quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Plantas tóxicas para animais: cuidados e tratamentos

Da Redação

Os pets têm costume de recorrer à natureza para aliviar alguns incômodos, como dor de estômago ou coçar dentes que estão nascendo, ou até para se livrar do tédio. Entretanto, algumas plantas aparentemente inofensivas podem provocar reações alérgicas, envenenamento ou mesmo ferimentos ao serem ingeridas pelos bichinhos, afirma a veterinária Lívia Romeiro do Vet Quality Centro Veterinário 24h.

Primeiramente, é importante entender que a digestão dos pets é diferente de uma pessoa. As enzimas necessárias para dissolver os alimentos que chegam ao estômago são bem mais ácidas, uma vez que os animais praticamente não mastigam, mas apenas “trituram” a comida.

Por causa dessa potência do sistema digestivo, qualquer substância tóxica ingerida pelo pet pode ser absorvida de maneira bem mais acelerada, prejudicando órgãos como estômago, intestino, fígado e até o pâncreas.

Plantas tóxicas para animais
Antúrio
Todas as partes do antúrio possuem oxalato de cálcio, oferecendo riscos à saúde dos animais. Se ingerida, pode causar diarreia, vômitos, asfixia, salivação, inchaço da boca e garganta e edema de glote (reação alérgica que deve ser tratada com adrenalina).

Azaleia
Essa planta tem substâncias que podem causar problemas cardíacos e digestivos nos pets. Falta de apetite, alteração da frequência cardíaca, dor abdominal, perda de coordenação motora, diarreia persistente ou com sangue, enjoo, vômito, desânimo e convulsões são os sintomas mais comuns.

Babosa
A seiva (líquido branco) da babosa é tóxica para os pets e pode causar irritação nas mucosas e pele. Os sintomas são vômitos, anorexia, depressão, tremores, diarreia e mudança na cor da urina.

Comigo-ninguém-pode
As substâncias contidas nessa planta, como o oxalato de cálcio, a tornam tóxica por completo. Os animais que a ingerirem podem apresentar reações como irritação oral e ocular, dificuldades na respiração, irritação das mucosas, alterações neurológicas e da função renal.

Copo-de-leite
O copo-de-leite possui o mesmo princípio ativo do antúrio e comigo-ninguém-pode. Além dos sintomas parecidos, também podem ser notadas inflamações na boca e garganta, edema de lábio e língua e náuseas. Quando em contato com os olhos, gera fotofobia e lacrimejamento.

Espada-de-são-jorge
A espada-de-são-jorge produz substâncias saponinas esteroidais e glicosídeos pregnâncios, altamente tóxicas para animais e para humanos. Os sintomas são irritação da mucosa, dificuldades de respiração e movimentação e salivação intensa.

Hortênsia
Todas as partes da hortênsia, do caule às flores, são perigosas para seu animal. Os pets que a comerem podem apresentar boca arroxeada, dor abdominal, convulsões, letargia, flacidez muscular, vômitos e coma.

Lírio
Quando o animal apresenta irritação oral e ocular, coceira nas mucosas ou pele, dificuldades para respirar e engolir, alterações nas funções renais e neurológicas, pode ser que ele tenha ingerido lírios.

O que fazer caso o pet coma uma planta tóxica?

Se o seu animal exibir algum dos sintomas de intoxicação mostrados acima, é imprescindível que você o leve imediatamente a um veterinário. Lembre-se de levar com uma amostra ou foto da planta ingerida.

Nessa hora, os primeiros socorros são bastante úteis, mas evite as “receitas caseiras”, como dar leite ao animal intoxicado. Além disso, não tente induzir o vômito, pois o pet pode acabar aspirando o conteúdo expelido e até desenvolver uma pneumonia, agravando o quadro clínico.

Para cuidar melhor da saúde e bem-estar dos cães e gatos, é preciso se certificar de que a casa onde ele irá viver está segura e preparada, livre de plantas tóxicas. Caso o tutor já tenha algumas dessas espécies e não queira se desfazer delas, manter os vasos longe do alcance do pet e ensiná-lo desde cedo a não comer as plantas.


Editora Leader lança livro sobre as mulheres do marketing no Brasil

Da Redação

A Livraria Cultura do Shopping Iguatemi, em São Paulo/SP, sediou nesta última quarta-feira (12) o lançamento do livro Mulheres do Marketing, publicado pela Editora Leader, especialista em obras coletivas no Brasil.

Livro reúne 39 cases | Imagem: reprodução 
O trabalho reúne relatos de 39 mulheres vitoriosas, que investiram no próprio desenvolvimento profissional e se tornaram profissionais de destaque no mercado, ao descobrirem afinidade com a área de Marketing e sua capacidade de criação e inovação.

Essas mulheres atuam em empresas de grande porte e multinacionais, como Avon, Coca-Cola, Disney Brasil, Globosat, Marisa, Nestlé, Samsung, Johnson & Johnson, Visa, entre outras.

Elaine Póvoas, diretora de Marketing e Alianças da Service IT, integradora de soluções e serviços de TI, é coautora do livro e traz sua bagagem e experiência na área de Marketing e Gestão, para inspirar pessoas e dar mais eloquência à narrativa.

"É um dos momentos mais importantes da minha vida, tanto profissional, quanto pessoal, e fazer parte desse projeto pioneiro no Brasil é um grande privilégio. Trata-se de uma obra que compartilha aprendizados e realizações. Desejo que alguma, das muitas reflexões, possa inspirar os leitores para uma vida mais feliz", comenta Elaine.

As trajetórias de empreendedorismo dessas mulheres, ensinamentos e essenciais e estratégias de administração estão presentes na publicação, tornando possível ao leitor conhecer a fundo como funciona o marketing nas corporações. O livro traz também experiências de vida pessoal, com foco no equilíbrio com o trabalho, para o desempenho dos papéis que escolheram. Com esse livro, a Leader recebeu destaque no Ranking Brasil, sistema brasileiro de homologação de recordes, pelo número de executivas reunidas.

As profissionais de marketing têm conquistado cada vez mais espaço no mercado de trabalho, destacando-se em empresas de todos os portes. "Fundamental manter-se atualizada e preparada para as constantes transformações do mercado e a sua inquietação fará com que crie estratégias vencedoras para sua empresa", ressalta Elaine.

Mulheres do Marketing é um verdadeiro resumo de cases de cada uma das convidadas e tem como finalidade contribuir para o registro biográfico do marketing no Brasil. O livro foi apadrinhado pela Associação Brasileira de Anunciantes (ABA) e tem sua presidente executiva, Sandra Martinelli, entre as coautoras convidadas.



Einstein lança ensino médio integrado aos cursos técnicos na área de saúde

Da Redação

A Sociedade Beneficente Israelita Brasileira Albert Einstein inaugura, em 2019, as primeiras turmas do ensino médio integrado à formação técnica. Serão dois cursos, já com início no primeiro semestre do próximo ano: Técnico em Administração em Saúde e Técnico em Enfermagem. A proposta é entregar simultaneamente uma excelente formação de ensino médio e uma formação técnica completa para quem quer entrar logo no mercado de trabalho, de acordo com o presidente do Einstein, Sidney Klajner.

Aulas serão ministradas na Avenida Paulista,  2064 (2º, 3º e 4º pavimento) | Foto: reprodução
“Tecnicamente, esse profissional estará mais preparado para entrar em um mercado que exige uma adaptação às novas tendências socioculturais, como o trabalho em equipe, e ao uso da tecnologia no dia-a-dia de trabalho. Nosso compromisso é de difundir conhecimento de saúde com base nos princípios do Einstein, que são a excelência, inovação e humanização”, afirma Klajner.

Projeto pedagógico
O projeto pedagógico tem como objetivo contribuir com uma formação técnica qualificada, além de desenvolver práticas como empatia, ética, liderança, confiança, criatividade, responsabilidade e autonomia.

Os cursos possuem estágio a partir do segundo ano, o que ajudará a criar uma relação multidisciplinar com os conteúdos aprendidos em sala.  Os estágios acontecerão em cenários públicos e privados. Dessa forma, os alunos poderão colocar os conhecimentos em prática tanto no Hospital Israelita Albert Einstein, quanto no Hospital Municipal Vila Santa Catarina Dr. Gilson de C. Marques de Carvalho, gerido e operado pelo Einstein.

A matriz curricular integra as aulas da base nacional comum curricular do Ensino Médio (Língua Portuguesa, Matemática, Ciências Humanas, Arte, Educação Física, Ciências da Natureza) com as técnicas. Em três dias da semana, as aulas serão em período integral; das 7h15 às 17h50. Assim, serão completadas 1.400 horas por ano.

Infraestrutura
Localizada na Avenida Paulista,  2064 (2º, 3º e 4º pavimento), a unidade de ensino oferece salas de aula com recursos audiovisuais e uma arquitetura que incentiva a interação entre professores e estudantes. Três laboratórios integram o espaço: informática, enfermagem e de imagem.




Dezembro: mês de festa contrasta com melancolia dos idosos

Da Redação

O mês de dezembro chegou e com ele também começam a surgir convites para festas e reuniões de amigo-secreto, sofisticadas vinhetas de fim de ano e inúmeras propagandas convocando para um Natal feliz, cheio de presentes trocados por gente bonita, alegre e carinhosa. Tudo muito animador, mas pouco realista num país com sérios problemas socioeconômicos. Em meio a tudo isso, há um problema ainda mais grave: a melancolia que esta época do ano traz para muitos idosos, segundo a psicóloga Beatriz Leite Machado, especialista em psicologia hospitalar com ênfase em geriatria.

 O conceito “república de idosos” tem ganhado força, pois eles preferem deixar os lares solitários para viver em companhia dos demais idosos, garante a psicóloga Beatriz Leite Machado 
"As festas de fim de ano mobilizam muitos afetos de forma geral, sendo que nos mais velhos podem evocar memórias e sentimentos que resultam em manifestações de inquietação e angústia durante o período", afirma Beatriz.

De acordo com a psicóloga, para muita gente – em especial para os idosos – as festas de Natal e Ano Novo estão associadas a uma certa melancolia. "Há um imaginário de comunhão com a família e amigos, de um amor incondicional mágico, bastante distante da realidade, mas que faz parte em maior ou menor medida das expectativas de cada um. O Natal, em especial, sugere uma série de rituais que nos remete a sentimentos de fraternidade e solidariedade. Porém, a manutenção dessa atitude benevolente e compassiva no meio social atual é quase uma contradição diante do excesso de consumismo que acaba esvaziando o significado das reuniões familiares, além da indiferença em relação a muitos idosos".

Dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam um aumento de quase 20% na população de idosos entre 2012 e 2017. Hoje, eles são mais de 30 milhões. No mesmo período, outro dado salta aos olhos. A quantidade de pessoas com mais de 60 anos que estão vivendo em albergues públicos e casas de repouso está beirando os 100 mil – revelando uma escalada assustadora de solidão.

"A pessoa idosa pode sentir algumas perdas de forma mais profunda. Primeiramente, ela perde seu status profissional, seu padrão de vida, seu grupo de amigos e, às vezes, até a saúde. Depois, quando começa a perder pessoas muito próximas e familiares, a tristeza precisa ser bem trabalhada para que ela continue encontrando motivações para ser feliz. Muitos conseguem refazer um círculo de amigos quando se dedicam a hobbies ou passam a frequentar grupos de terceira idade, participando das diversas atividades propostas. Outros ingressam em grupos de dança, ginástica e até mesmo de viagem. Mas nem todos têm condições financeiras para desfrutar tudo isso. Por isso, é tão importante que o Estado esteja pronto para oferecer mais acolhimento e assistência a essa parcela importante da população", diz a psicóloga.

Para a especialista, o fim de ano – por marcar o fim do calendário – pode suscitar a finitude da vida. É o fim de um ciclo. Sendo assim, pessoas mais vulneráveis podem se deparar com questionamentos que remetem à própria finitude. Ela ressalta ainda a importância da valorização do idoso pela família e a integração entre as gerações, que proporcionam ganhos para todos.

Beatriz ressalta também que é preciso valorizar outras composições familiares que têm dado muito certo. "Pessoas que não podem ou não querem contar com a família têm se reunido com amigos escolhidos por afinidade. Isso tem se tornado cada vez mais comum, tanto que tem ganhado força o conceito de 'república de idosos'. Geralmente são pessoas solteiras ou viúvas, de diversas idades, que têm muito em comum e resolvem deixar seus lares solitários para viver em companhia umas das outras. O mais importante é investir na troca. Seja como for, os idosos devem sentir-se acolhidos e ter sua importância reconhecida, independentemente do núcleo ao qual pertencem hoje em dia."



quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Psicopedagoga fala sobre reprovação escolar

Da Redação

Um dos assuntos mais evidentes na finalização do ano letivo escolar é a reprovação de um aluno. Situação complicada para pais, filhos e professores. E foi pensando neste tema, que a psicopedagoga e palestrante Ana Regina Caminha Braga pontua algumas orientações importantes para os responsáveis enfrentarem essa temática da melhor forma possível, e ainda dá dicas para evitar que isso se repita em outros anos.


Para a psicopedagoga Ana Regina, a reprovação pode ter origem em vários fatores | Priscilla Fiedler
De acordo com Ana Regina, a reprovação pode ter origem em vários fatores, por isso é relevante identificar a sua causa. "Ela pode acontecer em virtude de uma dificuldade de aprendizagem, seja por um aspecto relacionado com a sala de aula, com o professor em sua didática ou mesmo com os colegas no momento de fazer as atividades. Por isso, é preciso saber como o aluno esteve no decorrer do semestre para o direcionamento correto".

Em segundo momento, a psicopedagoga ressalta que os responsáveis devem deixar o aluno consciente de toda a situação e conduzir um diálogo que o faça refletir sobre suas atitudes, as quais o levaram para este caminho. "O essencial é uma conversa franca sobre o assunto, explicando a importância do comprometimento e responsabilidade nos estudos. Os castigos e brigas só levarão o aluno a sentir-se menos capaz, diante desse processo". Caso a família tenha dificuldade em abordar o tema, o ideal é procurar por ajuda da escola".

Para que a reprovação não se repita no próximo ano, é preciso acompanhar de perto o aluno. Regina explica que o ideal é que os pais conversem com a equipe pedagógica e professores da escola, com o objetivo de elaborar estratégias que auxiliem no aprendizado do aluno.

E para finalizar, o papel dos pais no acompanhamento e na hora dos estudos é essencial. "O aluno precisa de orientação para organizar seus horários, as disciplinas e atividades a serem realizadas para criar uma rotina. É em casa, que os responsáveis devem mostrar a importância do estudo e da escola para o futuro pessoal e profissional da criança".




Crianças autistas têm evento especial em shopping

Da Redação

O Play Games do Golden Square Shopping, em São Bernardo do Campo,  cedeu em 1º de dezembro o espaço para a realização de um evento com crianças autistas. Organizado por Kelly Portugal, mãe de Henrique, de 8 anos, e Daniela Melo, mãe de Miguel, de 5 anos, do Projeto Estimular do ABC paulista, o encontro teve como objetivo promover um dia de descontração e chamar a atenção para o autismo.

Evento ocorreu no Play Games | Foto: divulgação 
Na ocasião, mais de 50 crianças estiveram no parque de diversão e puderam receber lanchinhos personalizados em tom azul, cor símbolo do autismo, porque a síndrome é mais comum em meninos. As crianças ainda foram surpreendidas com a presença de super-heróis que chegaram para completar a festa.


Uso de óculos de sol previne câncer ocular

Da Redação

O retinoblastoma é o câncer ocular mais comum em crianças pequenas. Ele atinge a retina e é visível nas fotografias, já que evidencia um brilho branco em um dos olhos da criança. Já entre os adultos, há dois tipos de câncer que merecem muita atenção: o melanoma e o linfoma.  De acordo com o oftalmologista Renato Neves, diretor-presidente do Eye Care Hospital de Olhos, em São Paulo, ainda existe o câncer que tem origem em outro órgão, como mamas ou pulmão, por exemplo, e depois acaba atingindo os olhos. Em todos os casos, o diagnóstico precoce aumenta as chances de cura. Mas o ideal, segundo o médico, é apostar na prevenção através do uso de óculos de sol.

Óculos escuros devem ser usados mesmo em dias nublados, afirma o oftalmologista Renato Neves
"Os fatores de risco para o melanoma ocular incluem pele clara, olhos claros (verdes ou azuis), idade superior a 45 anos, histórico de câncer na família e excesso de exposição dos olhos ao sol. Vale ressaltar que pessoas que trabalham no campo, em alto-mar, ou nas praias também têm risco aumentado para a doença por conta da superexposição aos raios ultravioleta (UVA e UVB). Por isso, é fundamental proteger sempre bem os olhos com óculos escuros – mesmo em dias nublados. O uso de boné ou chapéu em dias ensolarados também é altamente indicado, até mesmo para quem tem olhos castanhos", afirma o oftalmologista.

Neves diz que o tumor ocular, quando diagnosticado e tratado logo no início, tem grandes chances de cura. "Quando, ao invés daquele reflexo vermelho provocado pelo flash da máquina fotográfica, os pais notam um reflexo branco nos olhos do bebê, devem levá-lo a um oftalmologista sem demora. O retinoblastoma é um tipo comum de câncer infantil, causado pelo crescimento de um tumor na camada celular da retina. Hereditariedade é fator de risco que corresponde a apenas 10% dos casos. Os outros 90% ainda têm causas desconhecidas. Portanto, é importante prestar muita atenção aos olhos do bebê desde que nasce – conferindo sempre os reflexos nas fotos".

Já o melanoma ocular pode atingir tanto a parte interna do globo ocular (úvea), quanto a membrana que reveste e protege a córnea (conjuntiva). "O melanoma ocular costuma ser assintomático, daí a importância da prevenção. Queixas de alterações visuais constantes, 'moscas volantes', flashes luminosos, e até mesmo descolamento da retina geralmente surgem quando a doença se encontra num estágio com prognóstico pouco favorável. Normalmente, esse tipo de câncer ocular acomete pessoas entre 40 e 60 anos de idade, sendo necessário fazer um mapeamento da retina, bem como uma ultrassonografia, além dos exames oftalmológicos comuns", diz o médico.

"Pessoas com o sistema imunitário mais vulnerável, como pacientes em tratamento de Aids, são mais suscetíveis ao câncer ocular do tipo linfoma. Embora raro, é mais facilmente percebido, já que implica no crescimento anormal de uma massa de tonalidade rósea sobre a conjuntiva – atrapalhando a visão até mesmo quando se esconde nos cantos das pálpebras. Somente a biópsia poderá dizer quando é um tumor benigno ou maligno. De todo modo, o tratamento com radioterapia logo no início da doença tem se mostrado promissor. Diante desse quadro, é muito importante que as pessoas compreendam que os óculos de sol são muito mais do que um acessório estético – sendo fundamentais para a prevenção da doença", conclui o oftalmologista.

 


Plantas tóxicas para animais: cuidados e tratamentos

Da Redação Os pets têm costume de recorrer à natureza para aliviar alguns incômodos, como dor de estômago ou coçar dentes que estão nasc...