de uma alimentação balanceada. Mas sabemos que, mesmo comendo carne, boa parte das pessoas não se alimentam muito bem.

3. Veganos não comem nem queijo?
Essa pergunta vem da confusão que alguns fazem entre veganos e vegetarianos. A resposta é um simples não. Queijo é um derivado do leite e, portanto, tem origem animal. Consumi-lo vai contra as éticas e morais veganas, ou seja, não é só um pedacinho de queijo que estão recusando.

4. Como você consegue proteína e cálcio?
Dois exemplos são o brócolis e o espinafre, que substituem os laticínios muito bem. Nenhum vegano vai ficar com deficiência de cálcio só porque deixou de tomar derivados de leite.

5. Você só come salada?
Se você já foi convidado para um churrasco e te deram a desculpa de que "ah, mas vai ter salada", então te entendemos. Os veganos não comem só saladas! Pelo contrário, eles têm um cardápio extremamente rico.

Quando você se torna vegano acaba aprendendo diversas receitas, que nem te passariam pela cabeça se continuasse na refeição padrão de arroz, feijão e carne.

6. Mas não pode nem leite na receita de bolo?
Alguém precisa avisar as pessoas: não é porque você não vê o leite ou derivados que ele não estão lá. Os veganos não consomem esse tipo de alimento, mesmo que ele esteja misturado com o resto da receita.

Felizmente, existem opções veganas de doces para quem optou por esse estilo de vida. Então, toda essa "preocupação" que tem a respeito do veganismo é completamente sem justificativa.



Muitos homens não sabem o que é andropausa e sofrem com o problema

Da redação Mais da metade dos brasileiros desconhecem o fato de que, com o passar dos anos, ocorre uma queda na produção do hormônio mascu...