sexta-feira, 28 de junho de 2019

Tais Ribeiro ministra curso aplicação de mega hair

Da Redação

Referência no ABC em aplicação de mega hair,  Tais Ribeiro, proprietária do Espaço Ribeiro, ministra nos dias 01, 08 e 15 de julho, curso de aplicação de mega hair.

Voltado para profissionais de beleza, o curso de 16 horas de duração (dividido em duas aulas),  visa capacitar profissionais na aplicação de mega hair por meio da técnica de utiliza microcápsulas de queratina.

Durante as aulas os profissionais terão a oportunidade de aprender técnicas que envolvem deste a escolha do cabelo, aplicação com agilidade e sem desconforto para os clientes, manutenção, coloração, entre outros procedimentos. 

Cada turma do curso contará com seis alunos e será ministrado no Espaço Ribeiro. O investimento é de R$ 1000 ou R$ 1.200 parcelado em três vezes. 

Serviço:

Opções de Datas: 22 de junho, 01, 08 e 15 de junho
Endereço: Rua Américo Brasiliense 843 -  São Bernardo do campo
Investimento: R$ 1000 ou R$ 1.200 dividido em três vezes

quinta-feira, 27 de junho de 2019

Dor na pelve: ginecologista explica quando é necessário buscar ajuda

Redação

Há uma série de fatores que podem desencadear dor na região pélvica ("pé da barriga”): problemas ortopédicos, intestinais, urológicos, doenças inflamatórias e até mesmo endometriose. Segundo a ginecologista e coordenadora da Clínica da Mulher do Hospital 9 de Julho, Bárbara Murayama, caso a dor persista por mais de duas semanas, ou piore rapidamente, é preciso buscar avaliação médica.

 Caso a dor persista por mais de duas semanas, ou piore rapidamente, é preciso buscar avaliação médica | Imagem: reprodução

A pelve é uma área ligada a diversos sistemas do corpo e, por isso, quando apresenta sintomas persistentes ou graves, é preciso fazer uma investigação diagnóstica mais detalhada. Além de eventuais problemas intestinais ou ortopédicos, por exemplo, no âmbito ginecológico há pelo menos duas grandes possibilidades: as causas inflamatórias, cuja origem geralmente está ligada a alguma Doença Sexualmente Transmissível (DST); e a endometriose (doença que se caracteriza pela presença do endométrio - tecido que reveste o útero - fora da cavidade uterina).

"A endometriose é uma das mais importantes causas de dor pélvica com origem ginecológica, pois atinge uma a cada dez mulheres. E, tão importante quanto cuidar do sintoma, é preciso tratar a doença que pode levar à infertilidade feminina", afirma a especialista.

No caso específico da endometriose, a cólica menstrual com piora progressiva, dor na relação sexual e infertilidade são os principais indicadores da doença.

Tratamentos

Quando a dor pélvica tem origem inflamatória, normalmente com base nas DSTs, a opção terapêutica dependerá do tipo de agente causador do problema, mas normalmente é medicamentosa.

Já no caso de endometriose, são analisadas a complexidade, o local das lesões e a intensidade dos sintomas. "Podemos encontrar focos de endometriose não apenas no útero, mas também no intestino, sistema urinário, músculo diafragma que faz parte do processo de respiração ou mesmo no pulmão e, hoje, cada dia mais temos descoberto endometriose em nervos pélvicos. O tratamento envolve uma parte clínica para controle dos sintomas, pode envolver cirurgia em algum momento da trajetória de endometriose da vida da mulher. A boa notícia é que hoje já é possível tratá-la com opções minimamente invasivas", conta a ginecologista.

A mais moderna tecnologia de tratamento cirúrgico para endometriose é a cirurgia robótica. Nela, o médico opera de um console semelhante a um joystick e, assim, como a videolaparoscopia convencional oferece um procedimento seguro e de qualidade, mas com alta tecnologia.

"Com a robótica conseguimos ter visão 3D, o robô nos dá maior precisão cirúrgica, tudo isso agrega valor para atingir o grande objetivo que é fornecer qualidade de vida para as pacientes", finaliza Bárbara.

Neurocirurgião esclarece dúvidas sobre dor na coluna

Redação
 

As dores na coluna podem ser incapacitantes e estão entre as principais causas de afastamento no trabalho. O neurocirurgião Iuri Weinmann, especializado em cirurgia e medicina da coluna, comenta a seguir as principais dúvidas sobre o problema.

Dor nas costas ou na coluna é um termo genérico que indica quadros dolorosos na região da coluna vertebral, explica o  neurocirurgião Iuri Weinmann | Imagem: reprodução

1 - Dor nas costas e lombalgia são a mesma coisa? 
Não! Dor nas costas ou na coluna é um termo genérico que indica quadros dolorosos na região da coluna vertebral. A coluna é dividida em quatro áreas: a cervical, que é a região do pescoço; a dorsal, que é a região do meio das costas; a lombar que começa na altura dos rins e termina na região sacrococcigiana, onde temos o último osso que compõe a nossa coluna, o cóccix. Assim, a lombalgia é a dor que atinge a região lombar da coluna vertebral, assim como a cervicalgia atinge a região do pescoço e assim por diante.

2 - Dor que repuxa na perna está sempre relacionada ao nervo ciático?
Depende. A dor ciática é um sintoma e não uma doença. Assim, é preciso avaliar o paciente para entender se a dor está ou não relacionada ao nervo ciático. Na maioria dos casos, a dor ciática ocorre por conta de uma hérnia de disco que comprime o nervo, causando o repuxão referido pelos pacientes. Uma dica para saber se a dor está relacionada ao ciático é que ela ocorre em apenas um lado do corpo e se irradia para os quadris, nádegas e pernas. A dor pode piorar quando a pessoa senta ou se levanta.

3 - Hérnia de disco só acontece com pessoas idosas?
Não. A hérnia de disco é uma condição tão democrática que pode afetar até mesmo crianças e adolescentes. Claro que com menor prevalência. Essa condição é a principal causa de dor na coluna. Em geral, os quadros de hérnias de disco aparecem por volta da 40 ou 50 anos, mas há picos de incidência em pessoas jovens, por volta dos 25 anos. O risco aumenta com a idade devido ao desgaste natural da coluna e dos maus hábitos, como sedentarismo, excesso de peso, esforço intenso para carregar peso, má postura e tabagismo.

4 - Toda hérnia de disco precisa ser operada? 
Não. Em 90% dos casos, o tratamento para uma hérnia de disco será conservador. Isso quer dizer que o médico irá prescrever medicamentos para combater a dor e a inflamação, além de recomendar fisioterapia para reabilitação. Após essas terapêuticas, o paciente precisa melhorar seu estilo de vida.

Como? É preciso perder peso, praticar atividade física de forma regular, corrigir a postura, evitar carregar peso e escolher um colchão e um travesseiro adequados. Esses aspectos são essenciais para evitar novos episódios de dor. Entretanto, de 5 a 10% dos casos não respondem ao tratamento conservador e precisam ser tratados de forma cirúrgica.

5 - Todas as cirurgias de coluna deixam a pessoa sem poder trabalhar?
Depende. Atualmente, graças às técnicas das cirurgias minimamente invasivas, o objetivo principal de realizar uma cirurgia na coluna é a reabilitação do paciente, para que ele volte a realizar suas atividades o mais rápido possível, seja trabalhar, andar, se exercitar, se relacionar etc. O que é incapacitante é a dor não tratada e suas causas, como as hérnias de disco. Quem se submete a uma cirurgia, por meio destas técnicas precisa estar ciente que será necessário um autocuidado maior e uma mudança de estilo de vida para continuar ativo.

6 - É verdade que a fratura do cóccix não tem tratamento? 
Depende de que tipo de tratamento estamos falando. Quando fraturado, por exemplo, ou luxado, realmente não há como imobilizar. Fraturar o cóccix ao cair sentado é uma das causas mais comuns de lesão neste osso. Porém, qualquer trauma na região é de difícil resolução. Os tratamentos podem variar desde almofadas para sentar-se, sessões de fisioterapia, infiltrações e, em casos raros, quando a dor é incapacitante, pode ser feita a remoção total ou parcial do cóccix.

7 - É verdade que existe uma espécie de marcapasso para tratar dor na coluna?
Sim, podemos comparar a Neuroestimulação Elétrica da Medula Espinhal, de uma forma grosseira, a um marcapasso. Este dispositivo só é indicado para pessoas que mesmo depois de todos os tratamentos, incluindo cirurgias, continuam com quadros crônicos de dores na coluna.

O dispositivo é implantado no espaço epidural, região entre a coluna vertebral e a membrana que reveste a medula espinhal. Depois de implantado, o dispositivo é regulado por meio da estimulação elétrica para controlar a dor por meio da substituição dos estímulos sensoriais da dor por sensações mais brandas. Até 75% dos pacientes sentem redução e controle da dor depois do implante.

Crianças e animais são as principais vítimas da queima de fogos

Redação

Faz parte da tradição das festas juninas soltar fogos de artifício e acender a fogueira. Os fogos podem dar um charme especial a festa, mas há várias razões para se abolir de vez o costume. O primeiro motivo é que o barulho causado pelas bombas aterroriza os animais, que têm a audição muito mais apurada em relação a do ser humano. Isso pode levar a crises nervosas, convulsões, fugas e até à morte, no caso dos cães com doenças cardíacas. Já os bebês e crianças pequenas correm riscos também, segundo a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

O comércio já oferece opções de fogos de artifícios que não emitem som | Foto: reprodução

O som forte produzido durante a queima dos fogos também pode causar danos irreparáveis ao sistema auditivo dos indivíduos, como perda de audição severa, uni ou bilateral, temporária ou – nos casos mais graves – definitiva e irreversível. O principal sintoma de que algo está errado é o aparecimento imediato de zumbido. Os bebês e crianças pequenas correm ainda mais riscos, segundo a fonoaudióloga.

"A imaturidade auditiva dos primeiros 18 meses de idade pode fazer com que haja lesão na cóclea – órgão localizado na orelha interna – se a criança for exposta a sons muito altos ou passar muito tempo em ambiente barulhento. Essa lesão pode passar despercebida no momento da festa. No entanto, pode dar início a um processo de perda de audição, uma vez que as células auditivas, quando morrem, não são repostas pelo organismo", explica a especialista.

As crianças podem manifestar, no choro, o que estão sentindo. O pior é que, na maioria das vezes, os pais não se dão conta do estrago que os fogos podem ter acarretado ao sistema auditivo de seus filhos.

Já a presidente da Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), Silvana Andrade, comenta a situação dos animais. "Nas festas juninas e comemorações como finais de campeonatos esportivos importantes, além das festas de fim de ano, se faz amplo uso de fogos e rojões. Percebemos um aumento nos relatos de fuga, acidentes graves e fatais de animais. Muitos, em seu desespero, são atropelados, enforcam-se na guia, se machucam severamente na tentativa de escapar. É perfeitamente possível divertir-se sem desrespeitar o direito dos outros seres vivos. Muitas cidades no mundo e, inclusive, no Brasil, já aboliram fogos com barulho", afirma.

Por isso, é tão importante ficar longe dos fogos, uma vez que o ruído – principalmente o dos rojões – pode atingir mais de 120 decibéis, mesmo a uma distância superior a três metros de onde o artefato está sendo aceso. O limite seguro de exposição aos sons é de 85 decibéis, de acordo com os especialistas. Para mais segurança, os adultos devem ficar pelo menos a 20 metros da explosão dos fogos, enquanto as crianças devem ser mantidas a uma distância de 50 a 60 metros.

quarta-feira, 26 de junho de 2019

Casa Sete abre as portas ao público neste sábado

Redação

Após meses de preparação, a Casa Sete (Rua Carlos Gomes, 130), residência artística instalada em São Bernardo do Campo, abrirá as portas ao público neste sábado (29). Na inauguração, haverá uma programação especial gratuita, das 11h às 18h, com a presença dos artistas residentes que apresentarão produções culturais locais.

A Casa Sete é uma residência estruturada com ateliês coletivos e rotativos | Foto: divulgação

Idealizada com o objetivo de movimentar e amplificar a cultura produzida na região do ABC, a Casa Sete é uma residência estruturada com ateliês coletivos e rotativos, nos quais os artistas podem se conectar com diferentes perfis e têm a liberdade para a criação, de uma forma que eles não conseguem fazer hoje, seja por falta de tempo, apoio ou estrutura para vivenciar uma nova realidade.

Para o representante da Agência Banana River, uma das residentes, Thomaz Pacheco, "trabalhar em um ambiente com diversos criativos é estimulante. A Casa virou o lugar onde mais gosto de estar, porque ela eleva o nosso pensamento a outro nível, graças à troca de experiências", comenta.

Atualmente, a residência hospeda os artistas Marcia Rosenberger, Daniel Perez e Ricardo Sanchez, além de espaços para criativos de todas as formas, como o Coletivo Contra Fluxo e a Agência Banana River.

Fisiologista alerta para a importância de ingerir água durante o inverno

Redação

No verão, a desidratação é um perigo bem conhecido. Mas o que poucos sabem é que as baixas temperaturas típicas do inverno também podem oferecer risco, por diminuir a vontade de tomar água, segundo o fisiologista do esporte do HCor, Diego Leite de Barros.

Sentir sede já pode ser um sinal de desidratação. O ideal é tomar entre 1,5 e 2,5 litros de água por dia, quantidade que pode variar de acordo com o sexo, idade, massa corporal e estilo de vida | Foto: reprodução

"As pessoas tendem a achar que no inverno não precisam beber tanta água quanto no verão, por não sentirem sede com a mesma frequência. Isso aumenta o risco de desidratação", alerta Barros.

O especialista esclarece que, nas baixas temperaturas, os mecanismos regulatórios do nosso organismo desencadeiam reações, que fazem com que a circulação sanguínea se concentre nos vasos centrais para preservar o calor do corpo. Esse processo traz uma sensação interna de hidratação, por isso levamos mais tempo para sentir sede. Apesar disso, a quantidade de água ingerida durante o dia deve ser mantida, pois continuamos perdendo líquido.

De acordo com Barros, sentir sede já pode ser um sinal de desidratação. "A sede nada mais é que o organismo sinalizando que precisa de líquido", revela. Entretanto, os sintomas da desidratação vão muito além dessa simples sensação, que também pode se manifestar pela pele ressecada, temperatura corporal elevada, cansaço, sonolência, vontade de urinar com menor frequência e coloração mais escura, prisão de ventre, além de perda de coordenação motora e consciência, nos casos mais severos.

Para evitar o problema o indicado é tomar entre 1,5 e 2,5 litros de água por dia, quantidade que pode variar de acordo com o sexo, idade, massa corporal e estilo de vida. "O ideal é ter água sempre por perto para se hidratar tanto nos dias quentes, quanto nos mais frios", orienta o fisiologista.

Entre os praticantes de atividade física, o consumo de líquidos deve ser proporcional ao gasto, que pode ser acompanhado na balança antes e depois do treino. "Ao se pesar é possível ter uma noção da perda líquida e estabelecer um equilíbrio entre gasto e consumo. Essa consciência é ainda mais importante no caso de quem pratica exercícios regularmente, o que sempre demanda mais cuidados com a hidratação", finaliza Barros.

Fraqueza muscular pode indicar doença rara

Redação
 
O Dia Nacional de Conscientização sobre a Doença de Pompe, celebrado em 28 de junho, será marcado por uma campanha nacional com atividades voltadas aos profissionais de saúde e informações à população sobre os sintomas desta enfermidade rara, progressiva, que afeta o sistema neuromuscular e encontra na desinformação o principal empecilho para o diagnóstico precoce. As ações são uma iniciativa conjunta da Associação Brasileira de Neurologia (ABN), Sociedade Brasileira de Genética Médica (SBGM) e Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).

O tratamento na doença de Pompe é feito com infusão da enzima faltante nos pacientes (GAA) | Foto: reprodução

Para alcançar um número maior de profissionais de saúde, este ano serão realizados mais de 120 eventos, em parceria com a Sanofi Genzyme, que levará informação e educação médica continuada a mais de 3.600 profissionais de saúde no Brasil, envolvendo médicos, enfermeiros, farmacêuticos, entre outros.

A Doença de Pompe caracteriza-se por uma falha genética que causa a deficiência da enzima GAA (alfa-glicosidade ácida), responsável pela quebra do glicogênio, polissacarídeo que fornece energia a muitas células do corpo.

Com sintomas similares aos de muitas enfermidades, são características da doença de Pompe a fadiga, fraqueza muscular, dificuldades para respirar e realizar movimentos como subir escadas, levantar de uma posição sentada, dores crônicas e também problemas ortopédicos. Esta semelhança e o pouco conhecimento tanto das pessoas como da própria classe médica são os principais motivos que dificultam o diagnóstico.


Segundo o neurologista Edmar Zanoteli, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e representante da ABN, a taxa de mortalidade é alta, quando a doença se manifesta e recém-nascidos. "A Doença de Pompe se manifesta na forma infantil (até um ano de idade), e adulta ou tardia (acima de um ano). Quando ela aparece na primeira fase, em recém-nascidos, a taxa de mortalidade costuma ser alta, principalmente pelo aumento do coração (cardiomegalia) e os casos graves de insuficiência respiratória", explica o Zanoteli.

Para a geneticista Carolina Fischinger, da SBGM, "as campanhas de conscientização são muito importantes, já que por se tratar de patologia rara, até mesmo muitos profissionais da saúde a desconhecem, o que impede o diagnóstico precoce". 

O tratamento é feito com infusão da enzima faltante nos pacientes (GAA), e é aprovado no Brasil, Estados Unidos e Europa. 

Dados epidemiológicos estimam que uma em cada 40 mil pessoas seja portadora da doença de Pompe no mundo.

O pneumologista pediátrico Diego Brandemburg, da SBPT, alerta para a importância do diagnóstico precoce. "Quanto antes a doença for diagnosticada, mais cedo é possível iniciar o tratamento, que ajuda a retardar seu desenvolvimento e garante melhor qualidade de vida aos pacientes", afirma.

Paranapiacaba terá “Virada Sustentável” neste fim de semana

Redação

A Virada Sustentável integra a programação Junho Verde, da Secretaria do Meio Ambiente, e terá várias ações gratuitas como aulas abertas, oficinas de gastronomia, jardinagem e fotografia, além de um sarau, neste fim de semana (29 e 30), na Vila de Paranapiacaba. As atividades serão realizadas na Antiga Padaria, na avenida Schnoor, s/nº, e em outros espaços da Parte Baixa da Vila. As inscrições serão realizadas no local, 30 minutos antes do início das atividades.

Programação gratuita, no sábado e domingo, a partir das 10h, acontecerá na Antiga Padaria e em outros espaços da Parte Baixa da Vila | Foto: Helber Aggio

No sábado (29), a Virada Sustentável começa às 10h30, com uma aula de yoga no espaço do Locobreque, na entrada da Parte Baixa. A partir das 14h, no Espaço Motyrô, será realizada a oficina de torno cerâmico. O endereço é avenida Manuel Ferraz de Campos Salles, 461. No mesmo horário, o Ateliê Casa das Corujas abrigará a oficina de brinquedos com garrafas pet. O endereço é avenida Manuel Ferraz de Campos Salles, 456.

A programação na Antiga Padaria começará às 16h, com a oficina “Cachaça e a biodiversidade: a construção de uma identidade brasileira”. Em seguida, serão realizadas as oficinas de grafite e desenho, às 16h, de terrários e jardinagem, às 17h, de sucos e doces indianos, às 17h30, e de macarrão caseiro, às 18h. O Sarau da Sustentabilidade encerrará a programação do dia, também na Antiga Padaria, das 20h às 22h.

Uma aula de Dhyana yoga abrirá a programação da virada do domingo (30), às 10h, no espaço do Locobreque. Em seguida, às 10h30, na Antiga Padaria o chef Lucio Manosso realizará uma aula show de reaproveitamento de alimentos. À tarde as atividades terão início às 12h30, com a oficina “Empreendedorismo Sustentável”.  Na sequência, serão realizadas oficinas sobre “Cuidados e adubagem de nativas da Mata Atlântica”, às 13h, “Aproveitamento de alimentos para crianças e empreendedorismo para adultos”, às 13h30, “Xepa sustentável e Slow Food”, às 15h, e “Cachaça e a biodiversidade: a construção de uma identidade brasileira”, às 16h.

Ainda no domingo à tarde, às 14h, o público poderá conferir a aula de ayuverda e yoga. Também a partir das 14h, a Casa 458 abrigará a oficina de roupas para bonecas com tecido reciclado, e às 15h, a de reciclagem de roupas – jeans velho, uso novo. O endereço é Av. Manuel Ferraz de Campos Salles, 458.

Atrações locais – Além da Virada Sustentável, quem for à Vila no sábado e domingo poderá aproveitar outras atrações locais, como o Museu Castelo, antiga residência dos engenheiros-chefe da ferrovia, com visita monitorada (Caminho do Mens, s/nº, ingresso R$ 3,00) e outros museus que resgatam a história local e da ferrovia.

Outras atrações são a Rota da Madeira, com percurso de 34 km, que pode ser percorrido a pé ou de bicicleta. Partida e chegada no Locobreque; e as trilhas em meio à Mata Atlântica no Parque Natural Municipal Nascentes de Paranapiacaba. Elas podem ser percorridas com o acompanhamento de monitores credenciados. Preços a partir de R$ 25 por pessoa. Visitas das 10h às 16h. E a Feira Caminhos do Cambuci, com produtos elaborados com o fruto típico da Mata Atlântica, estará, no sábado e domingo, das 10h às 17h, no Antigo Mercado.

Como chegar 
Para chegar à Vila de carro, o visitante deve seguir pela Via Anchieta até o quilometro (Km) 29 (placa para Ribeirão Pires), entrar na SP 148 (estrada Velha de Santos) até o Km 33 e pegar a Rodovia Índio Tibiriçá (SP 31) até o Km 45,5. Após, o motorista deve pegar a SP 122 até Paranapiacaba. Também é possível chegar de ônibus, ele sai do Tersa (Terminal Rodoviário de Santo André), localizado na Estação Prefeito Saladino (CPTM), ou da estação ferroviária de Rio Grande da Serra a cada hora (Viação Ribeirão Pires, tel. 4828-9646).

terça-feira, 25 de junho de 2019

Cinco ações que vão deixar você mais resiliente

*Por Tatiana Pimenta

Resiliente, na física, é o tipo de material que sofre pressões e consegue voltar ao seu estado original, sem apresentar danos.

Ser resiliente é o que distingue o lutador, que reúne forças para perseguir a vitória no próximo round, daquele que se acostuma com os nocautes, compara a fundadora do Vittude,  Tatiana Pimenta

A borracha, por exemplo, é extremamente resiliente. Você pode golpeá-la o quanto quiser — ela retorna ao seu aspecto inicial, sem aparentar nenhuma avaria.

A psicologia tomou o termo emprestado da física, utilizando o conceito de resiliência para definir a capacidade do ser humano de suportar os "golpes da vida", recuperando-se dos momentos de crise, com certa agilidade, sem sucumbir às emoções negativas.

Diferente dos critérios físicos, a psicologia não espera que pessoas, expostas a grandes pressões, tornem ao seu estado original. Afinal, tudo o que vivemos nos afeta e altera nossa percepção.
Nesse contexto, mais resiliente é quem supera o sofrimento, evoluindo a partir dele. Assimila a frustração e descobre, através dela, potenciais inexplorados.

Uma vez que, cotidianamente, estamos sujeitos a adversidades de múltiplas naturezas, a resiliência se assemelha a uma blindagem, uma espécie de "sistema imunológico" que nos protege do impacto das decepções. Sem essa habilidade, a vida pode se tornar insustentável.

Nossa saúde mental evidencia a necessidade de contarmos com tal defesa — de preferência, bastante aguçada.

Pensando nisso, elaboramos uma lista com cinco ações que vão deixar você mais resiliente — ou seja, capaz de se desvencilhar de pensamentos e emoções negativas, depreciativas, que lhe impedem de seguir em frente, de cabeça erguida.

Não podemos evitar que problemas ocorram. Mas podemos aprender com nossas vivências e estar preparados para enfrentá-los.

Como ser resiliente e superar dificuldades
Enquanto lê nossas sugestões, pense nas crises que você enfrenta — ou enfrentou — e considere seu problema à luz dessas ações.

Projete resultados, considere o impacto de cada atitude sobre a forma como você administra abalos em suas expectativas.

Abaixo indicamos cinco atitudes para desenvolver resiliência, redigidas a partir de aconselhamentos de psicólogos e outros profissionais atentos à discussão do assunto.

1. Escolha outro caminho
Nem sempre notamos o quanto estamos "viciados" em certas ações. Repetimos padrões, sem perceber, porque nos acostumamos a eles. A questão é que os resultados não mudam, só porque insistimos (nos erros) com mais obstinação.

Fez de tal forma uma vez e não gostou das consequências? Quantas vezes mais precisará reprisar o padrão, até acordar para a necessidade de mudança?

Indague-se sobre a reincidência de suas respostas e atitudes. No trabalho, no relacionamento, no seu planejamento financeiro.

Ser resiliente não é, simplesmente, suportar o fracasso. Ser resiliente é aprender com o desgosto e encontrar modos de evitá-lo, no futuro. É, de fato, trilhar um novo caminho, buscando uma alternativa que conduza a um destino diferente.

Não se acomode num costume. É tentador repetir o que conhecemos, porque não exige adaptações e crescimento. Mas o custo da teimosia é o eterno retorno da queda.

2. Pare de culpar os outros
O oposto da resiliência é a vitimização. Quando algo dá errado, podemos ter o instinto de nos isentarmos, elegendo culpados pela circunstância desfavorável. Se esta for a reação instantânea, tudo bem, pode ser apenas um reflexo de autopreservação. O problema é fazermos desse reflexo primitivo uma resposta sobre a qual repousamos.

Também não se trata de nos culparmos, assumindo uma responsabilidade maior do que nos cabe. Assumir a culpa — ou encontrar quem errou — é positivo, desde que isso seja factual e sirva para objetivar o próximo passo, impedindo novo engano.

Entenda que atribuir culpas não resolve coisa alguma. Diante dos erros, a pessoa resiliente se esquiva desse artifício — que serve apenas para alimentar a desmotivação e conflitos — e foca sua atenção nas soluções.

Inevitavelmente, imprevistos surgirão. Contudo, eles não serão freados por discussões e desculpas.

Imprevistos precisam ser contornados, com pensamento ágil e disposto a "apagar o incêndio".
Se for plausível, depois que solucionar o problema, localize sua origem. Mas não distraia sua mente com essa met,a enquanto a ação urgente for minimizar o dano.

3. Fuja da procrastinação
Procrastinar é viver em estado de adiamento. Como se o depois fosse mais oportuno para uma decisão ou atitude, que já sabemos necessária.

A procrastinação pode inibir progressos em diversas áreas de nossa vida. Na saúde, por exemplo. Quantas vezes protelamos o abandono de um vício, a adoção de uma rotina de sono mais adequada, uma revisão em nossos hábitos alimentares, o fim do sedentarismo?

No trabalho, a procrastinação nos deixa com a constante sensação de atraso, gera acúmulos inadministráveis, prejudica nossa produtividade e dificulta a possibilidade de ascensão profissional.
E nos relacionamentos? Procrastinar a conversa, a mudança ou mesmo o fim de uma relação, não facilitará em nada as coisas. Ao contrário, apenas deixará tudo cada vez mais pesado e distante de uma solução.

Ser resiliente é perceber que a procrastinação não é um refúgio seguro. É um "canto de sereia" que nos conduz ao fundo, nos afogando nos problemas dos quais fugimos.

Ser resiliente é não fechar os olhos para as pendências. É reconhecer as armadilhas que nos atrasam e desviar-se delas. É agir, no presente, na hora da oportunidade, no momento que pede ação — e não inércia!

Só seremos melhores amanhã se, hoje, fizermos por onde.

4. Cuide bem de sua autoestima
É muito complicado ser resiliente quando não nos enxergamos de modo positivo. Resiliência exige autoconfiança, segurança, potência, força de vontade.

Como gozar de todos esses atributos, se nos olhamos de forma depreciativa? É preciso fortalecer o ego, de forma saudável, aprendendo a ouvir — e retrucar! — as "vozes interiores" que nos aprisionam em dúvidas e não valorizam nossos méritos.

Cuidado também com as vozes exteriores — companhias negativas, que lhe puxam para baixo. Gente que reclama demais, que julga que o sucesso dos outros é sorte, que aponta defeitos em tudo, tem o poder de transformar nosso otimismo em ingenuidade — se não soubermos filtrar o que ouvimos.

Para ser próspero em qualquer projeto de vida, sendo resiliente diante dos desafios, faça de si mesmo o projeto prioritário.

Empodere-se, notando cada particularidade sua como um diferencial interessante, instigante, cativante! Reconheça e faça valer sua individualidade. Celebre suas conquistas, sinta orgulho de seus talentos.

Também não deixe de lado sua autoestima exterior! Afinal, existimos através do corpo. Ele é o mediador de nossas experiências. Invista em sua beleza real, elaborando-a como veículo de sua identidade e expressão de suas ideias.

Cuidar de nossa "superfície" só é um exercício frívolo quando está desconectado de nossa "profundidade". Seja profundo, em sua aparência!

Não se compare, prefira ser inédito e exclusivo. A resiliência habita aqueles com coragem de não ser eco, mas, sim, voz autêntica.

5. Aprenda a ser resiliente com Rocky Balboa
O personagem, interpretado por Sylvester Stallone, se tornou um ícone da resiliência! Se você já assistiu aos filmes da série, sabe que Rocky é um lutador obstinado, com uma trajetória marcada por altos e baixos ininterruptos.

O que o torna um exemplo tão forte, quando falamos de comportamento resiliente, é a forma como ele encara os desafios e as frustrações. Ele apanha, cai, experimenta a derrota. Sofre. Mas abraça as oportunidades de se reerguer, se reinventar, de continuar lutando.

Existe um diálogo, que ele trava com o filho, no sexto filme da série, denominado "Rocky Balboa" (lançado em 2006), que é um perfeito resumo de sua filosofia de vida e, também, do conceito de resiliência. Transcrevemos o trecho, quando ele se dirige ao filho e diz:

"Eu segurava você e dizia para sua mãe 'esse menino vai ser o melhor menino do mundo, esse menino vai ser melhor do que qualquer um que conhecemos!' E você cresceu bom, maravilhoso! Foi muito legal ver você crescer, foi um privilégio.

Ninguém vai bater tão duro como a vida.

Aí chegou a hora de você ser adulto e conquistar o mundo. E conquistou! Mas em algum ponto desse percurso, você mudou. Você deixou de ser você e agora deixa as pessoas botarem o dedo na sua cara, dizendo que você não é bom. E quando fica difícil, você procura alguma coisa para culpar, como uma sombra.

É... eu vou dizer uma coisa que você já sabe: o mundo não é um grande arco-íris. É um lugar sujo, é um lugar cruel, que não quer saber o quanto você é durão. Vai botar você de joelhos e você vai ficar de joelhos, para sempre, se você deixar.

Você, eu, ninguém, vai bater tão duro como a vida. Mas não se trata de bater duro. Se trata de quanto você aguenta apanhar e seguir em frente. O quanto você é capaz de aguentar e continuar tentando. É assim que se consegue vencer.

Agora, se você sabe o seu valor, então vá atrás do que você merece! Mas tem que ter disposição para apanhar. E nada de apontar dedos, dizer que você não consegue por causa dele ou dela ou de quem seja. Só covardes fazem isso. E você não é covarde. Você é melhor do que isso!".

Rocky poderia ter dito ao filho "seja resiliente". Tudo o que ele fala, é uma lição desse princípio. Porém, se tivesse sido tão conciso, nos privaria dessa bela sacudida nos ânimos!

As palavras são fortes, porque se aplicam, facilmente, a qualquer circunstância que nos atordoe ao ponto de nos subjugar.

Todos os filmes de Rocky Balboa deixam claro que "apanhar" é inevitável. Ser resiliente é o que distingue o lutador, que reúne forças para perseguir a vitória no próximo round, daquele que se acostuma com os nocautes. Qual a sua escolha?

*Tatiana Pimenta é CEO e fundadora da Vittude, plataforma que conecta psicólogos e pacientes. 

Os detalhes e individualidades de um projeto

Por Mariane Vanzei*

Olá, eu sou Mariane Vanzei, arquiteta, formada desde 2013 e atuante desde 2009 nesse fantástico mundo da Arquitetura. Amo o que faço e vou dividir com vocês um pouco de minhas experiências e histórias realizando os sonhos dos meus clientes!

Hoje é a minha décima matéria para o blog da Dia Melhor e em comemoração vou dividir com vocês um processo completo de reforma de um apartamento, o Apê 94, e o escolhi dentre muitos motivos, por ser um projeto entregue em Set/2017 e ele continua atual, funcional e o “xodó” dos proprietários. Bacana não? Vamos conhecer mais desta história!

Foto: Henrique Ribeiro
A proprietária me procurou para uma consultoria para troca do seu sofá da sala, ao visitar o local sugeri uma ampliação, e fomos conversando mais, falando do piso preto da cozinha que não agradava, dos espelhos nos banheiros e por fim a família que residia há 5 anos no imóvel, o desocupou por 4 meses e nós “quebramos tudo” literalmente.

As intervenções foram bem planejadas para atender as necessidades e para a obra sair dentro do prazo e do custo.

Foto: Henrique Ribeiro
Temos no apartamento duas entradas, a social e a de serviço, vamos começar pela entrada de serviço que dá acesso à cozinha da casa, ela era uma cozinha corredor, sugeri aos clientes ampliar uma parte da mesma, para a área de serviço e assim conseguimos colocar uma mesa de refeições rápidas, ela atende de 4 a 5 pessoas, é uma delícia de ambiente, para um café ou até um happy hour, com isso conseguimos até um pendente na cozinha, o uso de pastilhas trouxe muito estilo para a cozinha e a proprietária tinha definido que não queria uma cozinha branca, optamos em trabalhar no madeirado e tons de bronze que trazem o aconchego tão desejado.

Foto: Henrique Ribeiro

Integramos a cozinha o acesso ao terraço gourmet, nele trabalhamos com um porcelanato que imita madeira para revestir a churrasqueira, um ladrilho decorativo acima da bancada da pia, a marcenaria planejada conta com uma bancada para apoio com banquetas no tom amarelo que a proprietária adora, o terraço também é integrado com a sala de jantar e estar, conseguimos com essa integração acomodar uma mesa de 8 lugares, foi um sonho realizado para os clientes, a sala de estar foi acomodada onde tínhamos o terceiro dormitório, fazendo o living ser ampliado, logo ao lado da porta de entrada social, que foi trocada por uma porta pivotante laqueada em branco brilhante, temos um bar que abriga a cervejeira, a adega e uma cafeteira, ao lado especifiquei poltronas na cor turquesa, também adorada, para um conversa mais informal, com espelhos bronze especialmente desenhados ao fundo. Ainda falando sobre a sala de estar, o sofá é retrátil e reclinável e o conforto impera, a persiana é romana que traz muita elegância e o painel da TV feito em revestimento cimentício 3D é a paixão do proprietário.

Foto: Henrique Ribeiro
O dormitório infantil, projetado para o pequeno de 6 anos conta com a decoração do homem aranha e a marcenaria em tons de azul e madeirado claro fazem a composição do ambiente bastante lúdico, um espaço que o meu cliente mirim adora.

Foto: Henrique Ribeiro
O banho social adota também a função de lavabo e para isso instalamos um pendente de cristal. 

Foto: Henrique Ribeiro
A suíte do casal tem pastilha de madrepérola dentro do box e na parte do dormitório o conforto é garantido com a cabeceira estofada e o papel de parede ambos em tons de cinza.
 
Foto: Henrique Ribeiro
Os criado-mudo espelhados trazem ainda mais charme e completam este apartamento.

Foto: Henrique Ribeiro
Gostou de saber um pouco de todo o processo de reforma desse Apê? 

E lembre-se que nada é regra, a regra na sua casa é o que você gosta e o que te traz felicidade no olhar.

*Um pouco mais sobre a Arquiteta Mariane:
Foto: Vilhora

Quem comanda toda a criatividade e execução da MAV Arquitetura é a Mariane Vanzei, Arquiteta e Urbanista, atuante desde 2009, pós-graduada em design de interiores pelo Istituto Europeo di Design IED-SP e MBA em gerenciamento de projetos com extensão em Inteligência Emocional pela Fundação Getúlio Vargas. Com criatividade aguçada, une ideias com funcionalidade e faz cada projeto com dedicação e personalidade no objetivo principal de atender o seu cliente em suas vontades, preferências e valor disponível de investimento.

Profissional em constante aperfeiçoamento, está sempre em feiras do segmento como Revestir, Abimad, Casa cor, Isaloni em Milão, cursos, workshop e palestras, trazendo movimentos e tendências nacionais e internacionais para seus clientes.

@mavarquitetura



A professora Brené Brown lança livro sobre liderança

Redação

A professora americana Brené Brown, fenômeno do Netflix e admirada por Oprah Winfrey, lança novo livro no Brasil, o primeiro pela Editora BestSeller. Em "A Coragem para liderar", Brené defende que expor os pontos fracos contribuem para criar um líder empático e mais eficiente.

 "Coragem para liderar" é um guia prático sobre como criar ambientes de trabalho saudáveis, com equipes motivadas | Imagem: divulgação
Como liderar num mundo que está em constante mudança? A professora vem trabalhando arduamente ao longo de duas décadas para responder a esta pergunta. O resultado é "Coragem para liderar", um guia prático sobre como criar ambientes de trabalho saudáveis, com equipes motivadas. Brené defende que liderança não tem a ver com cargos, status ou poder. Um líder é qualquer pessoa que se responsabiliza por reconhecer o potencial nas pessoas e em suas ideias e tem a iniciativa de desenvolvê-lo.

Ela diferencia dois tipos de liderança, a "liderança com armadura" e a "liderança com ousadia". A primeira estimula o perfeccionismo, usa o medo e a incerteza como armas e acredita que para ser um líder é preciso estar sempre certo. Já a "liderança com ousadia" demonstra transparência, pratica a integração e aceita correr riscos.

Os líderes realmente ousados, explica Brené, estão preparados para serem vulneráveis e ouvir sem interromper. Eles têm empatia, conectando-se a emoções que sustentam uma experiência, não apenas à própria. Segundo a pesquisadora, quando há coragem de liderar, não há pretensão de ter sempre as respostas certas, mas sim em fazer as perguntas corretas. Além disso, o poder deixa de ser visto como algo limitado que precisa ser concentrado numa só mão e passa a ser ilimitado quando compartilhado. Quando conversas e situações difíceis aparecem, os líderes recorrem à vulnerabilidade necessária para alcançar bons resultados.

Brené defende que a coragem para liderar vem do ato de chefiar com empatia, sem se sentir ameaçado por mostrar a sua vulnerabilidade. É por isso que a pesquisadora destaca que líderes ousados devem cuidar dos seus funcionários e estar conectados a eles.  Para tal, ela diferencia a "liderança com armadura", quando a atitude defensiva e a necessidade de estar sempre certo acabam gerando falta de confiança e decisões ruins.

Em "Coragem para liderar", Brené apresenta os resultados da sua pesquisa junto de histórias pessoais e outros exemplos reais, para responder às questões da maneira direta e sem floreios que milhões de leitores em todo o mundo já conhecem e admiram.

Especialista explica como o autocoaching permite otimizar resultados

Redação

Conseguir auto gerenciar as questões pessoais e profissionais é um malabarismo e uma habilidade que muitas pessoas já conquistaram. No entanto, a vida moderna traz dificuldades para jovens e adultos realizarem alguns dos seus planos de vida e carreira. O autocoaching é uma alternativa interessante para aqueles que buscam atingir objetivos e resolver questões, que pairam pela mente há muito tempo.

O ponto de partida para todos os processos de coaching e desenvolvimento é o autoconhecimento, explica a coach Bia Nóbrega | Foto: reprodução

A coach e palestrante Beatriz Nóbrega - conhecida como Bia Nóbrega -  explica que o autocoaching é um processo conduzido pela própria pessoa, para maximizar o potencial e obter sucesso em diversas esferas da vida. Ela explica que, para questões específicas, muitas vezes é indispensável consultar um coach e trabalhar nisso por algumas semanas. Contudo, o método é uma forma de conseguir continuar resolvendo questões que afligem o dia-a-dia e desenvolvendo-se sem ajuda externa.

O ponto de partida para todos os processos de coaching e desenvolvimento é o autoconhecimento. É essencial ser honesto sobre quem se é, conhecer as forças e as fraquezas para saber o que pode ajudar ou atrapalhar no atingimento das metas e objetivos, além de entender quais características precisam ser desenvolvidas.

Já o segundo passo é definir suas metas e objetivos e, assim, criar um plano de ação. O ideal é pensar em coisas mensuráveis e importantes, que tenham um plano de execução coerente. "Esse método requer a constante revisão das metas devido ao fato de que estamos sempre mudando e evoluindo, e nossos objetivos podem mudar também", explica a coach. A última etapa consiste na consolidação dos nossos objetivos e especialmente na manutenção dos bons resultados obtidos durante o processo.

Existem muitas ferramentas para realizar o autocoaching. Beatriz afirma que o mais importante deles é "a pergunta poderosa", pois uma vez que haja a reflexão do assunto a ser abordado, o tema já está sendo abraçado pelo consciente e, com os recursos corretos, haverá uma solução para o problema. A leitura também pode ser de grande ajuda. Nos próximos meses, Beatriz lançará um livro com técnicas para o autoconhecimento e uma jornada de 29 dias para as principais áreas da vida.

Agência Silversea tem roteiros para ver a aurora boreal na Europa

Redação

A Silversea, representada no Brasil pela Pier 1 Cruise Experts, agência de turismo especializada em cruzeiros marítimos e fluviais de luxo, oferece itinerários para observar a aurora boreal no norte da Europa. As viagens – que podem ter roteiros variados, conforme contratação - passam por diferentes países como Noruega, Groenlândia, Islândia e Reino Unido, todos com locais estratégicos para admirar o fenômeno das luzes dançantes no céu. Caso o hóspede  não tenha a sorte de testemunhar essa dádiva da natureza, a infinidade de vida selvagem e as bonitas vilas da costa ainda garantem uma experiência de viagem memorável.

A aurora boreal atrai diversos turistas | Foto: divulgação

O luxuoso Silver Cloud, navio mais espaçoso e confortável em cruzeiros de expedição no gelo, navega por 12 dias da Islândia a Groenlândia. Saíndo de Reykjavik a Kangerlussuaq, o itinerário passa por Nuuk, a primeira cidade da maior ilha do mundo, fundada em 1728. Lugar estratégico para observar o fenômeno no céu, a bela cidade ainda reserva o Museu Nacional da Groenlândia, que possui uma notável coleção de vestidos tradicionais groenlandeses e as famosas múmias Qilakitsoq.

Já os viajantes da Inglaterra a Islândia conhecem algumas das mais belas aldeias e ilhas espalhadas pelo norte europeu em um roteiro de 12 dias. A bordo do Silver Wind, o navio mais versátil da Silversea, os hóspedes têm a oportunidade de conhecer as imponentes muralhas da cidade de Londonderry, no Reino Unido; visitar uma das mais antigas destilarias de uísque em Tobermory, na Escócia; até chegar a Reykjavik, a capital islandesa, onde o céu é perfeito para observar todas as cores da aurora boreal.

Outra opção para observar o fenômeno é o itinerário da Noruega a Islândia. São 15 dias a bordo do Silver Explorer, cruzeiro de luxo projetado especificamente para navegar em alguns dos destinos mais remotos do mundo. A viagem inicia na cidade de Tromso, considerada a Paris do Norte pelos noruegueses. Ainda no país, os hóspedes vivenciam uma magnífica experiência com a natureza, conhecendo Ilha do Urso, arquipélago que preserva diversas espécies de pássaros, a costa oeste de Spitsbergen, que oferece vistas fascinantes de formações geológicas, montanhas escarpadas, geleiras espetaculares e uma variedade de aves marinhas e focas.

segunda-feira, 24 de junho de 2019

Empatia: a habilidade de se colocar no lugar do outro

*Por Marília Cardoso

Empatia é uma palavra em alta. O tema, que já virou até capa de revista, tem sido amplamente estudado por especialistas do mundo todo. Felizmente, assim como muitas outras habilidades, ela pode - e deve - ser desenvolvida.

A definição mais comum para o termo é “colocar-se nos sapatos” do outro. A ideia foi levada tão à sério que criaram o Museu da Empatia, uma exposição itinerante que inclusive já esteve no Brasil. Nela, um container imita uma caixa de sapatos. Dentro, centenas de pares de todos os tamanhos e modelos podem ser encontrados.

Quem visita esse museu é convidado a escolher um par de sapatos qualquer para calçar. Junto, recebe um fone de ouvido. Enquanto caminha nos sapatos de um desconhecido, ouve um relato sobre a história do dono deles. Fatos emocionantes não faltam nessa experiência.

Em meus treinamentos costumo sempre mostrar um vídeo que exibe um cachorro tentando atravessar uma ponte de madeira ao lado de sua tutora. Morrendo de medo, ele se abaixa e fica imóvel. Empática, em vez de simplesmente colocá-lo no colo, ela se abaixa e, sobre quatro apoios, atravessa a ponte dando confiança ao amigo, que se ergue e começa a segui-la.

Uma situação como essa nos mostra a importância de aprendermos a olhar a partir das lentes do outro. Se eu fosse um cachorro e estivesse com medo, o que gostaria que fizessem? Ao carregá-lo no colo, aquela tutora estaria reforçando uma incapacidade do cão, em vez de mostrar a ele que era possível seguir em frente com suas próprias patas.

Quantas vezes nós anulamos ou desprezamos o outro tomando decisões apenas sob o nosso ponto de vista? Quantas decisões radicais são tomadas apenas pelo fato de não sermos capazes de parar por alguns minutos e exercitar a empatia? Como o mundo seria diferente se fossemos mais empáticos...

Ouvi uma história quando criança que me marcou muito. Certa vez, um homem que acompanhava a agonia de uma larva no processo de metamorfose para se transformar em uma borboleta, resolveu interferir. Com uma tesoura, cortou as partes que a prendiam, imaginando estar sendo muito útil e bondoso. O resultado, é possível imaginar. Como não viveu o processo de metamorfose, ela se tornou uma borboleta incapaz de voar.

Já parou para pensar quantas “borboletas” impedimos de voar pelo simples fato de acharmos que sabemos o que é melhor para elas? Infelizmente, nossas suposições e “achismos” fazem com que tomemos decisões equivocadas. Por isso, antes de “achar” qualquer coisa, precisamos desenvolver o hábito de perguntar, observar e se colocar sob a perspectiva do outro.

Recentemente, li uma reportagem que me chamou muito a atenção. Uma escola de Santa Catarina criou a “Feira da Empatia”, cujo objetivo era permitir aos alunos vivenciarem situações a partir do olhar de um idoso, um deficiente ou mesmo um refugiado. 

Criativos, os professores propuseram exercícios como subir escadas usando pesos nos tornozelos para proporcionar a experiência física de um idoso. Para se sentir na pele de um refugiado, os alunos sentavam em colchões infláveis usando óculos de realidade virtual que simulavam uma fuga em alto mar.

Vivências como essas nos possibilitam desenvolver a empatia até um ponto em que ela se torne algo natural e intrinsecamente humano. Em mundo líquido, onde as coisas e relações são tão efêmeras que não há tempo suficiente para se solidificar, se colocar no lugar do outro é mais uma necessidade, é uma condição para uma convivência harmoniosa e de respeito mútuo.

*Marília Cardoso é jornalista, com pós-graduação em comunicação empresarial, MBA em Marketing e pós-MBA em inovação. É empreendedora, além de coach, facilitadora em processos de Design Thinking, professora de inovação em universidades e consultora na Palas, consultoria de inovação e gestão. 

Dentista esclarece dúvidas sobre dentes de leite

Redação

A chegada dos primeiros dentes de leite causa preocupação, principalmente, nos pais de “primeira viagem”. Com isso, a cirurgiã dentista Mary Daniela Yano Nassif esclarece a seguir as principais dúvidas.

A dentista Mary Daniela alerta que antes do surgimento dos dentes de leite, a boca e a gengiva do bebê já devem ser higienizadas com a ponta de uma fralda, ou com gaze, embebida em água filtrada | Foto: divulgação

Devemos nos preocupar em caso de atraso na vinda dos primeiros dentes de leite?
Sim, pois a idade média normal para o nascimento é por volta de seis meses de idade. Um atraso em torno de mais seis ou oito meses ainda poderá ser considerado dentro dos padrões costumeiros em nossa população. Também poderemos ter dentes de leite que erupcionam (nascem) antes do tempo médio, ou seja, logo após o nascimento ("dente natal"), ou por volta de dois a três meses de idade ("dente neonatal"). Se isso acontecer, procure o odontopediatra.

Quando nascer os dentes do bebê, poderá ocorrer febre ou diarreia?
Ao nascimento dos dentes do bebê, pode acontecer alguns sintomas, como coceira e alargamento da gengiva, com aumento da salivação, estado febril e até as fezes podem ficar mais líquidas.
Para ajudar a ruptura dos dentinhos e melhorar esse desconforto, deveremos oferecer ao bebê alimentos mais duros e mordedores de borracha para massagear a gengiva.

É importante tratar os dentes de leite se eles são temporários?
A presença dos dentes de leite é muito importante, porque prepara o caminho (guia) para o surgimento dos dentes permanentes, mantendo em equilíbrio harmônico o aumento das estruturas da face (dentes, ossos e músculos); proporciona uma mastigação e deglutição adequadas dos alimentos e consequente digestão. Um dente de leite comprometido altamente por um processo de cárie poderá levar a uma infecção, levando a má formação do dente permanente. Além disso, quando deparamos com crianças esteticamente comprometidas, percebemos que ocorrem nelas uma dificuldade de comunicação e integração social.

No caso de perda do dente de leite por trauma (bater a boca), qual procedimento deverá ser tomado?
Se a criança bater a boca, deverá procurar o odontopediatra, para o exame e a radiografia da região atingida, fazendo uma avaliação do caso. Se houver trauma, guardar o fragmento em soro fisiológico, para tentar o procedimento clínico de colagem. Caso ocorra perda do dente, levar o mesmo, em soro fisiológico ou leite, ao odontopediatra, onde será feita a avaliação do procedimento adequado.

O uso da mamadeira estraga os dentes?
O uso da mamadeira após a erupção dos dentes poderá levar a chamada cárie de mamadeira, quando apresentar um uso descontrolado e contínuo. O fato de se adicionar outro componente, como açúcar e cereais, leva a um aumento da cárie. Também recomendamos que a mamadeira noturna seja suspensa tão logo erupcione o primeiro dente; caso haja dificuldade, poderá se oferecer água pura.
Assim, a Academia de Pediatria Americana recomenda que o uso da mamadeira deverá ser interrompido dos nove meses ao primeiro ano de vida. Essa redução deverá ser gradual.

Quando deve ser iniciada a escovação dos dentes de leite?
A escovação dos primeiros dentes deverá ser iniciada assim que estes estejam erupcionando, com escova infantil e de cerdas macias. Antes da erupção dos dentinhos, a boca e a gengiva do bebê já deverão ser higienizadas com a ponta de uma fralda ou com gaze embebida em água filtrada. Os hábitos de higiene, aprendidos quando criança, serão levados para a vida adulta.

A aplicação do flúor deve ser iniciada na dentição de leite?
A aplicação de flúor no consultório dentário deverá ser iniciada já na dentição de leite (dentição decídua), assim que esta esteja completa por volta de dois anos e meio a três anos de idade.
O flúor é um dos agentes importantes na redução da cárie dentária (que é uma doença infecto-contagiosa), em conjunto com outros recursos de prevenção, tais como a escovação e a dieta equilibrada, além do consumo de água fluoretada.

O uso da chupeta (ou mesmo chupar o dedo) faz os dentes entortarem?
Sim. A chupeta ou a sucção do dedo, leva a uma desconformidade das arcadas dentárias e à má posição dos dentes. O costume da chupeta deverá ser interrompido por volta dos três anos de idade, quando a criança já está consciente de suas vontades e não requer mais a compensação de sugar. Portanto, devemos encorajá-la a deixar o hábito, sendo, às vezes, uma troca agradável e consciente.
A retirada do hábito de sucção do dedo requer mais consciência por parte da criança, força de vontade e sua colaboração, que poderá acontecer um pouco mais tarde. Nos casos mais severos, a avaliação de um psicólogo é recomendável.

O uso de antibiótico pode manchar os dentes de leite?
O antibiótico que mais poderá levar a manchas nos dentes de leite é a tetraciclina, quando administrada durante a gestação em grande quantidade e longa duração. 0 mesmo pode acontecer para os dentes permanentes quando administrado à criança logo após o nascimento.

Campanha global alerta para a dor em populações vulneráveis

Redação

A dor é um sintoma que funciona como uma “campainha natural que apita”, quando algo em nosso organismo não funciona como deveria. Mas quando ela se torna crônica, costuma ser extremamente incapacitante, afetando o aspecto físico, mental, e até social, dos indivíduos. E isto é ainda mais agravante quando ela acomete populações vulneráveis.

Dor crônica tem protocolo de tratamento multidisciplinar e multiprofissional sobre o paciente | Foto: reprodução
Por este motivo, a campanha global da International Association for the Study of Pain (IASP), que reúne especialistas do mundo todo para soluções no campo da dor, elegeu os “mais vulneráveis” como público de atenção de seus estudos e divulgações em 2019. Desta forma, ela chama a atenção sobre necessidades especiais com idosos, bebês e crianças pequenas, indivíduos com transtornos psiquiátricos ou deficiências cognitivas não relacionadas à demência, além de sobreviventes de tortura.

De acordo com o neurocirurgião funcional do Hospital 9 de Julho e especialista no tratamento da dor pela Associação Médica Brasileira (AMB), Claudio Corrêa, o tema é de grande relevância, porque envolve especificidades destes grupos de pessoas, tanto sobre a sua vulnerabilidade para fatores que podem mais facilmente levar a quadros de dor (especialmente doenças), bem como sobre a forma de condução de seus tratamentos.

“É importante destacar que toda dor crônica condiciona a aspectos multifatoriais de grande grau de comprometimento funcional e, por isso, já requer, por protocolo, um cuidado multidisciplinar e multiprofissional sobre o paciente. No entanto, nos grupos de maior vulnerabilidade esta condição exige ainda mais atenção para aspectos como imunidade, efeitos adversos, suscetibilidade a interações medicamentosas, entre outros”, relata o médico.

Outro ponto comum a observar nestes grupos é a maior dificuldade de se comunicarem de modo efetivo, tanto com aqueles que estão em seu convívio como com médicos e profissionais de saúde. Isto pode dificultar a sua avaliação, diagnóstico e a adesão ao tratamento. Não à toa, mais de 30% da população mundial abandona o tratamento em médio e longo prazo.

Estes aspectos também justificam a inserção do atendimento integral ao indivíduo, envolvendo medicamentos bem direcionados, fisioterapia e prática de atividades físicas de reabilitação, além do acompanhamento psicológico. “Não são raros os relatos de depressão decorrentes de dor crônica.

Assim, é instituído o protocolo de terapias convencionais que vai agregando propostas complementares, incluindo procedimentos cirúrgicos, que podem ser realizados para o implante no corpo de bombas de analgésicos mais específicos e potentes, como os opioides, assim como procedimentos ablativos para a interrupção de conexões neurológicas condutoras da via de dor, entre outras”, relata Corrêa.

Em todos os casos, é importante que o paciente persista em seu tratamento, lembrando que como toda doença crônica, e, portanto, sem cura, é preciso ajustes ao longo do processo, para buscar a manutenção da funcionalidade e da qualidade de vida.

Para esclarecer sobre tudo o que compreende o universo da dor crônica, suas causas, sintomas, consequências e principais linhas de tratamento, o neurocirurgião desenvolveu o Guia Tudo sobre Dor.

Escritor Valter Hugo Mãe participa de evento no Sesc Santo André esta semana

Redação

O projeto Sempre Um Papo e o Sesc Santo André recebem o escritor português Valter Hugo Mãe para falar sobre três obras de destaque recém publicadas pela editora Biblioteca Azul: “As Mais Belas Coisas do Mundo”, “Contos de Cães e Maus Lobos” e “O Nosso Reino”. O encontro gratuito acontece nesta quarta-feira (26), às 20h, e consagra a parceria entre o Sesc SP e o Festival Literário de Araxá (Fliaraxá) pelo segundo ano consecutivo.

Escritor português Valter Hugo Mãe participa doo bate-papo nesta quarta-feira (26), às 20h | Foto: divulgação

Valter Hugo Mãe é um dos mais destacados autores portugueses da atualidade. Sua obra está traduzida em muitas línguas, tendo um prestigiado acolhimento em países como Alemanha, Espanha, França e Croácia.

Pela Biblioteca Azul, ele publicou também os romances “O Remorso De Baltazar Serapião” (Prêmio Literário José Saramago), “O Apocalipse dos Trabalhadores”, “A Máquina de Fazer Espanhóis” (Grande Prêmio Portugal Telecom de Melhor Livro do Ano e Prêmio Portugal Telecom de Melhor Romance do Ano), “O Filho de Mil Homens”, “A Desumanização” e “Homens Imprudentemente Poéticos”.

Escreveu livros para todas as idades, entre os quais: “O paraíso são os outros” e “Contos de cães e maus lobos”. Sua poesia foi reunida no volume Publicação da mortalidade.

O Sempre Um Papo com Valter Hugo Mãe é gratuito, com retirada de ingressos uma hora antes do início do bate-papo. Não recomendado para menores de 12 anos. O Sesc Santo André fica na Rua Tamarutaca, 302, Vila Guiomar.

Monte Verde é opção de destino para curtir o inverno

Redação

O inverno começou oficialmente na última sexta-feira (21). Quem pretende curtir o clima frio, num local rústico e charmoso, pode optar por Monte Verde (MG), especificamente o  distrito de Camanducaia, que tem um dos climas mais frios da região Sudeste.

A Pousada Pedras e Sonhos é uma das opções de hospedagem em Monte Verde | Foto: divulgação

Monte Verde fica a 166 quilômetros (km) de São Paulo e a 480 km de Belo Horizonte. Para chegar lá, siga pela Rodovia Fernão Dias (BR-381) até a cidade de Camanducaia (saída 918) e, de lá, acompanhe as placas de sinalização. São mais 30 km de estrada asfaltada até atingir o portal da cidade e a principal avenida da vila.

Conhecida por seu "clima europeu", Monte Verde fica a mais de 1.600 metros de altitude, cercada pelas montanhas da Serra da Mantiqueira, e atrai muitos casais em busca de sossego e romantismo. Com mais de 150 meios de hospedagem entre hotéis e pousadas, Monte Verde pode acomodar em torno de 12 mil turistas (mais que o dobro do número de habitantes da cidade, que é de 5 mil).

Lá, o clima é frio e seco, portanto, não se esqueça de fazer a mala para o inverno, quando as temperaturas caem frequentemente para abaixo de zero, chegando a -10°C. Não chega a nevar, mas é possível observar a paisagem totalmente coberta de gelo – algo nada comum no clima tropical do Brasil.

A boa pedida, claro, é namorar em frente à lareira, saboreando o típico fondue da região. Mas o destino também possui várias opções de lazer, principalmente as ligadas ao turismo ecológico.
O local possui oito trilhas principais e você pode começar pela Trilha do Pinheiro Velho, que começa na avenida principal e termina no aeroporto. Apesar de ser somente uma pequena pista com um hangar, o aeroporto é o mais alto do Brasil, a 1.600 metros de altitude. Nesta trilha, há um mirante, de onde se tem a melhor vista panorâmica de toda a vila, com as montanhas ao fundo. Será possível ver ainda o mais antigo pinheiro de Monte Verde, com mais de 500 anos.

Para chegar ao topo da pedra conhecida como Chapéu do Bispo, que fica a 2.030 metros de altitude, há uma trilha de aproximadamente uma hora. Outra trilha bacana é a que leva ao topo da Serra da Mantiqueira, que fica exatamente na divisa entre Minas Gerais e São Paulo. Lá de cima, dá pra ver toda a cidade de Monte Verde, além de Campos do Jordão e outras cidades do Vale do Paraíba.
Para fazer essas trilhas, não é necessário acompanhamento de guia, porque são todas leves, mas o ideal é usar um tênis confortável (ou própria para trilha), porque o barro e a lama fazem parte da caminhada. Importante também cuidar da hidratação e usar protetor solar.

Quem prefere uma caminhada mais longa e pesada, pode fazer a trilha que liga Monte Verde a São Francisco Xavier. O caminho dura aproximadamente cinco horas e meia e deve ser feito com um guia local, já que há trechos por dentro de propriedades particulares e muitas bifurcações.
Há trilhas pilotando quadriciclos, motos, jipes ou mesmo de mountain bike ou a cavalo. Tudo pode ser alugado na cidade. Em Monte Verde, é possível praticar montanhismo, arvorismo, rapel, paintball e patinação no gelo. Há uma pista que funciona o ano inteiro. Este ano, a cidadezinhas ganhará também um bar de gelo, prometido para a primeira semana de julho.

A gastronomia de Monte Verde é um charme à parte e bastante variada. Além da típica comida mineira, como o leitão à pururuca, a cidade possui muitos locais diferentes, como os de comida de origem europeia, típica de sua colonização. Desde um strudel até uma truta criada livre de qualquer tipo de poluição. No restaurante Paulo das Trutas, é possível ver a criação e experimentar receitas de mais de 20 anos. Há ainda carne de javali, diversos tipos de queijo e os licores e doces caseiros.

Outras dicas de passeio são a Fazenda Radical, a Chácara Adélia para crianças e o fondue da Mont Vert, um dos mais saborosos da cidade.

Onde ficar
A Pousada Pedras e Sonhos é cercada por enorme área verde preservada e oferece uma das mais espetaculares vistas dos seus cinco chalés decorados no estilo minimalista, com hidromassagem, persianas automáticas, frigobar, lareira, TV a cabo, aquecimento central e isolamento térmico-acústico. Na propriedade, há jardim de inverno panorâmico, trilhas pela Mata Atlântica, a exclusivíssima Casa da Pedra, com trilha e bosque privativo, deck para pequenos eventos e o restaurante Café com Arte, que serve café da manhã em estilo colonial e cardápio internacional.

Já a Pousada Jardim da Mantiqueira tem como conceito principal conectar os clientes com a natureza: observar uma infinidade de pássaros, borboletas ou esquilos e, à noite, admirar as milhares de estrelas do intenso céu azul, nas enormes e panorâmicas varandas das suítes, que se projetam no espetacular bosque de araucárias e bromélias. Por pequenas alamedas arborizadas, chega-se aos privativos  chalés, cercados de muito verde, com jardins coloridos.






quarta-feira, 19 de junho de 2019

Brasileiras ainda vivem na bolha

*Por Priscila Queiroz

Relatórios apontam que as mulheres já são responsáveis por 57% dos novos negócios criados no Brasil desde 2016.

As mulheres já são responsáveis por 57% dos novos negócios criados no Brasil | Foto: divulgação

Porém ainda somos a minoria em startups, em missões internacionais e isso se dá por problemas muito sérios:

Falta de incentivo familiar;
Organização do tempo com os filhos;
Sexismo (preconceito);
Mulher não consegue ficar tanto tempo fora de casa por conta de suas obrigações.

São tantos os desafios que as mulheres enfrentam baseado em suas obrigações multi tarefadas, falta de incentivo e apoio do cônjuge e da família e tantas outras atribuições que não conseguem se dedicar para sair da bolha!

As impressões diante destas informações acima considerando que merecemos sim começar a olhar nossos negócios para viver uma experiência diferenciada, indica que este quadro já está mudando.

“Resolvi partir para ação dentro da Rede Mulheres que Decidem, trazendo para todas as empreendedoras o quanto se permitir fazer diferente faz toda diferença!

Esta agenda está pronta para 2019 e 2020 e estou eu e meu time diretor e colaboradoras dos meus projetos pessoais, envolvidas nesta missão mór de trazer a diferença na vida e no mind set da mulher que empreende, da mulher vendedora, da mulher empresária…”

O calendário está maravilhoso e quero compartilhar com você, porque tem oportunidade para todas as mulheres.

Vale do Silício – EUA
29 de julho a 01 de agosto
Grupo fechado. Lista espera já para 20 a 23 de abril 2020.


Eader Woman Valência Espanha
23 a 26 setembro 2019 – valor promocional até 30 junho 2019:
Quanto vale você desenvolver a liderança e gestão na sua vida e nos seus negócios?
A Fundação Brito, com sede em Valência na Espanha me convidou como Representante Oficial deste treinamento no Brasil para esta missão e claro que resolvi não só apoiar como também convidar você mulher a fazer parte desta certificação internacional.

Investimento em si é o melhor investimento do mundo!
https://www.liderancafeminina.net/
Quem te indicou: Mulheres Que Decidem – Pri Queiroz.


Vip Experiencie em Orlando – EUA
20 a 23 novembro de 2019
O mundo está totalmente diferente e cada vez mais as máquinas tomarão nossos lugares.
Como lidamos com as experiências nos negócios!?

Vou levar mulheres e homens para entender o mind set na Disney com a visão da experiencia praticada nos negócios.

Eu e o Mauricio Louzada comandaremos esta experiência com conteúdo exclusivo, vivência e certificação.  Pré-reserva para pri@prisciliaqueiroz.com.br

O empreendedorismo brasileiro e o empreendedorismo feminino precisam se desenvolver rapidamente e eu junto com a Rede Mulheres que Decidem temos como missão contribuir para que aconteça.

Só não vai dizer que depois não sabia…

Oportunidades existem para serem agarradas, pegas com a máxima força!

É nisso que eu acredito.

Este é o impacto que desejamos deixar.

*Priscila Queiroz é presidente da Rede Mulheres que Decidem.

Substâncias ilícitas podem causar problemas cardíacos

Redação

Maconha, cocaína, crack, anfetamina e LSD, além de causarem dependência química, podem gerar graves problemas ao sistema cardiovascular. É sobre esse tema que o psicólogo Rafael Trevizoli Neves, diretor científico do Departamento de Psicologia da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), discorrerá no congresso anual da entidade, no Transamérica Expo Center, entre 20 e 22 de junho.

 cocaína e o crack, além de arritmias, aumentam o risco de infarto | Foto: reprodução

De acordo com o especialista, as alterações da maconha estão mais relacionadas ao ritmo cardíaco, com a ocorrência de arritmias. A cocaína e o crack, além de arritmias, aumentam o risco de infarto e causam prejuízo ao funcionamento do coração (disfunções valvares e insuficiência cardíaca), assim como as anfetaminas e o LSD.

"O uso de substâncias ilícitas aumenta os riscos de doenças cardiovasculares, principalmente em decorrência das alterações no sistema nervoso simpático que essas drogas promovem", explica o psicólogo. Durante a apresentação, as consequências do uso de drogas e sua relação com a frequência e o tempo de consumo serão discutidas.

Também serão abordadas possibilidades de atuação com pacientes internados por alterações cardiológicas em decorrência da dependência química. "O maior desafio é articular o tratamento clínico com a abordagem da dependência, como a abstinência e o encaminhamento para a Rede de Atenção Psicossocial", afirma Neves.

Destaques do congresso da Socesp
Nesta edição do congresso, a grande novidade é a Arena Inovação e Tecnologia, que apresentará cerca de 15 startups da área de saúde com soluções em Digital Health, incluindo aparelhos, aplicativos e novidades em imagem. O evento conta com mais de 160 atividades para o público médico, 100 atrações para profissionais de outras áreas da saúde e oito palestrantes internacionais para debater e trocar experiências sobre formas de reduzir a mortalidade por doenças cardiovasculares.

São esperados mais de 7 mil profissionais da saúde de todo o Brasil, destaca a presidente do evento, Lilia Nigro Maia: "A programação científica foi preparada por equipe multidisciplinar, formada por profissionais referenciais em sua área de atuação".

Além da Arena Inovação e Tecnologia, haverá sessões como hands on, medicina de consultório, palestras em 21 arenas e atividades voltadas aos acadêmicos.

Toxoplasmose: saiba como proteger o bichano

Redação

A Secretaria Municipal de Saúde elevou para 79 o número de casos de toxoplasmose na capital paulista. Desde março, três surtos foram registrados em regiões diferentes da cidade. Com isso, a veterinária Lívia Chimati Fatini do Centro Veterinário Seres, do Grupo Petz, explica como proteger os bichanos da chamada "doença do gato".

Limpe diariamente a caixa de areia do gato. A forma infectante do parasita ocorre após, aproximadamente, dois dias de exposição das fezes no ambiente | Foto: reprodução

"Primeiro é importante ficar claro que apenas gatos que tenham sido contaminados pelo protozoário Toxoplasma gondii é que eventualmente podem transmitir a doença pelas fezes. E esse grupo é minoritário. Apesar do triste apelido de ‘doença do gato’, é mais comum as pessoas terem contato com o parasita ingerindo alimentos ou água contaminados do que pelo contato com as fezes contaminadas dos felinos", explica Lívia.

Além dos gatos, outros mamíferos, incluindo o homem, podem manifestar a doença, mas não a transmitem. Os felídeos são os únicos capazes de concluir o ciclo do Toxoplasma, porque conseguem eliminar o parasita nas fezes.

"O gato desenvolve a doença ao ingerir cistos presentes nos tecidos de animais contaminados ou, de forma menos comum, ao ingerir os ‘ovinhos’ (chamados oocistos) presentes em fezes contaminadas de outros gatos. Esses oocistos só se tornam infectantes, após passarem por um processo chamado esporulação, que ocorre em alguns dias de exposição no ambiente. A maioria dos gatos elimina oocistos nas fezes apenas uma vez ao longo de toda vida", explica a veterinária.

Como perceber e tratar a doença nos felinos
Gatos adultos, e com boa saúde, na maioria das vezes não manifestam sintomas da toxoplasmose. Geralmente a doença afeta os animais mais jovens ou mais velhos, por causa do sistema imunológico enfraquecido.

Sintomas que podem ser observados
Perda de apetite;
Prostração;
Febre;
Dificuldade respiratória (em casos de pneumonia);
Mucosas amareladas (em casos de comprometimento do fígado);
Desconforto abdominal (em casos de comprometimento do pâncreas);
Cegueira;
Alterações de comportamento (em casos de comprometimento do sistema nervoso – como, por exemplo, no cérebro).

Como evitar
Para evitar riscos de contaminação é melhor manter o gato em casa e controlar a alimentação, oferecendo apenas ração ou alimentos com tratamento térmico adequado. Nunca ofereça carne crua ou mal cozida.

Já para os gatos que têm costume de brincar ou dormir no quintal recomenda-se o uso de coleira com guizo. Assim ele terá dificuldade em capturar pássaros e roedores.

Como a doença afeta humanos
A contaminação de humanos e outros mamíferos também se dá pela ingestão de alimentos e água contaminados, além da ingestão de oocistos presentes nas fezes de felídeos contaminados. Em muitos casos, a doença se manifesta com sintomas muito parecidos com os da gripe e vai embora depois de algumas semanas.

"Geralmente a toxoplasmose é uma doença que passa despercebida, mas em alguns casos podem aparecer sintomas parecidos com os da gripe, como dores de cabeça, na garganta e no corpo, coriza e febre. De maneira geral, o sistema imunológico se defende bem contra as ações do parasita", comenta Lívia.

Entretanto, a toxoplasmose pode evoluir para quadros graves em pessoas que estejam com a imunidade baixa e entre mulheres grávidas, porque pode afetar os bebês. As mamães podem transmitir o parasita ao feto, através da placenta. Quando isso ocorre no início da gestação, aumenta a probabilidade de aborto ou má formação fetal.

Como nos proteger e prevenir a toxoplasmose
Limpe diariamente a caixa de areia do bichano. A forma infectante do parasita ocorre após, aproximadamente, dois dias de exposição das fezes no ambiente. Portanto, quando a limpeza é feita com frequência, o risco de contaminação é quase nulo.

Cozinhe bem os alimentos, principalmente carnes. E lave bem os utensílios domésticos usados com carne crua.

Lave bem frutas e legumes. Higienize bem as mãos, antes de cozinhar e antes de comer.

Mulheres grávidas e indivíduos com baixa imunidade devem evitar manusear caixas de areia. Boa higiene ajuda a prevenir a toxoplasmose.

Reposição hormonal: quando e por que fazer

*Por Karina Tafner

Há um determinado período da vida em que mulheres e homens começam a ter sintomas bem desconfortáveis. Este período é chamado de menopausa (para a mulher) e andropausa (para o homem), e caracteriza a queda das taxas dos hormônios sexuais. Na menopausa, há o término dos ciclos menstruais e ovulatórios em mulheres entre os 45 e 55 anos, enquanto na andropausa, há diminuição progressiva da produção de testosterona em homens, após os 50 anos.

"Para amenizar os sintomas da andropausa e da menopausa, é possível realizar a reposição hormonal", comenta a ginecologista Karina Tafner | Foto: divulgação 

A menopausa na mulher, como ocorre uma diminuição abrupta dos níveis de estradiol, tende a ser muito sintomática (fogachos, ondas de calor, ressecamento vaginal), enquanto no homem (andropausa) ocorre uma diminuição mais lenta dos níveis de testosterona, resultando em sintomas mais leves como cansaço e fadiga.

Quando a menopausa e andropausa ocorrem antes da idade esperada, tem-se um quadro que denominamos "precoce". Isto pode ocorrer por algum processo "destrutivo" nas gônadas (ovário e testículo) e podem decorrer de quadros infecciosos/inflamatórios ou até mesmo serem autoimunes, quando existem anticorpos que passam a "atacar" a glândula.

Para amenizar os sintomas da andropausa e da menopausa, é possível realizar a reposição hormonal. Nas mulheres, o tratamento consiste na reposição do estrógeno, que pode ser por via transdérmica (gel ou adesivo) ou oral, combinado ou não a progesterona (naquelas mulheres não histerectomizadas, ou seja, que possuem útero). Nos homens, a reposição é feita com testosterona, que pode ser por diferentes vias.

Com a reposição hormonal, as mulheres sentem a diminuição destes sintomas desconfortáveis, além de minimizar problemas comuns do período como mal estar, perda cognitiva (algumas mulheres queixam-se de perda de memória, piora da depressão e ansiedade) e perda de massa óssea (osso vai ficando mais fraco – osteoporose). Já os homens que fazem a reposição hormonal apresentam melhora na disposição e aumento da libido.

Vale lembrar que não são todas as mulheres que teriam a indicação de fazer reposição hormonal na menopausa. Normalmente, o ginecologista faz uma análise minuciosa de cada caso para indicar ou não a terapia de reposição hormonal após a menopausa. Além disso, como em todo tratamento médico, há efeitos colaterais. Dentre eles, destacam-se aumento do endométrio (efeito minimizado com uso da progesterona), aumento de triglicérides (apenas com a via oral de estrógeno), retenção de líquido e aumento da pressão arterial (mais comuns também com a via oral). Por isso, o tratamento deve ser sempre indicado e acompanhado por especialista da área.

*Karina Tafner é ginecologista e obstetra; médica assistente do ambulatório de Reprodução Assistida da Santa Casa (FCMSCSP); especialista em Endocrinologia Ginecológica e Reprodução Humana pela Santa Casa e especialista em Reprodução Assistida pela Febrasgo. 

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