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terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Advogada explica a diferença entre casamento e união estável

Redação

Na hora de decidir formar uma família com o parceiro, algumas pessoas ficam na dúvida sobre como oficializar esta união e muitos acabam apenas morando juntos, mas desta forma o casal pode perder alguns direitos que a união feita nos conformes da legislação.

Na união estável o estado civil do casal não é alterado, os dois continuam sendo considerados solteiros | Foto: Freepik

Por isso, a advogada Debora Ghelman, especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, explica a importância de se atentar a esses dois tipos de relacionamento: o casamento e a união estável.

"Os dois são entidades familiares previstas na Constituição e possuem a mesma proteção jurídica. A principal diferença se dá em relação a origem de ambos os relacionamentos. O casamento é o ato mais formal do Direito de Família. Já a união estável é completamente informal e a sua existência decorre dessa informalidade. Nesta modalidade de relacionamento o estado civil do casal não é alterado, os dois continuam sendo considerados solteiros, casados ou viúvos perante a lei", explica Debora.

Segundo a especialista, o casal que deseja se tornar uma família pode formalizar a união estável em qualquer período do relacionamento. Antes era necessário que estivessem a pelo menos cinco anos juntos, depois a lei passou a exigir que fossem dois anos e agora não existe mais um tempo determinado. A união estável pode ser registrada em um cartório de Tabelionato de Notas, por meio de uma escritura pública ou no Cartório de Registro de Títulos e Documentos, através de um contrato de convivência.

O regime de bens também pode ser tratado dentro do contrato de união estável, se o casal desejar, podendo escolher entre comunhão parcial de bens, comunhão total de bens, separação total de bens ou participação final nos bens adquiridos durante a relação, podendo, inclusive, criar um regime misto de bens.

A questão da herança se complica um pouco quando se trata de união estável, pois a família da pessoa falecida pode não reconhecer a união, prejudicando o herdeiro, que para conseguir provar o regime, terá que apresentar testemunhas e outras provas.

Por isso, Debora faz um alerta: "O contrato de convivência não cria uma união estável como ocorre com o casamento, apenas declara a sua existência. A lei diz que o companheiro não é herdeiro, no entanto, o Supremo Tribunal Federal já decidiu favoravelmente. Mas nada impede que o STF no futuro mude este entendimento".

Além disso, se o casal reconhece que vive em união estável, a advogada aconselha também a deixar um testamento pronto incluindo o companheiro como herdeiro e, uma vez que se faça o registro, o mesmo pode ser alterado no cartório a qualquer momento.

Sem o testamento, o provável herdeiro pode ter problemas com a herança, como aconteceu na famosa batalha judicial entre Antônia Fontenelle e as filhas de seu falecido companheiro, o diretor Marcos Paulo. Ele e Antônia mantinham uma união estável há seis anos, quando ele faleceu, deixando por escrito uma carta, sem reconhecimento em cartório, que Antonia deveria herdar 60% de seus bens.

Porém, as filhas do diretor entraram com um processo na justiça para impedir que a distribuição dos bens fosse feita desta forma. Após sete anos, a ação foi decidida em julho, concedendo 12,5% da herança para Antônia.

Já um contrato de casamento é completamente formal e precisa ser celebrado diante de um juiz para ser válido, além da obrigatoriedade das testemunhas. O matrimônio permite que seja feito um pacto antenupcial e o regime de bens também é registrado no cartório, podendo escolher entre: comunhão parcial de bens, comunhão universal de bens, separação total de bens e participação final nos aquestos, podendo o casal criar o seu próprio regime de bens. Lembrando que o regime de bens só pode ser alterado por meio de decisão judicial.

Em relação aos efeitos sucessórios, após dizerem o famoso "sim" os noivos estão casados. Se uma das partes falecer após o sim, automaticamente um vira herdeiro do outro. Caso os bens da herança do falecido tenham sido adquiridos antes do casamento, o membro do casal que está vivo irá concorrer com os outros herdeiros por estes bens, mesmo quando o regime de bens for o da separação convencional.

"Foi uma grande conquista a união estável ter sido equiparada ao casamento e estar protegida. Os companheiros têm direitos. A grande diferença é que o seu registro civil não é alterado por ausência de previsão legal e a união estável, para existir, não precisa ser formalizada", conclui a especialista.

sexta-feira, 29 de novembro de 2019

São Bernardo do Campo tem evento sobre o setor de casamentos e festas nesta sexta-feira

Redação

A Chácara & Buffet Recanto dos Sonhos, em São Bernardo do Campo, promove, nesta sexta-feira (29), das 17h30 às 23h, o 14º Workshop dos Sonhoscom o tema  “Motivos para Sorrir”.  Considerado o maior evento voltado às noivas e debutantes da região do ABC, a iniciativa atrai público também da capital paulista, que encontra na ocasião as tendências do mercado, além de fornecedores de peso.

Evento contará com diversas empresas do setor de festas | Foto: Reprodução  

Entre alguns fornecedores confirmados estão: Menina Bombom Doces Finos, Pepper Drinks e Renato´s Style Hair, conforme adianta a especialista em casamentos e diretora da Chácara & Buffet Recanto dos Sonhos, Vânia Figueira. “Teremos muitas novidades, tecnologia e romantismo para surpreender os futuros noivos”, conta Vânia.

Na ocasião, as noivas terão também a chance de receber diversos brindes e concorrer  a mais de 10 prêmios.  Entre eles está o sorteio de R$ 5 mil para ajudar nos custos do casamento, voltado a quem fechar contrato com a Chácara & Buffet Recanto dos Sonhos no dia do evento, além de outros benefícios como, por exemplo, o pacote Dia da noiva ou Day Spa.

A Chácara & Buffet Recanto dos Sonhos fica na Rua José Farhat, 169, Bairro dos Fincos, no Riacho Grande, em  São Bernardo do Campo. Tel.: (11) 4101-7490 | 98057-3407.

quinta-feira, 24 de outubro de 2019

Uniões estáveis simultâneas e o reconhecimento do STJ: como está a situação no Brasil?

*Por Samira Tanus Madeira 

No passado, tamanha era a influência da Igreja Católica na sociedade que o casamento válido era o celebrado no religioso. A partir do reconhecimento do Estado Laico pela Constituição de 1891, a primeira mudança ocorreu, de fato, desvinculando o casamento da religião, momento em que passou a ser válido somente o casamento civil, celebrado de acordo com os ditames legais.

“Essas formas de relacionamentos vão continuar existindo, quer gostemos ou não, queiramos ou não, já que a vida como ela é se sobrepõe ao Direito”, afirma a advogada Samira Tanus Madeira | Foto: Free´pik

Mesmo com o reconhecimento do Estado laico, até a Constituição da Republica de 1988, os filhos havidos fora do casamento eram todos ilegítimos. Embora existissem na vida real, não podiam existir para o Direito, ou seja, ficavam à margem da sociedade. Afirmavam que, deste modo, estavam protegendo o casamento, a moral e os bons costumes.

Somente com o Novo Código Civil de 2002 é que o casamento deixou de ser o regime absoluto de convivência “com intuito de criação de uma família”. Foi reconhecida a modalidade chamada de união estável e seus direitos foram tutelados.

É aqui o cerne do presente artigo, em que o Estado muitas vezes deixa de tutelar um tipo específico de relação existente, negando-lhe existência, sob fundamentos morais ligados ao Estado católico por essência.

Como exemplo, podemos citar um recente julgamento do Superior Tribunal de Justiça (STJ) , ocorrido em 2018, em que o requerido mantinha duas relações : um casamento e uma união estável. Porém, o pedido de reconhecimento da união estável foi julgado improcedente, apenas pelo fato da companheira não ter comprovado que não possuía ciência do casamento. Ou seja, foi negado o fato social de que conviveram por 17 anos cumprindo os requisitos formais caracterizadores da união estável, pelo simples fato da ciência (ou não) da existência do casamento.

Mas a pergunta é: e se a esposa tivesse ciência da união estável, não estaria ela aceitando as conseqüências jurídicas desta relação concomitante? Qual é o motivo que nos leva a beneficiar o casamento em detrimento das diversas relações contemporâneas? Qual é a razão de prejudicar a companheira em benefício da esposa?

O jurista Rodrigo da Cunha Pereira, no brilhante artigo Direito de Família e Fetichismo, afirma que: “O justo e o legal nem sempre são coincidentes. Ao depararmos com esse velho e persistente dilema, melhor seguirmos pelo caminho do justo. Ficar apegado excessivamente à literalidade da lei pode significar insegurança ou um fetichismo".

Enquanto a jurisprudência do STJ não admite o reconhecimento de uniões estáveis paralelas ou de união estável concomitante a casamento, os tribunais estaduais andam em caminhos diversos, reconhecendo o fato e aplicando os direitos assegurados pela norma. Se, de fato, existem duas relações com todos os fundamentos jurídicos inerentes à união estável, negar-lhe vigência é o mesmo que negar existência do Estado democrático de direito e seus princípios, em especial os da dignidade humana, da pluralidade das famílias, da menor intervenção estatal e autonomia privada.

O STF está prestes a julgar dois processos que discutem o presente tema, o Recurso Extraordinário 1045.273/SE e o RE 883.168/SC. O primeiro diz respeito a possibilidade da divisão da pensão por morte entre dois companheiros, de duas relações estáveis diferentes. Já o segundo, vislumbra a possibilidade da divisão da pensão por morte entre a viúva do casamento e da união estável paralela ao casamento, em caso de morte daquele que era o companheiro de uma e o esposo da outra.

Pelo exposto, inevitável é apegar-se à literalidade da lei sem interpretá-la no contexto social, que exige a constante evolução do Direito. Foi essa mesma moral de exclusão que também negou aos relacionamentos homoafetivos o direito de constituírem família, dos filhos havidos fora do casamento não serem reconhecidos e, por fim, dos casamentos religiosos serem a única forma de constituição familiar.

E o que é necessário saber é que, com proibição ou não, essas formas de relacionamentos vão continuar existindo, quer gostemos ou não, queiramos ou não, já que a vida como ela é se sobrepõe ao Direito.

*Samira Tanus Madeira é advogada (OAB/ RJ 174.354), com especialização em Direito Processual Civil e Direito Imobiliário. Sócia do escritório Tanus Madeira Advogados associados, fundado em 1983, com unidades nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Macaé- RJ. 

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Advogada fala sobre alteração do regime de bens, após o casamento

Redação

Poucas pessoas sabem, mas é possível mudar o regime de bens do casamento depois do matrimônio realizado. Em 1916, quando foi criado o Código Civil, a alteração no regime de bens do casamento era proibido, só passando a ser possível após a entrada em vigor do Código Civil de 2002, possibilitando que a mudança seja feita, se os dois cônjuges estiverem de acordo, se não prejudicar terceiros e se tiver uma motivação significativa, conforme explica a advogada Debora Ghelman, especialista em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões.

Embora não seja comum mudar o regime de bens, após o casamento, a mudança pode ser feita, segundo a advogada Debora Ghelman | Foto: Freepik 

Atualmente, os regimes de bens são:


Comunhão universal de bens: neste modo, todos os bens, presentes ou futuros, são compartilhados entre o casal, mesmo que alguns bens tenham sido obtidos somente em nome de um dos noivos. As dívidas também são compartilhadas.

Comunhão parcial de bens: esta é a regulamentação de matrimônio mais usada no Brasil e consiste em: o que foi adquirido pelo casal antes do casamento é de propriedade individual de cada um, mas o que for conquistado durante a união, passa ser metade de um, metade do outro.

Separação total de bens: neste regime os bens são totalmente individuais, mesmo se adquiridos depois do matrimônio. Geralmente este contrato é aplicado quando os envolvidos já têm um grande patrimônio antes de se tornar um casal. Além disso, há a separação obrigatória de bens, usada em casos específicos. Por exemplo, a justiça assegura este tipo de regime quando um dos cônjuges tem mais de 70 anos.

Participação final nos bens materiais adquiridos por ambos durante o matrimônio (aquestos): Durante o casamento vigora o regime da separação total de bens, sendo que cada cônjuge administra o seu próprio patrimônio e não há comunicação das dívidas contraídas. Ao término do casamento vigoram as regras da comunhão parcial de bens, devendo os bens adquiridos onerosamente, após o matrimônio serem partilhados.

Além dos quatro regimes, o Código Civil de 2002 permite que haja um regime misto a ser escolhido pelo casal. Para determinados bens pode vigorar um tipo de regime e para outros, outro tipo de regime.

Embora não seja comum mudar o regime de bens, após o casamento, a mudança pode ser feita, segundo a advogada Debora: "O casal pode mudar de ideia, após o matrimônio, por não se adaptar ao que foi escolhido primeiro, ou porque pode estar trazendo complicações para o relacionamento. Muitas pessoas não sabem que é possível fazer esta mudança, por isso processos como este não são frequentes".

De acordo com Debora, para dar entrada ao processo é preciso ter auxílio de um advogado e entrar com uma ação judicial de alteração com um pedido apresentando a motivação do casal, devendo ser apurada a procedência das razões incômodas e sem violar direitos de terceiros (como herdeiros e credores, por exemplo).

"O artigo 734 do Código de Processo Civil de 2015 criou a Ação de Alteração do Regime de Bens, a qual deverá ser proposta perante a Vara de Família, exigindo a manifestação do Ministério Público. Após isso, será publicado o edital, e decorridos 30 dias de tal publicação, o juiz decidirá se autoriza a alteração do regime de bens", esclarece a advogada.

Ela ainda relata que apesar de não ser tão conhecida, a mudança do regime de bens é um processo simples, porém, pode se tornar complicado se o juiz entender que não há motivo justo para o requerimento da mudança: "Muitos doutrinadores criticam essa interferência do Estado na vida privada de cada indivíduo. Há inclusive o Projeto de Lei conhecido como Estatuto das Famílias, que em seu artigo 39, cria a possibilidade de alteração do regime de bens pela via extrajudicial, ou seja, nos cartórios. Se o casamento é celebrado no cartório, se o regime de bens é definido no cartório e se o divórcio pode ser realizado no cartório, porque não alterar o regime de bens no cartório?", finaliza a especialista.

terça-feira, 24 de setembro de 2019

Mulheres lideram pedidos de divórcios no Brasil

Redação

O sonho do "viveram felizes para sempre" esteve muito associado às mulheres ao longo do tempo, mas a realidade mostra uma outra história: são elas quem mais entram com o pedido de divórcio na Justiça. Segundo o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a diferença é grande. Os últimos dados disponíveis mostram que elas fizeram essa solicitação mais de 13 mil vezes no último ano, enquanto eles foram responsáveis por pouco mais de 5 mil pedidos. Nos Estados Unidos, a situação é igual: pesquisa da Stanford University aponta que as mulheres dão início a 69% dos pedidos de divórcio, contra 31% dos homens.

No Brasil, de acordo com dados do IBGE, o número de divórcios cresceu mais de 160% na última década | Foto: Freepik

Para a advogada especializada em Direito Humanizado nas áreas de Família e Sucessões, Debora Ghelman, os números, na verdade, refletem a evolução na conquista de direitos da mulher. "Não existe mais aquele estigma de antigamente, da mulher desquitada. As leis foram evoluindo muito. Antigamente, era necessária a prova de culpa como, por exemplo, uma traição, e só podia divorciar uma vez na vida. A mulher tinha menos controle sobre si e, com o tempo, as coisas foram mudando e elas passaram a ter mais atitude nesse momento", comenta.

A facilidade para entrar com o pedido também se tornou um grande encorajador, aponta a especialista. "Acredito que há uma série de motivos para esse fenômeno, inclusive o fato de que atualmente não é necessária a prévia separação de um a dois anos para entrar com o pedido de divórcio, prazo exigido antigamente. Agora, em casos sem filhos menores e consensuais, basta ir ao cartório", comenta.

Pesquisas indicam que uma possível razão para as mulheres estarem mais infelizes nos casamentos é que a instituição ainda privilegia os homens. A mulher continua assumindo mais funções do que eles dentro casamento, sendo responsáveis não só pelo seu trabalho, mas também pela parte doméstica, dos filhos e até do marido.

Outro fato que contribui para os casais que têm filhos é também a mudança de parâmetro na Justiça, que determina a guarda compartilhada como princípio. "Antes, automaticamente a mulher ficava com os filhos, o que também era uma forma de sobrecarregá-la", afirma a advogada.

No Brasil, de acordo com dados do IBGE, o número de divórcios cresceu mais de 160% na última década. Segundo os estudos, que datam de 2014, foram homologados 341,1 mil divórcios, um salto significativo em relação a 2004, quando foram registrados 130,5 mil divórcios.

Plano de divórcio é importante
O tempo entre a decisão de se separar e o pedido do divórcio costuma ser de um ano e meio, afirma a advogada. Com isso em mente, Debora recomenda que as mulheres que estão pensando na separação devem elaborar um plano para que o momento seja o mais rápido e indolor possível.

"O divórcio já é um grande desgaste emocional. Ainda mais se há disputa de guarda. Então, eu sempre sugiro que a pessoa, quando toma essa decisão, busque primeiramente um advogado para ouvir seus anseios e vontades antes de comunicar ao cônjuge. Dessa forma, o desgaste tende a ser menos traumático, fazendo com que todos possam seguir com a sua vida. Afinal, casamento tem de ser fonte de felicidade e não de tristeza e frustração", finaliza.

segunda-feira, 29 de julho de 2019

Bistrô 558 passa a sediar festas de casamento

Redação

Casamento, sonhos e orçamento, geralmente, precisam andar de mãos dadas para o grande dia. Porém, o mais importante é que a cerimônia e a festa sejam “a cara dos noivos”. Para concretizar essa experiência, o empresário e chef Melchior Neto se uniu a Jet Set, sob o comando de Denise Mendes, e elaboraram um miniwedding no  Bistrô 558, em Santo André.

Local tem capacidade para receber miniwedding com até 60 pessoas | Foto: divulgação 

A parceria realiza a cerimônia, decoração, alta gastronomia e festa no buffet a preços acessíveis, primando pelo serviço de alto padrão. Pelo tamanho reduzido, os detalhes são cuidadosamente elaborados para que casal e os convidados se sintam parte de um momento totalmente especial.

O local oferece dois tipos de serviço, um para até 40 pessoas, reservando parte do restaurante ou para até 60 pessoas, com reserva do local inteiro. Denise informa que “só com o que se economiza na decoração em uma festa assim, já se consegue direcionar atenção especial ao cardápio”.

Já o chef concorda sobre os cuidados em um minicasamento: “Cozinhar para 60 pessoas é diferente do que para 500. Com o número menor consigo atender aos pedidos especiais dos veganos e alérgicos, por exemplo, como também adquirir os melhores produtos possíveis para que o menu atenda a todos com capricho”.

Para os interessados, o serviço já está disponível, basta entrar em contato com a produtora Jet Set Eventos, no telefone 11 94718-6070 ou e-mail denisemendes@jetseteventos.com.br.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2019

Golden Square Shopping tem feira voltada às noivas

Da Redação

A Feira Momento Noiva começa nesta sexta-feira (15) e vai até domingo (17) no Golden Square Shopping (Avenida Kennedy, 700), em São Bernardo do Campo.  No local estarão reunidos os principais fornecedores do segmento de casamento.

Evento reunirá mais de 30 empresas do segmento de casamentos | Foto: divulgação 
O público poderá conferir o serviço de mais de 30 empresas, com opções de buffet, bar, decoração, presentes, fotografia, vídeo, música, orquestra, celebrantes, doces e bolo, além, é claro, de vestidos e acessórios para a noiva brilhar no altar e trajes para daminhas, pajens e noivo.

Na Feira, os visitantes terão oportunidade de conhecer as novidades e negociar diretamente com os fornecedores, com condições e descontos exclusivos. A entrada é gratuita. Interessados podem acessar o portal do shopping e realizar o pré-cadastro.

segunda-feira, 19 de novembro de 2018

Clube Aramaçan sedia evento gratuito voltado às noivas e debutantes

Da Redação

Para quem está prestes a casar ou completar 15 anos, o Clube Atlético Aramaçan, em Santo André, sedia neste domingo (25) o Encontro de Noivas & Debutantes gratuito, que reunirá vários prestadores de serviços neste segmento, além de opções de espaços para a locação.

Organizadores estimam receber cerca de 100 pessoas | Foto: divulgação 
O evento será 14 às 19 horas, no Espaço Social (entrada pela portaria 2, localizada na rua Chuí - s/número - Vila América - Santo André). Para um atendimento personalizado, os interessados deverão agendar horário por meio do telefone (11) 4972-8200 ramal 8266. Nesse dia, são esperados mais de 100 visitantes.

Entre os fornecedores de serviços que marcarão presença estão o Buffet Aramaçan, Mollina Eventos e Assessoria, JG Decoração, ALR Eventos, Play ABC Eventos, Blue Bartenders, Gráfica Esperança, Shai Joalheria, Hair Dri, Via Del Carmo, Sweet Gourmet, Matinatta Orquestra, Vesaty, AC Cerimonial e GG Classic.


sexta-feira, 2 de março de 2018

Psicóloga orienta como blindar o casamento contra a influência familiar

Da redação

O ditado popular "quem casa quer casa" mostra algo que todo casal deseja: formar seu lar e uma nova família. Assim, o afastamento da família de origem, ou seja, aquela em que a pessoa nasceu é essencial para que o casamento evolua de forma satisfatória e saudável. Mas para muitos casais, a influência familiar pode levar a conflitos e desgastar a vida a dois. Segundo a psicóloga e cofundadora do Instituto do Casal, Marina Simas de Lima, quando o casal decide viver junto, independente do formato dessa relação, precisa assumir novos papéis.

"A construção dessa nova família, formada agora pelo casal, precisa de espaço físico e emocional para ser bem-sucedida. O casal vai precisar dar prioridade para suas necessidades e manter uma distância saudável da família de origem, assim como trabalhar para construir e manter um bom relacionamento com os sogros, sogras, cunhados e demais parentes do (a) parceiro (a)", avalia Marina.

Com isso, o casal precisa impor os limites, orienta a psicóloga, pois a influência da família de origem é um fato inegável, podendo ser positiva ou negativa, mas depende de como o casal irá delimitar essa interferência.

"O que acontece é que muitos pais podem ter dificuldade de reconhecer que os filhos cresceram e agora formam uma nova família. Tendem a continuar interferindo nas decisões e podem até se ressentir se não forem ouvidos. Por outro lado, há filhos que não conseguem se independer dos pais, seja financeiramente ou afetivamente. E isso, claro, é nocivo para a vida a dois. Essas duas situações são tóxicas e precisam ser ajustadas que o relacionamento dê certo", comenta Denise.

Dicas 
1.Esforce-se para ter uma convivência harmoniosa com a família de origem de ambos, lembre-se que é preciso tolerância, respeito e solidariedade;
2.Deixe os limites claros para ambas as famílias, lembrando que as regras valem para todos;
3.Priorize o casal e a nova família que está se formando;
4.Não obrigue o (a) parceiro (a) a escolher um lado em uma eventual discussão. Essa escolha tem que ser algo natural e de iniciativa própria;
5.Mantenha uma distância saudável. Visite os parentes, participe das reuniões familiares, mas dê prioridade à vida conjugal;
6.Você não precisa contar tudo que acontece no seu casamento para sua mãe ou pai. Isso também faz parte da distância saudável e vai ajudar você a resolver seus problemas sozinho (a), ou seja, a amadurecer;
7.Coloque-se no lugar do outro, o que você sentiria se fossem seus pais, seus irmãos, etc., nessa mesma situação?
8.Não faça comparações como, por exemplo, "a comida da minha era melhor" ou "minha mãe fazia assim”.

Terapia de casal pode ajudar
Quando casal passar por uma influência negativa da família de origem de algum dos parceiros e não consegue resolver sozinho, a terapia de casal pode contribuir para o amadurecimento emocional do casal, assim como para ensinar a negociar esses conflitos e a lidar com essa influência.




quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

Psicólogo fala sobre falta de sexo no casamento

Da redação 

Antigamente, casamento era sinônimo de procriar e formar família. Hoje em dia os relacionamentos a dois estão cada vez mais adquirindo outras funções nas vidas dos cônjuges. Para o psicólogo especialista em terapia de casais e sexualidade do Instituto Paulista de Sexualidade de São Paulo (InPaSex), Oswaldo M. Rodrigues Jr, a valorização do casal como companheiros para viverem a vida tem tomado o espaço de outras funções conjugais, entre elas, a sexual.

E esse valor da troca emocional e afetiva pode ser desenvolvida através de meios não sexuais, não genitais, mas que ainda podem ser sexuais. Afinal, o relacionamento sexual não se restringe e nunca foi restrito apenas as partes genitais. "Então temos visto muitos casamentos onde o sexo não é o primordial e isso tem aparecido nas últimas décadas chegando ao fenômeno da assexualidade", fala o psicólogo especialista em sexualidade.

Acabou o desejo, acabou o amor?
Para o psicólogo, ainda existem preocupações de que sexo seja uma resposta ao amor, e que se o sexo diminuísse ou acabasse seria uma referência à diminuição ou fim do amor. Mas, ele explica que o amor é um elemento afetivo, algo mais complexo do que as emoções primárias, reativas, animais existentes no ser humano e as emoções são as vivências que ocorrem durante o sexo, diferenciam-se dos afetos.

Revertendo o caso
A boa notícia é que casais que reconhecem a diminuição de atividades sexuais e de motivação para terem contatos íntimos podem mudar esta situação. "Reencontrar os caminhos para as atividades sexuais é algo plenamente possível, mas que exige reorganizações que nem sempre os casais percebem que podem executar, o que os leva a procurar auxílio em psicoterapia de casais ou na psicoterapia sexual", diz Rodrigues Júnior.

O especialista fala que no Brasil ainda não é tão comum um casal buscar ajuda para superar os problemas que ocorreram antes da separação.  Mas, que essa pode ser uma das melhores alternativas para retomada de um casamento. "Se o casal soubesse como retomar a vida a dois sozinhos, já o teriam feito" diz acrescentando que "a psicoterapia focada na sexualidade auxiliará a cada um no casal a reconhecer as atividades que conduzem a sensações prazerosas e desenvolver coerência entre o que fazem, pensam e sente (tanto fisicamente quanto emocionalmente). Assim o caminho poderá ser muito prazeroso para o casal e a psicoterapia funciona para estes casais que se propõe a mudar e chegarem a um objetivo com essa ajuda psicológica", completa.




quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Especialistas listam oito sinais de desconexão num relacionamento

Da redação

 
Estar conectado ao outro vai muito além de conversar no fim do dia ou de dormir juntos. Quanto mais longo o relacionamento, maior a chance de desconexão. Isso porque a rotina, o trabalho, os filhos e a falta de tempo são fatores importantes que se não forem bem administrados contribuem para o distanciamento do casal.

O celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais | Foto: iStock
Para as  psicólogas, terapeutas de casais e fundadoras do Instituto do Casal, Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, a conexão é algo muito particular de cada casal e pode ser afetada por diversos fatores, como pressão no trabalho, doenças na família, entre outros.

"O importante é estar ciente de que há sinais que podem indicar que esse casal precisa melhorar a conexão e, na maioria dos casos, é possível. Entretanto, na correria diária pode ser difícil perceber com clareza que estamos nos distanciando do (da) parceiro (a)", comenta Denise.  

Para ajudar os casais brasileiros, elas listaram os oito principais sinais que podem demonstrar que é hora de se reconectar. Confira:

1- Preferir usar o celular que conversar com o (a) parceiro (a): Hoje, podemos dizer que o celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais. Damos atenção a quem ou ao que está longe e nos distanciamos de quem está ao nosso lado. 

Como melhorar: Estabeleça um tempo para usar o celular e faça um acordo com o (a) parceiro (a). Evite usar o celular quando estiverem juntos conversando ou fazendo outra atividade a dois.

2- Fazer atividades isoladas durante uma viagem: Viajar é o programa preferido de 75% dos casais brasileiros, segundo pesquisa do Instituto do Casal. Quem não gosta de viajar? Porém, se o casal viaja e cada um faz um programa diferente, é preciso atenção. Claro que não precisam fazer tudo juntos, mas na maior parte do tempo o ideal é aproveitarem o passeio para aumentar a conexão. 

Como melhorar: Realizar as refeições juntos, fazer caminhadas, programar passeios, namorar e dançar, por exemplo. Se um dos parceiros quiser fazer algo sozinho, sem crise. Mas, lembrando que a viagem é uma oportunidade incrível para melhorar a conexão, então atividades em conjunto podem ser mais interessantes.  

3- Ficar sem sexo por um período prolongado: Cada casal tem seu tempo quando o assunto é sexo. Há casais que transam todo dia, outros uma vez por mês. O que vale é o acordo que existe. Entretanto, quando o sexo é praticamente inexistente ou ainda feito para "cumprir tabela", é um claro sinal de desconexão. 

Como melhorar: O primeiro passo é conversar abertamente. Algumas perguntas são importantes, como: você ainda sente desejo por mim? Você está com algum problema que eu não sei? Se há problemas físicos, o ideal é procurar um médico. Se a questão é emocional, a terapia pode ajudar.

4- Não abrir-se com o (a) parceiro (a): "Meu melhor amigo é o meu amor"! Para 81% dos casais brasileiros, essa afirmação é verdadeira. Então, nada mais normal que poder falar sobre seus problemas com o (a) parceiro (a). Se isso não está acontecendo, pode ser um sinal de falta de intimidade e vínculo, que leva à desconexão. 

Como melhorar: O (a) seu (sua) parceiro certamente é a pessoa mais indicada para entender e falar com você sobre um problema, afinal vocês estão intimamente ligados e envolvidos. No casamento, temos a chance de sermos verdadeiros e imperfeitos, essa é a mágica. Por isso, mais do que qualquer outra pessoa, o cônjuge deve ser capaz de nos ouvir e nos ajudar.

5- Fazer programações sem incluir o parceiro: A individualidade é fundamental para a saúde de qualquer relacionamento. Porém, se o casal passa mais tempo fazendo atividades isoladas do que juntos, é preciso repensar.  

Como melhorar: Dedicação ao relacionamento é fundamental. Isso envolve fazer programas juntos, como sair, viajar, ver filmes, fazer esportes ou planos em conjunto. Quando se escolhe ter uma vida a dois, é preciso ceder o tempo todo em prol do relacionamento e isso envolve, inclusive, fazer mais atividades juntos do que separados.

6- Falta de tempo: 50% dos casais brasileiros afirmam que dedicar-se mais ao trabalho e a falta de tempo são os fatores que mais interferem negativamente no relacionamento. A distância é um prato cheio para a desconexão. 

Como melhorar: O trabalho é fundamental, mas é preciso buscar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo dedicado ao relacionamento.

7- Falta de toque, abraços e carícias: A conexão vai muito além do sexo. O casal desconectado é aquele que não se beija, não se abraça, não se toca, anda separado em  público, etc. 

Como melhorar: Por mais longo que seja o relacionamento, não dá para abrir mão de conectar-se fisicamente com o outro. Portanto, beijar, abraçar, dar as mãos, tudo isso é fundamental para aumentar a conexão.

8- Falta de diálogo: A comunicação é fundamental para qualquer relacionamento. Se o diálogo é inexistente ou se o casal "economiza" nas conversas, é preciso atenção.  

Como melhorar: O casamento é um exercício diário de dedicação e investimento. A comunicação é a base da vida a dois. Falar sobre como foi o dia é importante, mas muito mais relevante é falar sobre o amor, a relação, desejos,  sonhos, emoções e pensamentos.

"O casamento deve ser um espaço seguro onde o casal possa experimentar amor, alegria e objetivos em comum. Mais do que em qualquer outro relacionamento humano, a vida a dois é uma incrível experiência de conexão. Embora em algumas situações possamos ficar um pouco mais distantes, é possível melhorar, basta querer. Então, mãos à obra", comenta Marina.




terça-feira, 11 de julho de 2017

Hábitos saudáveis contribuem para aumentar resiliência conjugal

Da redação

A resiliência tem sido objeto de estudos da psicologia e da neurologia há várias décadas. Mais recentemente, os especialistas começaram a estudar a resiliência no âmbito das relações familiares e do casamento. 

Aumentar a resiliência pessoal eleva também a resiliência no casamento | Foto: Reprodução  
Segundo Denise Miranda de Figueiredo, psicóloga, terapeuta de casal e família e cofundadora do Instituto do Casal, o casal resiliente é aquele capaz de recuperar o equilíbrio conjugal em situações de estresse, saindo fortalecido da experiência e com novos recursos para enfrentar as adversidades futuras. Além disso, há um bom vínculo emocional entre os parceiros, que por consequência se querem bem, se respeitam e trabalham em prol de objetivos em comum.

Uma das novidades em resiliência familiar, trazida com exclusividade pelo Instituto do Casal, diretamente do Chicago Center for Family Health, nos Estados Unidos, é a premissa de que quando você aumenta a sua resiliência pessoal, isso impacta para elevar a resiliência no casamento.

"Participamos na última semana de junho de um curso de capacitação voltado para relacionamentos e psicoterapia, em Chicago, nos Estados Unidos. Tivemos a oportunidade de acompanhar a palestra da Froma Walsh, uma das pesquisadoras e especialistas em resiliência familiar. Foi muito interessante entender que na medida em que nos propomos a cuidar bem de nós mesmos e a fazer coisas diferentes, a tendência é ampliar a nossa resiliência dentro do casamento", explica Marina Simas de Lima, psicóloga, terapeuta de casal e família e cofundadora do Instituto do Casal.

Segundo as especialistas, esses cuidados vão desde hábitos saudáveis, como fazer atividade física, se alimentar bem, dormir bem, como também buscar atividades que trabalharão  a neuroplasticidade, ou 
seja, a capacidade do cérebro para criar novas conexões a partir de experiências inéditas.

Como praticar a resiliência no casamento?
"O casal precisa promover crenças positivas a respeito dos problemas. As crenças devem levar à recuperação e ao crescimento. A perspectiva positiva também pode vir da esperança, da visão otimista e da confiança de que os obstáculos serão vencidos. A resiliência pode ser reforçada pela conexão (vínculo emocional), reconexão e reparação constantes dentro da conjugalidade, o que contribui para ampliar o apoio mútuo e o compromisso entre os parceiros", comentam as terapeutas.  

Dicas para colocar em prática
•Compartilhe as informações e aprenda a negociar conflitos: Quando houver um problema, o casal deve sentar e falar sobre o assunto e discutir as expectativas de solução para cada um. Isso contribui para a construção de significados que podem ser compartilhados, facilitando a tomada de decisão. Os casais resilientes pensam conjuntamente sobre os problemas e possíveis resoluções. Buscam opções e recursos em um processo partilhado para tomarem decisões. É preciso desenvolver a capacidade de escuta, negociação e reciprocidade.

•Expresse suas emoções de forma aberta: A confiança entre o casal motiva e reforça a possibilidade de compartilhar as emoções e sentimentos de forma honesta, respeitando o tempo de cada um, as necessidades e diferenças individuais, fortalecendo espaços para desenvolver a empatia entre os parceiros dentro do casamento.

•Cuida da saúde: Procure manter um estilo de vida saudável, que envolve uma alimentação equilibrada, prática de atividades físicas, cuidados com a saúde em geral, inclusive a mental, boa qualidade de sono e atividades de lazer.

•Malhe o cérebro: Para que o cérebro faça novas conexões entre os neurônios precisamos fazer as coisas de maneira diferente ou fazer coisas que nunca fizemos. Por exemplo, mudar o caminho para o trabalho, escovar os dentes com outra mão, estudar uma nova língua, etc.

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