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segunda-feira, 16 de dezembro de 2019

Mofo: saiba como evitar o problema e os riscos à saúde

Redação

O mofo pode ser um enorme pesadelo dentro de casa, apesar de ser formado por estruturas microscópicas. Capazes de tirar o sono de qualquer morador, eles impactam diretamente na saúde e na qualidade de vida das pessoas, que frequentam os locais onde estão presentes.

Manter os ambientes bem arejados, permitindo a entrada de luz solar, além de tratar e investigar possíveis infiltrações são medidas para evitar a reprodução dos fungos | Foto: divulgação

Na decoração é um grande problema, além de deixar o ambiente com uma aparência desagradável, o mofo atinge com frequência materiais porosos, como a madeira, pedra, gesso e MDF, que facilitam a reprodução desses fungos, principalmente atrás de móveis, guarnições ou rodapés fabricados, a partir dessas matérias-primas.

Para esclarecer as dúvidas sobre este problema, especialistas da Indústria Santa Luzia reuniram informações sobre o mofo e as principais dicas, para tratar e prevenir a proliferação dentro de casa.

Riscos
Os sinais mais comuns em pessoas que convivem constantemente com o mofo são dores de cabeça constantes, sangramento no nariz, fadiga, dificuldade em respirar, sinusite, asma, bronquite, tosse, náuseas e infeções crônicas.

Causas
Facilmente identificado no visual, o mofo se prolifera com facilidade em locais úmidos como cozinhas e banheiros, além de ambientes quentes e escuros. O alerta é dobrado se você residir em uma região onde a combinação entre temperatura e umidade relativa do ar elevadas é frequente. O micro-organismo se espalha pelo ar e, se encontrar condições favoráveis em outros espaços, se multiplica.

Como tratar e prevenir
Manter os ambientes bem arejados, permitindo a entrada de luz solar, além de tratar e investigar possíveis infiltrações são medidas para evitar a reprodução dos fungos.  Realize manutenções periódicas em aparelhos domésticos, que podem gerar umidade, como o ar-condicionado.

A higienização do ambiente é fundamental: caso já exista mofo no ambiente, limpe os fungos das superfícies duras com água e detergente, mas não deixe o ambiente molhado por um longo período de tempo. Além disso, evite a concentração de materiais porosos dentro de casa, que são mais propensos a serem afetados pelos fungos, como a madeira, gesso e o MDF.

Alternativa
Para substituir alguns desses materiais uma opção é o plástico reciclado. O principal insumo é o Isopor, conhecido tecnicamente como poliestireno expandido ou simplesmente EPS. Por conta das características da matéria-prima de plástico reciclado, eles apresentam grande resistência à umidade, além de um maior tempo de vida útil, pois suas propriedades não estão suscetíveis ao ataque de qualquer tipo de pragas, fungos ou mofo.

Quanto à estética, os produtos levam personalidade e elegância aos ambientes sem deixar de lado a praticidade: reproduzem fielmente o efeito da madeira e outros materiais e já saem acabados de fábrica, ou seja, não precisam de nenhum trabalho prévio na superfície antes de instalá-los.

quinta-feira, 12 de dezembro de 2019

Idosos: casa deve ser adaptada para proporcionar mais segurança

Redação

O aumento da expectativa de vida, aliado a um envelhecimento ativo e com maior qualidade são fatores decisivos no bem-estar e independência da população com mais de 60 anos. Pensando nisso, a TeleHelp, serviço pioneiro de teleassistência no País, desenvolveu o “Guia Morar Sozinho”, elaborado por profissionais especialistas de diversas áreas, com dicas de como manter a casa segura e cuidados para envelhecer com qualidade e autonomia.

Mais de 10,4 milhões de pessoas moram sozinhas no Brasil, deste total 44,3%  têm 60 anos ou mais | Foto: Freepik

Entre as dicas, pensadas principalmente para evitar acidentes, estão cuidados específicos para cada cômodo da casa como, por exemplo:

Banheiro: instale barras na bacia sanitária, para apoio ao se sentar e ao se levantar;

Entrada: utilize um capacho emborrachado ou bem fixado ao chão;

Sala: prefira poltronas com apoio de cabeça e de braços, para descanso e para facilitar os movimentos ao levantar e sentar.

Dormitório: Observe a altura da cama, para que seja possível levantar-se apoiando bem os pés no chão.

Cozinha: Tenha armários ou prateleiras, para os objetos de uso frequente com uma altura entre 80 e 120 centímetros medidos a partir do chão.

Iluminação: priorize uma boa iluminação em locais de circulação como corredores, escadas, degraus e também locais mais escorregadios, como o banheiro e a cozinha.

Escadas: sinalize a beirada dos degraus com fita adesiva de cor diferente do piso.

Segundo o CEO da TeleHelp, Bruno Mouco, a tecnologia é também uma grande aliada, pois é possível pedir socorro, por meio de um botão de emergência, no serviço de teleassistência. "A ideia é auxiliar em questões do dia a dia e voltar a atenção aos cuidados específicos, que devem ser tomados com o passar da idade. Queremos estimular a independência desse público e muni-lo de informação”, finaliza Mouco.

De acordo com os últimos dados da Síntese de Indicadores Sociais, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 10,4 milhões de pessoas moram sozinhas no Brasil, deste total 44,3%  têm 60 anos ou mais.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Residência vazia é sinônimo de alerta para a segurança

*Por Amilton Saraiva

Os criminosos estão sempre atentos a uma residência com poucos cuidados na segurança, mais ainda se ela estiver vazia e o período de férias escolares é um momento propício para a ação dos bandidos. Por isso, além de investir na segurança, é essencial que os moradores, inclusive de condomínios, estejam de olhos abertos nas dicas dos especialistas sobre esta questão.

Se for passar muito tempo fora, é importante deixar avisado o zelador e o porteiro, ressalta Saraiva | Foto: divulgação 
Para pessoas que moram em condomínios (sejam de casas ou apartamentos), a dica é evitar, ao máximo, divulgar o itinerário de sua viagem para os outros. Agir com discrição pode impedir que pessoas mal-intencionadas saibam que o lar está vazio. Se for passar muito tempo fora, é importante deixar avisado o zelador e o porteiro, e também deixar uma autorização com alguém no caso de alguma pessoa ou empregado precisar entrar no seu apartamento durante a ausência. Por mais que se confie em funcionários da residência, por exemplo, faxineira ou jardineiro, eles podem inocentemente comentar com alguém de fora, que pode não ser uma pessoa bem intencionada.

A portaria conhece a rotina do condomínio, e é muito difícil os profissionais desta área não perceberem a ausência de algum morador. Por isso, é recomendável que os porteiros sejam contratados através de uma empresa terceirizada confiável, que ofereça um treinamento especializado de atendimento, discrição e segurança preventiva. A empresa, profissional e especializada, realiza contratações após verificar o histórico profissional e pessoal do porteiro e também ao investigar possíveis antecedentes criminais, sua conduta e por indicação. Quando contratados diretamente pelo condomínio, geralmente a contratação não dispõe de todos esses recursos, aumentando o risco de maus profissionais adentrarem em um ambiente onde a segurança deveria ser prezada e mantida.

Como em toda e qualquer residência, a atenção deve ser intensificada também quanto ao fechamento correto de portas, grades e janelas, e objetos valiosos precisam ser colocados em um lugar seguro e longe de serem vistos facilmente, caso ocorra alguma invasão. Para prevenir a entrada indesejada de mal-intencionados, pode-se instalar um sistema de segurança 24h, com alarmes e circuito interno de câmeras. E ainda, não é indicado deixar a luz acesa durante o tempo em que estiver fora, porque na verdade pode ser uma evidência de que não há ninguém em casa, além de poder ser um gasto desnecessário de energia. É importante, também, pedir a um vizinho ou uma pessoa de confiança para visitar sua casa sempre que for possível. Isto indica que o lar não está vazio e engana os ladrões.

Os cuidados com a segurança durante as férias não devem ser apenas quanto a ações criminosas, é crucial também se certificar de que registros de água e gás, por exemplo, foram bem fechados, para assim evitar eventuais desperdícios e acidentes. Estes procedimentos de segurança garantem tranquilidade à família que irá curtir a viagem, sem ninguém precisar se preocupar se irá encontrar surpresas desagradáveis ao voltar.

*Amilton Saraiva é especialista em condomínios da GS Terceirização.


sexta-feira, 2 de março de 2018

Dez curiosidades sobre mudança de casa

As mudanças de casa, cidade e Estado são cada vez mais frequentes. Com isso, as pessoas acabam estranhamente seguindo padrões de comportamento, que geram curiosidades, de acordo com a equipe do Guarda Móveis Copacabana. Confira abaixo dez curiosidades sobre mudanças de casa.

Sexta-feira é o dia preferido para mudar | Foto: Divulgação  
01 - 3,3 toneladas
Essa é a média de peso transportado em apenas uma mudança. Eletrodomésticos, roupas, móveis, livros e tudo o que pode haver em uma casa para ser levado para o novo endereço.

02 - Estresse
Mudar de casa é um dos eventos mais estressantes que há – perde apenas para a morte de um amigo ou familiar, ou um divórcio. Isso pode acontecer pela falta de organização, por não guardar adequadamente seus objetos ou não escolher uma empresa de mudanças responsável.

03 - De 11 a 12 vezes
Essa é a média que uma pessoa muda de casa durante toda a vida, seja para respirar novos ares, ou buscar novas oportunidades.

04 - Casa melhor
Quando a mudança é para uma casa próxima, talvez,  dentro da mesma cidade ou até para uma cidade vizinha, a razão para a mudança é, geralmente, a troca por uma casa melhor. Já quando se muda para uma cidade mais longe, ou outro estado, a razão geralmente é profissional.

05 - Sexta-feira
É o dia mais popular para fazer uma mudança, afinal, restará o final de semana inteiro para colocar tudo no lugar. Enquanto o dia menos escolhido é o domingo.

06 - Agosto
É o mês mais popular para mudanças, enquanto fevereiro é o menos procurado.

07 - De 25 a 44 anos
Essa é a faixa etária das famílias que se mudam com mais frequência. No geral, também têm 2 filhos.

08  - Estação do ano
Cerca de 35% das pessoas se mudam no verão; 28% na primavera; 21% no outono e 14% no Inverno.

09 – Mudança anual
Uma em cada seis pessoas mudam de casa todos anos, seja por estarem em uma casa alugada ou por razões como emprego. Hoje em dia, com toda a facilidade de tecnologia, a saudade da família e amigos pode ser minimizada facilmente.

10 - Motivos
As razões pelas quais as pessoas procuram um novo lugar para morar podem variar, porém não costumam fugir dos 5 motivos abaixo:

1º Motivos Profissionais
2º Casa Melhor
3º Melhor Vizinhança
4º Casa mais barata
5º Reforma



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Redação Em janeiro, a Coop - Cooperativa de Consumo realizará a primeira edição de 2020 da Blitz da Saúde, programa social voltado aos mo...