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quinta-feira, 18 de julho de 2019

Mudança de hábitos matinais pode aumentar a produtividade diária, afirma palestrante

Redação

Segundo o mestre em Finanças pela FGV, Neder Izaac, “o jeito que começamos o dia determina a forma como iremos terminá-lo". Palestrante e autor do livro Manhãs Poderosas, ele fala sobre a importância da rotina matinal e ensina como elas podem tornar a mente mais focada e desperta em 25 minutos.

Ao acordar, elimine o senso de urgência e dedique 25 minutos na conexão consigo mesmo: trace metas para o seu dia, por mais simples que sejam, orienta o palestrante Neder Izaac | Foto: Pixabay

A rotina é extremamente importante para que a realização de nossos objetivos se concretize.  O autor, que orienta empresários e presidentes de grandes empresas sobre como melhorar o foco e a produtividade, conta que hábitos matinais são estratégia de alcance ao sucesso de importantes nomes, como Charles Darwin, Stephen King, Benjamin Franklin, entre outros.

“O importante não é o quão cedo você acorda, nem seguir o mesmo padrão de atividades destas personalidades, mas sim encontrar a sua rotina própria e dedicar este tempo ao que realmente é importante para você”, explica o Izaac.

Com isso, o palestrante ensina o método Ativação Racional Positiva (ARP), que tem como objetivo estabelecer estes novos hábitos que podem ser cruciais na hora de alcançar o sucesso, seja ele pessoal ou profissional. Ao acordar, elimine o senso de urgência e dedique 25 minutos na conexão consigo mesmo: trace metas para o seu dia, por mais simples que sejam. Faça alguma atividade que exija sua atenção plena, como a meditação, por exemplo. Após este exercício, anote as possíveis ideias e sensações que tenham surgido durante este processo. Por fim, agradeça por tudo o que você já tem em sua plenitude.

 “Se você inicia o dia com foco, planejamento de atividades, meditação e agradecimento por tudo o que tem, com certeza o seu dia será produtivo e você se sentirá mais realizado”, finaliza Izaac.

terça-feira, 28 de maio de 2019

Especialista fala sobre o processo de mudança de hábito

Redação

O processo de mudança de hábito pode parecer um verdadeiro obstáculo para muitas pessoas. A responsável por esse cenário é a mente, que acredita ser difícil e acaba se respaldando nos mais diversos paradigmas, muitas vezes, engessados, que habitam o inconsciente. O resultado é uma restrição no direcionamento para um novo padrão de comportamento. Essa é a conclusão de Mariela Silveira, médica especialista em nutrologia e terapia cognitiva do Kurotel - Centro Médico de Longevidade & Spa de Gramado, no Rio Grande do Sul.


Segundo a especialista Mariela, o primeiro passo para não cair nos gatilhos mentais negativos é identificar essas convicções e reconhecer pensamentos disfuncionais automáticos | Foto: divulgação 

"Colocamos crenças pessoais como 'nunca vou conseguir emagrecer´, ´sou fraco para parar de fuma´, ´nunca vou conseguir um relacionamento saudável´, entre outras, ao longo da vida. Se não percebermos, vamos realizando uma série de ações para endossar essa crença falsa para tentar torná-la verdadeira", explica Mariela, sobre o mecanismo mental.

Na realidade, não é difícil adotar um novo rumo, uma vez que a vida é feita de mudanças constantemente, destaca a médica, que elegeu o tema Por que é tão difícil mudar?, para uma reflexão recentemente proposta no Connections+ 2019, evento referência em produtividade e sucesso sediado em Gramado, de 24 a 25 de maio, no Recreio Gramadense.

Segundo a especialista, o primeiro passo para não cair nesses gatilhos é identificar essas convicções e reconhecer pensamentos disfuncionais automáticos. "Questioná-los, colocar consciência no que se pensa e, especialmente, atenção plena, é quando começamos a construir novos paradigmas diferentes daqueles engessados", explica Mariela. Em outras palavras, nesse momento, deixa-se de agir no piloto automático e/ou de tomar decisões baseadas em ideias já estabelecidas.

Daí a importância da atenção intensa e profunda, para não se tornar refém de hábitos destrutivos capazes de limitar a sensação de paz e a percepção de liberdade.

"Então, depois de identificar mentalmente a mudança, é preciso ´esquentá-la´ afetivamente para que ela possa ganhar espaço. Só a partir disso, técnicas comportamentais devem entrar para efetivar a prática das novas atitudes com regularidade e constância", finaliza.

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Especialista orienta como conquistar uma mudança positiva de hábitos

Redação

Segundo informações divulgadas pela Universidade de Duke, nos Estados Unidos, uma média de 40% das ações do cotidiano são realizadas no formato de piloto-automático. Neste contexto, o jornalista Charles Duhigg afirma no livro “O Poder do Hábito - Por Que Fazemos o Que Fazemos na Vida e Nos Negócios” que os chamados atos inconscientes ocorrem devido a constante necessidade do cérebro humano em poupar esforços. Essas dados são comentados pela sócia-diretora da Posiciona Educação e Desenvolvimento, Carolina Manciola.

O excesso de motivação pode se tornar uma armadilha ao provocar um esforço excessivo no início do processo e uma desistência no meio do caminho, assim, é preciso ir em "doses homeopáticas",  explica a especialista Carolina | Foto: divulgação

Na prática, a propagação de atitudes similares na rotina pessoal e profissional promove a internalização de um determinado padrão que, ao longo do tempo, se torna involuntário. “O desenvolvimento de hábitos é um movimento ininterrupto que acontece desde a infância até a terceira idade. Ou seja, ninguém nasce com um pensamento automático. Na verdade, os padrões comportamentais são criados de acordo com o ambiente externo e as experiências individuais”, explica Carolina.

Ao se aprofundar no conceito, é possível dizer que os atos inconscientes são responsáveis por uma trajetória de sucesso. Afinal, determinam o afastamento ou a concretização de metas de uma pessoa. Neste sentido, é fundamental transformar as ações nocivas em positivas.

Veja abaixo as sugestões da especialista em desenvolvimento corporativo sobre mudanças de hábitos:

Dispense recompensas
A primeira etapa na construção de um hábito consiste no gatilho onde um estímulo é capaz de acionar certa atitude. Em seguida, a rotina aparece com a função de dar sequência às atividades físicas, intelectuais e emocionais ativadas. Por fim, o sistema exige uma recompensa a fim de incentivar a memorização da ação. Logo, o ciclo permanece ineficaz ao retirar a última fase, pois o benefício do comportamento involuntário deixa de existir.

Pratique a substituição
A motivação é a base da mudança de hábito, mas não é o suficiente para modificá-lo da noite para o dia, porque o cérebro tende a criar resistência no processo de adaptação diante de um novo comportamento. Então, é preciso priorizar a substituição ao abandono. Durante uma dieta, por exemplo, nutricionistas recomendam trocar o chocolate ao leite pelo meio amargo, por este ser mais saudável e menos calórico.

“Não vá com sede ao pote”
O excesso de motivação pode se tornar uma armadilha ao provocar um esforço excessivo no início do processo e uma desistência no meio do caminho, ocasionada pelo cansaço. Neste caso, trabalhe em doses homeopáticas. Se pretende estudar uma nova língua durante uma hora por dia, dedique-se ao menos trinta minutos e aumente o período de maneira gradual, até alcançar o objetivo inicial.

Fique atento com a frequência
A constância é uma das partes mais desafiadoras de um processo de mudança de hábito, pois o fato de um novo comportamento remeter a uma ação definitiva gera uma barreira emocional. Contudo, há a possibilidade de fazer uma reprogramação mental menos penosa ao se apoiar em prazos curtos, como a Teoria dos 21 dias, na qual a pessoa utiliza este período para implantar as novas ações no cotidiano sem precisar dispor de um comprometimento maior.

Fuja de padrões negativos
Além das distrações físicas em uma modificação comportamental, existem também as barreiras mentais. Entretanto, a técnica do “mas” é uma espécie de braço direito no contorno desta situação. Ao ter pensamentos sabotadores, corrija-os, usando o “mas”. Por exemplo, “exercitar-se todos os dias é cansativo, mas fará bem à saúde”.

sexta-feira, 2 de março de 2018

Dez curiosidades sobre mudança de casa

As mudanças de casa, cidade e Estado são cada vez mais frequentes. Com isso, as pessoas acabam estranhamente seguindo padrões de comportamento, que geram curiosidades, de acordo com a equipe do Guarda Móveis Copacabana. Confira abaixo dez curiosidades sobre mudanças de casa.

Sexta-feira é o dia preferido para mudar | Foto: Divulgação  
01 - 3,3 toneladas
Essa é a média de peso transportado em apenas uma mudança. Eletrodomésticos, roupas, móveis, livros e tudo o que pode haver em uma casa para ser levado para o novo endereço.

02 - Estresse
Mudar de casa é um dos eventos mais estressantes que há – perde apenas para a morte de um amigo ou familiar, ou um divórcio. Isso pode acontecer pela falta de organização, por não guardar adequadamente seus objetos ou não escolher uma empresa de mudanças responsável.

03 - De 11 a 12 vezes
Essa é a média que uma pessoa muda de casa durante toda a vida, seja para respirar novos ares, ou buscar novas oportunidades.

04 - Casa melhor
Quando a mudança é para uma casa próxima, talvez,  dentro da mesma cidade ou até para uma cidade vizinha, a razão para a mudança é, geralmente, a troca por uma casa melhor. Já quando se muda para uma cidade mais longe, ou outro estado, a razão geralmente é profissional.

05 - Sexta-feira
É o dia mais popular para fazer uma mudança, afinal, restará o final de semana inteiro para colocar tudo no lugar. Enquanto o dia menos escolhido é o domingo.

06 - Agosto
É o mês mais popular para mudanças, enquanto fevereiro é o menos procurado.

07 - De 25 a 44 anos
Essa é a faixa etária das famílias que se mudam com mais frequência. No geral, também têm 2 filhos.

08  - Estação do ano
Cerca de 35% das pessoas se mudam no verão; 28% na primavera; 21% no outono e 14% no Inverno.

09 – Mudança anual
Uma em cada seis pessoas mudam de casa todos anos, seja por estarem em uma casa alugada ou por razões como emprego. Hoje em dia, com toda a facilidade de tecnologia, a saudade da família e amigos pode ser minimizada facilmente.

10 - Motivos
As razões pelas quais as pessoas procuram um novo lugar para morar podem variar, porém não costumam fugir dos 5 motivos abaixo:

1º Motivos Profissionais
2º Casa Melhor
3º Melhor Vizinhança
4º Casa mais barata
5º Reforma



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