sexta-feira, 22 de dezembro de 2017

ANS alerta sobre os riscos do parto agendado

Da redação

Como há um crescimento no número de partos cirúrgicos marcados no fim do ano, devido às férias e festas, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) inicia uma nova campanha do Projeto Parto Adequado para sensibilizar gestantes e profissionais de Saúde a evitarem o agendamento de cesarianas. O projeto, desenvolvido em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein e o Institute for Healthcare Improvement (IHI), busca incentivar o parto normal e conscientizar as futuras mamães e toda a rede de atenção obstétrica sobre a realização de cesáreas sem indicação clínica. 

Projeto Parto Adequado segue até 2019 | Foto: reprodução
Entre os benefícios do parto normal destacam-se: menor risco de complicações para a mãe e o bebê decorrentes da cirurgia; indução ao aleitamento materno, devido à liberação de hormônios que facilitam o início da amamentação; contato imediato entre mãe e bebê, estimulando a interação materna; preparação do bebê para o ambiente externo, com maior amadurecimento do pulmão e contato com as bactérias benéficas da mãe, reduzindo a incidência de doenças infantis; recuperação mais rápida do útero e do corpo da mulher.

O diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Rodrigo Aguiar, lembra que o projeto tornou possível a realização de mudanças de infraestrutura e de operação nos hospitais participantes da campanha, além de incentivar mudanças efetivas de comportamento. "Entre dezembro e fevereiro, constata-se o aumento do número de agendamentos desnecessários de cesáreas devido aos feriados de Natal, Ano Novo e Carnaval, por isso, é importante que a ANS reforce a campanha de conscientização ao estímulo ao Parto Adequado", afirma. 

O Projeto Parto Adequado foi iniciado em 2015 e vem identificando modelos inovadores e viáveis de atenção ao parto e nascimento, reduzindo o número de cesarianas desnecessárias. O projeto está em sua Fase 2, que será concluída em maio de 2019. Nesta etapa, participam hospitais e operadoras de todo o país. Foram selecionadas 136 maternidades e 68 operadoras de planos de saúde que manifestaram interesse em atuar como apoiadoras do projeto. Números que mostram o crescimento da iniciativa, já que a Fase 1, também denominada "piloto", contou com a adesão de 35 hospitais. Ao longo de 18 meses, foram alcançados resultados transformacionais, pois os hospitais piloto protagonizaram a criação de um novo modelo de assistência materno-infantil para o Brasil e evitaram a realização de 10 mil cesarianas desnecessárias.



Evite a intoxicação alimentar nas festas de fim de ano

Da redação

Com a chegada do fim do ano, as festas de confraternização são frequentes e, muitas vezes, há casos de intoxicação alimentar. Com isso, o médico veterinário, sanitarista e diretor da ProAli Segurança de Alimentos, Paulo Sallum, dá dicas para que as festas de fim de ano não sejam marcadas por este problema, que pode, inclusive, ser motivo para o fechamento de um estabelecimento. 

Para reaproveitar alimentos da ceia, é necessário fazer novo tratamento térmico | Foto: Istockphoto 
Na hora de preparar cardápio de Natal, seja no restaurante ou em casa, é preciso pensar nos pratos que os convidados gostam. Tenha cuidado com os temperos. Nem todo mundo tem a mesma sensibilidade com o paladar para determinados temperos. Cuidado com as suscetibilidades individuais. Se for  receber amigos, é interessante perguntar se alguém tem algum tipo de alergia a glúten ou lactose. "Fique de olho na composição e nos rótulos dos produtos", diz Sallum.

Ao preparar alimentos de origem animal, mantenha-os em conservação adequada: em temperatura quente. Mesmo quando o assado estiver pronto, deixe-o no forno com temperatura mínima de 60 graus, até servir. Desta forma, a qualidade dos alimentos será mantida.

O grande cuidado é com o fim da ceia – com as sobras de peixe, bacalhau, frango, por exemplo. Muitas vezes esses pratos permanecem à mesa até o dia seguinte, para a nova refeição. A grande incidência de intoxicações alimentares acontece exatamente por conta da ingestão das sobras nas ceias, que ficam fora da geladeira. As pessoas bebem demais e vão dormir, se esquecem dos cuidados com os alimentos.

Caso os alimentos (sobras) sejam deixados à mesa, para reaproveitá-los, é necessário fazer novo tratamento térmico. Ou seja, é preciso que eles sejam reaquecidos,  com tratamento térmico acima de 65 graus. O uso de microondas não é indicado nestes casos. O que sobrou do peru, frango ou tender, pode ser desfiado, por exemplo, e, com isso, dar lugar a outra receita. Quando for reaquecido, a contaminação será eliminada. É preciso usar a criatividade na cozinha e se livrar da contaminação.

Para preparar qualquer produto que venha congelado – uma ave por exemplo, a primeira coisa a fazer é descongelar de maneira programada, ou seja, é preciso tirar do congelador e colocar numa vasilha, na parte de baixo da geladeira, por um período entre 12 e 18 horas, ainda na embalagem. Quando o item é descongelado fora da geladeira, sem programação, os líquidos e temperos que estão no produto vão sair também. Não se pode fazer o descongelamento em temperatura ambiente, a não ser que o alimento fique no máximo duas horas nesta condição, antes de ser preparado, manipulado.

Outra prioridade é higienizar e lavar bem os legumes – principalmente os verdes, como salsinha, cebolinha, coentro, alecrim e temperos. Antes de serem utilizados, devem ser higienizados com produto à base de hipoclorito de sódio (mata as bactérias). Os itens devem ser colocados em água com uma medida de hipoclorito de sódio indicada pelo fabricante do produto. Depois disso, antes de usar os produtos, é preciso que sejam lavados.

Os legumes crus também demandam cuidados. O ideal é deixá-los meia hora em solução de bicarbonato de sódio, que ajuda a limpar os excedentes de agrotóxico dos alimentos – ou diminuir a quantidade dos resíduos.

Não dê sobras de comida de Natal para os bichos de estimação. Os animais não estão acostumados com o tempero e tipo de carnes que são servidos na festa, como pedacinhos de tender, peixe, bacalhau. Eles podem apresentar diarreia, vômito e passar mal.

É preciso que o consumidor fique atento à qualidade dos alimentos durante as comemorações em bares e restaurantes. Alguns têm churrasquinho na porta, assim como o petisco e comidinhas oleosos demais. E ainda há os que fazem o reaproveitamento de sobras de outras mesas. Fuja desses lugares.
Nos restaurantes: é preciso ficar atento à limpeza dos banheiros, assim como à apresentação dos funcionários.  Mas o mais importante é a grande responsabilidade de manter a qualidade dos produtos com higiene e respeito ao consumidor.



Dor de cabeça esconde problemas graves no organismo

Da redação

Quem nunca se queixou de uma dor de cabeça? De acordo com o neurologista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Tiago Sowmy, cerca de 90% das pessoas ainda terão, pelo menos uma vez na vida, esse problema. Apesar de ser algo comum, alguns sintomas escondem doenças mais graves no organismo.

Pessoas acima de 50 anos que começam a ter dores de cabeça, devem procurar um médico | Foto: Freepik
Para se ter uma ideia, são mais de 200 tipos de dor de cabeça que, na maioria das vezes, estão atrelados a fatores corriqueiros, como estresse e noites mal dormidas. O médico salienta, no entanto, que dentro dessas diferentes causas podem estar sérias doenças, como Acidente Vascular Cerebral (AVC) e lesões tumorais.

"Dores de cabeça com início súbito, que se instalam de forma rápida e forte, são alertas de gravidade. Esses sinais podem ser consequência de um sangramento decorrente de um aneurisma, simulando um AVC. Em alguns casos, mesmo tumores podem gerar cefaleias atípicas", explica Sowmy.

Pessoas acima de 50 anos que nunca se queixaram de dor de cabeça e começam a lidar com o incômodo nesta fase da vida devem ficar atentas, pois não é um quadro habitual e, portanto, merece uma investigação médica.

Até mesmo quem já convive com uma cefaleia precisa ficar atento para qualquer alteração da dor. Caso haja um aumento da frequência e da intensidade, é necessário procurar um especialista para diagnóstico preciso, correto e rápido.

"Vale lembrar que 90% dos pacientes, que passam por um pronto socorro com dor de cabeça, possuem cefaleia primária, provocada por causas habituais. Uma a cada 100 pessoas, aproximadamente, tem quadro grave. Apesar do baixo índice, é importante se preocupar e sempre estar atento", finaliza Sowmy.



terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Alimentos antioxidantes ajudam no combate ao câncer

Da redação

Mesmo em pleno século XXI ainda há muitos tabus em relação ao câncer. Para alguns, a doença é relacionada ao destino, para outros é uma questão de predisposição genética. O que o estudo publicado na edição de dezembro de 2011 do British Journal of Cancer constatou foi que 45% dos casos de câncer em homens e 40% dos casos em mulheres poderiam ser evitados se adotados hábitos saudáveis.

Frutas cítricas estão entre os alimentos indicados | Foto: divulgação 
Segundo o médico, nutrólogo e diretor da Clínica Penchel, Lucas Penchel, dentre os hábitos que auxiliam na prevenção ao câncer, a alimentação rica em alimentos antioxidantes desponta como a mais eficaz e prática. “Uma dieta com grandes concentrações de vitaminas A, C e E, betacaroteno, selênio ou zinco é capaz de diminuir notavelmente as chances de um indivíduo desenvolver um câncer, por exemplo”, explica.

As substâncias antioxidantes atrasam ou impedem as ações dos radicais livres – moléculas instáveis e reativas que podem causar doenças degenerativas e, até mesmo, câncer. Por serem produzidas em pequena quantidade pelo organismo, inserir uma dose farta na dieta através da alimentação é a forma mais indicada pelos especialistas.

“Alimentos de origem animal, frutas cítricas, vegetais verdes, cereais e grãos são as fontes com maior abundância de antioxidantes. Aproveitando o período das festividades de fim de ano, invista em aves, carnes ou frutos do mar, amêndoas, nozes, castanha-do-pará, frutas cítricas, uva, morango e damasco”, indica o médico.




segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Estimativa aponta que endometriose afeta 7 milhões de mulheres

Da redação

A endometriose é uma doença que impacta a vida de muitas mulheres, pois causa dores intensas e incapacitantes, que impedem a realização de atividades rotineiras. Segundo a Associação Brasileira de Endometriose e Ginecologia Minimamente Invasiva, estima-se que mais de 7 milhões de mulheres sofrem de endometriose no Brasil. De acordo com o ginecologista e especialista na doença, Patrick Bellelis, aproximadamente de 10 a 15% das mulheres em idade reprodutiva são acometidas pela enfermidade. 

Cólicas menstruais fortes podem ser um dos sintomas da doenças | Foto: reprodução
Segundo o médico, os principais sintomas da doença envolvem cólicas menstruais fortes, dores na relação sexual, dor pélvica, infertilidade, alterações urinárias e intestinais, ou seja, dor na evacuação e sangramento nas fezes durante o fluxo menstrual. Vale ressaltar que existem casos que a endometriose é assintomática, ou seja, não apresenta sintomas.

Estudos mostram que demora-se até 7 anos, desde o início dos sintomas para que se faça o diagnóstico da endometriose, quando a doença muitas vezes encontra-se em um estágio mais avançado. Por este motivo, torna-se essencial que a mulher realize exames ginecológicos periódicos e estejam sempre atentas aos sintomas que se diferem dos normais.

Para o ginecologista, um dos melhores tratamentos é o vídeo laparoscópico e o principal exame capaz de indicar um diagnóstico preciso é a ultrassonografia com preparo intestinal e ressonância magnética.

Mesmo com movimentos de conscientização – principalmente online - sobre a endometriose, especialistas acreditam que sua incidência não diminuirá, mas o diagnóstico será cada vez mais precoce. "A tecnologia, sem dúvida, deve ser utilizada a nosso favor, levar informação sobre a doença para o maior número de pessoas possível é o caminho para que o seu diagnóstico seja cada vez mais precoce. É partir desta ferramenta que as mulheres se unem e juntam forças para combater o preconceito ainda existe sobre a doença, que além de dores físicas, também causa dores psicológicas" destaca Bellelis.



sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Lesões na medula espinhal aumentam no verão

Da redação

Sol, calor e muita diversão, com banhos de mar, piscina, rio e cachoeira podem se transformar em um problema de saúde grave, como as lesões da medula espinhal, causadas por mergulhos em águas rasas ou desconhecidas.   

Se for mergulhar, certifique-se que a profundidade tem pelo menos o dobro da sua altura | Foto: reprodução
Segundo dados da Sociedade Brasileira de Coluna (SBC), mergulhos mal calculados são a 4ª maior causa de lesão medular no Brasil e no verão passa a ser a segunda causa, entre pessoas de 10 a 30 anos, ou seja, nos mais jovens. Homens, na idade média de 21 anos, são as principais vítimas. A maioria das lesões ocorre quando a pessoa mergulha de cabeça em águas desconhecidas, escuras, turvas e rasas. 

De acordo o neurocirurgião Iuri Weinmann, do Centro Neurológico Weinmann, esses acidentes podem ocasionar graves lesões na coluna, como fraturas, luxações e, em alguns casos, quadros de paraplegia ou tetraplegia. “Trata-se de uma emergência médica. Quanto antes o paciente chegar ao hospital, melhor será o prognóstico”.
  

Gravidade depende do local atingido
“Todos os nossos movimentos e sensações têm origem nos impulsos nervosos que saem do cérebro e são transmitidos pela medula espinhal. Traumas nessa região podem cortar, comprimir ou danificar essa estrutura. Quanto mais próxima do pescoço a lesão, maior a gravidade, pois os sinais nervosos do cérebro deixam de ser enviados para os nervos das vértebras abaixo daquela que foi lesionada. Por isso, por exemplo, quando a pessoa quebra o pescoço, pode ser fatal”, explica o neurocirurgião. 


Dr. Iuri explica que a paraplegia ocorre quando a lesão da medula acontece abaixo dos níveis espinais torácicos (T1 a L5). “As pessoas com paraplegia conseguem movimentar as mãos, mas o grau de mobilidade das pernas irá depender da gravidade da lesão. Uma parcela irá ficar totalmente paralisada da cintura para baixo e outra poderá apresentar dificuldade de mobilidade ou perda de sensibilidade na parte inferior do corpo”.

Vale lembrar que nem toda lesão na medula espinhal irá causar a tetraplegia ou a paraplegia, mas o risco existe.

Prevenção
Algumas dicas para curtir o verão com segurança:
Antes de mergulhar, certifique-se qual a profundidade da água. Estima-se que 89% das lesões de medula acontecem em águas rasas, com profundidade de menos de 1,53 metro; 
Se for mergulhar, certifique-se que a profundidade tem pelo menos o dobro da sua altura;
Se estiver alcoolizado, evite pular ou mergulhar em rios, cachoeiras e piscinas;
Jamais pule de pedras ou penhascos;
Não mergulhe em locais totalmente desconhecidos;
Evite pular de cabeça, ao mergulhar em pé a probabilidade de lesionar a medula é menor;
Águas turvas ou escuras podem esconder pedras ou bancos de areia, portanto, não mergulhe nestas condições.



quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Pesquisa aponta que 30% dos trabalhadores sofrem com a síndrome de Burnout

Da redação

Além das tradicionais doenças que afetam a mente do trabalhador, como a depressão, o pânico e a ansiedade generalizada, há um crescimento no diagnóstico da síndrome de Burnout, mais conhecida como síndrome de exaustão. Segundo uma pesquisa realizada pela International Stress Management Association (Isma), cerca de 30% dos mais de 100 milhões de trabalhadores brasileiros sofrem com o problema.

A síndrome de Burnout está prevista na Lei 8213-91 | Foto: reprodução
De acordo com a advogada Trabalhista e especialista em Direito do Trabalho, Maria Inês Vasconcelos,  é importante registrar que um dos sintomas mais marcantes da síndrome de exaustão profissional é a despersonalização, seguida da fase de sentimento de incompetência e inadequação para o trabalho - fase na qual o trabalhador passa a duvidar de sua capacidade de realizar as mais simples tarefas, não conseguindo mais se adequar a organização, costumando ainda adotar uma postura cínica e insensível perante colegas de trabalho e ao próprio patrão.

A síndrome de Burnout está prevista na Lei 8213-91, figurando na lista de transtornos mentais e do comportamento relacionados ao trabalho, e autoriza o requerimento de auxílio doença previdenciário e estabilidade provisória no emprego, desde que constatado que a doença guarda conexão direta com o trabalho, caso em que o trabalhador poderá até mesmo fazer jus a uma indenização no curso de ação judicial.

A pressão emocional e física decorrente do trabalho é também um dos fatores que mais contribuem para o surgimento da doença. A exaustão profissional ocorre física e psiquicamente e é bastante limitadora, trazendo impedimentos, pelo menos na fase mais aguda, para se realizar tarefas normais e se ter uma vida de qualidade. “Portadores dessa síndrome, que chegam ao escritório, relatam ter perda de memória, sintoma decorrente das pressões excessivas no ambiente de trabalho”, finaliza Maria Inês.




segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Confira os cuidados básicos ao contratar uma agência de viagem

Da redação

A ADT,  empresa de monitoramento de alarme no Brasil, listou algumas precauções que devem ser tomadas ao escolher uma agência de turismo. Confira a lista abaixo e saiba como evitar transtornos e garantir a tranquilidade nos dias de folga.

Solicite por escrito tudo que está sendo contratado na viagem | Foto: reprodução
1 - Referências: antes de contratar uma agência, busque por referências, recomendações e comentários sobre a empresa.

2 - Cadastur: seja transporte interestadual ou internacional, rota própria ou terceirizada, a agência e a transportadora devem ter registros no Cadastur, sistema de cadastro de pessoas físicas e jurídicas do
Ministério do Turismo. Verifique, também, se a agência é associada à Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav).

3 - Contrato: solicite por escrito tudo o que está sendo contratado (hospedagem, companhia aérea, hotel, etc.).
 
4 - Confirmação de reserva: o consumidor deve solicitar com antecedência o documento de confirmação de reserva do hotel, o recibo da fatura de hospedagem, a marcação de assentos e o roteiro da viagem.

5 - Opções de passeios turísticos: muitas agências oferecem passeios turísticos, sem avisar ao consumidor que o serviço é cobrado à parte. Atente-se a isso.   

6 - Promoções: promoções com valores estonteantes devem ser estudadas e avaliadas com cautela.

7 - Cancelamento: em caso de cancelamento do serviço por parte da agência sem a autorização do cliente, é recomendável acionar o Procon, órgão de defesa do consumidor do seu estado. Se o consumidor desistir da viagem, é preciso comunicar à agência de turismo ou operadora por escrito, estando sujeito ao pagamento de multa prevista em contrato.
 
8 - Desastres climáticos: caso o consumidor tenha comprado uma viagem para locais que estejam passando por situações de emergência comprovada, como furacões e enchentes, é possível optar pela troca do pacote para outra data e local, sem custos adicionais, ou o cancelamento do contrato.



sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Papai Noel pode ajudar na retirada das chupetas

Da redação

A chupeta é um objeto mágico para acalmar os pequenos, mas precisa ser retirada das crianças, porque pode prejudicar o desenvolvimento e a postura dos músculos da língua e lábios, o crescimento dos dentes, dificultar o desenvolvimento da fala, respiração correta, entre outros problemas. Por esses motivos, a fonoaudióloga Raquel Luzardo, especialista em linguagem e atendimento infantil, recomenda a retirada do objeto por volta dos dois anos de idade. Para isso, o Papai Noel pode ser um bom aliado. 

Chupeta pode ser trocada por um presente de Natal | Foto: reprodução
Aproveite o espírito natalino e proponha que ela ofereça a chupeta ao bom velhinho em troca de um presente,  algo que ela queira muito. A chegada do Papai Noel é um grande estímulo para os pequenos.

O diálogo é o primeiro passo para encerrar a saga da chupeta. Converse com seu filho. Explique que ele está crescendo, que não precisa mais chupar chupeta o tempo todo e vá diminuindo aos poucos os períodos em que permite o uso. Mostre que não precisa da chupeta para dormir, conte histórias, distraia-o. Elogie quando estiver sem ela, use palavras de afirmação, encoraje o pequeno a perceber que não precisa mais dela.

É importante dizer que uma vez que os pais iniciam esse processo, não dá para voltar atrás. Prepare a criança ao longo do mês para a entrega do objeto. Ela precisa saber o que vai acontecer. Tirar a chupeta sem explicações vai deixá-la confusa e mais insegura.

Não permita que a criança saia de casa ou se comunique com a chupeta. Nas últimas semanas, diga que ela só poderá dormir com a chupeta. Prepare uma caixinha bem bonita para entregar a chupeta na noite de Natal. Assim a criança vai se apropriando da ideia que a chupeta vai embora como um presente, e não para o lixo. Ela terá um lugar especial.

Todas as chupetas deverão ser entregues. Lembre-se de resgatar todas da casa e colocar na caixa. Se a criança encontrar uma depois o plano pode ir por água abaixo.

Diga que o Papai Noel vai trocá-la por um presente. Você pode dizer que as chupetas são guardadas em uma sala e são elas que dão energia para a fábrica de brinquedos do Papai Noel funcionar. Ou então diga que não existe chupeta na terra do Papai Noel.


Ainda no Natal, a entrega ao Papai Noel pode ser feita ao vivo, no shopping, na escola, ou deixando em algum cantinho da casa para o bom velhinho que virá visitá-los na noite do dia 24.



quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Tem feira mística neste domingo

Aconselhamento Holístico é o tema da edição especial da Feira Criativa, que acontece no domingo (10), das 10h às 18h, no Instituto Acqua, em Santo André. Uma oportunidade imperdível para renovar as energias para a chegada de 2018. Além da aplicação de Reiki, técnica de imposição de mãos que será gratuitamente no espaço, o evento traz a equipe da terapeuta Kellen Trust, da Magia & Cia, para a leitura de mãos e da borra do café, jogar tarô (na mandala, de autoconhecimento ou o mitológico) e aplicar acupuntura auricular.



No final da tarde, por volta das 17h, acontece a tradicional cerimônia de preparação para o encerramento do ano, ritual coordenado pelas terapeutas Kellen Trust e Camila Peres. Boa comida e entretenimento não vão faltar. No cardápio, rabada com polenta e salada de rúcula, acompanhada por cervejas artesanais, combinação perfeita para ser degustada durante a apresentação de blues do músico Vasco Faé, agendada para as 14h.

A entrada é gratuita e todas as atrações acontecem no Espaço Vivências e Convivências do Instituto Acqua - Avenida Lino Jardim, 905, Vila Bastos, Santo André.





terça-feira, 5 de dezembro de 2017

Alongamento de cílios pode comprometer a visão, alerta especialista

Da redação

Cílios longos, postiços ou alongados estão em alta na moda. Basta uma olhada nas redes sociais, ou pessoalmente,  para ver mulheres com cílios fartos. Não há como negar a marcante valorização do olhar. Mas será que é seguro? Na opinião do oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, há um exagero no uso dos cílios postiços, o que pode afetar a saúde ocular.

Conjuntivite química e lesões de gravidade variável podem ocorrer em técnicas de alongamento dos fios, segundo oftalmologista Renato Neves | Foto: reprodução
“A altura normal dos cílios corresponde a um terço, mais ou menos, da altura dos olhos. Isso permite que os cílios exerçam o papel de proteger os olhos da poluição e ainda evita a evaporação que pode levar ao ressecamento ocular. Quando você dobra o volume de pelos, não só na quantidade como também na altura, você está claramente interferindo na saúde ocular”, explica Neves. 

O médico cita um estudo do Georgia Institute of Technology, nos Estados Unidos, em que foi constatado que essa relação do comprimento dos cílios com a altura dos olhos, entre uma pálpebra e outra, está presente em 22 espécies de mamíferos, além do homem. “A natureza é sábia. Esse comprimento permite ao olho receber ar e umidade na medida certa, sendo protegido pelos cílios do excesso de poluição/poeira, sol, e outras partículas que poderiam agredir o cristalino. Já o uso excessivo de cílios mais longos e mais fartos pode comprometer a visão, impedindo a necessária circulação de ar e promovendo o ressecamento e a irritação dos olhos”.

Com relação à curvatura dos cílios, o médico explica que a genética desempenha papel fundamental. “Geralmente, as pessoas têm entre 90 e 160 cílios na base da pálpebra superior, divididos em grupos, e outros 80 na inferior. A curvatura é naturalmente programada para que eles se toquem, durante mais de 20 mil piscadas diárias, sem que um interfira no outro. Quando os cílios são obrigados a ‘suportar’ o peso dos fios artificiais, ainda que eles sejam artificialmente curvos, o peso faz com que eles se toquem de forma diferente, podendo grudar, entortar e, posteriormente, arranhar a visão. Isso sem mencionar o risco, que correm algumas pacientes, de se submeter à técnica que usa cola para fazer o prolongamento fio a fio. Nestes casos, a paciente corre risco de uma conjuntivite química e, inclusive, de lesões de gravidade variável”, finaliza.



segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Ser portador do vírus HIV não é o mesmo que estar com Aids, explica infectologista

Da redação


O Dia Mundial de Luta Contra a Aids ocorreu no último dia  1º, na ocasião, as campanhas de conscientização sobre a doença foram intensificadas como parte fundamental na prevenção.   Além disso, o combate ao preconceito é uma das bandeiras, por ampliar o conhecimento sobre o assunto e estimular o debate. E, assim, o  infectologista do Hospital e Maternidade São Luiz unidade São Caetano, Carlos Kiffer, explica que ser portador do vírus HIV não é o mesmo que estar com Aids


Infectologista ressalta que não existe grupo de risco, mas comportamento de risco | Imagem: reprodução
 “Uma pessoa pode ser portadora do vírus HIV e não estar doente. Pode até mesmo nunca adoecer em função desta infecção. Mas, quando a infecção pelo HIV acarreta um desgaste do sistema imune, usualmente a pessoa desenvolve Aids, doença decorrente da infecção pelo HIV”, explica o infectologista. 

O vírus tem uma ligação especial com algumas células do nosso corpo, principalmente uma das mais importantes defesas do sistema imune – os linfócitos CD4. Com o tempo, o HIV desgasta e elimina estas células, e o sistema imunológico enfraquece. “Uma pessoa que acaba de se infectar pelo HIV normalmente não tem sintoma nenhum. Algumas recém-infectadas podem desenvolver febre, gânglios pelo corpo e mal-estar geral, como se estivessem com uma virose, mas isso não é comum”, diz Kiffer.

Já os sintomas da Aids são muito variáveis e, normalmente, estão associados ao tipo de doença que a pessoa desenvolve em consequência do enfraquecimento do organismo. Um paciente com Aids normalmente tem doenças associadas à falha da imunidade, como aquelas causadas por fungos, parasitas ou tumores. A forma mais comum de infecção ocorre pela via sexual, mas vale lembrar que também pode ocorrer por contagio com sangue ou materiais perfuro-cortantes contaminados.

Outras formas possíveis de contágio, embora raras hoje em dia, são a transmissão durante a gravidez ou no momento do parto, da mãe para o filho, e transfusões de sangue contaminado. Estas duas formas se tornaram incomuns devido às formas de prevenção de hoje em dia. O médico ainda ressalta que algumas DSTs facilitam a transmissão e a aquisição do HIV, principalmente aquelas que causam lesões, machucados ou úlceras genitais.

O uso da camisinha é o método mais eficaz para a prevenção, mas, de acordo com Kiffer, existem outras formas que podem ajudar na prática de sexo mais seguro, como evitar contato com sangue visível e cuidar precocemente de doenças genitais ou DSTs. “A camisinha confere quase proteção total, mas isso depende de seu uso correto e da qualidade da própria camisinha. Se bem usada, atinge níveis de proteção muito próximos a 100%”.

Por fim, o infectologista lembra que o termo “grupo de risco” não é adequado, justamente por remeter a uma sensação de que haveria grupos de pessoas com maior risco do que outras. Na verdade, existem comportamentos, em qualquer grupo social, que colocam as pessoas em maior risco. “O mais importante é a conscientização de todos sobre práticas mais seguras. Qualquer relação entre duas pessoas pode ser saudável e segura, desde que ambas sejam conscientes e tomem medidas de prevenção”.



Câncer de pele é o mais comum entre trabalhadores expostos ao sol

Da redação

Devido à exposição diária e contínua à radiação ultravioleta (UV), profissionais de jardinagem, construção civil e salva-vidas, por exemplo, têm maior chance de desenvolver o câncer de pele não melanoma, o mais comum entre esses trabalhadores, que representa 90% dos cânceres de pele e 25% dos tumores registrados no Brasil. Esses dados constam em estudo elaborado pela Fundacentro, publicado no livro clássico de dermatologia ocupacional da fundação.

O uso do protetor solar é recomendado em trabalhos com exposição ao sol | Foto: reprodução 

“O Brasil precisa desenvolver uma mentalidade de prevenção”, enfatiza o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, ao comentar que “o Ministério do Trabalho, por meio da atuação de seus auditores-fiscais, está vigilante e empenhado em contribuir da maneira mais efetiva possível para que essa mentalidade se instale e se perpetue em nosso país”.

O assistente técnico do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho, auditor-fiscal Jeferson Seidler, explica que, para reduzir os riscos dessa doença, o empregador deve analisar detalhadamente os riscos das atividades desenvolvidas na empresa, priorizando medidas de controle abrangentes e coletivas. O trabalhador também precisa se informar e participar ativamente da prevenção.

"Todos os trabalhadores têm direito de conhecer os riscos das suas atividades e o empregador tem o dever legal de informá-los sobre os riscos e a forma de controle. A primeira coisa a fazer é solicitar essas informações, por escrito, ao empregador. E seguir minuciosamente as orientações para prevenção: procedimentos de trabalho, uso de Equipamento de Proteção individual (EPI), etc. Além disso, importante trabalhar com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) ou Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), no sentido de buscar melhoria contínua, se possível com controle de risco na fonte, de forma que o EPI seja uma barreira a mais, nunca a única", recomenda  Seidler.

O Ministério do Trabalho atua na fiscalização de acordo as Normas Regulamentadoras 9, 7 e 6. A primeira identifica e controla riscos, com prioridade para a redução dos riscos por meio de seu controle na fonte e de proteções coletivas, além de medidas administrativas como a redução do tempo de exposição. A NR-7, o Programa de Controle Médico Ocupacional, tem como foco a atenção especial aos riscos a que o trabalhador está exposto; o médico deve fazer um exame de pele cuidadoso e, sempre que necessário, encaminhar o paciente ao dermatologista. Por fim, a NR-6 estabelece a escolha dos EPIs adequados para evitar o contato direto da pele com substâncias químicas ou exposição a radiações, de acordo com a avaliação dos riscos na situação real de trabalho. O uso de EPIs é uma medida adicional complementar.

Na escolha dos EPIs, destaca Seidler, é necessário ter atenção especial para o risco específico a ser evitado. Por exemplo, para a proteção do contato da pele com agentes cancerígenos, pode-se listar os seguintes equipamentos: capuz para proteção do crânio, face e pescoço contra agentes químicos; protetor facial para proteção da face contra radiação ultravioleta; vestimentas para proteção do tronco contra agentes químicos; creme protetor de segurança para proteção dos membros superiores contra agentes químicos; manga para proteção do braço e do antebraço contra agentes químicos; e luvas para proteção das mãos contra agentes químicos. Embora o protetor solar não seja considerado EPI, seu uso é recomendado em trabalhos com exposição ao sol, bem como roupas adequadas incluindo chapéus ou bonés.

Caráter epidêmico 

O câncer de pele é a neoplasia maligna mais comum em todo o mundo e sua incidência tem atingido caráter epidêmico. Pode ser classificado em câncer de pele melanoma (CPM) e em câncer de pele não melanoma (CPNM).  O CPM, apesar da elevada mortalidade, representa apenas 4% dos cânceres da pele; e o CPNM, de baixa letalidade, corresponde a 90% dos cânceres de pele e 25% de todos os tumores malignos registrados no Brasil.

Em 2014, foram registrados 182 mil novos casos, conforme estudos da Fundacentro. Entre os CPNM, estão o carcinoma basocelular (CBC) e o carcinoma espinocelular (CEC). A exposição a raios ultravioleta (UV) A e B é o principal fator de risco.

Os estudos pesquisados mostraram que há ocupações mais propensas a desenvolver CPNM devido à exposição diária e contínua, sendo que a exposição ocupacional iniciada em idade mais precoce (inferior aos 30 anos) é aquela considerada de maior risco.

A luz solar não é a única inimiga dos trabalhadores na luta para evitar o câncer de pele. Há outras exposições à radiação ultravioleta (UVA e UVB), como os trabalhos com solda, que podem causar a doença caso não observadas as regras de segurança. As substâncias químicas estão relacionadas na lista de Doenças Ocupacionais:  são exemplos o arsênio e seus compostos arsenicais, o alcatrão, o breu, o betume, a hulha mineral, a parafina e produtos de resíduos dessas substâncias causadores de epiteliomas da pele; as radiações ionizantes; e as radiações ultravioletas.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

Dicas para viajar com animais de estimação

Da redação

É comum surgirem dúvidas na hora de viajar com os animais de estimação. Para facilitar os preparativos, confira algumas dicas para ter uma boa viagem e curtir as férias, ou passeio, em segurança.

Tenha uma etiqueta de identificação para o animal de estimação | Foto: reprodução
1. Como transportar seu pet?
Avião: Se a viagem for de avião é importante conhecer as regras da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), além das normas da companhia aérea. Para viajar com seu pet é necessário levá-lo numa caixa de transporte confortável, estar com todas as vacinas em dia e apresentar um atestado do veterinário afirmando que seu animal está apto para realizar a viagem. Dependendo do tamanho do pet é permitido que ele faça a viagem junto com o tutor na cabine, porém animais grandes precisam ser transportados no bagageiro do avião.

Carro: Para viajar de carro com seu animal de estimação é ideal que ele esteja preso. Para animais pequenos existem assentos específicos que ficam fixados ao cinto do automóvel, animais maiores podem usar o cinto de segurança especifico para pets. A caixa de transporte também é uma boa opção. Se possível faça pausas na viagem para o pet descansar e urinar. 

2. O que deve ter na mala dos cães e gatos?
O tutor não pode esquecer a carteira de vacinação e o atestado fornecido pelo veterinário. Leve também o bebedouro e comedouro do pet, se possível coloque a cobertinha e a caminha na mala – dormir onde ele já está acostumado pode facilitar a adaptação durante as férias. Ração, medicamentos, roupas, coleira e itens de higiene pessoal também são essenciais. Tenha uma etiqueta de identificação para seu pet e lembre-se do brinquedinho preferido dele.

3. Como encontrar locais pet friendly?
Nem todos os hotéis aceitam os animais de estimação como hóspedes, então reserve com antecedência o local das férias para não ter nenhum transtorno. No Brasil já existem diversas estadias onde os cães e gatos são bem-vindos, mas é necessário verificar as normas desses locais, já que alguns não permitem a presença dos pets em todos os ambientes da hospedagem. 

Em outros, há exigência do uso de coleira em tempo integral. Para que você aproveite com seu animal de estimação durante todo o período, o ideal é escolher um hotel totalmente pet friendly, que não restrinja a diversão do seu pet. Não sabe onde encontrar estes lugares? Use o guia Pet Friendly - que mostra dicas de hotéis, restaurantes e até cabeleireiros onde os animais são bem-vindos.

4. Como localizar petshops e veterinários?
Encontrar petshops, clínicas veterinárias e outros prestadores de serviços para pets longe de casa não é tarefa fácil, porém a tecnologia pode ajudar. O Pet Booking é uma plataforma que encontra o estabelecimento mais próximo através de geolocalização e está disponível através de site e aplicativo para IOS e Android. Se durante a viagem, o seu animal de estimação precisar de banho, tosa, consulta veterinária e até day care, o Pet Booking localiza o serviço e ainda permite o agendamento e pagamento online. Se o tutor preferir, alguns estabelecimentos disponibilizam o serviço "leva e traz", que retira e entrega o animal na sua hospedagem.

5. Tome cuidado com as altas temperaturas
As férias de fim de ano costumam ser repletas de muito sol e calor, então é preciso ter atenção redobrada com a saúde do animal. Deve-se evitar exposição ao sol entre 10h e 15h, já que nesse período há maior emissão de raios UV – que podem causar queimaduras e câncer de pele. Uma dica importante é usar filtro solar especialmente nos pets que tem a pele rosada e/ou pouco pelo. Além disso, vale ficar de olho nas piscinas - cachorros são ótimos nadadores, mas precisam ser supervisionados na hora da diversão para evitar qualquer acidente.



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