quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Janeiro branco: médica fala sobre depressão pós-parto

Da Redação

Janeiro Branco é o termo utilizado para chamar atenção à campanha de cuidados com a saúde mental e promoção de atividades ligadas ao tema. Uma das questões presentes na vida da mulher, relacionadas à saúde mental, é a depressão pós-parto, de acordo com a ginecologista, obstetra e mastologista, Mariana Rosário: “Em geral, não se fala muito sobre o assunto, por desconhecimento e até preconceito”.

As alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher podem causar a depressão pós-parto, explica a médica Mariana | Foto: divulgação 
Depressão pós-parto é um quadro depressivo que se apresenta na mulher imediatamente após o parto ou até um ano depois deste momento. Os sintomas são caracterizados como tristeza, apatia, desalento e pode ou não ocorrer a rejeição ao bebê.

As causas fisiológicas mais comuns do quadro depressivo pós-parto são as alterações hormonais bruscas que ocorrem com a mulher. Mas, existem casos que são apenas emocionais, principalmente nas pacientes que já apresentaram alguma depressão, antes ou durante a gravidez, por fatores diversos como, por exemplo, a idade (muito novas ou mais velhas) e condição sócio-econômica-cultural.

“Uma paciente em condição financeira prejudicada ou de família desestruturada pode apresentar depressão pós-parto sem causas fisiológicas, sendo um estado puramente emocional. De qualquer maneira, seja o problema físico ou emocional, ele deve ser tratado imediatamente”, alerta a médica.

Mariana explica que a depressão pós-parto pode ter, como uma das principais características, a rejeição ao bebê, mas, pode se apresentar em níveis diferentes. “Existe um quadro chamado de Baby Blues, caracterizado por melancolia, sensibilidade amplificada e insegurança que chegam de repente, mas, que não causam tristeza no puerpério. Esse quadro tende a passar logo, sem a necessidade de intervenção médica”, afirma a ginecologista.  Porém, ela destaca que, se os sintomas perdurarem mais de 30 dias ou forem muito intensos, é importante procurar o médico.

Entre 10% e 15% das mulheres passam pela depressão pós-parto. A duração do quadro depende muito da resposta da paciente à medicação. “Algumas melhoram imediatamente, mas, em casos graves, exige-se até mesmo a internação. O tratamento é feito com medicação e terapia”, comenta.

Além disso, o apoio familiar é fundamental nos casos depressivos no puerpério, para que a mulher consiga superar esta fase, o mais breve possível.

“Não é preciso ter medo de uma depressão aparecer, porque existe tratamento para o problema. Fazer um pré-natal completo, ter uma gravidez tranquila, cuidando da saúde e praticando atividade física são as melhores formas de prevenir-se do problema, mas, se ele se manifestar, procure imediatamente apoio médico”, finaliza Mariana.


Casa Ronald McDonald ABC recebe óleo de cozinha usado

Da Redação

Por meio de uma parceria com a ONG Oito Elementos, que faz reciclagem de óleo de cozinha usado, desde o último mês, a Casa Ronald McDonald ABC, em Santo André, é ponto de coleta do produto. A cada dois litros de óleo, o doador recebe em troca duas pedras de sabão.

Paula ressalta a importância do descarte correto do óleo, para evitar danos ambiental | Foto: divulgação 
De acordo com Paula Muniz, responsável pela área de Marketing da Casa Ronald McDonald ABC, a proposta da parceria é reforçar o apoio à sustentabilidade, já que quando descartado incorretamente o produto pode causar diversos danos ao meio ambiente.

"Os produtos químicos utilizados no desentupimento das tubulações e o óleo podem se espalhar pela superfície dos rios e represas, contaminando a água e prejudicando a vida de muitas espécies que vivem nesses habitats", explica Paula.

Quem quiser colaborar com a causa, poderá fazer a doação de óleo usado na sede da Casa, que fica na Avenida Príncipe de Gales, 821.


Viagem: como planejar as férias de verão com criança pequena

Por Mônica Gimenez

As férias de verão são consideradas a melhor época do ano para viajar em família, isso porque o calor, combinado com recesso escolar e empresarial tornam o período propício para fazer as malas. Mas, quando o assunto é viajar com criança pequena tudo se torna muito mais complicado, o planejamento, a escolha do destino, o trajeto e os passeios. Por isso, separei cinco dicas importantes para fazer da viagem de férias com o bebê, momentos inesquecíveis e sem estresse.

Durante a viagem a dica é levar levar brinquedos, para distrair as crianças | Foto: reprodução 
Planejamento: a primeira dica é planejar com antecedência e fazer escolhas que estejam de acordo com a rotina a estilo de vida da família. As crianças pequenas, principalmente na fase que ainda estão de colo estão acostumadas a uma rotina, e abandonar isso durante as férias de verão pode causar desconforto e muitas crises de choro. Portanto, a dica é procurar criar um roteiro que seja não somente divertido, mas que também acolha as necessidades dos pequenos.

Destino: a escolha do destino talvez seja a mais delicada das tarefas. Nessa fase é preciso escolher o clima do local, as opções de passeios e turismo, o tipo de acomodação, qual a infraestrutura do local, etc. Tudo levando em conta o bebê. É comum famílias com criança pequena aproveitar as férias de verão para ficar em um hotel fazenda, ou em um resort. São preferências de quem vai aproveitar para descansar e deseja um ambiente acolhedor e com bastante suporte para os pequenos.

Avião / carro / ônibus: o trajeto é um dos momentos mais desconfortáveis para os bebês, principalmente se for distante e demorar muitas horas. Se a viagem for de carro, vale a pena investir em uma boa cadeirinha como a Pallas Mfix da Cybex, vencedora de testes de segurança da associação alemã Stiftung Warentest, a cadeira que cresce junto com a criança e oferece excelente segurança por mais de 11 anos e em um bebe conforto como o Cloud Q da Cybex, que possui ajustes para apoio de cabeça e cinto de segurança em Y com protetores acolchoados e um sistema de proteção lateral L.S.P. A segurança vem em primeiro lugar sempre. Procure manter a temperatura no interior do veículo amena e agradável e, se possível, opte por viajar em momentos de maior sonolência da criança, assim ela dormirá a maior parte do percurso.

Em casos de aviões e ônibus é comum o desconforto da criança causar irritação, choro e incomodar outros passageiros. Leve brinquedos e maneiras de distrair os pequenos. No avião, durante os momentos de pouso e decolagem é comum a pressão no ouvido causar dor, e junto com ela o choro. Nesse caso, se for um bebê de colo que ainda amamente, a sucção ao mamar geralmente é o suficiente para aliviar esse problema.

Passeios: quando estamos de férias aproveitamos para conhecer o lugar e passear bastante, mas com criança pequena esse pode ser um grande desafio. Por isso é indispensável que a família leve um carrinho de passeio. Ele será seu melhor amigo na hora de curtir as férias. Não só é uma saída interessante para quando a criança está cansada de caminhar, como também permite que essa durma ao longo do dia, descansando da rotina corrida que uma viagem pode ter.

Mas é claro, nada adianta um carrinho que ocupe metade do porta malas, ou que seja difícil de despachar como bagagem. No mercado o melhor carrinho para viagem, mais compacto e mais leve do mundo, é o Pockit+ da GB, esse carrinho é considerado pelo Guinness World Records 2014, como menor carrinho do mundo. Quando dobrado ele fica com as medidas: 32x20 x 38 cm e pesa 4,9kg. Ele ainda se encaixa em qualquer compartimento pequeno, seja em um avião, trem, ônibus ou carro. Ou seja, uma ótima opção para os pais que adoram explorar todos os momentos junto de seus filhos.
       
Mala: é difícil se manter compacto com uma criança pequena, nunca sabemos do que iremos precisar. Minha dica é para que as pessoas façam a mala com peças de roupa versáteis e que sejam fáceis de lavar. Lembre-se de colocar na mala os documentos originais da criança e dos responsáveis, além de uma pequena farmácia com remédios indicados pelo pediatra da criança.

Vendo tantas dicas e alertas os pais de primeira viagem podem se assustar. A viagem de férias com criança pequena requer pequenos cuidados extras. Porém, esse ainda é um momento de diversão, para criarmos laços e aproveitarmos a família, portanto, não se intimide e vá curtir o verão 2019!

*Mônica Gimenez é coordenadora comercial da Cia do Móvel. 


terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Saiba quais são os alimentos que espantam a tristeza e o mau-humor

*Por Sabina Donadelli 

Sentir tristeza e ficar "péssima" de vez em quando é uma reação natural a situações difíceis, como o fim de um relacionamento, uma demissão ou uma doença que aflige alguém que amamos, ou até mesmo conviver diariamente com um chefe ou colega chatos, são situações que afetam o emocional de qualquer um.

"A escolha sábia de alimentos pode fazê-lo sentir-se mais feliz e os efeitos são, acredite, imediatos", afirma a nutricionista Sabina
Quando estamos deprimidos, temos tendência a optar por alimentos pouco saudáveis, abusar de doces e bebidas alcoólicas, o que só piora ainda mais os sentimentos de "menos-valia".

A depressão pode ter diversas causas, mas é possível combater a maioria delas com alimentos certos, os quais vão formar substâncias que atuam no cérebro, corrigem deficiências de vitaminas e minerais e estabilizam o açúcar no sangue, trazendo bem estar.

Não importa o quanto você esteja deprimido ou triste, a escolha sábia de alimentos pode fazê-lo sentir-se mais feliz e os efeitos são, acredite, imediatos.

Veja alguns alimentos importantíssimos para fazer você se sentir mais feliz:

Peixes pequenos, ovos, iogurtes, kefir;

Carboidratos ricos em fibras;

Diminua a cafeína e álcool;

Abasteça-se de Vitamina D (tome sol por 10 min todos os dias),

Abacate;

Chocolate Amargo;

Aveia;

Banana;

Morango;

Couve;

Castanha do Pará;

Semente de gergelim;

Alho;

Melancia;

Gengibre.

*Sabrina Donadelli  é formada e pós-graduada em Nutrição, e alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana.


Casa de vinhos em Santo André tem mais de 150 rótulos

Da Redação

Santo André ganha no bairro Bela Vista uma casa de vinhos, a Permont Enoteca, comandada pelos sócios e amigos Celene Peralta e André Montanari. A inauguração será nesta terça-feira (15), com coquetel para convidados.

Nas prateleiras há vinhos de diversos países, entre eles, França, Itália, Portugal, Espanha e Chile | Foto: divulgação 
Localizada na Rua Laura, 494, a Permont tem ambientações diferenciadas para atender com conforto o consumo no local, além disso, haverá no espaço realização de cursos, degustações, jantares harmonizados, Clube do Vinho, confrarias, reuniões de negócios e orientações personalizadas para a demanda de cada cliente.

Com 150 rótulos de grandes importadoras, entre as quais Decanter, Mistral e Adega Alentejana. A enoteca oferece vinhos das melhores procedências da França, Itália, Portugal, Espanha, Chile, Argentina, Uruguai, Estados Unidos, África do Sul, Eslovênia, além de nacionais.

Para o consumo no local, o cardápio é composto por tábuas de frios, antepastos e bruschettas. E contará também com cervejas artesanais, chopes e destilados, além de um empório com diversos produtos, entre eles, queijos, azeites e massas.

Ambientação
De inspiração rústica contemporânea que preserva os tijolos aparentes da construção original, a casa conta com três pisos para acomodar com conforto cerca de 60 pessoas. O local abre as portas ao público de terça a sábado.  Para mais informações ligue: 3593-2555.


segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Dermatologista esclarece mitos e verdades sobre a queda capilar

Da Redação

A queda de cabelo é uma das queixas recorrentes em consultórios de dermatologistas. Mesmo assim, o assunto ainda é cercado de mitos relacionados às suas principais causas e tratamentos. O dermatologista Rafael Tomaz, gerente médico da Lupin, esclarece dez mitos e verdades relacionados ao problema, que tanto preocupa homens, quanto mulheres.

Pessoas que já têm uma diminuição da densidade capilar, devem deixar os fios soltos sempre que possível soltos | Foto: Thinkstock
O uso de apliques e mega hairs pode favorecer a queda capilar?
Verdade. Os apliques e mega hairs, quando inseridos na raiz, pesam no fio e têm um efeito gravitacional, puxando os cabelos para baixo. Isso prejudica a saúde dos fios, que vão se destacando da raiz, podendo levar a uma queda de cabelo irreversível. No caso de pacientes que já têm uma diminuição da densidade capilar, o recomendado é deixar os fios soltos sempre que possível.

Com o tratamento adequado, é possível perceber os resultados do crescimento capitar?
Verdade. Hoje existem produtos e tecnologias que permitem resultados satisfatórios em grande parte dos pacientes. Com indicação médica, o uso de medicamentos, como a Finasterida e o Minoxidil, pode trazer benefícios no recrescimento capilar. Entretanto, alguns efeitos colaterais podem ser observados: Em alguns pacientes a Finasterida pode promover uma diminuição da libido e disfunção erétil. O Minoxidil, por outro lado, pode induzir o crescimento indesejado de pelos faciais em mulheres. Recentemente foi lançado o dermocosmético chamado Recrexina, que auxilia no aumento da densidade capilar, com resultados iniciais já observados após dois meses de uso, tornando-se mais expressivos após quatro meses. Recrexina é uma formulação tópica inovadora e patenteada que possui resultados clínicos comprovados por meio de estudos científicos. Ela tem em sua composição moléculas capazes de estimular e ativar as células-tronco do couro cabeludo, promovendo o recrescimento e o fortalecimento do cabelo, além de potencializar a formação de queratina.

A calvície é provocada exclusivamente pela idade e por fatores genéticos?
Mito. A herança genética e o envelhecimento são alguns dos fatores mais comuns que levam à queda capilar e até mesmo à calvície. No entanto, o problema tem diversas causas, podendo ser provocado por fatores como estresse, distúrbios hormonais, anemia, entre outros. É importante a avaliação do dermatologista para o correto diagnóstico da causa da calvície.

O uso de anabolizantes e esteroides pode provocar queda de cabelo, favorecendo a calvície?
Verdade. O excesso de testosterona é um dos principais vilões da queda de cabelo. Por isso, o uso do hormônio sexual masculino como anabolizante pode favorecer a perda dos fios. Muitos jovens procuram o consultório do dermatologista queixando-se de uma queda muito acentuada e, quando você investiga a história desse paciente, é comum que esse problema esteja associado ao uso de "bombas" de academia.

A calvície pode ser totalmente revertida?
Mito. Não há cura para a calvície, no entanto existem tratamentos que ajudam a aumentar a quantidade de fios no couro cabeludo. É importante ressaltar que pacientes com queda capilar nos estágios inicial ou moderado responderão melhor ao tratamento. Por isso, recomenda-se tratar o quanto antes para se ter uma resposta mais expressiva.

O uso de determinados medicamentos pode levar à queda?
Verdade. Há diversos medicamentos que têm como possível efeito colateral uma queda de cabelo transitória. Por outro lado, a dosagem errada do medicamento também pode ser prejudicial. Por isso, é importante que o paciente não faça uso de qualquer medicação sem orientação médica.

O uso diário do secador pode ser prejudicial?
Mito. O secador não é vilão, mas é importante utilizar uma temperatura amena e manter determinada distância para não danificar o couro cabeludo. Já o uso da chapinha deve ser desencorajado como hábito, pois a temperatura elevada e o contato direto da prancha com a haste do fio podem provocar uma quebra.

O uso de chapéus, bonés e toucas pode prejudicar os fios de cabelo? 
Verdade. Chapéus e bonés abafam o couro cabeludo, podendo causar a chamada dermatite seborreica e o excesso de oleosidade na raiz, que por sua vez favorecem a queda do cabelo.

Os cabelos caem mais em determinadas estações do ano, geralmente no outono?
Verdade. Há indícios de que os cabelos caem mais em algumas estações do ano, como no outono, porém os fatores associados a esta observação são pouco compreendidos. Em países como o Brasil, que não possui estações do ano tão marcadas, este efeito pode ser pouco expressivo.



Detran-SP orienta como transportar animal de estimação

Da Redação 

Janeiro é mês de férias e cresce o número de veículos nas estradas. Além da preocupação com a revisão de veículo e a segurança dos passageiros, quem tem animal de estimação deve ficar atento também à segurança do pet. O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) reuniu algumas dicas para o transporte de animais.

É proibido transportar animais à esquerda do motorista, ou entre seus braços ou pernas | Foto: Freepik 
O que diz a legislação
Apesar de não existir uma regulamentação federal específica de como deve ser o transporte de animais, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) diz como não pode ser feito.

O artigo 252 proíbe o transporte de animais à esquerda do motorista ou entre seus braços ou pernas. A infração é média, com quatro pontos na habilitação e multa no valor de R$ 85,13.

Já o artigo 235 do CTB estabelece que o transporte de animais também não pode ser feito na parte externa do veículo, como no capô, caçamba, para-choques e portas, por exemplo. A infração é grave e o condutor autuado recebe cinco pontos na habilitação, além de multa de R$ 127,69.

Deixar o bichinho com a cabeça para fora da janela também é infração, porque é considerada parte externa do veículo, de acordo com o Manual Brasileiro de Fiscalização de Trânsito. Sem falar nos riscos dele ser atingido por galhos de árvores e até mesmo por outros veículos durante o trajeto.

Equipamentos de segurança
Apesar da aquisição não ser obrigatória, há acessórios no mercado que visam reduzir os riscos, limitando o deslocamento do animal. O motorista tem que ter em mente que tudo o que estiver solto dentro do veículo tem o seu peso multiplicado em casos de colisão ou de frenagem repentina do veículo.

Por isso, é de extrema importância checar com o veterinário qual é o melhor equipamento, de acordo com o tamanho e o peso do animal, para viajar com total segurança e tranquilidade.

Já os animais de pequeno e médio porte, principalmente os gatos, a caixa de transporte é a mais indicada. Tem também a cadeirinha para pet que é presa ao banco do veículo e possibilita que o animal viaje com mais liberdade.

Para os bichinhos maiores, há o cinto de segurança especial e a grade de segurança, que é colocada entre os bancos traseiro e dianteiro, impedindo o animal de interagir e consequentemente distrair o motorista.


Janeiro branco: médica fala sobre depressão pós-parto

Da Redação Janeiro Branco é o termo utilizado para chamar atenção à campanha de cuidados com a saúde mental e promoção de atividades ligad...