Mostrando postagens com marcador relacionamento. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador relacionamento. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Seis dicas para superar o fim de um relacionamento

*Por Tatiana Pimenta

Prepare-se: você escutará muitos conselhos quando comentar com os amigos que seu relacionamento amoroso chegou ao fim.

" Isso também vai passar. Faça disso um mantra. Repita, para si mesmo, quantas vezes precisar", comenta a CEO e fundadora da Vittude,  Tatiana Pimenta | Foto: divulgação

Alguns dirão coisas que irão lhe tocar profundamente, desencadeando reflexões transformadoras. Outros, oferecerão palavras que você julgará bobas — que talvez até lhe irritem.

A intenção é sempre a mesma: ajudar. Mas as pessoas são diferentes — e seus modos de enfrentar as consequências da vida, também.

Neste artigo, compartilho seis dicas para superar o fim de uma história, de um amor. Mas, assim como seus amigos, o que temos a dizer não é uma fórmula mágica.

Permita-se ler as sugestões sem pré-julgamentos. Ignore aquelas que não conversarem com suas dores. Fixe naquelas que mais lhe incomodarem. Afinal, o que mais nos perturba, é o que primeiro precisamos resolver.

Siga a leitura e, se puder deixar nos comentários algum conselho que acredite valioso, complemente nossa lista!

1. Respeite seu tempo
Um clichê, sabemos. É um conselho tão batido, mas tão batido, que o desprezamos. Contudo, ele é um mandamento que não deveríamos perder de vista.

Respeitar o próprio tempo é aceitar a temporada de choros, sem culpa. É entender que a tristeza não faz as malas no dia seguinte à partida do amor.

Portanto, aceite convites para sair de casa, abrace oportunidades de se divertir. Mas não se cobre recuperação instantânea de um fim de relacionamento.

Por outro lado, respeitar seu tempo é, também, não aceitar a fossa como moradia fixa. Seu tempo merece ser tratado com dignidade. Não o transforme numa tormenta infinita.

Se perceber que o desânimo está indo longe demais, procure ajuda de um psicólogo. Ele lhe auxiliará a descobrir novos caminhos para o pensamento.

2. Invista na autoimagem
Aviso: essa dica não sugere que você tire zilhões de selfies e compartilhe nas redes sociais, para mostrar que está bem!

Autoimagem é um olhar para si, não para a aprovação ou impressão do outro.

Investir na auto imagem é priorizar o relacionamento saudável com a pessoa inevitavelmente constante em toda a sua vida: você.

Se você se colocar para baixo, terá que conviver, a cada segundo, com essa personalidade derrotista que alimentou. Um relacionamento tóxico, não necessariamente, é algo que envolve duas pessoas. Você, sozinho, pode se boicotar, violentar, desmerecer. Não seja, para si mesmo, o que não gostaria de encontrar ou receber de outro alguém.

Num primeiro momento, pode lhe soar superficial. Mas indicamos: cuide da própria beleza! Nada de pensar em padrões! Lembre-se que a ideia é acarinhar a autoestima, dar ênfase ao que se tem de autêntico e original.

Descubra formas de autocuidado que lhe dão prazer. Pode ser através da alimentação, de uma atividade física (que tal dança? Yoga? Luta?), de um ritual de beleza com cosméticos de texturas, cores e perfumes extasiantes.

Convoque os sentidos. A autoestima, por vezes, realmente começa de fora para dentro.

3. Deixe o passado em seu devido lugar
Não espere esquecer a pessoa com quem conviveu. Isso não vai acontecer — a não ser que você sofra de alguma espécie de amnésia...

Entretanto, não a chame para seu presente. Memórias irão lhe ocorrer. Mas não as deixe como parâmetros para um relacionamento futuro. Quando olhamos para trás, editamos nossa percepção. Já percebeu? A memória seleciona "cenas", escolhendo o que ignorar e o que exibir.

Você pode lembrar do relacionamento que acabou só pelas "partes boas", criando uma expectativa irreal de um próximo parceiro, que precisará ser tudo aquilo que a memória estabeleceu como padrão de felicidade.

Ou pode lembrar apenas das coisas ruins e enxergar indícios de repetições em atitudes que, na verdade, não têm correspondência com a experiência do passado. Aprenda com os erros e evite ciladas. Porém, não confunda bom senso com fixação.

Outra coisa de suma importância: nada de stalkear a vida do antigo amor pelas redes sociais! Nem através de amigos em comum. Cedo ou tarde, isso lhe trará mais sofrimento. Sua meta é romper o vínculo e dar espaço a novas conquistas, novas histórias, novas memórias. Mantenha isso em mente!

4. Isso também vai passar
Faça disso um mantra. Repita, para si mesmo, quantas vezes precisar. Não apenas em situações de términos.

Essa é uma das principais dicas de relacionamento com a vida! Tudo passa. Infelizmente, até o que é bom.

Como ensinou Guimarães Rosa, vida é travessia.

5. Pense positivo
É bem difícil um relacionamento acabar quando ambos estão apaixonados, vamos admitir. E se o interesse — ao menos de uma das partes — já não era "aquilo tudo", podemos presumir que o namoro ou casamento não estava em seus melhores dias.

Então, o que foi mesmo que você perdeu?

O sofrimento pode ocorrer, em grande medida, pela imposição da mudança, pela famosa saída da zona de conforto — ainda que, de conforto, houvesse pouco ali.

Foque em notar o que o fim trouxe de bom. Foque em perceber quantos fins — de circunstâncias e humores negativos — a ruptura trouxe consigo.

Perceba a possibilidade de recomeços, de tempo de maior qualidade com amigos ou envolvimento com coisas que gostava — mas havia deixado para trás em função da rotina do relacionamento.

Reencontre-se! Aproveite a liberdade. Reinvente seu cotidiano. Dê espaço para suas preferências e escolhas individuais. Faça do momento um desafio de evolução pessoal.

6. Acredite em um novo relacionamento
Se você prestou atenção às dicas anteriores, chegará a essa preparado!

Por via das dúvidas, faça um "checklist" antes de avançar. Autoestima bem-resolvida? Desenvolvimento pessoal em ordem? Vínculo rompido? Tempo de choradeira encerrado? Então é hora de dar chances ao acaso!

Também não fique esperando o novo amor bater em sua porta. Não aguarde alguém lhe resgatar do limbo. Note as pessoas ao seu redor e faça-se notar.

Se gostar da ideia, aceite que amigos lhe apresentem pessoas interessantes. Abra-se para pessoas de seu convívio, amizades que podem virar algo mais. Saia de casa, quando tiver a oportunidade. É sempre simpático dar uma mãozinha para o destino.

Uma opção bem funcional são os aplicativos e sites de relacionamento. Pesquise quais plataformas seriam mais compatíveis com o seu perfil e com o que procura. Seja responsável, cuide-se, mas permita-se algumas paqueras virtuais — e encontros reais.

Apenas certifique-se de que, independente do meio que escolher para conhecer gente nova, suas expectativas devem estar com os pés no chão. É natural que algumas tentativas resultem em erro. Aceite e siga em frente!

Um pequeno adendo. Todas essas dicas de como superar o fim de um relacionamento são para homens e mulheres, ok? A dor não faz distinção de sexo. E o comportamento, ao contrário do que se possa cogitar, é muito semelhante entre humanos.

As demonstrações podem variar, claro. Assim como o tempo de superação e as estratégias utilizadas. Afinal cada um de nós tem personalidade única.

O que não muda é que, depois de um fim de relacionamento, se houver abertura, um novo tende a chegar em seu lugar. E quando as pessoas estão de bem consigo mesmas, a probabilidade é de que seus relacionamentos melhorem. Tenham maior qualidade e maturidade.

Ou seja, o fim é estágio necessário para que a felicidade floresça novamente, ainda mais segura de si.

*Tatiana Pimenta é CEO e fundadora da Vittude, plataforma que conecta psicólogos e pacientes. Faz psicoterapia pessoal há quase 7 anos, sendo apaixonada por psicologia e comportamento humano. Idealizadora do Consultório Virtual da Vittude, desenvolvido especialmente para atendimentos de saúde, de forma segura e sigilosa.

quinta-feira, 28 de março de 2019

Como sair de um relacionamento tóxico?

Por Margareth Signorelli

Para sairmos de um relacionamento tóxico primeiro precisamos saber como realmente ele é.
Um relacionamento tóxico é aquele que desde o começo tem características negativas, mas como temos a tendência de aguentar, ou tentar consertar o que não está bom por medo de ficarmos sozinhos novamente e também por achar que a culpa é nossa, acabamos continuando nele.

A coach Margareth orienta que, em alguns casos, é necessário procurar ajuda de um coach ou psicólogo, para sair de um relacionamento tóxico | Foto: divulgação
Um relacionamento tóxico drena a sua energia. Você se sente exausto. Não tem vontade nem de acordar. Você está vivo, mas não se sente vivo. Não sabe mais quem é e se sente perdido. Fica confuso, pois existem momentos bons que geralmente estão ligados ao sexo.

Mas, para que você consiga sair dessa dinâmica e romper esse tipo de relação, é importante dar esses três passos:

1 – Em primeiro lugar responsabilize-se pela sua felicidade, pois a única pessoa no mundo que pode lhe salvar é você.

2 – Cuide de você. Procure ajuda de um coach ou psicólogo. Medite. Fale com seus amigos, porque você já vai ter percebido que não sabe mais o que é certo ou errado, quais são seus valores, o que é importante para você e o que realmente é um relacionamento saudável.

3 – Tome decisões claras. Estipule uma data para se fortalecer e terminar com seu sofrimento. Eu costumo dizer que quando a pessoa permanece muito tempo em um relacionamento tóxico é porque o outro não a machucou o suficiente. Tudo tem um momento certo para acontecer, então faça o seu momento!

Quando se sentir forte e perceber a realidade que estava vivendo, vire as costas e não olhe mais para trás. Saia com a sensação prazerosa de ter feito a coisa certa.

Faça sua própria história com final feliz! Afinal, onde está escrito que é porque terminou um relacionamento que a pessoa não é feliz?

Um relacionamento tóxico só vai ser feliz quando ele acabar.

Faça então como a frase: “Saiu daquela história e não levou muita coisa... só seu amor próprio...”
E você precisa mais do que isso?

*Margareth Signorelli tem formação como coach de relacionamento, é especialista em sexualidade pela FMUSP e em EFT ( Emotional Freedom Techniques). 

sexta-feira, 20 de abril de 2018

Igualdade econômica pode manter casais unidos, aponta pesquisa

Da redação

 Os tempos mudaram, assim como os relacionamentos. Embora hoje as pessoas se casem por amor, a renda também faz parte da decisão de se casar, em muitos casos. E se a renda for igual ou muito parecida, a chance do casamento dar certo é bem maior e o risco de separação diminui, segundo um estudo da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, que acaba de ser divulgado.

“O dinheiro jamais será a base de um relacionamento verdadeiro”, afirma a psicóloga Marina Simas de Lima | Imagem: reprodução
Assim, a igualdade de renda parece oferecer aos casais mais estabilidade e reflete a crescente divisão socioeconômica na vida familiar. A pesquisa deixou claro que os recursos combinados do casal são muito importantes para a satisfação conjugal.

Para a psicóloga Marina Simas de Lima, cofundadora do Instituto do Casal, a pesquisa internacional corrobora com estudos feitos por sociólogos e economistas no Brasil e na América Latina, que mostram a crescente tendência de escolher parceiros com características socioeconômicas semelhantes. “Esse fenômeno social é chamado de casamento seletivo. Hoje, as pessoas realmente procuram escolher parceiros (as) que tenham o mesmo nível de educação, de cultura e de renda para se casar”.

Marina comenta que para um relacionamento funcionar é realmente preciso ter mais semelhanças do que diferenças. “Isso não quer dizer que o amor não possa surgir entre pessoas com renda, gostos e nível educacional diferentes. Mas, com o passar do tempo, pode ser que essas diferenças comecem a pesar na dinâmica do casal e diminuir a satisfação com o relacionamento”.


A realidade hoje é muito diferente do que era há 20, 30 anos, quando a mulher não trabalhava e se dedicava aos filhos e ao lar. Outro ponto importante é que a igualdade na renda elimina a dependência econômica e a disputa pelo poder, pois antigamente quem ganhava mais, teoricamente, podia mais no casamento e, com isso, havia casos de submissão na relação.

Mas a psicóloga destaca ainda que “o dinheiro jamais será a base de um relacionamento verdadeiro” e, sim, um vínculo afetivo sólido e sincero poderá construir uma história saudável e feliz.



quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Especialistas listam oito sinais de desconexão num relacionamento

Da redação

 
Estar conectado ao outro vai muito além de conversar no fim do dia ou de dormir juntos. Quanto mais longo o relacionamento, maior a chance de desconexão. Isso porque a rotina, o trabalho, os filhos e a falta de tempo são fatores importantes que se não forem bem administrados contribuem para o distanciamento do casal.

O celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais | Foto: iStock
Para as  psicólogas, terapeutas de casais e fundadoras do Instituto do Casal, Denise Miranda de Figueiredo e Marina Simas de Lima, a conexão é algo muito particular de cada casal e pode ser afetada por diversos fatores, como pressão no trabalho, doenças na família, entre outros.

"O importante é estar ciente de que há sinais que podem indicar que esse casal precisa melhorar a conexão e, na maioria dos casos, é possível. Entretanto, na correria diária pode ser difícil perceber com clareza que estamos nos distanciando do (da) parceiro (a)", comenta Denise.  

Para ajudar os casais brasileiros, elas listaram os oito principais sinais que podem demonstrar que é hora de se reconectar. Confira:

1- Preferir usar o celular que conversar com o (a) parceiro (a): Hoje, podemos dizer que o celular é um dos principais fatores de desconexão dos casais. Damos atenção a quem ou ao que está longe e nos distanciamos de quem está ao nosso lado. 

Como melhorar: Estabeleça um tempo para usar o celular e faça um acordo com o (a) parceiro (a). Evite usar o celular quando estiverem juntos conversando ou fazendo outra atividade a dois.

2- Fazer atividades isoladas durante uma viagem: Viajar é o programa preferido de 75% dos casais brasileiros, segundo pesquisa do Instituto do Casal. Quem não gosta de viajar? Porém, se o casal viaja e cada um faz um programa diferente, é preciso atenção. Claro que não precisam fazer tudo juntos, mas na maior parte do tempo o ideal é aproveitarem o passeio para aumentar a conexão. 

Como melhorar: Realizar as refeições juntos, fazer caminhadas, programar passeios, namorar e dançar, por exemplo. Se um dos parceiros quiser fazer algo sozinho, sem crise. Mas, lembrando que a viagem é uma oportunidade incrível para melhorar a conexão, então atividades em conjunto podem ser mais interessantes.  

3- Ficar sem sexo por um período prolongado: Cada casal tem seu tempo quando o assunto é sexo. Há casais que transam todo dia, outros uma vez por mês. O que vale é o acordo que existe. Entretanto, quando o sexo é praticamente inexistente ou ainda feito para "cumprir tabela", é um claro sinal de desconexão. 

Como melhorar: O primeiro passo é conversar abertamente. Algumas perguntas são importantes, como: você ainda sente desejo por mim? Você está com algum problema que eu não sei? Se há problemas físicos, o ideal é procurar um médico. Se a questão é emocional, a terapia pode ajudar.

4- Não abrir-se com o (a) parceiro (a): "Meu melhor amigo é o meu amor"! Para 81% dos casais brasileiros, essa afirmação é verdadeira. Então, nada mais normal que poder falar sobre seus problemas com o (a) parceiro (a). Se isso não está acontecendo, pode ser um sinal de falta de intimidade e vínculo, que leva à desconexão. 

Como melhorar: O (a) seu (sua) parceiro certamente é a pessoa mais indicada para entender e falar com você sobre um problema, afinal vocês estão intimamente ligados e envolvidos. No casamento, temos a chance de sermos verdadeiros e imperfeitos, essa é a mágica. Por isso, mais do que qualquer outra pessoa, o cônjuge deve ser capaz de nos ouvir e nos ajudar.

5- Fazer programações sem incluir o parceiro: A individualidade é fundamental para a saúde de qualquer relacionamento. Porém, se o casal passa mais tempo fazendo atividades isoladas do que juntos, é preciso repensar.  

Como melhorar: Dedicação ao relacionamento é fundamental. Isso envolve fazer programas juntos, como sair, viajar, ver filmes, fazer esportes ou planos em conjunto. Quando se escolhe ter uma vida a dois, é preciso ceder o tempo todo em prol do relacionamento e isso envolve, inclusive, fazer mais atividades juntos do que separados.

6- Falta de tempo: 50% dos casais brasileiros afirmam que dedicar-se mais ao trabalho e a falta de tempo são os fatores que mais interferem negativamente no relacionamento. A distância é um prato cheio para a desconexão. 

Como melhorar: O trabalho é fundamental, mas é preciso buscar um ponto de equilíbrio entre o tempo dedicado ao trabalho e o tempo dedicado ao relacionamento.

7- Falta de toque, abraços e carícias: A conexão vai muito além do sexo. O casal desconectado é aquele que não se beija, não se abraça, não se toca, anda separado em  público, etc. 

Como melhorar: Por mais longo que seja o relacionamento, não dá para abrir mão de conectar-se fisicamente com o outro. Portanto, beijar, abraçar, dar as mãos, tudo isso é fundamental para aumentar a conexão.

8- Falta de diálogo: A comunicação é fundamental para qualquer relacionamento. Se o diálogo é inexistente ou se o casal "economiza" nas conversas, é preciso atenção.  

Como melhorar: O casamento é um exercício diário de dedicação e investimento. A comunicação é a base da vida a dois. Falar sobre como foi o dia é importante, mas muito mais relevante é falar sobre o amor, a relação, desejos,  sonhos, emoções e pensamentos.

"O casamento deve ser um espaço seguro onde o casal possa experimentar amor, alegria e objetivos em comum. Mais do que em qualquer outro relacionamento humano, a vida a dois é uma incrível experiência de conexão. Embora em algumas situações possamos ficar um pouco mais distantes, é possível melhorar, basta querer. Então, mãos à obra", comenta Marina.




Coop promove ações gratuitas de saúde no ABC e interior

Redação Em janeiro, a Coop - Cooperativa de Consumo realizará a primeira edição de 2020 da Blitz da Saúde, programa social voltado aos mo...