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quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Feira de adoção de animais ocorre em Santo André neste domingo

Redação

O Atrium Shopping, em Santo André, promove a 16ª edição da feira de adoção de animais, que contará com cães e gatos, entre filhotes e adultos, neste domingo (11), das 10h às 16h. O evento é uma parceria com o Projeto Amigo Legal, formada por protetores independentes da região do ABC, que resgatam e reabilitam animais em situação de risco e abandono.

Feira terá animais filhotes e adultos | Foto: divulgação 

Todos os animais na fila de adoção no Atrium Shopping estão saudáveis, além de já estarem vacinados, vermifugados e castrados. Nesta edição da feira, por exemplo, estará Mike, que apesar de ter apenas três patas, é um excelente cão para companhia, muito carinhoso e corre muito bem.

Os interessados em adotar devem ser maiores de 18 anos, apresentar RG, CPF, comprovante de endereço, passar por uma entrevista no local e assinar um termo de posse responsável do animal.

Quem quiser contribuir para a manutenção do projeto pode doar cobertores, toalhas, coleiras, caminhas, ração, itens de limpeza, remédios ou adquirir produtos como canecas, adesivos, quadrinhos, entre outros que estarão à venda no local. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de animais abandonados no Brasil já passa dos 30 milhões.

O Atrium possui ainda o espaço gratuito Dog Point, no piso térreo, que traz brinquedos como túneis e piscina de bolinhas. O shopping fica na Rua Giovanni Battista Pirelli, 155, em Santo André.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Veterinária explica os cuidados necessários com cães e gatos filhotes

Da Redação

Até o primeiro ano de vida os filhotes precisam de atenção especial para que possam se desenvolver perfeitamente. Para que eles continuem crescendo felizes e saudáveis, é indispensável respeitar alguns cuidados com cães e gatos. A veterinária Livia Romeiro, especialista em comportamento canino do Vet Quality Centro Veterinário 24h, comenta a seguir os principais cuidados.

Os animais são considerados filhotes até completarem um ano de idade, em média | Foto: reprodução
Os animais de estimação são considerados filhotes até completarem por volta de um ano de idade. Raças menores entram na maturidade um pouco antes, enquanto que as raças gigantes passam por essa mudança até um ano e meio de vida.

Durante todo esse período, os pets estão se desenvolvendo, mas também estão na fase mais vulnerável de suas vidas. Tudo isso demanda uma série de responsabilidades por parte dos tutores.
Ambiente

Logo após o nascimento e nos primeiros dias de vida o pet ainda está se acostumando com o ambiente fora da barriga da mãe. Esse processo é gradual e é, por isso, que no início deve-se providenciar um local aconchegante para o filhote.

Preparar uma área coberta com jornais, cobertores e toalhas macias à meia luz e deixar o ambiente aquecido entre 20 e 22°C, principalmente nos dias frios. Os pequenos nascem sem saber como regular a temperatura e podem morrer devido ao frio.

Alimentação
A primeira alimentação dos animais de estimação deve ser, preferencialmente, o leite materno. Cães devem mamar por pelo menos 30 dias, enquanto que os gatinhos por 45 dias.

Se a mãe não puder amamentar, é essencial providenciar uma fórmula com o veterinário, pois ela fornecerá todos os nutrientes que o pet precisa, para os primeiros dias de vida. Em média, ele deve se alimentar a cada três horas.

Após esse período, comece a introduzir alimentos macios e só então os sólidos, como a ração, que deve ser especial para filhotes – para os gatos, opte pela ração úmida. Esse deve ser o único alimento que o seu pet vai comer, exceto se o veterinário recomendar algum complemento. Além disso, os animais devem ter sempre água fresca e limpa à disposição.

Necessidades fisiológicas
Adestrar um gato para fazer xixi e cocô no lugar certo é muito fácil. Naturalmente eles buscam um local com terra ou areia para isso. Portanto, basta deixar a caixa sanitária no melhor lugar para o tutor e para o pet.

O segredo para que a adaptação seja feita rapidamente é encontrar a caixa e a areia de preferência do gato. Procurar testar alguns modelos e marcas diferentes para isso.

No caso dos cães, o melhor é começar a educá-los desde o primeiro mês de vida. O ideal é que ele fique preso em local próximo ao lugar em que deve se aliviar – como em cima do jornal, do tapete higiênico ou perto da grama do jardim.

Sempre que o tutor o vir realizando as necessidades no local correto, deve-se elogiar e brincar com ele.

“Após duas ou três semanas, o animal tende a aprender o local certo e a pessoa pode liberá-lo para explorar a casa. Se perceber que ele está rodando cheirando o chão, leve-o ao seu ‘banheiro’. Faça isso também a cada duas horas. Em pouco tempo ele aprenderá a lição”, afirma Livia.

Vacinação e vermifugação
O ideal é que os animais recém-nascidos recebam a visita de um veterinário logo na primeira semana de vida para verificar o seu estado de saúde. Se o profissional identificar algum problema, ele pode solicitar exames e consultas na clínica. O veterinário poderá auxiliar com o calendário de vermifugação e vacinação.

Dentição
Entre os cuidados com filhotes, os dentes merecem atenção, pois, assim como os seres humanos, os pets não nascem com dentes definitivos. Ao longo dos primeiros meses, eles passam pela troca da dentição.

Os filhotes começam esse processo em torno dos quatro meses de idade. Os primeiros a cair são os dentes da frente. Durante esse período, o filhote pode ter sangramento na gengiva, desconforto e coceira, o que é normal.

Outro cuidado com os dentes dos animais de estimação é a escovação. Deve-se escovar os dentes do  pet por toda a vida e o ideal é começar a manusear sua boca e implementar esse hábito desde cedo.

Brincadeiras
Assim que abrem os olhos e aprendem a andar, os filhotes já estão prontos para brincar. As atividades são muito importantes para estimular seu desenvolvimento, portanto, oferecer uma bolinha, uma corda ou pelúcia evitará que o bichinho destrua móveis e objetos ou comece a arranhar e morder as pessoas. “Além das brincadeiras, não esqueça que os filhotes precisam de muito amor e carinho”, finaliza a veterinária.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Veterinária fala sobre os cuidados na hora de vestir animais

Da redação

O inverno se aproxima e as temperaturas já caíram em diversas cidades brasileiras. Nesta época do ano, os animais podem precisar de cuidado extra para não sofrer com o frio e ficarem doentes. A médica veterinária da Dog Saúde,  Julia Oliveira de Camargo, afirma que é aconselhável colocar roupinhas nos pets, pois eles também sentem frio, principalmente os de pelo curto.

Alguns animais apresentam sensibilidade ao algodão ou outros tecidos, alerta a veterinária Julia | Foto: divulgação
Mas a especialista alerta que é preciso ficar atento ao escolher o tipo de roupa, pois ela pode provocar problemas de pele em alguns animais. "Há cães que são alérgicos e começam a se coçar, gerando um grande incômodo, além de outras consequências negativas, como o aparecimento de feridas e sangramentos".

Filhotes sofrem mais com o frio
Os filhotes, por serem mais frágeis e terem menos gordura corporal, sentem mais frio. Eles precisam de uma proteção ainda maior, pois são muito sensíveis e suscetíveis a ter o sistema imunológico enfraquecido no inverno.  "Os filhotes não podem sentir frio de jeito nenhum já que correm o risco de ficar gravemente doentes", destaca a veterinária.

Toda pelagem protege do frio?
Segundo Julia, tudo depende do tipo de pelagem. Existem cachorros que têm uma pelagem própria que os protegem. As raças de países frios como por exemplo, Husky Siberiano e Akita, possuem pelagens que ajudam a mantê-los aquecidos. "De fato, eles acabam sofrendo no verão e não no inverno", explica. Por outro lado, os cães Poodle e Maltês são raças mais sensíveis, que naturalmente sentem mais frio.

Nem todo pet se dá bem com qualquer tecido
Alguns animais apresentam sensibilidade ao algodão ou outros tecidos. "Nesses casos, o animal pode demonstrar sinais de que algo está errado, ele pode começar a se coçar, o pelo pode cair bastante", esclarece. Caso isso ocorra, recomenda-se tirar imediatamente a roupa do animal.

Animais feridos ou com alergia: nada de roupinha!
A roupinha não é indicada quando o animal apresenta feridas na pele. Para que a cicatrização não demore mais, o local da ferida precisa estar aberto, para que haja oxigenação. Além disso, cães e gatos que tenham alergia, devem ficar longe das roupinhas, pois eles podem ter muita coceira e há casos em que eles se coçam tanto que a pele chega a sangrar. "Para protegê-los contra o frio, vale deixá-los em um ambiente mais aquecido, junto com almofadinhas e cobertinhas", sugere a veterinária.



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