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segunda-feira, 30 de julho de 2018

Famosas defendem amamentação em público

Da redação  

Na última quarta-feira (25), foi aprovada nos Estados Unidos uma lei que permite a amamentação pública em todos os 50 estados do país.  No Brasil, as mães podem amamentar seus filhos em locais públicos, apesar de muitas mulheres relatarem constrangimentos pelo ato.

Muitas famosas como, por exemplo, Ivete e Gisele defendem a amamentação em locais público | Fotos: Reprodução Instagram
Em defesa da amamentação pública, algumas mães famosas como a cantora Ivete Sangalo e a modelo Gisele Bündchen, por exemplo, já publicaram fotos mostrando esse momento tão especial da maternidade. Em 15 de julho, a modelo Mara Martin desfilou amamentando sua filha de cinco meses, durante o "Miami Swim Week", nos Estados Unidos. 

Modelo Mara Martin amamentou a filha durante desfile | Foto: Getty Images 
Vale lembrar que agosto é considerado o mês de conscientização sobre o aleitamento materno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde instituíram a semana de 1 a 7 de agosto como a Semana Mundial da Amamentação. O objetivo é incentivar o aleitamento materno e a criação de bancos de leite, para melhorar a qualidade de vida das crianças.



sexta-feira, 27 de julho de 2018

Agosto dourado estimula o aleitamento materno

Da redação

Agosto é considerado o mês de conscientização sobre o aleitamento materno. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e o Ministério da Saúde instituíram a semana de 1 a 7 de agosto como a Semana Mundial da Amamentação. O objetivo é incentivar o aleitamento materno e a criação de bancos de leite, para melhorar a qualidade de vida das crianças.

Meta global da OMS é que até 2025 50% dos bebês recebam o aleitamento materno até o sexto mês| Foto: divulgação  
Em todo o mundo, apenas 38% das crianças são amamentadas.  No Brasil, 41%. Segundo a OMS, a meta global a ser atingida até 2025 é de que pelo menos 50% dos bebês recebam o aleitamento materno até o sexto mês de vida. Um dos avanços, desde o ano passado, para alcançar esta meta foi a lei sancionada pelo Congresso Nacional, que institui o mês de agosto como o "Mês do Aleitamento Materno", que passa a ser chamado de "Agosto Dourado".

Segundo, oncologista do Hemomed Instituto de Oncologia e Hematologia, Hélio Pinczowsky,  maior centro privado do País na assistência oncológica, com 10 mil atendimentos por mês, estudo publicado sobre mulheres da comunidade europeia, sugere que parte do aumento da incidência de câncer de mama se deve a queda na amamentação.

"As evidências de associação da amamentação com proteção, em todas as idades, para o câncer de mama são bastante consistentes. Os pesquisadores também têm sugerido uma relação de redução da incidência de câncer de ovário e endométrio com a prática da amamentação devido a redução da exposição de níveis elevados hormonais que estão ausentes durante a amamentação", explica o oncologista.

O médico acrescenta que a amamentação reduz os tumores nos bebês por reduzir o risco de obesidade e, consequentemente, tumores relacionados a esta situação como câncer de endométrio, mama na pré e pós-menopausa, esôfago, cólon e pâncreas.  Além disso, o leite materno fortalece a imunidade, diminui os riscos de alergias e combate a anemia, sendo fator importante na diminuição da mortalidade infantil.

Outro item bem influente é o tempo que as mães amamentam os filhos. A cada cinco meses de amamentação, o risco de a mãe desenvolver câncer de mama diminui em 2%. Estudos demonstraram que quanto maior o tempo de duração da amamentação maior o fator de proteção que essa prática representa para a saúde da mulher, sendo que o tempo mínimo de amamentação acumulada seria de 12 meses.

Câncer de mama 
Segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de mama é o tipo mais comum entre mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por 25% dos casos novos a cada ano.


quarta-feira, 7 de junho de 2017

Pediatras lançam consultório amigo da amamentação

Da redação

Médicos, inspirados numa recente publicação da Academia Americana de Pediatria, adaptaram a proposta americana para criar nos consultórios um ambiente de apoio à amamentação e, assim, lançaram a iniciativa Consultório Amigo da Amamentação, para que não apenas os pediatras, mas também obstetras, nutricionistas, psicólogas, entre outros especialistas que acompanham, com regularidade ou eventualmente, lactantes possam, em consonância com o tema da 25ª Semana Mundial de Aleitamento Materno (2017): “Proteger a amamentação: construindo alianças sem conflitos de interesse!”.

Profissionais de saúde precisam estar preparados para orientar as lactantes | Foto: Reprodução
Para o pediatra Marcus Renato de Carvalho, docente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina – UFRJ e responsável pelo portal aleitamento.com, todos os profissionais de saúde precisam estar preparados para orientar as lactantes em eventuais dúvidas.   

“Visto que mães e bebês são vistos com regularidade por profissionais de saúde em consultas periódicas, desde a gestação até os primeiros anos de vida, criam-se oportunidades ímpares de acolhimento e informação. Assim sendo, todos os profissionais de saúde precisam estar preparados para orientar, prevenir, diagnosticar e solucionar problemas relacionados ao aleitamento, acolhendo e ouvindo as mães em suas dificuldades e apoiando-as em suas decisões”, afirma Carvalho. 


Como fazer um Consultório Amigo da Amamentação?
  
1. Tenha uma política (norma) de promoção, proteção e apoio ao aleitamento que seja do conhecimento de todos que trabalham no consultório;

2. Conte com profissionais capacitados e atualizados periodicamente em manejo clínico da lactação e nas habilidades de aconselhamento;

3. Oriente sobre aleitamento, avaliação das mamas durante o pré-natal com recomendação de consulta da gestante e seus familiares com um pediatra no começo do último trimestre da gestação; 

4. Explique sobre as vantagens do parto normal com clampeamento tardio de cordão, contato pele-a-pele e amamentação na sala de parto e em livre-demanda e a importância do alojamento conjunto; 

5. Observe uma mamada durante as primeiras consultas e sempre que for necessário (Puericultura), ratificar as recomendações sobre aleitamento materno exclusivo até o 6º mês, e complementar até 2 anos ou mais, com introdução alimentar oportuna e desmame natural;

6. Informe às mães sobre a coleta e doação de leite materno, desde as primeiras consultas e como manter a amamentação na volta ao trabalho;

7. Indique, quando necessário, profissionais experientes (enfermagem, nutrição, fonoaudiologia, odontopediatria, psicologia...) na adesão e manutenção do aleitamento, bem como grupos de apoio éticos;

8. Estimule a amamentação na sala de espera e na sala de consulta, mas fornecer espaço privado, caso seja solicitado;

9. Não receber fórmulas infantis, mamadeiras e intermediários de silicone de representantes de indústrias e não promover a distribuição de fórmulas, brindes ou materiais informativos dessas empresas;

10. Conhecer e divulgar ações relacionadas ao estímulo do aleitamento materno, como a SMAM, direitos da lactante, leis que protejam a amamentação em público e oferecer fontes de consulta oficiais, reconhecidas e éticas para que os pais possam acessar.


Coop promove ações gratuitas de saúde no ABC e interior

Redação Em janeiro, a Coop - Cooperativa de Consumo realizará a primeira edição de 2020 da Blitz da Saúde, programa social voltado aos mo...