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sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Psicóloga fala sobre doenças emocionais

Redação

A ligação entre o corpo e a mente ajuda a compreender as doenças psicossomáticas, conhecidas popularmente como doenças emocionais. De acordo com a psicóloga do Hospital Edmundo Vasconcelos, Maria Camila Mahfoud Marcoccia, essas enfermidades são aquelas cujos fatores psicológicos e sociais interferem no processo orgânico do corpo.

"Sem o tratamento adequado, a pessoa corre o risco de viver em função de controlar o sintoma e não cuidar verdadeiramente da causa", alerta a psicóloga Maria Camila Mahfoud Marcoccia

Então, é possível  exemplificar quando há picos de estresse e resulta na baixa da imunidade, ou dores de cabeça, problemas intestinais e de estômago que, aparentemente, não tem nenhum diagnóstico clínico. "Assim como quando estamos doentes acaba interferindo na parte psicológica, o psicológico também pode interferir no corpo, ocasionando esses e outros sintomas", complementa a especialista.

Para estes casos, o tratamento é iniciado com a avaliação adequada de um médico que verifica todas as possibilidades clínicas, para então indicar um acompanhamento psicológico e, em alguns casos, psiquiátrico. Maria Camila comenta que nem sempre há persistência para encontrar a causa do problema, e isso pode ocasionar prejuízos ao bem-estar.

"Ainda existe um preconceito grande com doenças de origem emocional, pois se correlaciona dificuldade emocional com fraqueza, o que pode dificultar a aceitação do diagnóstico e a busca constante por outros médicos e exames. Sem o tratamento adequado, a pessoa corre o risco de viver em função de controlar o sintoma e não cuidar verdadeiramente da causa", enfatiza a psicóloga.

Outro alerta direcionado ao déficit no tratamento é o uso irregular ou excessivo de medicamentos, usados de forma paliativa para sanar os sintomas. "É importante lembrar que as doenças psicossomáticas podem intensificar sintomas de doenças diagnosticadas clinicamente, e para que isso seja amenizado é preciso compreender e tratar a causa", finaliza.

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Neuropsicólogo ensina a decifrar as pessoas por meio das expressões corporais

Redação

Pesquisas apontam que mais de 90% da comunicação é feita por meio da linguagem corporal.  Sendo assim, é necessário passar a “escutar” o que é transmitido, por meio do movimento dos braços, mãos, dos olhos, dos pés e até das sobrancelhas, já que essa comunicação transmitida é mais do que um complemento do que é falado. De acordo com o neuropsicólogo Luciano Alves nem tudo o que é dito está nas palavras, os gestos e posições têm muito mais a dizer do que a boca.

Oos braços cruzados podem ser um sinal de que a pessoa está na defensiva, com a necessidade de se auto proteger da situação, explica o neuropsicólogo Luciano Alves | Foto: reprodução

"Grande parte do quer ser dito está nas nossas expressões e gestos, que falam mais do que estamos pensando e sentindo. Essa percepção é importante para o desenvolvimento pessoal, mas também para os relacionamentos interpessoais, onde muito do que está acontecendo não é dito e sim percebido", afirma Alves, que comanda, em 20 de julho, o "Curso de Introdução à Leitura Corporal e Fisiognomia", em São Paulo, no qual as pessoas aprendem, de uma maneira prática e inovadora, como despertar essa percepção.

De acordo com o especialista, há muitos detalhes mostrados pelo corpo que acabam passando despercebidos pelas pessoas que não sabem fazer uma leitura correta. Um dos exemplos práticos é a mão na boca. "Quando uma pessoa não está falando a verdade, ela costuma tapar a própria boca; ou passar a mãos nos lábios, tocar o queixo; ou até colocar objetos na frente da boca. O ato de comprimir os lábios é outra linguagem corporal negativa.  Esse ato demonstra que a pessoa está tentando evitar dizer o que realmente pensa ou que não deseja responder alguma pergunta. Outra dica se refere as palmas da mão. Quando a pessoa está sendo sincera, ela tende a expor as palmas das mãos para o outro. Quando mentimos, somos inclinados a nos fechar e esconder as mãos, seja no bolso, nas costas ou cruzando os braços", explica Alves.

Além disso, ele dá outras dicas, entre elas, observar se, durante uma conversa, a pessoa olha baixo. Isso pode ser o corpo dizendo não para você. Também é necessário se atear aos movimentos rígidos, tensos, repetitivos com mãos, braços ou pernas. Esses membros também tendem a ficar encolhidos quando a pessoa não está sendo verdadeira.

"Uma linguagem corporal que denuncia que a pessoa está faltando com a verdade é o ato de coçar ou tocar nariz repetidamente. Isso mostra ansiedade ou provavelmente que a pessoa está contando uma mentira. O aumento na pressão arterial em virtude da ansiedade leva ao aumento do fluxo sanguíneo no nariz e as células liberam histamina, o que faz com que o nariz coce. Quando está mentindo uma pessoa também costuma "afundar" a cabeça dentro dos ombros. Além disso, os braços cruzados podem ser um sinal de que ela está na defensiva, com a necessidade de se auto proteger da situação. O tom de voz de quem está mentindo também costuma mudar, já que o músculo das cordas vocais fica enrijecido quando a pessoa está sob pressão. O olhar também é importante. No ato de mentir, a pessoa fica com dificuldade de manter o contato ocular com a outra pessoa. Além disso, ao ouvir uma pergunta, se ela olhar para o lado esquerdo é sinal que está criando uma resposta. Olhar para o lado direito, por outro lado, é sinal que busca a informação na memória", comenta.

O especialista detalha que é possível aprender sobre a leitura corporal e passar a entender a percepção além da linguagem verbal.  Com isso, Alves afirma que as pessoas tomarão atitudes mais assertivas, por exemplo, numa conversa, seja ela de negócios, relacionamento afetivo ou familiar, pois ao ter esse entendimento, ela tomará a decisão correta no que diz respeito a abordagem, pois fará a leitura correta do que está sendo sinalizado pela outra pessoa.

Para mais informações e reserva para o curso, ligue (11) 97485-9681, falar com Isabel Lussana.

quarta-feira, 5 de junho de 2019

Efeito do som no ser humano é tema de curso no ABC

Redação

Neste sábado (8), às 15h, acontece o curso "A Vibração do Universo” na escola DeRose Method, em São Bernardo do Campo. Na ocasião, o tema será abordado pelo médico Milton Marino, formado pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa e professor do DeRose Method, que abordará alguns temas relacionados com os efeitos do som no corpo humano.

Curso será ministrado pelo médico e professor Milton Marino | Foto: divulgação 

Atualmente, nos centros urbanos uma das grandes preocupações é a poluição sonora e seus efeitos no nível de estresse do ser humano. Controle de ruídos emitidos por automóveis, prédios com revestimento acústico e outras medidas de segurança baseadas em níveis de decibéis tentam tornar a vida na cidade um pouco mais confortável.

Já a ciência busca cada vez mais profundidade nas explicações sobre o tema. Recentemente, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), em Cambridge, Estados Unidos, descobriu uma forma de "escutar pensamentos" utilizando inteligência artificial. A invenção capta a vibração de alguns tipos de pensamentos e a transforma em ações, o que comprova a existência de um universo vibracional até então inexplorado pela lógica humana.

"O som emitido pela nossa voz pode ser feito em uma vibração perfeitamente compatível com estímulos cerebrais e pode incentivar, inclusive, o aumento da concentração, da memória e outras habilidades mentais, se aprendido a ser usado para este fim", explica Marino.

Interessados no curso devem se inscrever previamente na escola, que fica na Avenida Wallace Simonsen, 311, Nova Petrópolis. As vagas são limitadas. Para mais informações ligue 4125-6658.

quarta-feira, 14 de fevereiro de 2018

Nutricionista indica dez alimentos para desintoxicar o corpo após o carnaval

Da redação

O Carnaval acabou, mas os resquícios de uma alimentação fora de hora e cheia de alimentos que não fazem tão bem ao organismo ficaram no corpo. Pensando nisso, a nutricionista da clínica de medicina esportiva M. Albuquerque, Camila Cardinelli, listou alguns alimentos que podem ajudar a fazer uma faxina no organismo.

A água é essencial para a eliminação das toxinas do corpo e hidratação | Foto: Freepik
"Alimentos que atuam no processo digestório, no melhor funcionamento hepático, imunológico, e com propriedades anti-inflamatórias, anticancerígenas são inseridos para combater os radicais livres e fazem com que o organismo volte ao equilíbrio", conta Camila.

Confira os alimentos:

1. Limão
Com propriedades alcalinas e digestórias, o alimento não pode ficar de fora de uma dieta detox.

2. Água
Essencial para a eliminação das toxinas do corpo e hidratação.

3. Alho
Atua aumentando as defesas do sistema imune.

4. Beterraba
Ajuda na eliminação de toxinas do organismo, no combate ao excesso de radicais livres, e consequentemente desempenhando ação anticancerígena.

5. Brócolis
Potente antioxidante, ele atua diretamente nas enzimas do organismo e facilita a eliminação de toxinas.

6. Chá verde
Muito rico em antioxidantes. É um alimento muito efetivo no combate aos radicais livres, além de ser capaz de silenciar diversos tipos de câncer e acelerar o metabolismo.

7. Couve
Melhora o funcionamento dos rins. É rica em muitos antioxidantes e tem propriedades anti-inflamatórias.

8. Capim-Limão
Tem ação no melhor funcionamento do fígado, rins e no trato digestivo. Melhora a circulação e digestão.

9. Gengibre
Ajuda na função hepática, e tem propriedades adstringentes.

10. Gema de ovo
Contém colina, vitamina fundamental no processo de desintoxicação.



Coop promove ações gratuitas de saúde no ABC e interior

Redação Em janeiro, a Coop - Cooperativa de Consumo realizará a primeira edição de 2020 da Blitz da Saúde, programa social voltado aos mo...