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quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Cirurgião vascular Caio Focássio recomenda algumas atitudes para prevenir as varizes

Redação

Além da questão estética, os "vasinhos" são responsáveis por pressões e dores nas pernas. A culpa, na maioria dos casos, acaba ficando para a hereditariedade,  mas existem diversas formas para driblar os problemas dos antepassados e prevenir as varizes. O cirurgião vascular Caio Focássio, membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Vascular, listou as dez principais dicas para quem deseja manter as pernas longe do problema.

Ficar com as pernas levemente elevadas auxilia no retorno venoso | Foto: Freepik

Use salto alto só quando precisar dele
O problema não é o salto, mas sim ficar longos períodos com esse calçado nos pés. "Ir e voltar do trabalho com uma sapatilha, por exemplo, e só calçá-lo enquanto trabalha já ajuda na prevenção das varizes", comenta Focássio.

Corra! 
A atividade física, principalmente a aeróbica (como corrida e caminhada), é extremamente recomendada para manter-se longe das varizes. Isso porque o exercício ajuda na circulação.

Cuidado com a pílula anticoncepcional 
Antes de começar o tratamento é importante a mulher consultar o médico. Já que pílulas a base de estrogênio podem contribuir com a distensão venosa e, consequentemente, aumentar o risco de doenças como, por exemplo, o aparecimento de varizes e trombose.

Movimente-se ao longo do dia 
Ficar na mesma posição durante muito tempo prejudica o retorno venoso nas pernas. A cada uma ou duas horas, levante e ande um pouco, para ajudar o sangue fluir melhor e não ficar "estacionado" nas veias.

Deite, às vezes, com as pernas levemente elevadas 
Não precisa ser necessariamente todo dia. Isso faz com que melhore o retorno venoso, fazendo com que a circulação da perna seja beneficiada.

Evite o excesso de peso 
O acúmulo de gordura é um fator de risco para varizes. Manter o peso ideal é essencial, não só para evitar as varizes, mas também para manter a saúde em dia.

Não fume 
O tabagismo, além de comprometer todo o organismo, aumenta a viscosidade sanguínea que é um dos responsáveis pela trombose venosa e tromboflebites, que em futuro próximo podem gerar varizes.

Cuidado com os excessos na musculação 
Aparentemente em um treino de hipertrofia com excesso de carga pode causar a hipertensão venosa. Por isso, o ideal, para prevenir as varizes, é usar pouca carga com mais repetições.

Meias de compressão 
As meias elásticas ajudam muito no retorno venoso da grande maioria da população que não tem contraindicação, procure o médico para prescrever a meia correta e previna-se das indesejáveis varizes.

Aposte na drenagem linfática 
A drenagem ativa a circulação linfática, além de ser é ótima para o tratamento do edema e melhorar a textura da pele.

terça-feira, 10 de setembro de 2019

“Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio”: é preciso observar os sinais

Redação

Nesta terça-feira (10) é celebrado o Dia Mundial de Prevenção ao Suicídio, mas as ações relacionadas à data estão em evidência ao longo de todo o mês, na campanha Setembro Amarelo. O suicídio é a segunda maior causa entre os jovens com idade entre 15 e 29 anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). A média em todo mundo é que cerca de 800 mil pessoas tirem a própria vida por ano. Para reduzir estes números, é preciso ficar atendo aos sinais e comportamentos depressivos de pessoas próximas, para oferecer ajuda.

 Em geral, indivíduos impulsivos, agressivos e deprimidos têm maior risco de cometer suicídio | Foto: Freepik


A OMS tem como meta reduzir o número de suicídios em 10% até 2020. Para isso, é preciso adotar algumas práticas, conforme comenta o psiquiatra da Faculdade São Leopoldo Mandic, Celso Garcia Júnior.  "O mais relevante é focar na prevenção. O tema não tem que ser um tabu, é preciso diálogo e derrubar as barreiras ainda existentes para termos resultados mais positivos", afirma.

De acordo com o especialista, uma possível explicação para o aumento das taxas de suicídio entre os jovens é a relação impulsividade/agressividade. Em geral, indivíduos impulsivos, agressivos e deprimidos têm maior risco de suicídio. Nos jovens, essas características estão ainda mais presentes.

Há vários fatores de risco e antecedentes relevantes para o comportamento suicida. Entre eles: sexo masculino; adultos jovens (19 a 49 anos) e idosos; estados civis viúvo, divorciado e solteiro; desesperança, desamparo, impulsividade e agressividade; antecedente pessoal de tentativa de suicídio ou familiar de suicídio; falta de adesão ao tratamento das doenças psiquiátricas; ideação ou planejamento suicida; baixa tolerância a frustrações e adversidades; história de abuso físico ou sexual; perdas ou separações dos pais na infância; rede familiar e de apoio social instáveis; eventos traumáticos recentes, como perdas afetivas; acesso a métodos letais, como arma de fogo e substâncias venenosas.

As pessoas próximas devem estar atentas para os sinais e sintomas de depressão e mudanças de comportamento, como isolamento social, declínio no desempenho escolar e abuso de álcool e outras drogas.

"A postura mais importante é acolher, tentar conversar, deixar desabafar, sem medo de ouvir o que a pessoa que está sofrendo tem para dizer. Não é recomendado dar conselhos simplistas e descompromissados como, por exemplo, 'vai ficar tudo bem', 'todo mundo passa por isso', 'você precisa ser forte'. Às vezes, esse tipo de conselho pode fazer a pessoas se sentir ridicularizada", salienta Garcia Júnior.

A ajuda de um profissional de saúde habilitado, como um psicólogo ou um psiquiatra é fundamental. Além disso, cada vez mais, as unidades básicas de saúde e os centros de atenção psicossociais estão preparadas para acolher esse tipo de situação. Há também o Centro de Valorização da Vida (CVV) que atende 24 horas por dia pelo telefone 188. A ligação é gratuita e as conversas são sigilosas.

quarta-feira, 17 de julho de 2019

Pneumologista fala como prevenir os sintomas da asma no tempo frio

Redação

A temperatura mais baixa e o tempo seco, que caracterizam o inverno, ligam o sinal de alerta para a saúde. Entre as preocupações nesta época do ano está a piora dos sintomas em pacientes que sofrem de asma. De acordo com a pneumologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Marina Dornfeld, a estação conta com diversos gatilhos que estimulam as crises da doença, exigindo assim uma atenção redobrada na prevenção.

Os sintomas da asma são: chiado e aperto no peito, além de tosse | Imagem: reprodução

O sintoma mais conhecido e comum da asma, definida como uma inflamação crônica da via aérea, é a falta de ar. Porém, quem sofre da doença não fica restrito a essa manifestação, como explica Marina: "Além da falta de ar o paciente pode apresentar sibilância, que é o famoso chiado, aperto no peito e tosse. Todos esses sintomas podem variar de intensidade e ao longo do tempo", comenta.
Para evitar esse transtorno durante a estação mais fria do ano é preciso seguir alguns cuidados e ficar atento as ações diárias. No topo da lista está seguir regularmente o tratamento e vacinar anualmente contra a gripe.

"A principal ação para evitar descompensações da asma no inverno é manter o tratamento regular, a fim de deixar a via aérea menos suscetível a reagir a estímulos comuns, como baixa temperatura e tempo seco, exposição a ambientes com mofo e infecções respiratórias. Além disso, é imprescindível realizar a vacinação contra a influenza (gripe)", ressalta a médica.

O tratamento, citado pela pneumologista, deve ser feito com medicações inalatórias incluindo corticosteroide associado ou não a broncodilatadores. Marina explica, no entanto, que o método de controle da asma sofreu recentemente uma mudança feita pela Global Initiative for Asthma (GINA), que guia a estratégia mundial sobre o problema.

"A nova recomendação aconselha que o tratamento não deve ser realizado apenas com medicação broncodilatadora de alívio (inalação ou 'bombinha' de crise), e sim incluir corticosteroide inalatório quando houver sintomas na asma leve, ou em baixas doses diariamente. É indicado para controlar os sintomas e prevenir risco futuro de eventos desfavoráveis. Mas é importante enfatizar que o controle deve ser mantido com a menor quantidade possível de medicamento", finaliza a especialista.

quinta-feira, 2 de maio de 2019

Médica orienta como prevenir alergias respiratórias

Redação

No período de outono e inverno, a baixa umidade do ar favorece o aumento de alergias respiratórias, principalmente em crianças, idosos e portadores de doenças crônicas. Assim, o Dia Nacional de Prevenção da Alergia, em 7 de maio, tem como objetivo conscientizar a população sobre os riscos de contrair doenças neste período. Neste ano, a data também coincide com a primeira terça-feira do mês do maio, na qual é celebrada o Dia Mundial de Combate a Asma. Com isso, a otorrinolaringologista Milena Costa orienta como prevenir a rinite e asma.

É essencial evitar o acúmulo de poeira em casa, para evitar crises alérgicas | Foto: reprodução 

A asma é uma doença comum das vias aéreas causada pela inflamação dos brônquios e provoca sintomas como falta de ar, dificuldade para respirar, sensação de aperto do peito, chiado e tosse.

Já a rinite alérgica é uma inflamação do nariz causada por alergias respiratórias que podem variar a causa, entre os sintomas estão espirros persistentes, obstrução nasal, coriza e coceira no nariz, que também podem ser acompanhados de coceiras nos olhos, garganta e ouvidos. Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunopatologia (ASBAI), cerca de 30% da população sofre com algum tipo de alergia, sendo a rinite uma das mais comuns.

Quando a temperatura está baixa, as pessoas se fecham mais em suas casas, criando ambientes propícios para o desenvolvimento de agentes precursores da doença, como ácaros e fungos. Milena explica que a asma e a rinite são doenças concomitantes e ainda que seus sintomas sejam diferentes, as duas possuem gatilhos em comum.

Vale lembrar que o tratamento adequado de ambas as doenças somente é determinado após diagnóstico do médico e, mesmo sendo crônicas, as duas podem ser controladas por meio de medicamentos e hábitos de prevenção, como:

• Realizar lavagem nasal com soro fisiológico ao menos uma vez por dia;
• Manter a casa bem arejada;
• Evitar o acúmulo de poeira;
• Limpar o ambiente com pano úmido;
• Evitar dormir com animais domésticos;
• Trocar a roupa de cama duas vezes por semana e fazer revestimentos para os cobertores com capas laváveis;

terça-feira, 9 de abril de 2019

Dermatologista comenta o surgimento de pintas vermelhas e manchas marrons pelo corpo

Redação

A pele, por estar exposta, é a primeira a mostrar os sinais do tempo, não apenas por meio de rugas e flacidez, mas também com o surgimento de pintas, manchas ou pequenas elevações que apresentam cores que vão do castanho claro até os tons avermelhados. O dermatologista José Jabur, da Altacasa Clínica Médica e chefe do setor de cirurgia dermatológica da Santa Casa de São Paulo, comenta essas alterações na pele.

Exposição solar consciente é essencial para cuidar da pele, afirma o dermatologista José Jabur | Foto: reprodução
Pintas vermelhas
“Depois dos 30 anos, podem aparecer essas “pintas vermelhas” no corpo, chamadas de Nevo Rubi. São pequenas, com 1 a 4 milímetros e, geralmente, bem vermelhas. Não há dor, coceira e nenhum incômodo para as pessoas, fora a questão estética”, explica o dermatologista.

Embora a coloração das pintas assuste, são lesões benignas que, segundo o especialista, permanecem em geral com tamanho estável. Na maioria dos casos, há uma correlação genética, com história familiar positiva para a presença de tais lesões. Elas também podem surgir durante a gestação, por conta das alterações hormonais.

Não é possível evitar o surgimento das pintinhas vermelhas. “Mas é possível tratar quando há algum incômodo estético, ou por causa de atrito na área onde está localizada. Caso o paciente deseje tratar, recomendamos a eletrocauterização, tratamento a laser ou até retirada cirúrgica, procedimento realizado pelo dermatologista”, esclarece Jabur.

As pintas vermelhas não costumam indicar nada grave, mas se aparecerem subitamente e em grande quantidade ou se for maior que seis milímetros, crescer ou mudar de cor, é bom consultar um dermatologista.

Manchas nas mãos
Depois dos 40 anos também podem aparecer, segundo o médico, “manchas acastanhadas ou escuras nas mãos – melanoses solares – que são consequência do fotoenvelhecimento, processo provocado pelo excesso de exposição ao sol, ao longo da vida. Outros tipos de marcas na pele, como as ceratoses, por exemplo, também podem surgir”, ressalta o especialista

Embora apareçam no corpo inteiro, as melanoses são mais comuns nas áreas expostas ao sol como, por exemplo, colo, braços, ombros, rosto e mãos.

Apesar de os casos serem mais comuns em pessoas com mais de 40 ou 50 anos, não significa que os jovens estão livres dos pontinhos vermelhos ou amarronzados.  “Podem até surgir em pacientes jovens, especialmente aqueles que “abusaram” do sol na infância e juventude; porém são mais comuns depois dos 40 anos”, ressalta o especialista.

Como a principal causa das manchas é a exposição solar, fica o alerta. É preciso atenção para possíveis modificações ou aumento das pintas e manchas, que podem evoluir para o câncer de pele. Por isso, Jabur aconselha a consulta a um dermatologista regularmente para exames detalhados dos sinais e manchas do corpo.

As lesões malignas mais comuns são os carcinomas, mais frequentes em pessoas com mais de 60 anos e pele clara. “Se pararmos para pensar, quase sempre conhecemos alguém mais idoso que já teve um carcinoma basocelular ou espinocelular e precisou operar”, explica o dermatologista, que complementa: “O carcinoma basocelular é o câncer mais frequente no mundo”.

Como prevenir as manchas
A melhor forma de prevenir as melanoses é “praticar uma exposição solar consciente. Reconhecer que a exposição solar excessiva pode sim trazer resultados indesejados no médio e longo”, afirma o especialista. Outros cuidados necessários são o uso de dermocosméticos hidratantes, a fim de preservar a integridade da barreira cutânea, além de antioxidantes e antiglicantes, que evitam o processo de envelhecimento precoce da pele.


terça-feira, 26 de março de 2019

Especialista alerta mulheres sobre a importância dos exames preventivos

Da Redação 

Durante o mês de março, a Santa Casa de Mauá realiza várias ações, entre elas, a entrega do passaporte da prevenção para suas colaboradoras, no qual constam os principais exames que as mulheres devem fazer. Segundo o oncologista Fernando Justo, os exames preventivos colaboram para a detecção inicial de várias doenças ginecológicas, como endometriose, infecções, câncer de mama, útero e cistos ovarianos.

Exames preventivos colaboram para a detecção inicial de várias doenças ginecológicas | Foto: Freepik
A primeira consulta ao ginecologista deve ser realizada quando ocorrer a primeira menstruação, a fim de que a jovem esclareça suas dúvidas e receba orientações. Já o check-up ginecológico precisa ser realizado anualmente, assim que iniciar a vida sexual ou por volta dos 25 anos, caso, ainda não tenha ocorrido. "É importante lembrar que os exames não excluem uma consulta bem-feita e exame físico detalhado", ressalta o oncologista.

Para as pacientes com menos de 35 anos é recomendada, nas consultas de rotina, a realização de ultrassonografia de mama e pélvica para avaliar útero e ovários, exame preventivo de Papanicolau e screening laboratorial sanguíneo - hemograma e hormônios tireoidianos. Caso exista alguma queixa, também são importantes os marcadores tumorais e de doenças infectocontagiosas.

As mulheres de 35 anos ou mais que apresentam fatores de risco para câncer de mama, associa-se também a mamografia, uma vez por ano, para avaliação complementar. Dos 50 aos 69 anos, a mamografia deve ser realizada a cada um ou dois anos, dependendo de cada caso. A partir dos 60 anos a pesquisa de sangue oculto nas fezes faz parte dos exames preventivos pelo aumento da incidência de câncer do colo retal.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

Viagens longas podem provocar trombose e até embolia pulmonar

Da Redação

Estamos no período das férias e quem pretende viajar para um local distante, precisa tomar alguns cuidados (veja abaixo) para evitar riscos à saúde.  O cirurgião vascular e radiologista intervencionista, Airton Mota Moreira, da Clínica Carnevale Radiologia Intervencionista Ensino e Pesquisa (CRIEP) explica que quando se fica muito tempo em repouso, a circulação pode se tornar mais lenta e levar o sangue a formar coágulos principalmente nas veias das pernas, conhecida como trombose venosa profunda (TVP) ou como “síndrome do viajante”.

Se possível, caminhe um pouco a cada duas horas de viagem, orienta o cirurgião vascular Moreira 
Na maioria das vezes, o trombo se forma na panturrilha, mas pode também instalar-se nas coxas e até nos membros superiores. O sintoma mais comum é inchaço de panturrilha, acompanhado ou não de dor e calor local.

“Trombos iniciados nas veias das pernas podem se fragmentar e produzir êmbolos, que podem migrar, por meio do fluxo de sangue, para o pulmão e provocar o bloqueio da circulação com infarto (obstrução) dos tecidos. Isto é conhecido como embolia pulmonar e que exige diagnóstico e tratamento rápido”, ressalta o cirurgião.

Desta forma, após o diagnóstico de uma TVP é fundamental instituir o tratamento adequado para evitar a complicação mais grave e fatal que é a embolia pulmonar.

“Em alguns casos de trombose, procedimentos intervencionistas, como o implante do filtro de veia cava, podem ser necessários. Ele consiste em um dispositivo metálico semelhante a um ‘guarda-chuva’ que é introduzido na circulação por meio da punção da veia femoral (virilha) ou jugular (pescoço), sob anestesia local ou sedação. O objetivo deste material é evitar ou diminuir os riscos de embolia pulmonar, capturando trombos que eventualmente migrem para o pulmão a partir das pernas”, explica Moreira.

O cirurgião completa que quando a embolia pulmonar já está estabelecida, técnicas intervencionistas podem ainda ser utilizadas para salvar a vida, promovendo a limpeza dos vasos do pulmão (trombólise pulmonar), reestabelecendo a circulação local. Neste tratamento, são injetadas drogas para dissolver coágulos por meio de cateteres.

Com relação às viagens de avião prolongadas, o médico destaca as seguintes medidas que podem ajudar a prevenir a trombose das veias das pernas:

• Levantar-se e caminhar no corredor do avião a cada duas horas;
• Exercitar a perna, principalmente panturrilha (batata da perna);
• Dar preferência a cadeiras no corredor, onde é mais fácil se movimentar;
• Evitar tomar medicamentos para dormir, uma vez que podem impedir que você se levante e ande durante a viagem;
• Passageiros que já possuem alguma predisposição à doença, o ideal é realizar o uso de meias elásticas ou utilizar medicamentos anticoagulantes, mas sempre sob orientação médica.



quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Campanha “Dezembro Vermelho” tem ações especiais em São Caetano do Sul

Da Redação

O “Dezembro Vermelho”, mês de prevenção ao HIV/Aids e outras Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), terá ações de conscientização promovidas pela Secretaria de Saúde de São Caetano do Sul. De segunda a sexta-feira da próxima semana (3 a 7), das 9h às 16h, serão realizados testes rápidos de HIV e sífilis em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e no Centro de Testagem e Aconselhamento do Centro de Prevenção e Assistência às Doenças Infecciosas (Cepadi – Avenida Dr Rodrigues Alves, 93, Bairro Fundação), na Campanha Nacional "Fique Sabendo".

O resultado do teste rápido fica pronto em alguns minutos | Foto: Divulgação/PMSCS
De acordo com o coordenador da área técnica do Programa Municipal de Infecções Sexualmente Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais, Alexandre Yamaçake, a ação tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância da prevenção dessas doenças.

 "A testagem é o caminho para o cuidado contínuo, diagnóstico, tratamento, retenção e supressão viral. O exame é rápido, seguro e o resultado é entregue em alguns minutos", comenta Yamaçake.

Segundo o especialista, atualmente, 772 pessoas estão em tratamento de HIV na rede municipal de São Caetano do Sul.  "Outro dado preocupante é o aumento dos registros de sífilis, uma vez que a rede atendeu mais de 1.800 casos em 2018", revela Alexandre.

Na última segunda-feira (26/11), a Secretaria de Saúde realizou uma atualização com os profissionais das equipes de enfermagem da Rede de Atenção Básica, Hospital Maternidade Dr Euryclides de Jesus Zerbini e Hospital de Emergências Albert Sabin para as novas marcas e modelos de testagem. Assim, todas as UBSs contarão com técnicos para atender a demanda.



quarta-feira, 24 de outubro de 2018

Sete motivos para vacinar as crianças

Da Redação

Manter os filhos protegidos e saudáveis é uma das preocupações dos pais. A imunização é uma das melhores formas de proteção contra doenças sérias como meningite, poliomielite, catapora e pneumonia, que podem até levar a óbito, especialmente crianças pequenas. As vacinas reduzem o risco de infecção, estimulando as defesas naturais do corpo e auxilia a criança desenvolver a imunidade à doença.

Não existe relação entre a vacinação e o desenvolvimento do autismo | Foto: Reprodução
O Ministério da Saúde orienta a vacinação, de acordo com o calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI) e todas as vacinas indicadas no PNI estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

Algumas vacinas estão disponíveis somente na rede privada. A Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm) e a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) também possuem calendários de vacinação com recomendações para a imunização das crianças.

Confira abaixo alguns motivos importantes para os pais pensarem na prevenção dos seus filhos.

1 – As vacinas podem proteger as crianças de doenças sérias
De acordo com o Ministério da Saúde, a vacinação ainda é a melhor forma de prevenção das doenças. As vacinas evitam o agravamento de doenças, internações e até mesmo óbitos.  Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a vacinação em massa evita entre 2 a 3 milhões de mortes por ano e é responsável pela erradicação de doenças.

2 - Segurança e efetividade das vacinas
As vacinas são efetivas e protegem contra muitas doenças sérias. Antes de serem disponibilizadas ao público passam por rigorosos testes de segurança e eficácia, além de serem avaliadas por órgãos regulatórios como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). Às vezes, após a vacinação algumas pessoas podem apresentar sintomas leves, como vermelhidão no local da injeção e febre, mas esses sintomas são brandos e de curta duração. As vacinas ajudam a desenvolver a imunidade sem causar a doença. Elas estimulam o corpo a desenvolver a proteção para que o organismo reconheça e combata a doença.

3 – A importância da vacinação para a proteção coletiva
Alguns bebês e crianças não podem receber determinadas vacinas devido a alergias graves, sistemas imunológicos debilitados ou outras razões. Para ajudar a mantê-los protegidos, é importante que você e seus filhos sejam imunizados. Isso não apenas protege sua família, mas também ajuda a prevenir e evitar a disseminação de doenças para essas pessoas.

4 – As vacinas não causam autismo
Muitos estudos sérios verificaram que não existe relação entre a vacinação e o desenvolvimento do autismo. Em 1998, foi publicado um artigo em que o autor afirmava ter encontrado relação entre uma vacina e o autismo. Mais tarde, descobriu-se que ele havia manipulado os dados. O autor foi criminalmente responsabilizado, teve o registro médico cassado e o artigo foi retirado dos arquivos da revista Lancet, onde havia sido publicado.

5 - Receber muitas vacinas não sobrecarrega o sistema imune da criança
Pelo contrário, ajuda a oferecer desde cedo a proteção contra as doenças. Mesmo quando o bebê recebe diversas vacinas no mesmo dia, essas vacinas contêm apenas uma pequena fração dos antígenos com os quais ele naturalmente se depara todos os dias em seu ambiente. Lembrando que o sistema imunológico de um bebê saudável luta com sucesso contra milhares de microrganismos todos os dias.

6 – Entre as doenças graves preveníveis por vacinas, está a meningite meningocócica
A meningite meningocócica é uma infecção bacteriana das membranas, que envolvem o cérebro e a medula espinhal, podendo causar sequelas e até mesmo levar à morte. Ela é causada pela bactéria Neisseria meningitidis que possui 12 sorogrupos identificados, sendo que cinco deles são os mais comuns (A, B, C, W e Y).

A vacinação é considerada a forma mais efetiva na prevenção da doença. Outras formas de prevenção são evitar aglomerações e manter os ambientes ventilados e limpos.

Em 2017, os sorogrupos B e C foram responsáveis pela maioria dos casos em crianças abaixo de 5 anos, sendo 53% dos casos pelo B e 25% dos casos pelo C. Atualmente, existem vacinas para a prevenção dos 5 sorogrupos mais comuns no Brasil, a vacina contra a meningite meningocócica causada pelo sorogrupo B e a vacina contra os sorogrupos A, C e W e Y. A vacina para a prevenção do meningococo B está indicada a partir dos 2 meses de idade até os 50 anos, somente disponível na rede privada.

A vacina para prevenção da doença meningocócica causada pelos sorogrupos A, C, W e Y é indicada para crianças, a partir dos 2 meses de idade, adolescentes e adultos, também disponível apenas na rede privada. Nos postos de saúde, a vacina contra a doença causada pelo meningococo C é gratuita para crianças menores de 5 anos de idade e adolescentes de 11 a 14 anos.

Importante ressaltar que a meningite meningocócica não é uma doença só de criança, cerca de 10% dos adolescentes e adultos são portadores da bactéria, mas não desenvolvem a doença. Apesar disso, podem transmitir a outras pessoas através da saliva e partículas respiratórias. Por isso, a vacinação é um recurso importante para a prevenção das meningites, em crianças, adolescentes e adultos.

7 - As vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde estão disponíveis gratuitamente nos postos de saúde
O Ministério da Saúde disponibiliza gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS), por meio do Programa Nacional de Imunizações todas as vacinas recomendadas pela OMS como BCG (para prevenção da tuberculose em crianças); hepatite B; Penta (vacina contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e infecção por Haemophilus influenzae); VIP/VOP (vacina inativada e vacina oral contra poliomielite – paralisia infantil); pneumocócica (contra a infecção por pneumococo que causa meningite, pneumonia e infecção de ouvido - otite); Rotavírus; meningite C (conjugada); Febre Amarela; Hepatite A; tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola); tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela - catapora); entre outras.



segunda-feira, 22 de outubro de 2018

Estudo aponta que 12% das mortes por câncer de mama são por falta de atividade física

Da Redação

A atividade física ajuda na prevenção de diversas doenças como, por exemplo, diabetes, hipertensão e obesidade. O estudo, intitulado Mortality and years of life lost due to breast cancer attributable to physical inactivity in the Brazilian female population (1990–2015), divulgado na revista Nature, nesta última sexta-feira (19), revelou que em média 12% das mulheres vítimas de câncer de mama, ou seja uma em cada dez, falece por causa do sedentarismo.

A prática de atividade física elimina as substâncias que colaboram para o desenvolvimento do câncer | Foto: divulgação 
Com colaboração do Ministério da Saúde, o estudo afirma que, em 2015, mais de 2 mil mortes poderiam ser evitadas, se as pacientes fizessem ao menos uma caminhada, de 30 minutos por dia, cinco vezes por semana, como recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).

A OMS aconselha 150 minutos por semana de atividade física moderada ou 75 minutos de exercícios intensos. O médico oncologista Márcio Almeida, da Aliança Instituto de Oncologia, explica que a atividade física é uma importante aliada não apenas para prevenir a incidência de diversos cânceres, mas também para melhorar a qualidade de vida durante e depois do tratamento dos tumores.

"O exercício físico é uma das poucas coisas que podemos afirmar com segurança que diminui a reincidência de câncer. Além disso, durante o tratamento, se o paciente for liberado pelo médico, os exercícios podem melhorar a disposição, apetite, bem estar e aumentar a força muscular, que é comprometida durante a quimioterapia", destaca.

Para o preparador físico da Academia Bodytech de Brasília, Talles Sucesso, não existe um tipo de exercício específico para pacientes em tratamento ou pós tratamento de câncer. "O ideal é se preocupar com a regularidade das atividades que devem ser aplicadas de forma gradual. Manter os exercícios é fundamental", afirma o personal.

A prática de exercícios reduz a gordura corporal total, o nível de colesterol ruim e, consequentemente, elimina as substâncias que colaboram para o desenvolvimento do câncer.



terça-feira, 16 de outubro de 2018

Dia Mundial da Osteoporose: prevenção deve começar cedo

Da Redação

A densitometria óssea é o principal exame para detectar precocemente a osteoporose. O endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia do Estado de São Paulo (SBEM-SP), Bruno Ferraz de Souza, ressalta que toda mulher com mais de 65 anos e homens acima de 70 anos devem fazer esse exame. No geral, a osteoporose não apresenta sintomas, por isso a necessidade de prevenção. Para alerta sobre a doença 20 de outubro foi instituído como o Dia Mundial da Osteoporose.

Prática constante de atividades físicas é um dos meios de prevenir a doença | Foto: Freepik
Para o diagnóstico da doença, além do exame do densitometria óssea, também podem ser solicitados raio X da coluna, exames de sangue e urina.

A indução da perda óssea ocorre por doenças endócrinas, entre elas estão: hipercortisolismo (síndrome de Cushing), tireotoxicose, estados de hipogonadismo (incluindo secundários a tratamento de câncer), hiperparatireoidismo e diabetes mellitus tipo 1 e 2, além do consumo de álcool e tabagismo. “Adultos com mais de 50 anos que tenham doenças que possam trazer fatores de risco também devem ser avaliados”, comenta Souza.

Já a médica da SBEM-SP, Marise Lazaretti Castro, alerta que: “A Osteoporose é uma doença que se agrava com o envelhecimento, portanto, só tende a piorar nas próximas décadas, ocasionando dor e sofrimento do paciente e de seus cuidadores, com impactos elevados nos custos financeiros e sociais”.

Um terço (33%) das mulheres e um sexto (15%) dos homens com mais de 65 anos terão osteoporose. As fraturas osteoporóticas antecipam a morte, além de causarem dor e levarem à dependência física. “Mas tudo isto pode ser evitado, pois existem tratamentos bastante eficientes”, complementa Marise.


Os princípios básicos para prevenção dessa doença estão no tripé: (1) a prática constante de atividades físicas, (2) o consumo adequado de nutrientes como cálcio e proteínas ao longo da vida e (3) a manutenção de níveis adequados de Vitamina D, obtida pela exposição solar, mas, também através de suplementos, já que com a idade a síntese da pele diminui bastante.


terça-feira, 29 de maio de 2018

Dia Mundial da Saúde Digestiva: como prevenir as principais doenças

Da redação

Neste Dia Mundial da Saúde Digestiva (29), o médico gastroenterologista do CIES Global, Gilson Kamyiama, fala sobre as doenças mais comuns do aparelho digestório e também orienta como preveni-las e tratá-las. A data foi instituída pela Organização Mundial de Gastroenterologia para mobilizar os países do mundo à prática da prevenção de doenças dessa área.

A partir de 50 anos de idade, deve-se procurar o médico gastroenterologista, para prevenir o câncer colorretal | Foto: divulgação
Os problemas mais comuns são gastrites, úlceras, câncer de esôfago, câncer de estômago e câncer colorretal. Esse último é o tumor mais prevalente do aparelho digestivo e está entre os mais frequentes em homens e mulheres de todo o mundo.

O médico ressalta que os hábitos podem ajudar a prevenir muitos dos problemas. "Várias doenças do aparelho digestivo podem ser evitadas se a pessoa tem uma vida saudável, com uma alimentação balanceada, se pratica exercícios físicos regularmente e se faz acompanhamento médico com frequência", afirma.

Em relação à alimentação, o médito também informa que é importante manter horários padrões para as principais refeições do dia e indica fazer pelo menos quatro: café da manhã, almoço, lanche e jantar.

Saúde digestiva e câncer
Além dos hábitos saudáveis, o acompanhamento médico é muito importante para prevenir doenças do aparelho digestivo, principalmente o câncer.  "Há uma bactéria chamada Helicobacter pylori que possui relação com o tumor e se aloja no estômago" informa Kamyiama.

Para prevenir o câncer colorretal é recomendado que pessoas, a partir de 50 anos de idade, se consultem com um médico gastroenterologista. "Podemos fazer um rastreamento de sangue nas fezes e, havendo alguma suspeita, realizamos a colonoscopia. Quem tiver algum parente de primeiro grau que já teve a doença deve procurar um médico o quanto antes para iniciar a prevenção", orienta o médico.

Úlceras e gastrites
Úlceras e gastrites podem ser consideradas patologias "benignas", mas que podem causar muito desconforto para o paciente. Elas também são causadas pela bactéria Helicobacter pylori. Nesse caso, o tratamento é composto por uma readequação alimentação com medicação indicada pelo médico.
Os principais sintomas dessas doenças são dor de estomago e queimação por mais de 6 meses.

Endoscopia
A endoscopia digestiva alta é um exame que oferece muitos benefícios ao paciente. O procedimento tem a vantagem de visualização direta no trato digestório alto (esôfago, estômago e início do duodeno). Quando há alteração pode-se colher amostra para ter o estudo anatomopatológico para ver se é lesão benigna ou maligna.

Durante a realização do exame, é possível até tratar uma ulcera que está sangrando ou varizes de esôfago após rompimento, que também causa hemorragias. Pequenas cirurgias como retirada de pólipos ou tratamento de lesões precoces também podem ser feitas no procedimento, além da realização da dilatação do esôfago e do estomago, quando necessário.




sábado, 11 de novembro de 2017

Diabetes: uma das principais causas de cegueira no mundo

Da redação

Em 14 de novembro, o Dia Mundial do Diabetes levanta diversas discussões sobre a doença que já atinge mais de 415 milhões de pessoas no mundo e causa mais de 5 milhões de mortes anuais. Considerada uma das epidemias do século 21, a estimativa é que em 2040 mais de 642 milhões de pessoas tenham a doença. Além disso,  o diabetes é capaz de afetar o olho por inteiro, desde a córnea passando pelo cristalino e formando as cataratas, que podem ser consideradas mais comuns em pessoas com diabetes.

O descontrole glicêmico é o principal fator de risco para surgimento da retinopatia | Foto: divulgação
Ainda com relação à saúde ocular, o diabetes induz também uma maior incidência de glaucoma e a mais temida de todas as complicações que, de acordo com especialistas, é sem dúvida a retinopatia diabética.

Atualmente as duas maiores causas de cegueira irreversível são glaucoma e a retinopatia diabética, conforme comenta o oftalmologista e presidente do CBV Hospital de Olhos, Márcio Ávila:  "Trabalhando há mais de 30 anos com diabéticos, a retinopatia é uma grande preocupação, por que apesar da gravidade, ela pode ser prevenida com acompanhamento médico, principalmente se tratada precocemente”. 

O descontrole glicêmico é principal fator de risco para surgimento da retinopatia. "Nós costumamos dizer que, caso aja negligência, o paciente diabético tem cerca de 30 vezes mais chances de se tornar cego e que 80% deles podem apresentar a retinopatia após cinco anos da doença. Se o diabetes está descontrolado, a chance de retinopatia se torna muito alta", ressalta Ávila. 

O controle glicêmico é fundamental. A velocidade do desenvolvimento da retinopatia pode ser lenta ou rápida, a depender deste controle realizado pelo paciente. Aqueles que mantêm o controle regular glicêmico e têm cuidados diários com a alimentação, além do uso adequado das medicações, apresentam chance muito menor de apresentar a retinopatia diabética – que é responsável por 5 a 8% de cegos no mundo.

Pacientes diagnosticados com o diabetes que possuem controle sobre a doença o indicado é ao menos uma visita anual ao oftalmologista. Quanto aos pacientes com baixo controle ou que já tenham a retinopatia, a consulta deve ser realizada de seis em seis meses, e a depender do caso, até mensalmente.

Retinopatia diabética: tratamento
Uma vez instalada esta doença ocular é considerada irreversível. Por isso o melhor tratamento ainda é a prevenção. Somente por meio de visita periódica ao oftalmologista é possível realizar o diagnóstico precoce da retinopatia, aumentando consideravelmente o tratamento e os resultados.

O tratamento inicial consiste na aplicação de raios lasers ou por meio da injeção intraocular de medicamentos antigênicos – desenvolvidos pela medicina moderna e que atuam diretamente nos vasos da retina que estão lesados, diminuindo sangramentos, a formação de gordura e impede a perpetuação da retinopatia diabética.



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