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sexta-feira, 20 de setembro de 2019

Luisa Mell participa do evento de adoção de animais em São Bernardo do Campo

Redação

O Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo, realiza mais uma edição do Evento de Adoção de Cães e Gatos, em parceria com o Instituto Luisa Mell, em 28 de setembro, das 10h às 18h. A atriz, apresentadora e ativista Luisa Mell, que administra o abrigo com cerca de 2,1 mil animais, estará presente na ocasião.

Evento ocorre em parceria com o Instituto Luisa Mell | Foto: reprodução 

Na ocasião, serão 100 animais, entre cães e gatos, filhotes e adultos, que foram resgatados pela instituição. A maioria deles era vítima de maus-tratos ou foi abandonado antes de chegar ao abrigo. Os animais estarão castrados, vacinados e vermifugados.  Os interessados na adoção deverão emitir o cupom disponível no Aplicativo do Golden Square Shopping para poder participar do processo de seleção e triagem, realizadas no deque – piso L2 do empreendimento. Os aprovados serão informados ao fim da entrevista, no próprio centro de compras.

Para que o processo de adoção seja realizado, o candidato deverá ter em mãos RG ou CNH, um comprovante de endereço e ser maior de 18 anos. Também será necessário preencher um questionário específico para cães e gatos e assinar o Termo de Adoção Responsável.

quinta-feira, 8 de agosto de 2019

Feira de adoção de animais ocorre em Santo André neste domingo

Redação

O Atrium Shopping, em Santo André, promove a 16ª edição da feira de adoção de animais, que contará com cães e gatos, entre filhotes e adultos, neste domingo (11), das 10h às 16h. O evento é uma parceria com o Projeto Amigo Legal, formada por protetores independentes da região do ABC, que resgatam e reabilitam animais em situação de risco e abandono.

Feira terá animais filhotes e adultos | Foto: divulgação 

Todos os animais na fila de adoção no Atrium Shopping estão saudáveis, além de já estarem vacinados, vermifugados e castrados. Nesta edição da feira, por exemplo, estará Mike, que apesar de ter apenas três patas, é um excelente cão para companhia, muito carinhoso e corre muito bem.

Os interessados em adotar devem ser maiores de 18 anos, apresentar RG, CPF, comprovante de endereço, passar por uma entrevista no local e assinar um termo de posse responsável do animal.

Quem quiser contribuir para a manutenção do projeto pode doar cobertores, toalhas, coleiras, caminhas, ração, itens de limpeza, remédios ou adquirir produtos como canecas, adesivos, quadrinhos, entre outros que estarão à venda no local. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o número de animais abandonados no Brasil já passa dos 30 milhões.

O Atrium possui ainda o espaço gratuito Dog Point, no piso térreo, que traz brinquedos como túneis e piscina de bolinhas. O shopping fica na Rua Giovanni Battista Pirelli, 155, em Santo André.

terça-feira, 16 de julho de 2019

Feira de adoção animal ocorre neste sábado em Santo André

Redação

Atualmente, o abandono de animais nas ruas representa um grave problema social. Para amenizá-lo, o Colégio Singular, por meio da Equipe Singulariana de Proteção aos Animais (ESPA) e protetores independentes, promoverão neste sábado (20), a partir das 9h, a tradicional Feira de Adoção Animal. Em parceria com a OAB Santo André, o evento acontecerá no estacionamento da entidade, localizado na Avenida Portugal, 233, Centro. 

A feira será no estacionamento da OAB Santo André, que fica na Avenida Portugal, 233, Centro | Foto: divulgação 

A entrada é gratuita e para adotar um pet na feira é preciso apresentar documentos pessoais, comprovante de residência e preencher alguns critérios, como ser maior de 18 anos e ter a concordância de toda a família. Nesse dia, também são fornecidas informações sobre guarda responsável e orientações jurídicas.

Em maio, a ESPA completou 11 anos e nesse período, mais de 3 mil adoções foram realizadas e estima-se que mais de 30 toneladas de ração foram arrecadadas e distribuídas para os protetores independentes de animais, por meio de campanhas sociais.


quinta-feira, 27 de junho de 2019

Crianças e animais são as principais vítimas da queima de fogos

Redação

Faz parte da tradição das festas juninas soltar fogos de artifício e acender a fogueira. Os fogos podem dar um charme especial a festa, mas há várias razões para se abolir de vez o costume. O primeiro motivo é que o barulho causado pelas bombas aterroriza os animais, que têm a audição muito mais apurada em relação a do ser humano. Isso pode levar a crises nervosas, convulsões, fugas e até à morte, no caso dos cães com doenças cardíacas. Já os bebês e crianças pequenas correm riscos também, segundo a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

O comércio já oferece opções de fogos de artifícios que não emitem som | Foto: reprodução

O som forte produzido durante a queima dos fogos também pode causar danos irreparáveis ao sistema auditivo dos indivíduos, como perda de audição severa, uni ou bilateral, temporária ou – nos casos mais graves – definitiva e irreversível. O principal sintoma de que algo está errado é o aparecimento imediato de zumbido. Os bebês e crianças pequenas correm ainda mais riscos, segundo a fonoaudióloga.

"A imaturidade auditiva dos primeiros 18 meses de idade pode fazer com que haja lesão na cóclea – órgão localizado na orelha interna – se a criança for exposta a sons muito altos ou passar muito tempo em ambiente barulhento. Essa lesão pode passar despercebida no momento da festa. No entanto, pode dar início a um processo de perda de audição, uma vez que as células auditivas, quando morrem, não são repostas pelo organismo", explica a especialista.

As crianças podem manifestar, no choro, o que estão sentindo. O pior é que, na maioria das vezes, os pais não se dão conta do estrago que os fogos podem ter acarretado ao sistema auditivo de seus filhos.

Já a presidente da Agência de Notícias de Direitos Animais (ANDA), Silvana Andrade, comenta a situação dos animais. "Nas festas juninas e comemorações como finais de campeonatos esportivos importantes, além das festas de fim de ano, se faz amplo uso de fogos e rojões. Percebemos um aumento nos relatos de fuga, acidentes graves e fatais de animais. Muitos, em seu desespero, são atropelados, enforcam-se na guia, se machucam severamente na tentativa de escapar. É perfeitamente possível divertir-se sem desrespeitar o direito dos outros seres vivos. Muitas cidades no mundo e, inclusive, no Brasil, já aboliram fogos com barulho", afirma.

Por isso, é tão importante ficar longe dos fogos, uma vez que o ruído – principalmente o dos rojões – pode atingir mais de 120 decibéis, mesmo a uma distância superior a três metros de onde o artefato está sendo aceso. O limite seguro de exposição aos sons é de 85 decibéis, de acordo com os especialistas. Para mais segurança, os adultos devem ficar pelo menos a 20 metros da explosão dos fogos, enquanto as crianças devem ser mantidas a uma distância de 50 a 60 metros.

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Santo André tem feira de adoção de animais neste sábado

Redação

A  Equipe Singulariana de Proteção aos Animais (ESPA), OAB - Seccional Santo André e protetores independentes promoverão neste sábado (15), às 9 horas, mais uma edição da tradicional Feira de Adoção Animal, no estacionamento da instituição jurídica, localizada na Avenida Portugal, 233, Centro. Na última edição do evento, em 18 de maio, 13 animais ganharam um novo lar.

Evento ocorrerá na Avenida Portugal, 233, Centro | Foto: divulgação

Para adotar é preciso ser maior de 18 anos, ter a concordância de toda a família e levar comprovante de endereço. No dia, também serão fornecidas informações sobre guarda responsável e orientações jurídicas.

A entrada é gratuita, mas quem quiser colaborar com as ações da ESPA poderá adquirir camisetas exclusivas do projeto ou doar ração, cobertores, jornais, vermífugos, potes de sorvete, xampu, sabonete, material de limpeza, sacos de lixo, entre outros itens.

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Pesquisa aponta que nove em cada dez brasileiros querem levar o cachorro ao trabalho

Redação

Um levantamento feito pela DogHero, aplicativo que conecta pais de cães a passeadores e anfitriões que hospedam o cachorro em casa, revela que a presença dos peludos também é desejada no ambiente de trabalho por muitos brasileiros. Segundo a pesquisa, divulgada recentemente, 94% dos entrevistados gostariam de trabalhar em um ambiente pet friendly. No recorte com profissionais que atuam especificamente em escritórios, o número aumenta: 96,5% dos entrevistados afirmaram gostar da possibilidade de levar o seu cachorro para o trabalho, ou de contar com a presença de cães de colegas no local.

Cerca de 94% dos entrevistados gostariam de trabalhar em um ambiente "pet friendly" | Foto: reprodução

De acordo com os dados, até mesmo as pessoas que não têm um cachorro gostam da ideia: 91,85% gostariam de trabalhar em um ambiente em que os cachorros são bem-vindos. Além disso, para 68,15% deste mesmo grupo trabalhar em locais em que cães são aceitos facilitaria a adoção de um peludo.

O levantamento também mostrou que os entrevistados podem ter o humor afetado por não poderem levar seus cachorros para o trabalho: 86,26% afirmaram se sentir tristes e 66,4% preocupados com a situação.

Mercado 
A pesquisa da DogHero revelou ainda que o mercado brasileiro está longe de atingir a essa expectativa dos profissionais: 83,76% dos entrevistados afirmaram não poder levar seus filhotes peludos para o local de trabalho. A pesquisa do aplicativo ouviu mais de 700 profissionais de diversas áreas de atuação.

Para o CEO da DogHero, Eduardo Baer, a pesquisa reiterou o que eles percebem no cotidiano. "O levantamento só referendou aquilo que já sentíamos no nosso dia a dia: o brasileiro ama cachorro e gosta de tê-lo por perto em todos os ambientes, inclusive no trabalho. A nossa vivência no escritório comprova que é possível tornar real esse desejo dos trabalhadores e que isso é benéfico não apenas para eles, mas também para os peludos", afirma.

O resultado da pesquisa nacional feita pelo aplicativo está alinhado a conclusões de estudos recentes, realizados ao redor do mundo, sobre os benefícios da presença dos cachorros no ambiente profissional, ao bem-estar dos colaboradores.

Uma pesquisa divulgada pela Virginia Commonwealth University, nos Estados Unidos, por exemplo, concluiu que os colaboradores que levavam seus filhotes peludos para o ambiente de trabalho apresentavam níveis de estresse menores e que parte dos colegas acreditava que a presença dos peludos gerava um impacto positivo sobre a própria produtividade.

Em um outro estudo realizado pela Banfield, rede de hospitais, também dos Estados Unidos, envolvendo diversas empresas, 86% dos colaboradores entrevistados afirmaram sentir redução nos níveis de estresse com a presença de cachorros no trabalho e 67% identificaram aumento na produtividade.

terça-feira, 30 de abril de 2019

Colégio Singular tem feira de adoção de animais

Redação

Neste sábado (4), a partir das 9h, o Colégio Singular São Bernardo (Rua Itu, 201, Baeta Neves) promoverá uma Feira de Adoção Especial de Animais, por meio da Equipe Singulariana de Proteção Animal (ESPA).  A entrada é gratuita, aberta para a comunidade. 

Feira ocorre na Rua Itu, 201, Baeta Neves, em São Bernardo do Campo | Foto: divulgação 

Para adotar um animal é necessário ser maior de 18 anos, ter a concordância de toda a família e levar comprovante de endereço. Nesse dia, os interessados também receberão informações sobre guarda responsável, cartilhas explicativas e orientações jurídicas.

Além de todo trabalho de conscientização, o evento ainda contará com outras atividades como oficinas e narração de histórias, venda de camisetas personalizadas da ESPA, roupas e camas para pets. Também serão aceitas doações de ração para ONGs e protetores de animais cadastrados.

segunda-feira, 1 de abril de 2019

Shopping Metrópole tem feira de adoção de animais

Da Redação

Neste sábado (6), o Shopping Metrópole (Praça Samuel Sabatini, nº 200), em São Bernardo do Campo, sedia mais uma edição do evento "Adote um Amigo", das 10h às 18h, no Espaço DiverCão, área exclusiva com mesas e sofás para uso dos clientes e seus animaizinhos durante o período de compras no Shopping.

Evento é realizado em parceria com a ONG 100% Proteção | Foto: divulgação 
No local, também há carrinhos pet disponíveis para animais com até oito quilos.  A iniciativa acontece em parceria com a ONG 100% Proteção.

Para adotar um pet é preciso ter mais de 18 anos, levar documento de identificação com foto, comprovante de endereço e realizar uma pequena entrevista com os responsáveis da ONG. Além de adotar, outra forma de ajudar os cães e gatos é por meio da doação de ração para a ONG no local do evento.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2019

Animais são motivos de atritos entre moradores de condomínios

Da Redação


São mais de 130 milhões de animais de estimação nos lares brasileiros, de acordo com dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Porém, a convivência com eles nem sempre é tão fácil para alguns vizinhos, principalmente para quem mora em condomínios, de acordo com Roger Silva, diretor da Auxiliadora Predial, empresa de gestão condominial e negócios imobiliários.

Excesso de barulho envolvendo animais é uma das reclamações recorrentes em condomínios | Foto; Freepik
“Eles são a causa das reclamações mais comuns entre condôminos, geralmente por excesso de barulho e de sujeira ou por comportamento inadequado, que possam oferecer riscos aos demais moradores”, comenta Silva.

Na Constituição há jurisprudência que garante ao morador o direito de ter animal de estimação em casa. No entanto, é importante que as regras de permanência e convivência com os pets, que devem constar no regulamento interno do condomínio, sejam respeitadas.

O especialista diz que é nas assembleias entre os condôminos que devem ser estabelecidas as regras, o que pode e do que não pode em relação aos pets. “Precisa detalhar no regimento interno questões como a limitação de espaços permitidos aos bichos, cuidados em seu transporte, limpeza e bom comportamento do animal, além de incluir multas e outras sanções para casos de descumprimento de alguma regra”, recomenda Silva, que sugere, por exemplo, que moradores com pets que moram em andares mais baixos instalem redes de segurança nas janelas ou sacadas para evitar que eles escapem e circulem em locais proibidos.

Quando algum vizinho se sentir incomodado, o ideal é que ele converse diretamente com o dono do animal e que juntos tentem chegar a um acordo. “Uma conversa tranquila, explicando a situação e dando alguns exemplos. Caso não resolva, pode ser o caso de recorrer ao síndico”, recomenda o especialista.

Silva ressalta que é importante que haja bom senso entre as partes para resolver qualquer impasse. “Mas o síndico tem autoridade para, em casos de persistência, advertir o infrator e até mesmo aplicar as multas previstas no regimento interno, se houver reincidência”, conclui.  Casos de expulsão do animal só acontecem em situações extremas.

Por isso, é indispensável manter o regimento do condomínio atualizado, para o tutor ter consciência da sua responsabilidade em relação ao animal, assim, o bichinho não prejudicará a rotina dos demais moradores.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Detran-SP orienta como transportar animal de estimação

Da Redação 

Janeiro é mês de férias e cresce o número de veículos nas estradas. Além da preocupação com a revisão de veículo e a segurança dos passageiros, quem tem animal de estimação deve ficar atento também à segurança do pet. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) reuniu algumas dicas para o transporte de animais.

É proibido transportar animais à esquerda do motorista, ou entre seus braços ou pernas | Foto: Freepik 
O que diz a legislação
Apesar de não existir uma regulamentação federal específica de como deve ser o transporte de animais, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz como não pode ser feito.

O artigo 252 proíbe o transporte de animais à esquerda do motorista ou entre seus braços ou pernas. A infração é média, com quatro pontos na habilitação e multa no valor de R$ 85,13.

Já o artigo 235 do CTB estabelece que o transporte de animais também não pode ser feito na parte externa do veículo, como no capô, caçamba, para-choques e portas, por exemplo. A infração é grave e o condutor autuado recebe cinco pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69.

Deixar o bichinho com a cabeça para fora da janela também é infração, porque é considerada parte externa do veículo, de acordo com o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito. Sem falar nos riscos dele ser atingido por galhos de árvores e até mesmo por outros veículos durante o trajeto.

Equipamentos de segurança
Apesar da aquisição não ser obrigatória, há acessórios no mercado que visam reduzir os riscos, limitando o deslocamento do animal. O motorista tem que ter em mente que tudo o que estiver solto dentro do veículo tem o seu peso multiplicado em casos de colisão ou de frenagem repentina do veículo.

Por isso, é de extrema importância checar com o veterinário qual é o melhor equipamento, de acordo com o tamanho e o peso do animal, para viajar com total segurança e tranquilidade.

Já os animais de pequeno e médio porte, principalmente os gatos, a caixa de transporte é a mais indicada. Tem também a cadeirinha para pet que é presa ao banco do veículo e possibilita que o animal viaje com mais liberdade.

Para os bichinhos maiores, há o cinto de segurança especial e a grade de segurança, que é colocada entre os bancos traseiro e dianteiro, impedindo o animal de interagir e consequentemente distrair o motorista.


sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Animal de estimação precisa de companhia

Da Redação

Viajar é um prazer para a maioria das pessoas, porém é importante pensar no animal de estimação antes de fazer as malas, caso ele não seja incluído na viagem.  De acordo com a médica-veterinária e membro da Comissão de Bem-Estar Animal, do Conselho Federal de Medicina Veterinária, Liziè Buss, a recomendação, de modo geral, é que os animais de estimação não fiquem sozinhos e tenham sempre a companhia de uma pessoa ou de um outro animal de estimação.

"É preciso ensinar os animais a ficarem sozinhos (por algum tempo) e, para isso, é importante que os tutores contratem adestradores e tenham um plano de treinamento adequado", orienta a veterinária  Liziè
Os animais domésticos, no geral, são sociáveis, diz Liziè. “Eles gostam e evoluíram para viver em grupo”, garante. Por isso, ela ressalta que a solidão para os cães pode sim ser problemática, mesmo que por poucos dias.

Para não deixar os pets sozinhos, existem creches e hotéis, bem como os cuidadores que visitam a casa do tutor em períodos do dia e/ou noite para fazer companhia e alimentar os animais durante a ausência da família.

Também existem os produtos e jogos de enriquecimento ambiental, que ajudam a manter o animal ocupado nos períodos em que ele fica sozinho, reduzindo a ansiedade.

Exercícios também ajudam bastante, pois “os animais gostam de trabalhar pelo seu alimento”, assegura Liziè. Passeios, caminhadas e brincadeiras antes de deixar os animais sozinhos são recomendados, pois eles se cansam e conseguem relaxar um pouco mais.

A médica-veterinária destaca que os cães que são muito sensíveis devem ter treinamento adequado para que possam se adaptar à rotina moderna das famílias e possam ficar alguns períodos sozinhos.

“É preciso ensinar os animais a ficarem sozinhos e, para isso, é importante que os tutores contratem adestradores e tenham um plano de treinamento adequado, de forma a educar o animal a permanecer sozinho e confortável por algum tempo”, recomenda.

Danos

Segundo Liziè, os animais que não socializam, acabam tendo uma série de problemas, como demonstração de agressividade com outros animais e/ou com pessoas; ansiedade de separação, algumas vezes até necessitando de tratamentos medicamentosos; situações que podem gerar mutilações; e desespero e comportamento de pânico.

“São situações que podem interferir na qualidade de vida da família e também da comunidade, que muitas vezes se deparam com cães que uivam e choram o dia inteiro ou tentam fugir”, diz a médica-veterinária.

Mas a especialista alerta que os animais, assim como nós, têm dias de tédio, de frustração. “Não é porque em algum momento o cão gritou, chorou, uivou, que isso necessariamente é maus-tratos”.

Maus-tratos

Sobre ser considerado maus-tratos deixar os animais a sós, Lizè diz que depende de avaliação de um profissional, médico-veterinário ou zootecnista, especialista em perícia, que irá verificar se o período de isolamento provoca sofrimento ou não ao animal.

De forma geral, o que a médica-veterinária aponta é que manter os animais em isolamento social, sendo negligentes com relação a necessidade de expressar comportamentos naturais, de criar vínculos emocionais, de carinho, atenção e socialização, aí sim são condições que podem a vir ser consideradas como maus-tratos.




quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Plantas tóxicas para animais: cuidados e tratamentos

Da Redação

Os pets têm costume de recorrer à natureza para aliviar alguns incômodos, como dor de estômago ou coçar dentes que estão nascendo, ou até para se livrar do tédio. Entretanto, algumas plantas aparentemente inofensivas podem provocar reações alérgicas, envenenamento ou mesmo ferimentos ao serem ingeridas pelos bichinhos, afirma a veterinária Lívia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Primeiramente, é importante entender que a digestão dos pets é diferente de uma pessoa. As enzimas necessárias para dissolver os alimentos que chegam ao estômago são bem mais ácidas, uma vez que os animais praticamente não mastigam, mas apenas “trituram” a comida.

Por causa dessa potência do sistema digestivo, qualquer substância tóxica ingerida pelo pet pode ser absorvida de maneira bem mais acelerada, prejudicando órgãos como estômago, intestino, fígado e até o pâncreas.

Plantas tóxicas para animais
Antúrio
Todas as partes do antúrio possuem oxalato de cálcio, oferecendo riscos à saúde dos animais. Se ingerida, pode causar diarreia, vômitos, asfixia, salivação, inchaço da boca e garganta e edema de glote (reação alérgica que deve ser tratada com adrenalina).

Azaleia
Essa planta tem substâncias que podem causar problemas cardíacos e digestivos nos pets. Falta de apetite, alteração da frequência cardíaca, dor abdominal, perda de coordenação motora, diarreia persistente ou com sangue, enjoo, vômito, desânimo e convulsões são os sintomas mais comuns.

Babosa
A seiva (líquido branco) da babosa é tóxica para os pets e pode causar irritação nas mucosas e pele. Os sintomas são vômitos, anorexia, depressão, tremores, diarreia e mudança na cor da urina.

Comigo-ninguém-pode
As substâncias contidas nessa planta, como o oxalato de cálcio, a tornam tóxica por completo. Os animais que a ingerirem podem apresentar reações como irritação oral e ocular, dificuldades na respiração, irritação das mucosas, alterações neurológicas e da função renal.

Copo-de-leite
O copo-de-leite possui o mesmo princípio ativo do antúrio e comigo-ninguém-pode. Além dos sintomas parecidos, também podem ser notadas inflamações na boca e garganta, edema de lábio e língua e náuseas. Quando em contato com os olhos, gera fotofobia e lacrimejamento.

Espada-de-são-jorge
A espada-de-são-jorge produz substâncias saponinas esteroidais e glicosídeos pregnâncios, altamente tóxicas para animais e para humanos. Os sintomas são irritação da mucosa, dificuldades de respiração e movimentação e salivação intensa.

Hortênsia
Todas as partes da hortênsia, do caule às flores, são perigosas para seu animal. Os pets que a comerem podem apresentar boca arroxeada, dor abdominal, convulsões, letargia, flacidez muscular, vômitos e coma.

Lírio
Quando o animal apresenta irritação oral e ocular, coceira nas mucosas ou pele, dificuldades para respirar e engolir, alterações nas funções renais e neurológicas, pode ser que ele tenha ingerido lírios.

O que fazer caso o pet coma uma planta tóxica?

Se o seu animal exibir algum dos sintomas de intoxicação mostrados acima, é imprescindível que você o leve imediatamente a um veterinário. Lembre-se de levar com uma amostra ou foto da planta ingerida.

Nessa hora, os primeiros socorros são bastante úteis, mas evite as “receitas caseiras”, como dar leite ao animal intoxicado. Além disso, não tente induzir o vômito, pois o pet pode acabar aspirando o conteúdo expelido e até desenvolver uma pneumonia, agravando o quadro clínico.

Para cuidar melhor da saúde e bem-estar dos cães e gatos, é preciso se certificar de que a casa onde ele irá viver está segura e preparada, livre de plantas tóxicas. Caso o tutor já tenha algumas dessas espécies e não queira se desfazer delas, manter os vasos longe do alcance do pet e ensiná-lo desde cedo a não comer as plantas.


quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Queda de pelos dos animais pode ser amenizada com alguns cuidados

Da Redação

Na primavera e verão, com o aumento das temperaturas, os pets costumam ter uma queda mais acentuada de pelos. Isso ocorre, principalmente, com os cães de pelo curto, que são os que mais soltam fios. A renovação da pelagem deles é constante - o pelo nasce, cresce, permanece um tempo e cai na sequência. Já a pelagem longa cresce por três a quatro anos direto até a queda. Mas é possível amenizar a queda, de acordo com o groomer e gerente de estética da Petz, William Galharde.

Doenças hormonais, nutricionais e dermatológicas causam quedas de pelos excessivas | Foto: Freepik
“Uma boa alimentação, produtos adequados para o banho e escovação da pelagem diariamente ajudam muito na diminuição da queda”, afirma Galharde. Mas é importante notar se a queda não está excessiva e se há qualquer alteração na pelagem.

Pelo opaco e quebradiço, por exemplo, pode ser sinal de alguma deficiência de nutrientes, principalmente de proteína. Nesse caso, é preciso manter a alimentação balanceada com uma ração de qualidade ou até mesmo suplementar com vitaminas e antioxidantes, mas sempre com a orientação do veterinário.

“Mas, se houver sinais como falhas, vermelhidão, escamação, lesão ou coceira, é preciso procurar ajuda de um veterinário, pois podem ser indicativos de alguma doença de pele”, explica Galharde. Doenças hormonais, nutricionais e dermatológicas causam quedas de pelos e precisam de acompanhamento de um veterinário para diagnóstico e tratamento adequados.

Dicas para manter os pelos saudáveis
1 - Com uma luva de borracha, passe a mão no sentido contrário da pelagem do cão. Os fios que estão soltos grudam na luva, mais facial de removê-los. Depois, passe no sentido contrário.
2 - Alimentação balanceada e de boa qualidade.
3 – Usar xampus de boa qualidade, com aplicação adequada e manter os pelos sempre bem secos.
4 - Sempre respeitar a frequência semanal de banho, evitando água e secadores muito quentes.
5 - Em cães de pelagem longa, sempre realizar escovação para prevenção de nós e hidratação da pelagem, para prevenir o ressecamento.
6 - Prevenção de ectoparasitas sempre atualizada para prevenir doenças.
7 - Passeios e acesso ao banho de sol por um período do dia ajuda muito nesse quesito.
8 - Outra possibilidade é realizar um procedimento disponível em pet shops chamado remoção de subpelo. Com esse procedimento, há retirada dos pelos que irão cair de maneira mais intensa, reduzindo a queda em casa.


quarta-feira, 12 de setembro de 2018

Instituto Luisa Mell promove feira de adoção de animais no ABC

Da Redação

Levantando a bandeira pet friendly e da importância da adoção responsável, o Golden Square Shopping, em São Bernardo doo Campo, realiza a Feira de Adoção de Cães e Gatos em parceria com o Instituto Luisa Mell, neste sábado (15), das 10h às 18h.

A Feira de Adoção contará com a presença de Luisa Mell | Foto: reprodução  

O evento contará com 50 animais, sendo 35 cães e 15 gatos, filhotes e adultos que foram resgatados pelo Instituto Luisa Mell e eram vítimas de maus-tratos, ou foram abandonados. Os animais estarão castrados, vacinados e vermifugados.

Para adotar, os novos tutores precisarão ter mais de 21 anos, apresentar documento de identificação e comprovante de endereço. Além disso, todos passarão por uma triagem para saber se estão aptos à adoção. Uma médica veterinária estará no local para esclarecer todas as dúvidas.

A Feira contará com a presença da ativista Luisa Mell, fundadora da entidade que atua, desde 2015, no resgate de animais feridos ou em situação de risco, recuperação e adoção. O Instituto mantém um abrigo com cerca de 300 animais, todos resgatados das ruas, onde são protegidos, alimentados e aguardam um novo lar por meio da adoção.

O Golden Square Shopping fica na Avenida Kennedy, 700, em São Bernardo do Campo. A feira será no Piso L2, no Deck.



quarta-feira, 27 de junho de 2018

Copa do Mundo: dicas para proteger os animais dos fogos de artifício

Da redação

O apito inicial foi dado, a Copa do Mundo começou e, com ela, os fogos de artifício e vuvuzelas. Muitos cães têm medo de fogos e dos barulhos, por conta da audição sensível, e isso pode levá-los a passar mal, com risco de consequências graves. Para ajudar pais e mães de cachorro a deixarem os pets mais confortáveis a cada gol e vitória da Seleção Brasileira, especialistas da DogHero, aplicativo de hospedagem e passeios para cães, levantou algumas dicas.


Não pegue o cãozinho no colo, mesmo que ele peça. Isso é entendido por ele como sinal de insegurança | Foto: reprodução
Como identificar o medo?
A reação do cãozinho aos sons permite identificar se ele se incomoda ou lida bem com o barulho. Veja como:

O primeiro sintoma entre os cachorros que têm medo é adotar uma postura mais alerta. Eles evitam fazer coisas que o deixem "vulnerável", como comer, beber água, dormir, ou mesmo fazer suas necessidades com tanta frequência quanto costuma;

Cães mais ansiosos podem se esconder ou ficar pedindo colo, pulando e chorando;

Posturas curvadas, com as orelhas abaixadas, pupilas dilatadas, rabo abaixado ou entre as patas traseiras são sinais de que o cãozinho está assustado, com medo ou estressado;

Ficar "lambendo o focinho" e mostrando os dentes também representam desconforto;

Os sintomas mais extremos são salivação excessiva, batimento cardíaco acelerado, respiração ofegante e tentar fugir. Alguns cães podem também ficar agressivos.

Como ajudar o cãozinho?
Feche portas e janelas de vidro perto da hora da virada e coloque uma música em alto volume. Isso ajuda a protegê-lo dos sons e evita que ele fique mais assustado ou nervoso;

Caso os fogos comecem e você perceba que ele ainda está atento ao barulho, faça festa ao ouvir os sons, como se fosse uma comemoração, para que ele associe o momento a coisas positivas;

Enquanto isso, ofereça petiscos ou brinquedos que ele adora, com animação e sorrindo. É um ótimo jeito de fazê-lo perceber que está seguro, já que cães entendem muito bem nossas expressões faciais;

Não pegue o cãozinho no colo, mesmo que ele peça. Isso é entendido por ele como sinal de insegurança e o nervosismo dele vai continuar ou até piorar;

Evite posições curvadas. Esse também é visto pelo pet como um sinal de insegurança;

Lembre-se de mostrar a ele que você está no controle da situação e assegurar que está protegido.

Cuidado: medo e estresse podem gerar trauma
O trauma pode fazer mal para o cãozinho, porque a situação tende a se agravar com o tempo. Se for esse o caso do seu pet, procure um profissional para dar início ao tratamento. A superação de um trauma é quase sempre demorada e envolve recaídas, tentativas, erros e acertos. Por vezes, é necessário o acompanhamento de um adestrador, que pode identificar métodos mais eficientes para cada cãozinho a lidar da melhor forma com esse medo. Enquanto o cãozinho não estiver livre desse medo, é importante evitar que ele passe por uma situação crítica como os fogos durante o período da Copa do Mundo.


terça-feira, 6 de março de 2018

Psicóloga destaca benefícios da convivência com animais desde a infância

Da redação

A maioria das crianças sonha em ter um animalzinho de estimação, porém os pais muitas vezes entram em conflito com esta ideia, já que existem alguns receios em relação ao convívio dos pequenos com esses bichinhos. Com isso, a psicóloga infantil e familiar, Carol Braga, destaca os benefícios desta convivência.

Crianças que convivem com seus animais de estimação apresentam menores chances de contrair asma ou alergias | Foto: Shutterstock 
"No aspecto emocional, através de estudos, não há registros de algo negativo em se ter um animal de estimação em casa, claro que devemos sempre avaliar as condições físicas de cada situação. Do ponto de vista emocional se trata de falarmos de amor, carinho, respeito, cuidado e dedicação! A convivência com os bichinhos estimula o desenvolvimento cognitivo, emocional, físico e social da criança", ressalta a psicóloga.

Destaque também para o "papel" de facilitadores sociais dos animais, pois onde estão atraem atenção e geram interação entre as pessoas, principalmente entre as crianças, que se encantam facilmente com estes seres vivos. E no ambiente familiar, sem dúvida, esses animais estreitam o relacionamento entre os membros da família e essa união é essencial para o desenvolvimento da criança.

" Os pets são capazes de despertar nas crianças o afeto, companheirismo e senso de responsabilidade com o próximo, pois em qualquer lugar que estejam, necessitam de cuidados e atenção especial. Neste momento, inclusive, os pais podem atribuir pequenas tarefas para os filhos realizarem e auxiliarem no dia a dia do bichinho, transmitindo os princípios da responsabilidade e estimulando a autoestima dos pequenos, já que estes se sentirão prestativos e fazendo parte de algo importante", destaca Carol.

De acordo com estudos científicos, crianças que convivem com seus animais de estimação apresentam menores chances de contrair asma ou alergias, pois desenvolvem um sistema imunológico mais resistente.

O convívio com animais de estimação desde a infância também favorece emocionalmente a criança, reduzindo os índices do desencadeamento da ansiedade infantil, uma vez que a preocupação e os cuidados que devem ser dedicados aos bichinhos faz com que os pequenos foquem no presente, sem se sentirem angustiados e preocupados com o que vem pela frente. Além disso, o vínculo com os animais faz com que o organismo libere ocitocina, responsável por proporcionar sensação de bem-estar.

Além dos benefícios já citados, a convivência com os animais também tira a criança da zona de conforto, da tendência ao sedentarismo e estimula a criatividade e habilidades motoras.  A profissional também ressalta que a decisão de ter ou não um pet na rotina familiar deve ser feita a partir das condições da família e da preferência dos pequenos, além disso, é importante também pesquisar as raças mais adequadas às crianças.




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