terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Vitamina D é aliada no tratamento e prevenção da osteoporose

Da Redação

A ingestão diária de cálcio é um hábito importante para prevenir e tratar a osteoporose, doença que reduz a massa óssea, ocasionando a piora da qualidade dos ossos. Mas engana-se quem acredita que só consumir alimentos ricos nesse mineral seja o suficiente. Segundo o reumatologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Leandro Parmigiani, para que o cálcio seja absorvido é preciso que o organismo adquira também a vitamina D.

A forma mais fácil de obter vitamina D é pela exposição solar | Foto: reprodução
O nutriente, além de auxiliar na absorção do mineral, é necessário para que ocorra um crescimento adequado dos ossos. A forma mais fácil e eficaz de conseguir essa vitamina é pela exposição solar, que segundo o especialista, deve ser feita em um período de 15 minutos por dia sem proteção para que o organismo consiga sintetiza-la.

A importância dos níveis da vitamina D interferem até mesmo no andamento do tratamento da doença, como explica o médico. "Os níveis de cálcio no sangue e a vitamina D devem estar acima do seu limite inferior para que o tratamento da osteoporose consiga ser efetivo".
Somente no Brasil, a osteoporose atinge 10 milhões de pessoas, como mostra estimativa da Fundação Internacional de Osteoporose (IOF). Porém, é possível preveni-la com a adoção de hábitos saudáveis, conforme explica o reumatologista.

"Entre os hábitos que devem ser adotados estão: a ingestão de cálcio, atividades físicas regulares, principalmente musculação. Além disso, é importante evitar o excesso de café e álcool, não usar drogas, tratar doenças endócrinas existentes e usar cálcio quando estiver em uso de medicamentos que reduzam a absorção do mineral", finaliza.


Dor no cóccix afeta 5 vezes mais as mulheres do que os homens

Da Redação

O cóccix é um osso localizado na última parte da coluna vertebral. Muito pouco lembrado pela população em geral, já que os problemas da coluna ou até mesmo as dores na região das costas são mais comuns na parte lombar e cervical (meio das costas e pescoço). Entretanto, segundo dados da literatura, cerca de 1 a 2% da população mundial sofre com a coccigodinia, ou seja, com quadros de dores crônicas no cóccix.  As mulheres são afetadas pelo problema cinco vezes mais do que os homens. Traumas durante o parto e quedas são as principais causas.

Traumas durante o parto e quedas são as principais causas de dor no cóccix | Foto: reprodução
De acordo com o neurocirurgião Iuri Weinmann, especialista em Medicina da Coluna e em Cirurgia Endoscópica da Coluna Vertebral, o cóccix participa de muitos movimentos da vida diária, como o da defecção. “Outra função importante é funcionar com uma espécie de ‘amortecedor’ quando estamos sentados. Ao sentarmos, é realizada uma compressão na parte posterior do cóccix, que se move para frente”, explica o especialista.

Traumas na região são principais causa de dor
 A dor crônica no cóccix pode ter várias causas. “A principal são traumas, como cair sentado, por exemplo. Isso pode levar a fraturas, torções ou luxações neste osso, que são de difícil resolução. Há ainda causas congênitas, quando a criança nasce sem a curvatura anterior. Cisto pilonidal, cisto aracnoide e lipoma (espécie de nódulo fibrogorduroso) também são causas comuns desta condição”, explica Weinmann.

“Devemos lembrar ainda das dores relacionadas às raízes nervosas, plexos ou nervos periféricos localizados próximos ao cóccix. Tumores, inflamações e traumas durante o parto também podem levar ao problema”, cita o especialista.

Ficar sentado por longos períodos agrava a dor
Em algumas pessoas, a dor pode aparecer e desaparecer de forma espontânea. Entretanto, é comum encontrar quadros crônicos de dor no cóccix.

Segundo um estudo, exames de radiografia mostram que metade dos pacientes apresenta alterações na mobilidade do cóccix. Uma das possíveis causas apontadas pelos pesquisadores são as mudanças do padrão de deslocamento do osso quando a pessoa se senta, especialmente em obesos. A outra hipótese é a alteração do padrão de flexão do cóccix.

“Pessoas que ficam muitas horas sentadas podem sentir dor de forma mais crônica. Em mulheres, pode haver piora do quadro no período pré-menstrual e durante a menstruação. Outras podem sentir dor no momento da defecção ou ainda durante as relações sexuais, por exemplo”, comenta o médico.

Estresse pode levar à dor
Nem todos os casos de dor no cóccix têm a origem esclarecida. Mas, alguns estudos mostram que a dor pode ter relação com o estresse e afeta, de forma frequente, pessoas com diagnóstico de depressão.

Infiltrações com corticoide apresentam bons resultados
O diagnóstico pode ser feito por um neurocirurgião especialista em medicina da coluna. “Iremos avaliar várias possibilidades. Serão solicitados exames de imagem como raio-X, tomografia e ressonância magnética da região. Durante o exame clínico, levantamos todas as informações que podem esclarecer a origem da dor, incluindo traumas, cistos e até mesmo histórico de estresse e depressão”, diz o especialista.  Também são excluídas outras doenças sistêmicas que podem causar a dor.

O tratamento da dor crônica no cóccix quase sempre é conservador. “O paciente é orientado a fazer fisioterapia, usar almofadas para aliviar a tensão na região, assim como podem ser prescritos medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos. Quando não há melhora, podemos fazer infiltrações no local com corticoides, excelentes para diminuir a inflamação e a dor. A melhora do quadro com essa terapia pode variar de 60 a 85%", ressalta  Weinmann.

Necessidade de cirurgia é rara
A cirurgia só é indicada quando o paciente não melhora com nenhum outro tratamento. Outra indicação é quando a dor é incapacitante. A cirurgia, chamada de coccigectomia, consiste na remoção total ou parcial do cóccix.


Bazar solidário da MMartan em prol da Casa Ronald McDonald ABC ocorre neste mês

Da Redação

Em 14 e 15 de dezembro, às 11h e 9h, respectivamente, acontecerá o Bazar Solidário MMartan, no espaço localizado na Rua Padre Capra, 84 – Vila Assunção – Santo André. O evento terá  ofertas, envolvendo produtos de cama, mesa e banho com descontos de até 50% . Parte da renda será revertida à Casa Ronald McDonald ABC, que a utilizará nas obras de revitalização, que ocorrem desde janeiro deste ano, mas que ainda necessitam de vários materiais e móveis para a sua finalização.

A Casa Ronald McDonald ABC fica na Av. Príncipe de Gales, 821 | Foto: Reprodução
A Casa Ronald McDonald ABC (Av. Princípe de Gales, 821) faz parte do Programa Casa Ronald McDonald, coordenado pelo Instituto Ronald McDonald no Brasil que, atualmente, atende 27 hóspedes de zero a 20 anos de idade, acompanhados por um responsável, vindos dos mais diversos lugares do País em busca de tratamento para o câncer. No local, eles contam com hospedagem, alimentação, transporte e apoio psicossocial gratuitos durante toda a sua estadia.


segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

Exposição "Coleta ABC" chega a São Bernardo do Campo

Da Redação

A exposição itinerante Coleta ABC chegou à Pinacoteca de São Bernardo do Campo (Rua Kara, 105,  Jardim do Mar), neste último sábado (08) e segue aberta ao público até 10 de janeiro, com visitação de segunda a sexta, das 9h às 17h. A artista plástica Prila Maria integra a mostra junto de outros 28 artistas do ABC.

Obra da artista plástica Prila Maria | Foto: Camila Vech 
Na mostra, ela apresenta quatro obras da sua série Soul do ABC: da artista Mel Zabunov, do fotógrafo Laerte Sarará e do Felipe Pelikian (conhecido como Teia Urbana), além de um autorretrato. "A série surgiu como forma de evidenciar os protagonistas da cultura underground da região, solo tão fértil e que chama atenção pela diversidade e coletividade", conta Prila Maria.

Para a artista, o objetivo da série Soul do ABC é dar visibilidade a quem faz a diferença na cena cultural da região.

Usando exclusivamente o látex, Prila primeiro risca com lápis a proporção com a qual vai fazer seu trabalho para em seguida aquarelar com látex branco como forma de impermeabilizar a folha e deixá-la preparada para receber a pintura com o cinza. Em seguida, a artista usa a tinta preta para dar o contraste de luz e sombra, para então finalizar aquarelando com a tinta branca.

Em sua 5ª edição, a Coleta ABC já passou por Mauá, Rio Grande da Serra, Ribeirão Pires e São Caetano do Sul. A exposição é gratuita e itinerante. Cada município do ABC conta com representantes que atuam nos mais diversos tipos de arte, como pintura, intervenção e fotografia, entre outras. A curadoria geral é Dener de Sousa e de Henrique Celso.


Fogos de artifício: veterinária orienta como proteger os animais

As típicas festas de fim de ano se aproximam e este é o período do ano que mais preocupam os donos dos pets, devido a incidência de fogos de artifício e seu impacto na saúde dos animais.  Com os shows pirotécnicos e excessivo barulho, não é raro haver o relato de acidentes no fim do ano. Com isso, a veterinária da DrogaVet, Mariana Mauger, afirma que é importante criar um ambiente seguro para os animais, neste período, no qual ele fique isolado ou em locais em que se sente seguro, normalmente.

Os animais têm audição mais potente do que a dos humanos, por isso, nunca os deixem expostos ao barulho excessivo | Foto: Freepik
"O barulho, os clarões e o cheiro de pólvora são consequências que deixam os animais apavorados. Muitos tentam se esconder, na tentativa de se protegerem e, em alguns casos, se ferem gravemente", alerta Mariana.

Toda essa situação causa reações como ansiedade, estresse e tremor nos bichinhos. "Os animais tendem a sofrer com o medo, gerando picos de estresse durante exposição ao barulho. O ideal é que ele seja isolado, ou seja, alocado temporariamente em locais em que se sente seguro. Manter as janelas fechadas, desde que o ambiente permaneça fresco, deixar um som ambiente ligado como a televisão ou rádio, também ajudam a acalmar os animais. Escolha de preferência um local que ele já conheça, por exemplo, perto de sua cama ou até mesmo a própria casinha, gaiola ou, ainda, a caixa de transporte", explica a profissional.

Além disso, Mariana orienta não deixar objetos que possam machucá-lo por perto, e nem deixar os pets próximos aos muros, portões e janelas, pois estes são rotas de fuga para o animal.

Outro alerta importante da especialista é que, por possuírem uma audição mais potente do que a dos humanos, deixar os animais totalmente expostos a esse tipo de barulho, pode resultar traumas irreversíveis para a saúde dos animais.

"Os mais graves são os ataques cardíacos, principalmente entre os cães de idade mais avançada e, portanto, mais propensos a cardiopatias, insuficiência renal e problemas hepáticos, que podem até levar o animal a óbito em decorrência do estresse, que serve como gatilho, causado durante esse período. Além disso, tremedeira, automutilação, convulsões e até lacerações no tímpano podem ocorrer durante esse período", pontua a veterinária.

Além disso, ela orienta o tutor  a não acariciar ou tentar proteger o pet ao notar o incômodo do animal diante da situação barulhenta. "O pet acaba achando que ele, de fato, está em situação de perigo e que deve se proteger ainda mais, aumentando sua ansiedade", comenta a veterinária.

Quando a queima de fogos começa, o mais indicado, segundo a especialista, é agir naturalmente, ficar próximo do pet e transmitir confiança a ele. "O tutor deve sempre manter o tom de comando na voz e, ao menor sinal de resposta positiva, recompensar o animal com um petisco que ele goste", explica a veterinária.

Já nos casos mais extremos, na qual nenhuma dica parece surtir efeito, o ideal é que o tutor procure um veterinário e, acima de tudo, evite medica-lo por conta própria. "Os calmantes naturais são as opções recomendadas para períodos longos de irritabilidade no pet, inclusive, os florais e outros medicamentos fitoterápicos, podem já ser ministrados preventivamente, mas dada a reação diferente em cada animal, é sempre importante receber uma avaliação do médico veterinário para determinar qual é a melhor alternativa de tratamento", explicita Mariana.


Uma em cada cinco mulheres pode sofrer infarto

Da Redação

Segundo Organização Mundial de Saúde (OMS), as doenças cardiovasculares são responsáveis por 1/3 de todas as mortes de mulheres no mundo e estudos médicos apontam que, no Brasil, uma em cada cinco mulheres pode sofrer um infarto. De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), há 50 anos, a cada dez mortes por infarto, nove eram homens e uma mulher. Nos últimos seis anos, houve uma diminuição da mortalidade nos homens, e um aumento das mulheres. Hoje a proporção é de seis homens e quatro mulheres.

Nas mulheres, os sintomas do infarto podem incluir:  enjoos, falta de ar, cansaço inexplicável, desconforto no peito e arritmia | Foto: Freepik
Este aumento da incidência de infarto nas mulheres é consequência do envelhecimento natural e do estilo de vida. Obesidade, diabetes, colesterol, tabagismo, sedentarismo e a pressão arterial elevada são alguns fatores. Além disso, muitas mulheres realizam a chamada jornada tripla, o que aumenta o estresse e ansiedade. De acordo como a ISMA (International Stress Management Association), no fim do ano o estresse aumenta 75% e, com ele, os riscos de infarto ou outras doenças cardiovasculares.

Sintomas são diferentes nas mulheresDor no peito e nos braços e suor frio são sintomas do infarto bem conhecidos. Nas mulheres os sintomas clássicos podem não acontecer, sendo comum enjoos, falta de ar, cansaço inexplicável, desconforto no peito e arritmia, de acordo com a  cardiologista e médica nuclear da DIMEN SP, Priscila Cestari Quagliato.

 “Ao infartar, as mulheres têm dores consideradas atípicas, ou seja, quadros diferentes do infarto clássico e, por isso, podem ser subdiagnosticadas. Isso torna os exames preventivos ainda mais importantes”, afirma Priscila.

Medicina nuclear na prevenção ao infarto
A cintilografia de perfusão miocárdica é um exame que avalia se o fluxo de sangue para o coração está preservado ou não (a chamada isquemia, falta de fornecimento sanguíneo) e ainda localiza qual a coronária deve ser tratada. Este diagnóstico pode indicar o risco de infarto e evitá-lo, por meio da mudança de hábitos, por exemplo.

O Tomografia por Emissão de Pósitrons e Tomografia Computadorizada (PET-CT) pode ajudar também . “Este exame permite determinar com precisão se uma área de músculo cardíaco foi perdida em um evento isquêmico ou se ainda há chance de recuperá-la com cirurgia ou angioplastia, a chamada pesquisa de viabilidade miocárdica”, explica a cardiologista. Esta técnica também pode ser utilizada na pesquisa de processos inflamatórios que eventualmente acometem o músculo cardíaco, como nas miocardites, no lúpus eritematoso sistêmico ou na sarcoidose, doenças potencialmente fatais quando se estendem ao coração.


Dança: quais os benefícios da prática para a saúde?

*Por Guilherme Lacerda 

Deixar o corpo se embalar em algum ritmo musical é garantia de um estilo de vida mais saudável. Além de ser uma atividade prazerosa, a dança faz bem para a saúde física, mental e emocional. Confira abaixo a lista com os principais benefícios que a dança proporciona.

Ao dançar, o corpo libera os hormônios do prazer: endorfina, dopamina e serotonina | Foto: Freepik
O corpo ganha mais força e resistência

Cair na dança é capaz de fortalecer os músculos, melhorar a flexibilidade, a força e a resistência. Os efeitos acabam refletindo no corpo: você ganha mais agilidade, equilíbrio, elasticidade e corrige a postura. Além destes benefícios, a dança contribui para a saúde dos ossos, prevenindo, inclusive, a osteoporose. Para se ter uma ideia, com 30 minutos de prática regular, três vezes por semana, as vantagens já podem ser percebidas. Portanto, se a ideia é a definição de curvas com uma musculatura mais saudável, aposte nesta modalidade.

Dançar faz bem para o coração

A prática de exercícios físicos é fundamental para dar aquela ajudinha para o nosso "amigo do peito". Com a dança, claro, não poderia ser diferente, já que se trata de uma atividade aeróbica. Em alguns estilos de dança mais dinâmicos, como a zumba, a frequência cardíaca aumenta e, com isso, a circulação do sangue é estimulada – melhorando a capacidade respiratória. A prática, inclusive, é apontada por especialistas como uma importante aliada para a redução do colesterol alto e diabetes.

Um corpo mais leve, livre e solto

A dança também trabalha a desenvoltura, ou seja, permite – e estimula – a expressão do corpo. E quando isso acontece, é possível ter, além da consciência corporal, a consciência sobre si mesmo. Esse movimento de se perceber e expressar por meio da dança traz mais autoconfiança. Dançar em grupo, aliás, favorece uma maior interação com os parceiros de aula – e esta socialização acaba sendo perfeita para fazer novas amizades. A dança ainda deixa a autoestima lá no alto, gerando ânimo e leveza.

Quem dança tem mais energia e motivação

Se a ideia é dar um baile na rotina e na preguiça, dançar vai renovar suas energias, trazendo muito mais disposição. Isso acontece porque dançar nos faz esquecer que estamos nos exercitando. Afinal, a empolgação com a música tocando, a coreografia animada e o fato de que é impossível dançar sem sorrir tornam essa atividade muito divertida. Ao experimentar todas essas sensações, geramos mais energia e renovamos a motivação para encarar o dia a dia.

A prática "expulsa" o estresse

Quando os níveis de estresse sobrem, o corpo produz adrenalina e cortisol (hormônios do estresse), deixando o coração mais acelerado, o corpo mais tenso, entre outras sensações. Ao dançar, essa agitação e tensão acumulada se transformam em puro relaxamento. Bailando, o corpo passa a liberar os hormônios do prazer: endorfina, dopamina e serotonina. E esse benefício traz mais equilíbrio emocional, reduzindo, assim, a ansiedade e o desagradável estresse.

Dançar tem efeitos positivos na memória

Além de movimentar todo o corpo e proporcionar inúmeros benefícios, dançar é um excelente exercício para o cérebro. Mexer o corpo ao som da música é ótimo para turbinar a concentração e a memória. Este ganho, inclusive, é comprovado a partir de um estudo alemão, que revelou que dançar é benéfico para aprimorar e fortalecer a função de uma importante área do cérebro: o hipocampo. De acordo com os pesquisadores, esta região é especialmente estimulada durante a memorização das coreografias, garantindo, também, maior equilíbrio e prevenindo o envelhecimento da memória, bem como doenças degenerativas como o Alzheimer.

É uma ótima aliada para conquistar o peso saudável

Manter o corpo em movimento é essencial para a manutenção do peso. Mas esse equilíbrio conta pontos importantes também na prevenção de doenças. A dança faz bem para saúde e oferece ritmos diferentes (e fáceis de praticar) para gastar muita energia. Dependendo da intensidade da aula, o gasto calórico em uma hora de prática pode chegar a 600 calorias.

Todos são bem-vindos a praticar a dança

Dança faz bem pra saúde, e é bom pra todo mundo: homens, mulheres, jovens e idosos. O mais interessante é que não é preciso saber dançar para começar, mas sim seguir os passos no seu ritmo e do seu jeito. Basta relaxar e se entregar para aproveitar todas as vantagens que o universo da dança oferece para a qualidade de vida.

*Guilherme Lacerda é especialista em fisiologia do exercício e gerente técnico da Bluefit Academia


sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

L. A Beauty tem alongamento de unhas e atendimento com biomédica

Por Vivian Silva

Em março deste ano, o salão de beleza L.A Beauty mudou da Rua Álvarez de Azevedo, 180, para a Rua Capitão Mário Fláquer, 68, ambos no Centro de Santo André, para oferecer mais conforto aos clientes e agregar novos serviços como, por exemplo, os tratamentos estéticos com a biomédica Aline Teodoro, ou o alongamento de unhas com a especialista Jéssica Alves.

Salão oferece diversas técnicas para alongamento das unhas | Foto: divulgação 
No local, estão disponíveis as técnicas de alongamento de unhas com fibra, porcelana ou gel. O procedimento é escolhido após avaliação da unha de cada cliente. Já no atendimento com a biomédica, é possível realizar desde peeling a aplicação de botox, sempre com avaliação prévia.

L. A Beauty está no mercado há 12 anos e oferece diversos serviços | Foto: divulgação 
Sob o comando das proprietárias Alessandra Araújo e Luciene Araújo - que apesar do mesmo sobrenome, não são parentes – o salão – que está no mercado há 12 anos - recebe um público diversificado, maioria mulheres, conforme conta Alessandra. “A gente tem um público bem variado, mulheres de todas as idades, etnias, crenças, inclusive, as funcionárias”. O público masculino ainda é menor, mas presente principalmente nos procedimentos estéticos (não invasivos e invasivos) e podologia.

Para a proprietária Alessandra – que também é cabeleireira e maquiadora – o diferencial do L. A Beauty é a liberdade que as clientes encontram no salão, além do conforto, ela ressalta que há “cantinhos” variados no local, para agradar diversos perfis de pessoas, como as que preferem um jardim ao ar livre, ou mesmo o clima de salão, com bastante papo e música.

O horário de atendimento é das 8h às 19h, de terça a sábado. Tel.: 2669-4879.





Anemia em cães: causas, sintomas e tratamentos

Da Redação

Assim como nós, os animais de estimação estão suscetíveis a sofrer com anemia, que é caracterizado pela redução do número de glóbulos vermelhos no sangue. A anemia em cachorro pode ser causada por uma série de fatores e não é uma doença, mas um sinal de que algo está errado, segundo a veterinária Livia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Felizmente, a maioria dos casos de anemia é facilmente detectável e pode ser revertida com um atendimento médico rápido e a instauração imediata de procedimentos. No entanto, é necessário reconhecer os sintomas para levar o cão ao veterinário.

Anemia em cães tem várias causas | Foto: Freepik
O que é a anemia?
É uma condição caracterizada pela redução da contagem de glóbulos vermelhos (também chamados de hemácias) na corrente sanguínea. Ela pode ser causada tanto pela perda excessiva de sangue, quanto pela destruição dessas células.

As hemácias são células responsáveis pela cor avermelhada de nosso sangue, graças a uma substância conhecida como hemoglobina. Esse pigmento tem a importante função de se aderir às moléculas de oxigênio, transportando o gás para todo o nosso corpo e oxigenando os tecidos durante o percurso.
Quais são as principais causas da anemia em cachorros?

As causas da anemia podem ter três origens. A primeira, chamada de hemorrágica, é decorrente da perda de grandes volumes de sangue, normalmente após um acidente ou de algum problema ligado às plaquetas — que geram sangramentos mais intensos no animal de forma quase espontânea.
A segunda é a anemia hemolítica, onde ocorre a destruição das hemácias. Esse fator é normalmente ocasionado por doenças que fazem com que o corpo veja essas células como invasoras e ataque o próprio sangue.

Há, ainda, uma terceira razão que envolve a medula óssea e a produção de células sanguíneas.De modo geral, as causas mais comuns da anemia em cachorros são:

• cortes e ferimentos intensos;
• acidentes;
• cânceres;
• úlceras;
• intoxicações;
• alimentação insuficiente;
• doença do carrapato;
• doenças renais;
• doenças autoimunes;
• infestação de parasitas, como pulgas e carrapatos;
• verminoses.

Diversas causas podem levar um cão a sofrer com a anemia e, por isso, a investigação é fundamental, afirma a veterinária.

Quais sintomas podem indicar esse problema? 

• indisposição;
• resistência a brincadeiras;
• urina mais escura;
• palidez nas mucosas (gengivas, por exemplo);
• queda de pelos;
• redução do apetite;
• emagrecimento;
• dificuldade para respirar;
• sangue nas fezes ou urina.

Não deixe, portanto, de levar o pet a um veterinário caso note um ou mais dos sintomas citados acima.

Tratamentos
O tratamento para a anemia dependerá muito da causa que levou o animal a apresentar esse quadro. Alguns deles podem incluir:

• utilização de suplementos;
• alimentação reforçada;
• vermífugos;
• remédios para acabar com pulgas e carrapatos;
• transfusão sanguínea;
• fármacos que estimulam a produção sanguínea;
• vitaminas para estimular o sistema imune.

Somente o médico veterinário conseguirá determinar a causa exata do problema e prescrever o tratamento ideal para curá-lo.


Nix Eventos promove festa beneficente

Da Redação

A noite foi de festa e arrecadação. A produtora de eventos Juliane Mello, da Nix Eventos, recebeu amigos, fornecedores e parceiros na festa de fim de ano Glow Party, no bufê Favoritto, em São Bernardo, na última quinta-feira (29). Na ocasião, cerca de 130 compareceram ao evento, que no dress code white, proposto pela organização, ajudaram na arrecadação de montante para doação à Centro de Convivência Rafá, em São Bernardo do Campo, e à Aldeia Indígena Filhos dessa Terra, em Guarulhos.

Leonardo Strong e Juliana Bontorim (mestre de cerimônia do evento) | Foto:  Leandro Eiki 
"Às vezes, o que a casa precisa é o que eles menos ganham, como uma reforma ou a compra de algo importante. Com a doação de alimento isso não é possível, por isso, prefiro direcionar o montante em reais para ser utilizado da melhor forma", comenta Juliane, que dividirá o valor em duas partes iguais.
Além da comemoração, que encerra as atividades de 2018 para o grupo, as novidades já começam a surgir. Para abranger o público da casa de eventos, a produtora idealizou a criação do núcleo Teen Nix, que contempla as aspirações das debutantes, sob medida. "Estamos crescendo e é necessário expandir o nicho de serviços", comemora a produtora.

Conheça as entidades que receberão integralmente o valor dos convites:

Centro de Convivência Rafá  (Rua do Cruzeiro, N° 670, Bairro Areião, em São Bernardo do Campo).
O Projeto tem como objetivo o apoio socioeducativo às crianças e adolescentes em horário contrário do ensino regular, além de fomentar o fortalecimento da família. Em 2008, foram atendidas 77 crianças, de dois a 14 anos, e 49 famílias. Em dez anos, o número subiu para 116 crianças e 74 famílias atendidas.

Aldeia Indígena Filhos dessa Terra (Região do Cabuçu, em Guarulhos).
Abriga 20 famílias, que dependem de doações. Essa ajuda sempre vem ministrada pelo Reverendo Lucas e sua equipe da Pastoral Anglicana do Amor.


Começando a correr: dicas para iniciantes

*Evelyne Correia 

Corrida é uma modalidade de esporte que tem ganhado muitos adeptos nos últimos tempos. Os benefícios físicos, psicológicos e estéticos dessa prática são inúmeros. Infelizmente o número de pessoas que desistem já no início do treinamento também é alto. Por isso antes de colocar seu tênis e decidir correr é importante se ater a algumas observações importantes.

Realize um aquecimento antes de iniciar a corrida | Foto: divulgação 
O primeiro passo é a liberação de um médico para a prática. Realize uma avaliação e certifique-se de que não tem nenhuma lesão ou restrição ao exercício de impacto. Estando tudo certo é só seguir em frente. Outras recomendações importantes são optar pelo acompanhamento de um profissional de Educação Física ou participar de um grupo de corrida, onde normalmente já há especialistas que possam orientar sobre a melhor forma de iniciar no esporte.

A escolha do tênis e de roupas adequadas também é de extrema importância, assim como o local do treino - parques com pistas de corrida acabam sendo a melhor opção neste momento.

Todos sabem correr, pois trata-se de um movimento natural do ser humano. Porém, seja paciente, ninguém corre uma maratona de um dia para o outro, a regularidade é mais importante que a distância percorrida neste início. O ideal é iniciar com caminhadas de aproximadamente 40 minutos, três vezes por semana, e posteriormente alternar a caminhada com trotes (corridas leves) e vice-versa. É normal sentir-se cansado nas primeiras semanas até que o organismo se adapte ao exercício.

Fique atento a outras dicas importantes:
- Realize um aquecimento antes de iniciar seu treino, mobilizando as articulações do quadril, joelho e tornozelo.
- Respire naturalmente, porém, de forma cadenciada.
- Cuide da postura: quando estiver correndo, contraia a musculatura abdominal, mantenha o tronco ereto e balance os braços naturalmente.
- Não corra na ponta dos pés, o movimento sempre deve começar pelos calcanhares.
- Alimente-se adequadamente antes da corrida e nunca pratique o esporte em jejum.
- Descanse entre os dias de treino; é recomendável alternar os dias de prática.
- Não corra se estiver com alguma lesão; escute seu corpo!
- Sem exageros: respeite o seu ritmo e os seus limites.

Essas opções podem ajudar a manter o foco em seus objetivos!

*Evelyne Correia é professora nos cursos de Licenciatura e Bacharelado em Educação Física do Centro Universitário Internacional Uninter.




quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Aprenda como alcançar suas metas a partir do raciocínio, criatividade e emoção

*Por Bia Nóbrega

Com base no autocoaching, sigo caminhos de autoconhecimento, autodesenvolvimento e estratégias para que cada dia possa ser aproveitado da melhor forma possível. Mas com a rotina corrida que levamos nos dias atuais, fica complicado falar sobre como lidar com desafios e metas diárias com motivação dado que a agenda de compromissos, pessoais e profissionais, por vezes nos engole.

"Tente se superar cotidianamente", propõe a psicóloga Bia 
Por este motivo, é hora de fixar um dia da semana para reservar 15 minutinhos e montar um Mapa Mental semanal com as suas prioridades. Esse mapa é uma estratégia objetiva e simples de organizar e registrar informações, desenvolvido pelo Tony Buzan, um psicólogo inglês. Além de ajudar no raciocínio e estimular a criatividade, essa técnica auxilia o processo de memorização e aprendizado a longo prazo.

Para montar o seu, pegue uma folha em branco e a coloque na posição de paisagem. No centro dela, escreva qual o seu principal objetivo para a semana. A partir do seu objetivo, puxe linhas para cada meta que deseja alcançar. Para cada meta, faça mais linhas que te indiquem o que precisa ser feito para que ela seja realizada.

A ideia é que você não faça apenas uma lista, como de costume, pois essa forma trabalha apenas um lado do cérebro, o do raciocínio. Com o Mapa Mental, você exerce os dois lados cerebrais, unindo razão, criatividade e emoção.

Com tudo disposto na folha, o acesso às suas prioridades será fácil e rápido. Para além disso, defina também até cinco metas diárias. Esse número é estratégico, porque cabe na nossa mão, diminuindo as chances de esquecermos o que precisamos realizar. Ao final do dia, veja quais metas conseguiu, ou não, atingir. É importante mensurar o percentual de alcance diário. Se você alcançou as cinco, 100%, se alcançou 4, 80%, e assim por diante.

Se ainda assim, os resultados não estiverem sendo como o esperado, eu tenho mais uma dica que aprendi com o professor, coach e youtuber Geronimo Theml, que é o DRD - Descarregar, Reunir e Distribuir.

Descarregue em um papel toda a sua rotina, porque, provavelmente, é o grande número de tarefas diárias que tira sua atenção e foco em alcançar as metas do dia a dia. Na sequência, reúna os tipos das atividades, ou seja, e-mails, tarefas domésticas, redes sociais, estudos, e assim por diante. A partir desses dois levantamentos, distribua durante o dia e a semana, as atividades que você precisa desenvolver.

Tente se superar cotidianamente e assim as chances de alcançar totalmente suas metas ficarão maiores e mais sólidas.

Vou dar um exemplo pessoal: eu defini que eu só devo usar o WhatsApp para assuntos pessoais, antes das 08h e depois das 20h. Claro que algumas vezes durante o horário de almoço, se eu tiver um tempinho, dou uma olhada rápida nas mensagens. Mas a ideia é seguir o que está definido para não desfocar das metas.

Se você estiver com alguma dúvida sobre como montar seu Mapa Mental, no meu site você encontra dicas para desenvolver o seu! E antes de definir um dia fixo, que tal parar 15 minutos agora e fazer um para a próxima semana?

Está em suas mãos ter maior produtividade e maior gestão do tempo. Chega de desculpa, é hora de se responsabilizar e ter cada dia o seu melhor dia!

* Bia Nóbrega é coach, mentora e psicóloga. 



Cirque du Soleil terá temporada no Brasil em 2019

Da Redação

O Cirque du Soleil volta ao Brasil em 2019 com o espetáculo Ovo, dirigido por Deborah Colker, depois de passar pela América do Norte e Europa, nos últimos dois anos. Em curta temporada pelo país, o show irá passar por Belo Horizonte, de 07 a 17de março, no Ginásio Mineirinho; Rio de Janeiro de 21 a 31 de março, na Jeunesse Arena; Brasília de 05 a 13 de abril, no Ginásio Nilson Nelson; São Paulo de 19 de abril a 12 de maio, no Ginásio do Ibirapuera.

O elenco de Ovo é composto por 50 artistas de 14 países, incluindo quatro brasileiros | Foto: divulgação
Mais de 5 milhões de pessoas no mundo já assistiram a peça, desde que estreou em Montreal em 2009 como um show de tenda, Ovo embarcou em uma nova jornada. Realizando a mesma produção, apresentada de forma inédita no país em arenas, o espetáculo dá a oportunidade para que pessoas de diversas capitais possam assistir a um espetáculo do Cirque du Soleil.

A produção é amplamente inspirada na cultura brasileira, repleta de cores e com uma trilha musical bastante rica, passeando por ritmos típicos como a bossa nova, samba, xaxado, funk, entre outros. Tudo, claro, com muita percussão.


Espetáculo Ovo

Quando um ovo misterioso aparece em seu habitat, os insetos ficam maravilhados e intensamente curiosos sobre esse objeto icônico que representa o enigma e os ciclos de suas vidas. É amor à primeira vista quando um inseto desajeitado e peculiar chega nessa comunidade movimentada e se depara com uma joaninha fabulosa.

O espetáculo é um mergulho em um ecossistema colorido e repleto de vida, onde os insetos trabalham, comem, rastejam, flutuam, brincam, brigam e buscam pelo amor em uma farra sem fim, cheia de energia e movimento. O universo dos insetos é um mundo de biodiversidade e beleza, cheio de ruídos e momentos de emoção silenciosa. O elenco de Ovo é composto por 50 artistas de 14 países, incluindo quatro brasileiros, especializados em diversas acrobacias.

Vale lembrar que o ovo é um símbolo atemporal do ciclo da vida e nascimento de numerosos insetos, que sustentam a trama subjacente do show. Em sua criação gráfica, o logotipo com o nome do espetáculo remete à figura de um inseto: As duas letras “O” representam os olhos, enquanto da letra “V” saem duas pequenas antenas.

Interessados podem poderão adquirir os ingressos por meio do site Tudus, ou nas bilheterias oficias (Shopping Cidade, em Belo Horizonte; Shopping Metropolitano Barra, no Rio de Janeiro; Shopping ID, em Brasília; e Shopping Market Place em São Paulo).



Personagens infantis estarão no Golden Square Shopping

Da Redação

A Galinha Pintadinha estará presente no Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, de sexta a domingo para um encontro especial ao lado do Pintinho Amarelinho. Os personagens infantis poderão ser vistos às 14h, 16h, 18h e 19 horas, até 30 de dezembro, para sessão de fotos. A participação é gratuita, mas é necessário retirar a senha pelo aplicativo do shopping.

Personagens poderão ser vistos no local até 30 de dezembro | Foto: divulgação 
O Natal do Golden Square Shopping ganhou cores e cenografia baseados no universo da Galinha Pintadinha. Uma grande árvore central decorada com o tema faz parte da atração da Praça Central repleta de mini galinhas com um gira-gira em formato de ovinhos. O espaço conta ainda com mesas de colorir, a Casa da Galinha Pintadinha e um corredor de elástico.

A atração fica no piso L1 do Golden Square Shopping, que está localizado no Avenida Kennedy, 700.



terça-feira, 4 de dezembro de 2018

Mastigação: estalos e chiados podem indicar problema na articulação da boca

Da Redação

Os pacientes com disfunção da articulação temporomandibular (articulação da boca), apresentam geralmente desconforto para mastigação, com quadros de dores nos músculos do rosto, na região anterior ao ouvido e, muitas vezes, associados a estalos e crepitações (ocorre um som parecido com areia dentro da articulação) ao abrir a boca.

 Ao repara qualquer alteração ao movimentar a mandíbula procure um médico | Foto: divulgação 
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 30% da população mundial sofre com os sintomas ligados a disfunções temporomandibulares  (DTM). Já no Brasil, o Colégio Brasileiro de Cirurgia e Traumatologia Bucomaxicilofacial registrou o montante de 10 milhões de brasileiros com sinais da doença. O problema atinge inúmeras pessoas de qualquer idade, sexo ou raça.

Importância de buscar um especialista

Os músculos da mastigação são responsáveis pelo movimento e posição da mandíbula. Quando comprometido por algum problema, existe a DTM. São diversas as alterações que contribuem para a DTM, como bruxismo ou apertamento dental.

Assim, o  cirurgião bucomaxilofacial  Sylvio Vivone explica que "o conjunto dessas queixas, associados ao exame clínico e quando necessários exames de imagem, identifica a disfunção temporomandibular, podendo ser uma disfunção articular, muscular ou ambas”.

O diagnóstico precoce muitas vezes ajuda a prevenir a evolução da doença, geralmente é mais fácil o tratamento, quando no início dos sintomas.  O tratamento varia de acordo com a necessidade clínica do paciente, sendo somente 5% dos casos com indicação cirúrgica.

"Ao movimentar a mandíbula é importante reparar qualquer alteração, como desvio em abertura, estalos e travamentos para abrir a boca. Diante disso, um especialista deve ser consultado para avaliar o caso'', finaliza Vivone.




Mitos e verdades sobre a amamentação

Da Redação

É recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) que a alimentação durante os seis primeiros seis meses de vida do bebê seja, exclusivamente, com o leite materno, e que a introdução de outros alimentos ocorra após este período. Principalmente, para as “mães de primeira viagem” é comum surgirem dúvidas sobre o tema, com isso, a consultora de amamentação de Philips Avent, Eneida Souza, listou abaixo alguns mitos e verdades sobre a amamentação.

Até os seis meses de vida, o bebê deve ser alimentado somente pelo leite materno | Foto: divulgação

"A amamentação é um processo que deve ser aprendido já nas primeiras horas de vida do bebê, além de ser um assunto que é rodeado por crenças populares que nem sempre correspondem à realidade e, poucas vezes, são comprovadas cientificamente" reforça Eneida.
O leite materno aumenta o QI: verdade!
Crianças amamentadas com leite materno por mais de um ano têm, na vida adulta, maior quociente de inteligência (QI), escolaridade e renda do que aqueles que não completaram um mês de aleitamento materno. A revelação é de uma pesquisa da Universidade Federal de Pelotas e da Universidade Católica de Pelotas feita com quase 3.500 recém-nascidos, em 2015, e acompanhados por 30 anos.

A criança deve mamar a cada duas ou três horas: mito!
Não há uma regra. A única recomendação é que a mãe ofereça o leite sempre que o bebê sentir fome. Com o passar dos dias alguns bebes vão criando seu próprio horário e é comum quererem mamar a cada duas ou três horas, mas é importante que a mãe não restrinja a amamentação, caso o bebê prefira mamar em um intervalo menor de tempo.

Quanto mais o bebê mamar, mais leite a mãe produz: verdade!
O estímulo é fundamental para a liberação dos hormônios prolactina – que acelera a produção de leite, e ocitocina – que facilita a liberação do leite. O estímulo é muito importante. É recomendado ordenhas manuais ou com bombas extratoras, para auxílio na produção de mais leite.

É preciso revezar os dois seios para amamentar: mito!
O ideal é que o bebê mame à vontade no primeiro seio, promovendo o esvaziamento do mesmo. Isso é importante, porque somente depois de alguns minutos o bebê consegue atingir o leite posterior, uma porção rica em açúcar e gordura que o ajuda a se saciar mais rápido e a ganhar peso. Se ele não chega a essa parte, acaba sentindo fome mais rapidamente e tende a acordar várias vezes ao longo do dia para mamar de novo.

Estresse e ansiedade prejudicam a produção de leite: verdade!
No momento em que a mãe é exposta a uma situação de estresse, a adrenalina é liberada no organismo. O estresse durante a amamentação interfere na produção de prolactina – hormônio que acelera a produção de leite – e, assim, causa a diminuição do leite materno. Mas essa interferência é reversível, ou seja, após a mãe ficar mais tranquila a produção de leite é regularizada.

Algumas mães produzem um leite mais fraco: mito!
Cada mãe produz o leite adequado para as necessidades de seu bebê. Então, se a criança mama regularmente e está ganhando peso, a mãe pode ficar tranquila, pois o bebê estará recebendo os nutrientes necessários para o melhor desenvolvimento.

Amamentar causa perda de peso da mãe: verdade!
A mãe perde aproximadamente de 600 a 800 calorias por dia com a produção de leite, então amamentar causa a perda de peso, mas desde que a mãe mantenha uma dieta balanceada, sem restrição de carboidrato.

Consumir alimentos que contenham glúten e lactose causa cólicas no bebe: mito!
Não existem evidências científicas. A mãe precisa manter uma dieta balanceada sem restrições calóricas, pois ela precisa de energias para a produção do leite. Qualquer restrição alimentar deve ser indicada por um profissional.

As fórmulas atuais são quase como o leite materno: mito!
As fórmulas que existem no mercado não contêm os anticorpos, enzimas e hormônios presentes no leite materno, que são fundamentais para o desenvolvimento da criança. Ao contrário do que se imagina, as fórmulas atuais contêm muito mais alumínio, sódio, magnésio, ferro e proteína mas sem os benefícios e propriedades proporcionadas pela amamentação.

A mãe que tem mamilos invertidos não consegue amamentar: mito!
Os mamilos invertidos devem ser identificados no pré-natal e o profissional deve indicar o uso de conchas a base de silicone para promover a eversão total ou parcial dos mamilos sendo um facilitador para a amamentação. Mas o fato de tê-los não impede a amamentação.



segunda-feira, 3 de dezembro de 2018

Aids: médico alerta para as formas de prevenção

Da Redação

Em 1º de dezembro é celebrado o Dia Mundial de Luta Contra a Aids (sigla em inglês para a Síndrome da Imunodeficiência Adquirida). A data tem como objetivo aumentar a conscientização entre a população, além de auxiliar no combate contra o preconceito que os portadores de HIV (sigla em inglês para Vírus da Imunodeficiência Humana) sofrem na sociedade. De acordo com a Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS), em 2017, havia 36,9 milhões de pessoas convivendo com HIV no mundo. A seguir, o infectologista Manuel Palácios, do Hospital Anchieta, comenta a doença e ressalta as maneiras de prevenção.

Segundo Unaids, em 2017, havia 36,9 milhões de pessoas convivendo com HIV no mundo | Imagem: reprodução
Aids e HIV
“A AIDS é o estágio mais avançado da doença que ataca o sistema imunológico. A síndrome é causada pelo vírus HIV, que ataca as células de defesa do corpo, deixando o organismo mais vulnerável, permitindo que aconteçam infecções oportunistas, por microrganismos que normalmente não produzem a doença e que elevam muito a mortalidade dos pacientes portadores do retrovírus”, explica Palácios.

De acordo com o médico, antigamente, entre a contaminação e a fase final, estimava-se um tempo de sobrevida médio de três anos. Hoje em dia, por haver certa “adaptação” do vírus ao corpo humano, pode ser que este tempo tenha aumentado em um ou dois anos. Atualmente o vírus pode ser identificado mais precocemente e o paciente pode ter uma sobrevida mais longa e saudável devido a disponibilidade de um grande arsenal de medicamentos para conter a ação do vírus.

Transmissão
Teoricamente, o vírus começa a se replicar no organismo após duas horas do contágio, porém os métodos de detecção só permitem percebê-lo no sangue após uma semana aproximadamente (método molecular, chamado de Carga Viral, realizado somente em pesquisas clínicas) ou após 20-30 dias (método convencional por detecção de anticorpos/antígenos, conhecido como ELISA 4° geração, que sempre é confirmado com outro teste, chamado de Western Blot), respeitando o período chamado de janela imunológica.

Segundo o infectologista, ter o vírus não significa que a pessoa necessariamente tem a doença. “Há soropositivos que vivem muitos anos sem apresentar sintomas e sem desenvolver a AIDS, mas podem transmitir o vírus”, ressalta.

Tratamento
Atualmente, o famoso coquetel é formado inicialmente por três antirretrovirais e o tratamento é iniciado independente do grau de imunidade que o paciente apresenta. Os remédios buscam controlar o HIV pelo maior tempo possível, diminuindo a replicação (produção de cópias) do vírus no corpo e permitindo a recuperação das defesas do organismo.

De acordo com o último relatório da Unaids, assim como preconizado na última Conferência sobre Retrovírus e Infecções Oportunistas (CROI), as pessoas que vivem com HIV em terapia antirretroviral e que têm carga viral indetectável por mais de 3 meses, têm chance, praticamente nula, de transmitir o vírus sexualmente, além de permaneceram saudáveis e com uma longevidade parecida à das pessoas não infectadas. Isto vem sendo veiculado na comunidade científica desde 2017 e denomina-se “U=U” (Undetectable = Untransmittable, ou seja: Indetectável = Não transmissível).

Prevenção
De acordo com o Ministério da Saúde, uma das formas de prevenção é a Profilaxia Pré-exposição (PrEp). A medicação deve ser ingerida, diariamente de forma contínua, antes do contato com um soropositivo e diminui em até 80% as chances de contaminação (independentemente da situação do parceiro infectado). A pílula, que combina o medicamento tenofovir e o entricitabina, bloqueia o ciclo de replicação do vírus, impedindo a infecção no organismo.

“Existem dois tipos de PrEP: oral e tópica (uso de gel genital). O Brasil, atualmente, disponibiliza pelo SUS acesso à PrEP oral somente para homens que fazem sexo com homens; transexuais; profissionais do sexo e parceiros sorodiscordantes de pessoas com HIV, porém pode ser encontrada também na rede privada de drogarias”, conclui o infectologista.

Assim pega:
• Sexo vaginal sem camisinha;
• Sexo anal sem camisinha;
• Sexo oral sem camisinha;
• Uso de seringa por mais de uma pessoa;
• Transfusão de sangue contaminado;
• Da mãe infectada para seu filho durante a gravidez, no parto e na amamentação;
• Instrumentos que furam ou cortam não esterilizados.

Assim não pega:
• Sexo desde que se use corretamente a camisinha;
• Masturbação a dois;
• Beijo no rosto ou na boca;
• Suor e lágrima;
• Picada de inseto;
• Aperto de mão ou abraço;
• Sabonete/toalha/lençóis;
• Talheres/copos;
• Piscina;
• Banheiro;
• Doação de sangue.


Entendendo a depressão

*Lucia Moyses

Frescura, fraqueza de caráter e falta de Deus. Quem já não ouviu estas descrições a respeito de pessoas que sofrem de depressão? Provavelmente este transtorno é um dos mais incompreendidos e mal vistos em nossa sociedade. Depressão é para os fracos, desocupados, ateus.

"A depressão pode ser genética ou consequência de fatores ambientais", comenta a psicóloga Lucia Moyses | Foto: divulgação 
Desmistificar este distúrbio não é tarefa fácil. Nem por isso, devemos fugir de nossa responsabilidade de esclarecer uma doença que tanto desencadeia sofrimento e hoje é considerada o mal do século. Estima-se que hoje 15% da população padeça deste mal.

O que é, na verdade, a depressão? É uma tristeza profunda, acompanhada de anedonia, ou seja, incapacidade de sentir qualquer tipo de prazer. O indivíduo simplesmente perde a vontade de viver e frequentemente não quer se levantar da cama, por não ter forças para enfrentar um novo dia. A sensação é de que nada vale a pena. Viver não vale a pena. A morte é a única saída, a única solução.

Quem sofre de depressão pode comer demais, ou não conseguir ingerir nada, pode dormir demais ou sofrer de insônia e, nos casos mais extremos, pode tentar o suicídio, não por fraqueza de caráter, mas sim por não encontrar outra saída para o seu sofrimento. Somente a morte poderá livrá-lo de tamanha dor.

Indivíduos com depressão normalmente padecem duas vezes. A primeira pela dor intrínseca da doença. A segunda, por se acharem fracos, inúteis, incompetentes ao ouvirem constantemente as frases: "Você precisa reagir. Não pode se entregar desse jeito".

A depressão pode ser genética ou consequência de fatores ambientais. Pode nascer de uma perda, de um fracasso, de eventos que ocorreram na infância, falta de amor, bullying, estresse ou simplesmente devido a uma falha neuronal. Sim, a depressão pode ser física tanto quanto um câncer e, no entanto, ninguém diz que câncer é frescura ou falta de fé.

A religião pode ajudar na luta contra a depressão? Sem dúvida. A fé, a confiança em algo maior do que nós pode, sim, trazer efeitos benéficos para a nossa vida e ajudar nas doenças. Mas não se deve nunca usar a religião para minimizar a gravidade da situação ou desprezar a dor do outro. A depressão é real e cada dia mais comum. O sofrimento é incapacitante e a ideia de tirar a própria vida é habitual e recorrente.

Assustador? Sim e não. Com o tratamento correto, é possível combate-la e levar uma vida normal. Medicamentos e/ou terapia são de extrema importância e não devem ser vistos como algo vergonhoso ou indigno. Não há nada mais digno do que a busca do próprio equilíbrio, da sanidade e da felicidade.

*Lucia Moyses é psicóloga, neuropsicóloga e escritora.




Vitamina D é aliada no tratamento e prevenção da osteoporose

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