quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Virada Sustentável começa nesta quinta-feira em São Paulo com mais de 600 atrações

Redação

A Virada Sustentável SP, maior festival de sustentabilidade do Brasil, começa nesta quinta-feira (22) e vai até domingo (25), com mais de 600 atrações gratuitas nas cinco regiões da cidade como Parque Ibirapuera, Instituto Tomie Ohtake e Centro Cultural da Juventude.

Luedji Luna é um dos destaques do festival. Ela se apresenta no Parque do Ibirapuera, em 25 de agosto, às 19h | Foto: Helen Salomão
O evento, que reúne milhares de pessoas a cada edição, promove uma programação recheada de shows, exposições, instalações, palestras, aulas de meditação, cinema ao ar livre, entre outras atividades, todas abertas e gratuitas ao público.

Entre os destaques estão o show de Luedji Luna e apresentação da Orquestra Jovem Tom Jobim com Zélia Duncan no Parque Ibirapuera, uma intensa programação no Circuito Paulista com CineSolar, o primeiro cinema itinerante do Brasil que utiliza energia limpa e renovável para funcionar, no Parque Mário Covas, piquenique no Parque Augusta, pintura coletiva no minhocão, jazz ao pôr do sol no Unibes Cultural, Rua das 100 Minas na Lapa, com programação exclusiva criada por mulheres.

Uma novidade deste ano é o Fórum Virada Sustentável 2019, no Unibes Cultural. A programação especial de talks e palestras sobre negócios de impacto, mobilidade urbana, economia colaborativa, economia circular, moda sustentável, mudanças climáticas, meio ambiente e inovação social, entre outros temas. Para conferir a programação completa do festival acesse: www.viradasustentavel.org.br.

Orquestra Sinfônica de Santo André apresenta concerto lírico inédito

Redação

A Orquestra Sinfônica de Santo André (OSSA) apresentará nesta semana um concerto lírico inédito na América Latina. Sob a batuta do maestro Abel Rocha e com a participação da soprano italiana Maria Pia Piscitelli, os músicos executarão a “Trilogia Tudor: As Três Rainhas”, obra composta por Gaetano Donizetti. As apresentações serão na sexta-feira (23), às 20h, no Teatro Municipal de Santo André Maestro Flavio Florence (Praça IV Centenário, s/nº), e no domingo (25), às 17h, no Theatro São Pedro (Rua Barra Funda, 171), na Capital. Os ingressos são gratuitos.

Concerto terá a participação da soprano italiana Maria Pia Piscitelli | Foto: divulgação

O concerto lírico-sinfônico "Tudor: As Três Rainhas” remete à história real da Inglaterra e da Escócia, seus amores, paixões e mortes. As três rainhas que Maria Pia interpretará são Anna Bolena, Maria Stuart e Elisabeth Tudor, essa última da ópera Roberto Devereux.

Ana Bolena foi a segunda esposa de Henrique VIII e esse casamento foi a razão da criação da igreja Anglicana. Sua última ária na ópera retrata os momentos anteriores à sua execução, decapitada acusada de adultério.

A ópera narra ainda a história de Maria Stuart, rainha católica conhecida como Maria de Escócia, e sua disputa com Elisabeth. Na última cena da ópera, Maria, prestes a ser decapitada, suplica a Leicester que perdoe seus assassinos, como ela já os perdoou.

Elisabeth Tudor, conhecida como Elisabeth I da Inglaterra, havia declarado seu amor a Roberto Devereux, conde de Essex. Elisabeth, na cena final da ópera, tenta em vão impedir a execução de Roberto.

Completam o programa as aberturas das óperas, que contará com a participação de jovens cantores que farão os personagens que completam as histórias.

Para o concerto de sexta-feira, no Teatro Municipal de Santo André Maestro Flavio Florence, os ingressos gratuitos serão distribuídos a partir das 18h na bilheteria. No domingo, no Theatro São Pedro, a distribuição será a partir das 16h.

Neurologista fala sobre esclerose múltipla

Redação

"Como será a minha vida daqui pra frente?" é a principal dúvida dos pacientes recém- diagnosticados com Esclerose Múltipla (EM). Com isso, o neurologista do Hospital São Luiz unidade Morumbi, Glauco Filellini, esclarece abaixo questões comuns sobre a doença.

O Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla, em 30 de agosto, busca conscientizar as pessoas sobre o problema | Foto: reprodução

A esclerose múltipla é autoimune e atinge o sistema nervoso central causando a destruição da mielina, proteína essencial para o funcionamento do mesmo, além da medula e do nervo óptico, o que, eventualmente, resulta em problemas no movimento muscular, visão e equilíbrio. Segundo a Federação Internacional de Esclerose Múltipla existem cerca de 2,5 milhões de pessoas com EM ao redor do mundo, sendo 35 mil apenas no Brasil, uma incidência de 15 casos para cada 100 mil habitantes.

Embora tenha uma alta incidência, a doença ainda é um desafio não só para os pacientes e seus familiares, como também para muitos médicos e pesquisadores, pois ainda não se sabe o que causa a EM. O Dia Nacional de Conscientização da Esclerose Múltipla, em 30 de agosto, busca conscientizar as pessoas sobre o problema.

Como identificar a esclerose múltipla?
Como é uma doença autoimune, ou seja, causada pelo próprio organismo, o sistema imunológico ataca por engano a mielina, formando anticorpos contra a proteína, fazendo com que o sistema nervoso desenvolva uma inflamação. Segundo o neurologista, ainda não se sabe a causa dessa atividade anômala, mas existem algumas teorias. "Acreditamos, até então, que a EM pode ser causada por uma possível infecção viral ou até mesmo uma tendência genética", afirma Filellini.

Os sintomas variam de acordo com o local do cérebro que foi lesionado. Por exemplo, alterações visuais, déficit motor ou sensitivo, e alteração de marcha e equilíbrio. Há também alguns sintomas relacionados às lesões da medula, como alteração da bexiga/intestino e fadiga. Existem várias formas da doença, classificadas conforme o estágio de evolução. Quando ela se manifesta em crises, com sintomas agudos intercalados por período de silêncio, é chamada de esclerose múltipla recorrente-remitente. Quando os sintomas são permanentes e tendem a evoluir cada vez mais é chamada de progressiva primária. E, por último, existe a progressiva secundária, quando a forma remitente se torna progressiva.

Como é feito o tratamento?
O tratamento consiste, basicamente, em atenuar os efeitos e desacelerar a progressão da doença, e se divide em duas fases. A primeira, tratando as crises com corticoides. A segunda é o tratamento preventivo, no qual o objetivo é impedir a atividade anômala do sistema imunológico. Essa prevenção pode ser feita com o uso de medicamentos e mantendo uma boa qualidade de vida. "Existe uma relação direta entre a doença autoimune e estresse. Portanto, uma dieta balanceada, exercícios físicos, uma boa noite de sono e terapia emocional-comportamental podem impactar na evolução da doença", explica o neurologista.


Por que a doença acomete geralmente jovens e em sua maioria mulheres?
Como a causa da doença ainda é desconhecida, não se sabe também porque a doença incide mais em mulheres e mais jovens. Estudos ao redor do mundo relacionam a diferença entre os gêneros, incluindo fatores como o sistema imunológico, a influência de hormônios, genética e exposições ambientais.

Como a esclerose múltipla impacta a vida dos portadores?
O neurologista alerta que o impacto da doença na vida dos portadores depende de uma série de fatores, mas mesmo que não haja uma cura, a EM pode ser controlada. "O impacto depende muito do tipo da doença, costumamos dizer que cada paciente tem a sua esclerose múltipla. Tudo depende da incidência das crises, da precocidade do diagnóstico e do tratamento, do acesso aos medicamentos e exames, entre outros", finaliza.

Venda de ingressos para shows de Norah Jones começa nesta quinta-feira

Redação

Após se apresentar em diversas cidades da América do Norte, Austrália e Nova Zelândia, a cantora e compositora norte-americana Norah Jones confirmou, recentemente, o retorno ao Brasil em dezembro. A venda de ingressos para o público em geral, começa nesta quinta-feira (22), no site livepass.com.br. Na turnê brasileira, a artista se apresentará em São Paulo (08/12 – Espaço das Américas), Curitiba (11/12 – Teatro Guaira) e Rio de Janeiro (13/12 – Vivo Rio).

Em São Paulo, a artista se apresenta no Espaço das Américas, em 8 de dezembro | Foto: divulgação 

Após o lançamento do aclamado álbum “Day Breaks” (2016) e extensa turnê mundial, Norah Jones retornou ao estúdio com a intenção de seguir caminhos criativos, sem expectativas ou limites. Ela começou com o lançamento de singles no verão passado, que passam por experiências eletrônicas, baladas folk totalmente acústicas, além de composições mais pautadas pela soul music. Uma compilação de sete desses singles foi lançada em abril.

Nascida em Nova York, Norah Jones se formou em Jazz Piano na University of North Texas. A partir de 1999, começou a se dedicar à carreira artística, aparecendo pela primeira vez no cenário mundial com o lançamento de “Come Away With Me” (2002), que a transformou em um fenômeno global, conquistando o Grammy Awards de 2003.

Desde então, vendeu 50 milhões de álbuns em todo o mundo e se tornou nove vezes vencedora do Grammy. Ela lançou uma série de álbuns aclamados pela crítica e de sucesso comercial como “Feels Like Home” (2004), “Not Too Late” (2007), “The Fall” (2009), “Little Broken Hearts” (2012) e “Day Breaks” (2016), bem como trabalhos com as bandas The Little Willies e Puss N Boots.

Em sua última passagem pelo Brasil, em 2010, Norah Jones se apresentou no Parque da Independência, em São Paulo, para mais de 40 mil pessoas. A atual turnê brasileira é apresentada pelo C6 Bank, com patrocínio da Itaipava e TNT Energy Drink (exceto para São Paulo), e é uma realização da Move Concerts Brasil.




quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Como preservar a boa memória

*Por Elie Cheniaux

Com o acúmulo de atividades e responsabilidades, além de tecnologias que “pensam por nós”, a boa memória se torna, cada vez mais, um artigo de luxo. De fato, a memória é uma das nossas funções cognitivas mais importantes e serve para arquivar experiências e informações adquiridas ao longo da vida. A perda de memória patológica acomete, principalmente, a memória de curto prazo, aquela que usamos para nos lembrar de algo recente. Quando ela é afetada, o paciente tende a repetir as mesmas perguntas que foram respondidas há pouco tempo. Mas o que é preciso fazer para preservá-la?

“Noites mal dormidas interferem muito na manutenção da memória, já que ela é consolidada neste período”, comenta o psiquiatra Elie Cheniaux | Foto: divulgação 

A área da neuropsicologia, que estuda a memória, ainda é muito nebulosa. Mas estudos mostram que os bons hábitos de vida são verdadeiros aliados da boa memória. Dentre eles, a prática de atividade física aeróbica por, pelo menos, três vezes na semana. O exercício intensifica a capacidade cognitiva, de atenção e concentração. Outro fator muito importante é o sono. Noites mal dormidas interferem muito na manutenção da memória, já que ela é consolidada neste período. O tabagismo e o uso frequente de álcool também são prejudiciais, pois provocam um envelhecimento cerebral precoce.

Em relação aos medicamentos, há controvérsias. Uma pesquisa recente indicou que o uso de donepezila, uma medicação utilizada para o Mal de Alzheimer, aumenta a capacidade da memória de portadores da Síndrome de Down. Isso fez com que universitários americanos passassem a usá-la. No entanto, não há nenhuma comprovação científica que mostre a sua eficácia em pessoas que não possuem a síndrome. Alguns fitoterápicos, como ginko biloba, parecem melhorar o fluxo sanguíneo cerebral, beneficiando, indiretamente, a memória.

A melhor forma de diagnosticar estas patologias é a realização de uma bateria de exames neurológicos e avaliações psiquiátricas. Vale citar também outras boas dicas que podem melhorar significativamente a memória e a atividade cognitiva como a leitura, o aprendizado de novas línguas, a prática de exercícios matemáticos e a constante sociabilização. Certamente, estes são hábitos importantes para a manutenção da memória e para retardar o surgimento de demências comuns a idade avançada, acima dos 65 anos.

*Elie Cheniaux é psiquiatra, escritor, mestre e doutor em psiquiatria, psicanálise e saúde mental pela UFRJ; pós-doutor pela COPPE/UFRJ e PUC-Rio; membro licenciado da Sociedade Psicanalítica do Rio de Janeiro.

Depressão: psicóloga comenta cinco sintomas

Redação

A depressão afeta 300 milhões de pessoas no mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Conforme a entidade, o índice de depressivos cresceu 18% em dez anos. A psicóloga Andrea Chaves destaca que a depressão causa isolamento social e deixa o indivíduo vulnerável a padrões de julgamento. Abaixo ela lista cinco sintomas, que podem sinalizar que alguém está com depressão.

Alterações no sono e apetite (tanto aumento quanto diminuição) são alguns dos sintomas | Foto: Shutterstock

Segundo estimativas da OMS, até o ano que vem, essa será a doença mais incapacitante do mundo. A entidade aponta ainda que o Brasil é país com mais casos em toda a América Latina, com um total de 11,5 milhões de depressivos, ou seja, 6% dos brasileiros.

Segundo a psicóloga, no Brasil há muito julgamentos equivocados sobre a doença. "É muito comum em nossa sociedade pensarem que é falta de fé, falta de atitude e que a pessoa tem a obrigação de reagir, de pensar que esse é um problema de ‘gente fraca’, ou mesmo uma frescura", comenta.  Pensando nestas atitudes, Andrea listou cinco sintomas psíquicos mais comuns e ressalta que é de extrema importância saber que a depressão é uma doença e como tal precisa de tratamento adequado.

Sintomas comuns da depressão:
1- Perda de humor, ou alterações cíclicas de humor (euforia seguida de muito desânimo)
2- Humor depressivo (tristeza intensa que persiste por muitos dias, com crises de choro ou apatia emocional - a sensação de que fica tudo “cinza”, e nada faz sentido);
3- Fadiga ou sensação de perda de energia;
4- Alterações no sono e apetite (tanto aumento quanto diminuição);
5- Retraimento social (isolamento, falta de desejo de estar com pessoas).

"É essencial saber que não se deve julgar uma pessoa com depressão. É importante que a pessoa com aparentes sintomas busque ajuda especializada, com psicólogo e/ou psiquiatra", finaliza Andrea.

Aumenta procura por cirurgias íntimas

Redação

Ninfoplastia ou labioplastia é uma cirurgia plástica, que consiste na redução dos lábios vaginais das mulheres. Este procedimento vem crescendo cerca de 20% no Brasil, de acordo com o cirurgião plástico, Luiz Haroldo Pereira. No mundo das famosas, algumas personalidades da mídia, como a modelo Geisy Arruda e a ex-BBB Clara Aguilar já assumiram ter feito o procedimento.

Além da diminuição dos lábios, é possível também retirar a flacidez da área íntima, explica o cirurgião plástico Luiz Haroldo Pereira

"No Brasil, a cirurgia íntima vem aumentando, porque as mulheres estão mais à vontade para discutir este procedimento, não é mais um tabu. É uma cirurgia que não apresenta nenhum risco quando feita por um cirurgião experiente", comenta Pereira.

Além da diminuição dos lábios, é possível também retirar a flacidez da área íntima, com enxerto de gordura. "Com o advento do enxerto de gordura para preencher a flacidez da região genital, feito por cirurgião plástico, as pacientes começaram a nos procurar, em vez de ginecologistas. O enxerto só pode ser feito por um cirurgião plástico", ressalta o médico.

Para o pré-operatório, não há nenhum cuidado específico. Já no pós-operatório, Pereira afirma que é preciso cuidar da higiene, conforme orientação, não manter relações sexuais por três semanas, além de usar compressas geladas, porque normalmente há inchaço e fica mais sensível.

Sobre o preço varia se é feito em hospital ou consultório médico, a indicação do local depende também do procedimento, segundo o cirurgião. “A cirurgia de corte, ou seja, retirada do excesso de pequenos lábios, é melhor que seja feita em hospital. Já o enxerto de gordura para aumentar o volume e corrigir a flacidez, pode ser feito também em consultórios", finaliza Pereira.

Virada Sustentável começa nesta quinta-feira em São Paulo com mais de 600 atrações

Redação A Virada Sustentável SP , maior festival de sustentabilidade do Brasil, começa nesta quinta-feira (22) e vai até domingo (25), com...