quarta-feira, 22 de maio de 2019

Sociedade Cultural Ítalo Brasileira promove festa em Santo André em junho

Redação

A Sociedade Cultural Ítalo Brasileira realizará em 2 de junho, a partir das 13 horas, almoço especial em comemoração ao 73º aniversário da Fundação da República Italiana. O evento será na sede da entidade (Rua Airó, 69, Vila Gilda, em Santo André). 

Festa será na sede da entidade | Foto: reprodução 

De acordo com o presidente da Sociedade Cultural Ítalo Brasileira, Wilson Roberto Davanzo, este almoço já é tradicional e muito esperado pelos associados e seus convidados. "Há mais de 20 anos realizamos este evento, que possui uma grande importância histórica, já que a data de 2 de junho marca o aniversário do referendo de 1946, quando o povo foi convidado a escolher entre república ou monarquia", explica.

O grande destaque deste ano será a preparação da Polenta Nella Távola, ao som de músicas típicas e diante de todos os convidados, no centro do salão. A animação ficará por conta da banda Viva Itália.

Com 119 anos e 190 sócios ativos, a Sociedade Cultural Ítalo-Brasileira de Santo André tem como finalidade preservar na memória dos cidadãos a importância da colônia italiana para o desenvolvimento da região do ABC, apontando os grandes desafios e as dificuldades que os imigrantes enfrentaram quando nela chegaram.

Sempre muito ligada às suas origens, a Ítalo participou em 1997, do acordo de Gemellaggio (termo derivado de gêmeos), o que transformou Santo André em cidade-irmã de Sesto San Giovanni, uma cidade da Lombardia. Hoje, essas duas cidades, que têm várias características em comum, trocam suas experiências de forma mútua e construtiva.

Interessados em participar do evento podem adquirir os convites, por meio do telefone 4436-3437, das 8 às 13 horas.

Aula aberta aborda mulheres e ditadura

Redação

No último sábado (18), o anfiteatro da Faculdade de Direito de São Bernardo do Campo recebeu Maria Amélia de Almeida Teles, conhecida como Amelinha Teles. A convidada ministrou aula aberta com o tema A Mulher e a Luta na Ditadura Militar, como parte do módulo "Mulher" do curso de extensão "Interfaces das Diversidades – Módulo Mulher - Criança, Adolescente e Jovem – Idoso", coordenado pelas professoras Denise Auad, Clarice Assalim e Eliana Borges Cardoso.

Na apresentação, Amelinha abordou todas as atrocidades pelas quais ela e outras companheiras passaram durante o tempo em que estiveram presas | Foto: divulgação

Na apresentação, Amelinha abordou todas as atrocidades pelas quais ela e outras companheiras passaram durante o tempo em que estiveram presas, além dos problemas e traumas, que os filhos dessas mulheres têm até hoje, desde físicos, neurológicos até psicológicos.

Para a palestrante, igualdade entre homens e mulheres se dá pelas mesmas oportunidades. "As mulheres foram parte fundamental nos momentos de resistência e hoje, se pararmos para analisar, elas foram as que mais tiveram mudanças em suas relações com o trabalho, família, homens e também no campo da política", declara.

Amelinha também é diretora da União de Mulheres de São Paulo, coordenadora do Projeto Promotoras Legais Populares, integra a Comissão de Familiares de Mortos e Desaparecidos Políticos, é assessora da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo Rubens Paiva e autora de vários livros.

Ginecologista comenta as principais dúvidas no pós-parto

Redação

Uma pesquisa do Reino Unido identificou que 80% das mulheres não se sentem satisfeitas ao se olharem no espelho após o parto. A ginecologista e obstetra Silvia Herrera, especialista em Medicina Fetal do Salomão Zoppi Diagnósticos, explica que o pós-parto de cada mulher é único e esclarece abaixo as principais dúvidas.

No pós-parto as mulheres podem se sentir mais tristes (blue puerperal) devido as mudanças hormonais, cansaço, privação de sono, entre outros fatores | Foto: divulgação
O leite "desce" automaticamente após o nascimento do bebê?
Verdade! No pós-parto ocorre a liberação imediata do colostro, que é um leite muito especial produzido em pouca quantidade, mas riquíssimo em proteínas, gorduras, vitaminas e, principalmente, imunoglobulinas, responsáveis pelas defesas do bebê. É em torno do terceiro dia que se dá a apojadura, ou seja, a descida do leite. É comum a mulher sentir a mama mais quente e o ingurgitamento da mama também pode trazer um pouco de dor e até febre. "Então, não se preocupe com a quantidade de leite nos primeiros dias: ela aumenta naturalmente à medida que o bebê aprende a sugar", comenta Silvia.

Toda mãe fica feliz após o nascimento?
Mito! Existe o blue puerperal e a maioria das mulheres passa por essa instabilidade emocional. Trata-se de um choro fácil e tristeza normais. Muitas mulheres não possuem esse conhecimento e acabam se sentindo culpadas por essas sensações, que acontecem devido a uma série de fatores, como a queda brusca dos hormônios durante a gravidez, o cansaço, a privação de sono, a baixa autoestima causada pelas mudanças no corpo e a própria insegurança ao cuidar do bebê, principalmente o primeiro filho.

Existe diminuição da libido e ressecamento vaginal em mães que amamentam?
Verdade! Para quem amamenta, a prolactina, hormônio da amamentação, causa um bloqueio no ovário e a paciente começa a apresentar sinais parecidos com os da menopausa. Os principais efeitos são a secura vaginal e a diminuição da libido. Por isso, é importante compartilhar este momento com o parceiro, explicando a ele que a natureza se utiliza desse artifício para que a mulher fique mais tempo com o bebê. A vontade de ter uma relação sexual vai voltando com o tempo. Para o ressecamento, é indicado o uso de lubrificantes em alguns casos, até que se retorne ao estado normal.

É normal ter constipação após o parto?
Verdade! O intestino está se reacomodando. Nos casos de cesárea, as alças ficam paralisadas por um tempo devido à manipulação cirúrgica, portanto é possível ocorrer constipação e ficar alguns dias sem evacuar. Após um parto normal, a constipação é menos frequente, mas pode acontecer. Assim como é possível sentir um pouco de dor para urinar, tanto após partos normais quanto cesáreas.

Na primeira semana pós-parto, a mãe pode sentir dores devido ao retorno do útero ao tamanho original?
Verdade! Ao amamentar, a mãe libera ocitocina, hormônio que faz o útero contrair. Algumas mulheres possuem uma maior sensibilidade e sentem essa contração como uma cólica.

Toda mulher apresenta flacidez na pele após a gestação?
Mito! Embora a flacidez tenha um componente genético, para evitá-la é também necessário controlar o peso, com orientação médica durante a gestação. Alimentação saudável e a prática de atividades físicas adequadas para fortalecer a musculatura são bons aliados. Após o nascimento, a amamentação auxilia na aceleração da contração do útero e fortalecimento dos músculos.

A mulher tem sangramento após o parto?
Verdade! Este sangramento decorre da cicatrização do órgão depois da gestação. É comum acontecer e pode durar até 21 dias. No começo, o sangue apresenta uma cor viva, depois o volume diminui e o seu aspecto se torna mais rosado.

Os cabelos caem após o nascimento do bebê?
Verdade! A mãe pode ter queda de cabelo em torno do terceiro mês, o que é um ciclo natural. Isto ocorre principalmente devido à redução súbita dos hormônios. Porém, o cabelo volta a nascer normalmente depois. O sintoma pode ser mais grave em mulheres com anemia. Um dermatologista pode indicar uma suplementação que amenize a queda capilar.

Silvia Herrera reforça que é fundamental procurar um profissional para tirar dúvidas tanto em relação ao bebê, quanto às mudanças no corpo e até sentimentos. "Aproveite cada minuto ao lado do recém-nascido e crie esse vínculo para tornar cada momento especial e único", finaliza.

terça-feira, 21 de maio de 2019

Livro “Coragem de existir” é lançado este mês

Redação

O escritor Matheus Jacob lança "Coragem de Existir" (Buzz Editora), em maio, publicação na qual aborda questões como: Quem nunca temeu o próprio viver? Ou até mesmo se sentiu paralisado pelo medo? Seja ele de amar, fazer escolhas, falhar diante dos outros ou até de sermos imperfeitos para nós mesmos.

Para Jacob, a coragem de existir nos faz viver, já o medo de viver nos faz inexistir | Imagem: divulgação

Assim, Jacob convida o leitor a compreender o valor do outro, para a construção de nós mesmos, o significado da coragem de existir, liberdade e a importância de exercê-la. "Compreenda o valor do eu e sua condição de igualdade com o todo existente. Compreenda o valor da vida e os caminhos necessários para percorrê-la. Ordem e caos. Conflito e união. Compreenda o tempo, o seu passado, o seu futuro. Compreenda o amor pela sua própria existência. Compreenda tudo o que for preciso para o seu verdadeiro existir. Mas, principalmente, exista".

Para Jacob, a coragem de existir nos faz viver, já o medo de viver nos faz inexistir. "Porque no fundo, nós não tememos a morte. No fundo, nós tememos a vida. Aos poucos, todo mundo morre. Não facilite a tarefa, deixando de viver. Coragem, caro leitor. Coragem!".

Anônimo em seus primeiros textos, Jacob tornou-se um dos autores mais lidos das redes sociais. Lançou em 2016, o seu primeiro livro "O Homem Que Sente", uma coletânea de crônicas inéditas e outras publicadas anteriormente com o mesmo alter ego. O escritor é mestre em filosofia e dedica-se, atualmente, ao entendimento de filosofias do cotidiano como o amor, felicidade, ética e à busca pela vida digna de ser vivida.


Documentário aborda exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas

Redação

Um alerta contra a exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas brasileiras. Com esse propósito, a Umiharu Produções Culturais e Cinematográficas lançará, em 28 de maio, o documentário “Mundo Sem Porteira”, que ficará disponível no canal do YouTube da produtora.

O  curta-metragem de 27 minutos é baseado na história real de Thaís | Foto: reprodução

O filme, roteirizado e dirigido pela cineasta Gisela Arantes, trata dos caminhos percorridos em 20 anos para o enfrentamento do problema e aponta as perspectivas de futuro para uma sociedade mais inclusiva e justa.

“A linha narrativa que permeia os depoimentos se baseia na história real de Thaís. Ela revela as experiências de diversas outras meninas, que passaram pela exploração sexual, pelo abuso sexual e o abandono. Foram muitas vozes ouvidas, representadas pelo drama poético de sua trajetória”, adianta Gisela.

Trata-se de um curta-metragem de 27 minutos, com uma visão multicausal do problema e de como solucioná-lo, apresentando diversos depoimentos, dando voz aos caminhoneiros, às organizações para proteção, educadores, especialistas, líderes em Direitos Humanos, jovens engajados, entre outros.

A consultoria técnica é da Childhood Brasil, organização social que faz parte da World Childhood Foundation, e atua há mais de 20 anos no enfrentamento do problema, principalmente por meio do Programa Na Mão Certa.

O filme conta com músicas compostas por André Abujamra e Eron Guarnieri e imagens do diretor de fotografia Luís Villaça, que revelam o universo das estradas e seus personagens. Além de contar com o apoio da Lei Proac do Governo do Estado de São Paulo e o patrocínio da C&A, Gerdau e Klabin.

Três padrões de comportamento que as pessoas insistem em repetir

*Por Alexandre Pedro

Todos nós temos uma tendência a repetir padrões de comportamento. Em outras palavras, a fazer sempre as mesmas escolhas, a seguir sempre o mesmo caminho. O problema é quando essas escolhas são erradas. Falhas são comuns e até necessárias para o nosso amadurecimento. No entanto, cometer o mesmo erro duas, três, quatro, cinco vezes, é sinal de que há algo de errado com seu discernimento. Pior: pode haver algum conflito interno que esteja mal resolvido ou até desconhecido.

"Um sinal evidente de auto sabotagem é a procrastinação", afirma o psicanalista  Alexandre Pedro | Foto: divulgação

Se você se identificou, é hora de rever o que o leva a seguir sempre o caminho mais tortuoso. Confira 3 constantes repetições de comportamento e como mudar esses padrões:

- Tenho “dedo podre”: Quem coleciona frustrações amorosas costuma dizer que tem o “dedo podre”, por atrair apenas relacionamentos destrutivos, cheios de mentira, traição, agressão (física ou verbal) e muito sofrimento. Ao invés de refletir e tentar entender porque a pessoa só se envolve em relações já destinadas ao fracasso, ela joga a culpa na falta de sorte. Se persistir nesta postura, a pessoa vai se enfraquecendo emocionalmente e não consegue mais se libertar dos relacionamentos tóxicos. Daí a importância de buscar respostas para este comportamento. Em muitos casos, essa insistência por amores desastrosos pode ser um reflexo do que se vivenciou em casa. É muito comum repetir o comportamento do pai ou da mãe. Se ambos tiveram uma relação tóxica, seu subconsciente vai entender que isso é normal. Mas não é. Caso esse padrão nocivo já esteja encravado, a ponto de você sequer saber por onde começar a mudar, vale buscar ajuda de um especialista.

- Na segunda-feira eu começo: Que atire a primeira pedra quem nunca disse essa frase. Seja para começar a academia, o curso de inglês, a dieta ou qualquer mudança de hábito. E quando chega a segunda, inventamos uma desculpa para empurrar a responsabilidade com a barriga. Isso se chama auto sabotagem. Sabemos o benefício ou a importância de realizar determinadas atividades, mas que não necessariamente nos proporcionam prazer. Então, de forma inconsciente, criamos obstáculos que atrapalham e até impedem a prática destas tarefas. Um sinal evidente de auto sabotagem é a procrastinação. Essa postura pode parecer apenas preguiça. Entretanto, é mais do que isso, e geralmente indica algum problema que está mascarado. Pode ser desde um medo de se comprometer e falhar, até uma fobia social. É imprescindível investigar a causa dessa “fuga”. Por que você está adiando ou evitando aquela situação? Por exemplo, se está prorrogando a possibilidade de deixar a casa dos pais e morar sozinho, talvez você esteja com medo de sair da zona de conforto e enfrentar as responsabilidades de uma independência financeira. Depois de entender o que está te bloqueando, desafie seus medos. Dê pequenos passos para atingir seus objetivos e visualize um ótimo resultado final.

- A culpa não é minha: Você se atrasa para um compromisso e culpa o trânsito. Você não entrega o trabalho no prazo e culpa a internet. Você briga com seu pai e a culpa é sempre dele. A resistência em assumir a parcela de culpa se tornou tão comum que as pessoas raramente percebem quando estão equivocadas. Na realidade, é extremamente positivo quando somos capazes de reconhecer que nos enganamos. Ao contrário do que se pensa, quando identificamos o que fizemos e as consequências que geramos, há uma sensação de libertação do peso, já que houve reparo nos danos causados. A responsabilidade é uma escolha que traz emoções positivas, como motivação e sensação de dever cumprido. Portanto, sempre que perceber que está tentando encontrar alguém ou algo para culpar uma frustração pessoal, tenha um momento de reflexão e identifique a real origem do problema. Foque nas soluções, e não nos culpados.
           
Entender e ressignificar esses padrões de comportamento significa adotar novos conceitos e hábitos, melhorando seus relacionamentos e dando outro rumo para sua vida.

*Alexandre Pedro é psicanalista pela Sociedade Internacional de Psicanálise de São Paulo; master practitioner de PNL filiado ao NLP Academy; hipnoterapeuta filiado ao International Board of Hipnosys e ao National Guild of Hipnotists. 


segunda-feira, 20 de maio de 2019

“Dia do Desafio” ocorre em maio em diversos países

Redação

Realizado sempre na última quarta-feira (29) de maio, o Dia do Desafio chega a 25ª edição.  Mais de 3 mil cidades do Brasil e de outros países participam desta ação, que estimula a integração e cooperação, por meio do incentivo à adoção de hábitos mais saudáveis e à prática regular de atividades físicas em benefício da saúde. Criado no Canadá, o evento é coordenado mundialmente pela  The Association for International Sport for All (TAFISA) e no continente americano pelo Sesc São Paulo.

Todas as unidades do Sesc no estado de São Paulo terão atividades no "Dia do Desafio" | Imagem: divulgação

O evento conta ainda com o apoio de instituições como a Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e a Cultura (UNESCO) e a International Sport and Culture Association (ISCA), além de ser realizado pelas prefeituras municipais.

A ação é explicada pelo diretor regional do Sesc São Paulo, Danilo Santos de Miranda. “Com o protagonismo compartilhado com instituições públicas e privadas, nesta data,  forma- se uma rede de pessoas que abraçam o desafio de oferecer oportunidades de tornar a vida de todos mais ativa. Cria-se então um cenário que favorece a motivação para a adoção de hábitos saudáveis na rotina essenciais na promoção do bem-estar social e a melhora da qualidade de vida da população, princípios da ação do Sesc, ressalta.

Na última quarta-feira de maio, diferentes cidades da América Latina se superam em uma competição amigável, na qual a população é incentivada a praticar atividades físico-esportivas ao longo do dia. O município que conseguir mobilizar o maior número de participantes em relação a sua população total vence o desafio.

As duplas de cidades, de porte equivalente, foram definidas por sorteio na edição de 2018. Neste ano, elas continuarão disputando entre si e somando esforços para aumentar o número de praticantes de atividades físicas e esportes, em uma competição trienal que segue até 2020.

Além do desafio entre cidades, cada dupla também entra na classificação do ranking Cidade + Cidade, que contabiliza a soma dos resultados de ambos os municípios e é atualizado a cada ano. Atualmente, São Caetano está concorrendo com a cidade de Toledo (Paraná).

Para a coordenadora do Dia do Desafio para o continente Americano, Maria Luiza Souza Dias, esta realização local é o verdadeiro motor da campanha. "Com o envolvimento de instituições de diversos setores, o Dia do Desafio chega à sua 25ª edição incentivando o compartilhamento de boas práticas, que faz com que essa mobilização coletiva se fortaleça por meio da colaboração mútua, do apoio e da integração entre os mais diferentes parceiros, ampliando cada vez mais ações de atividades físicas e esportivas realizadas no mundo inteiro", afirma.

Com atividades em todas as unidades do Sesc no estado de São Paulo, além de espaços públicos, a programação oferece atividades gratuitas como aulas abertas, vivências, jogos e inúmeras práticas e ações com personalidades esportivas, fazendo desta ação uma prática diária de bem-estar e qualidade de vida, pilares de sua missão institucional. A programação completa do Sesc pode ser conferida aqui. 

Sociedade Cultural Ítalo Brasileira promove festa em Santo André em junho

Redação A Sociedade Cultural Ítalo Brasileira realizará em 2 de junho, a partir das 13 horas, almoço especial em comemoração ao 73º anive...