quarta-feira, 7 de março de 2018

Três em cada dez brasileiros têm um pé maior que o outro

Da redação

Após examinar os membros inferiores de mais de 37 mil clientes em escâneres 2D e 3D, uma empresa de palmilhas ortopédicas identificou que 29,3% das pessoas têm um pé ligeiramente maior que o outro. Isso pode explicar o surgimento de bolhas, calos e também responde à uma pergunta frequente: por que tantos calçados são desconfortáveis em só um dos pés? Assim, foi constatado que três em cada dez brasileiros são acometidos por uma diferença considerável no tamanho dos pés, que varia de 0,4 centímetro (cm) à 2 cm.

Se possível, compre calçados à noite, quando os pés estão mais inchados | Foto: divulgação 
Segundo o diretor de Fisioterapia da empresa Pés Sem Dor, Mateus Martinez, há duas causas do problema: "Essa diferença surge devido aos fatores genéticos em casos mais raros devido aos traumas. Para que um sapato social seja confortável e não provoque problemas, ele deve ter uma folga de 0,7 cm. No caso de um tênis, essa folga tem que ser de 1,5 cm". Se um dos pés for menor que o outro, a numeração escolhida precisa ser adequada ao pé maior.

O dado serve como um alerta para o setor calçadista, já que no Brasil os sapatos são feitos em escala e as marcas não chegam a um consenso quanto à numeração. "É comum encontrar um tênis número 40 mais folgado que o 41 de outra marca. Mesmo que os pés sejam tão diferentes uns dos outros, poucas empresas se preocupam em fazer produtos personalizados" aponta o fundador da Pés Sem Dor, Thomas Case. 

Normalmente, é comum acreditar que calçados maiores que o adequado são uma alternativa, mas o atrito da folga gera desconfortos e causa calos. O recomendado é utilizar uma palmilha sob medida, que irá prevenir esse atrito. Martinez ainda aponta um outro diagnóstico, no qual  um dos dedos do pé é maior que os demais: "o formato dos dedos são diferentes e isso é genético. Quem tem os 'dedos gregos' e os 'dedos célticos' são os que mais sofrem desconfortos e dificuldades na hora de usar calçados".

Um último fator é o inchaço. Se fosse possível determinar qual a melhor hora para escolher um calçado, seria no período da noite, quando nossos pés estão mais inchados. "O ideal é fazer uma medição com especialistas, além de escolher o calçado sempre com base no pé maior. O que não podemos é desrespeitar a base do nosso corpo, já que independente do tamanho, eles nos levam onde precisamos chegar" conclui Case.



Sono e saúde

Por Mariana Rossi Gurgel Fava-  fisioterapeuta e membro da Associação Brasileira do Sono

Nas últimas décadas muito se tem falado a respeito de qualidade de vida, da importância da boa alimentação, de exercícios físicos e mesmo de uma vida social equilibrada, que integre trabalho, lazer e saudável convívio familiar . A qualidade do sono também tem sido muito valorizada, pois é indispensável para o equilíbrio físico, mental e emocional do ser humano, fortalecendo o sistema imunológico, ajudando a prevenir doenças e proporcionando um bom funcionamento do cérebro.
Apesar de todas essas funções, nem sempre os eventuais problemas de sono dos pacientes são questionados ou investigados pelos profissionais da saúde no dia-a-dia dos consultórios particulares ou do serviço público, a menos que o paciente traga espontaneamente uma queixa específica sobre o problema.


Gostaria de chamar a atenção para a necessidade de um novo olhar sobre o assunto, pois muitos problemas que afetam a saúde da população e que acabam levando o paciente a buscar atendimento médico, como pressão alta, obesidade, ansiedade, perda da memória, dentre outros, podem estar associados a uma má qualidade do sono. Dados alarmantes, como os que apontam que cerca de 1/3 dos acidentes de trânsito esteja associado à sonolência excessiva ao volante, contribuíram para mudança na legislação vigente, a qual inclui, desde 2008, dentre os critérios para obtenção e renovação de categorias profissionais da Carteira Nacional de Habilitação, a avaliação de distúrbios do sono.
Deve-se ressaltar que o sono possibilita o descanso do organismo e a preparação para o dia seguinte.Apesar da real função do sono ainda ser alvo de inúmeras pesquisas científicas, não restam dúvidas de que dormir é essencial para a manutenção de funções essenciais como a fala, memória e pensamento flexível e inovador. Uma boa maneira de compreender o papel do sono é atentar para o que acontece quando não dormimos adequadamente. A falta de sono tem efeitos graves sobre a
capacidade do nosso cérebro de funcionar adequadamente. Se você já teve uma "noitada daquelas", estará familiarizado com os seguintes sintomas: sonolência, irritabilidade e esquecimento. Depois de apenas uma noite sem sono, a concentração torna-se mais difícil e atenção diminui consideravel-mente. Dentre os distúrbios mais frequentes do sono estão a insônia e a apneia do sono, que é a parada respiratória devido à obstrução das vias aéreas. Seus sinais e sintomas mais comuns são o ronco, engasgos
durante o sono, sensação de que não dormiu bem e cansaço ou sonolência durante o dia. As interrupções do sono devido à apneia podem ocorrer diversas vezes em uma mesma noite e podem ao longo do tempo ocasionar diversos problemas como, por exemplo, arritmias no coração, elevação
da pressão arterial, diabetes, refluxo gástrico e o aumento do risco de acidentes devido à desatenção ou mesmo cochilos durante o desempenho de alguma tarefa. Por isso é de extrema importância que a
população fique atenta e relate esses e outros problemas de sono ao seu médico de confiança ou procure orientação médica nos postos de saúde.
Cuidar do seu sono é cuidar de sua saúde


terça-feira, 6 de março de 2018

Psicóloga destaca benefícios da convivência com animais desde a infância

Da redação

A maioria das crianças sonha em ter um animalzinho de estimação, porém os pais muitas vezes entram em conflito com esta ideia, já que existem alguns receios em relação ao convívio dos pequenos com esses bichinhos. Com isso, a psicóloga infantil e familiar, Carol Braga, destaca os benefícios desta convivência.

Crianças que convivem com seus animais de estimação apresentam menores chances de contrair asma ou alergias | Foto: Shutterstock 
"No aspecto emocional, através de estudos, não há registros de algo negativo em se ter um animal de estimação em casa, claro que devemos sempre avaliar as condições físicas de cada situação. Do ponto de vista emocional se trata de falarmos de amor, carinho, respeito, cuidado e dedicação! A convivência com os bichinhos estimula o desenvolvimento cognitivo, emocional, físico e social da criança", ressalta a psicóloga.

Destaque também para o "papel" de facilitadores sociais dos animais, pois onde estão atraem atenção e geram interação entre as pessoas, principalmente entre as crianças, que se encantam facilmente com estes seres vivos. E no ambiente familiar, sem dúvida, esses animais estreitam o relacionamento entre os membros da família e essa união é essencial para o desenvolvimento da criança.

" Os pets são capazes de despertar nas crianças o afeto, companheirismo e senso de responsabilidade com o próximo, pois em qualquer lugar que estejam, necessitam de cuidados e atenção especial. Neste momento, inclusive, os pais podem atribuir pequenas tarefas para os filhos realizarem e auxiliarem no dia a dia do bichinho, transmitindo os princípios da responsabilidade e estimulando a autoestima dos pequenos, já que estes se sentirão prestativos e fazendo parte de algo importante", destaca Carol.

De acordo com estudos científicos, crianças que convivem com seus animais de estimação apresentam menores chances de contrair asma ou alergias, pois desenvolvem um sistema imunológico mais resistente.

O convívio com animais de estimação desde a infância também favorece emocionalmente a criança, reduzindo os índices do desencadeamento da ansiedade infantil, uma vez que a preocupação e os cuidados que devem ser dedicados aos bichinhos faz com que os pequenos foquem no presente, sem se sentirem angustiados e preocupados com o que vem pela frente. Além disso, o vínculo com os animais faz com que o organismo libere ocitocina, responsável por proporcionar sensação de bem-estar.

Além dos benefícios já citados, a convivência com os animais também tira a criança da zona de conforto, da tendência ao sedentarismo e estimula a criatividade e habilidades motoras.  A profissional também ressalta que a decisão de ter ou não um pet na rotina familiar deve ser feita a partir das condições da família e da preferência dos pequenos, além disso, é importante também pesquisar as raças mais adequadas às crianças.




segunda-feira, 5 de março de 2018

Mulheres sofrem mais de doenças renais devido anatomia

Da redação

Se comparadas aos homens, as mulheres têm um risco bastante particular de desenvolver doenças renais, de acordo com a nefrologista do Centro de Rim e Diabetes do Hospital 9 de julho, Zita Britto. Por isso, o diagnóstico precoce de doenças é essencial para evitar complicações.


Mulheres adultas têm 50 vezes mais chances de adquirir infecção do trato urinário | Foto: ThinkStock 

“A mulher possui uma uretra menor que a dos homens e mais próxima ao ânus, o que facilita a proliferação de bactérias do intestino, por exemplo, levando a infecções mais frequentes” explica a médica que enfatiza que a cada ano, 21 mil novos casos de problemas renais são diagnosticados no Brasil.

Os rins são extremamente vascularizados, já que são responsáveis por filtrar o sangue que é enviado ao organismo para evitar a presença de substâncias nocivas ou mesmo manter o equilíbrio das que são importantes para o bom funcionamento do organismo. No caso das mulheres, a gravidez pode aumentar os riscos de uma doença renal aguda e ou crônica como a hipertensão gestacional, infecções urinárias e até o abortamento. Apesar de raro, alguns casos podem acontecer em mulheres que engravidam pela primeira vez e por inseminação artificial.

Outras doenças que podem atingir mais as mulheres são as doenças auto-imunes como o Lúpus Eritematoso Sistemico, artrite reumatóide e as escleroses sistêmicas, que levam à disfunção de órgãos alvo, incluindo os rins. As diferenças de sexo na incidência e gravidade dessas doenças resultam de uma complexa interação de fatores hormonais e genéticos.

Entre as doenças mais populares dos rins está a infecção do trato urinário (ITU). A ITU é mais comum no sexo feminino e pode acontecer na uretra (uretrite), bexiga (cistite) e nos rins (pielonefrite). Entre os sintomas estão dores pélvicas, incômodo e vontade excessiva de urinar e, em casos mais graves, pode acontecer o sangramento ao urinar. A doença é normalmente tratada com analgésicos e medicamentos antibióticos receitados pelo médico.

Segundo Zita, as mulheres adultas têm 50 vezes mais chances de adquirir ITU do que os homens e 30% das mulheres apresentam ITU sintomática ao longo da vida. Como a principal rota de contaminação do trato urinário é por via ascendente, atribui-se esse fato à uretra menor que a masculina e à maior proximidade entre a vagina e o ânus, característica da genitália feminina.

As infecções renais, caso não sejam tratadas podem se agravar e comprometer o funcionamento do órgão em definitivo. Assim, a médica  reforça que a ingestão de água regularmente, uma alimentação saudável, pobre em sal e embutidos e rica em verduras, legumes e frutas, não tomar medicamentos sem a orientação médica e o check up periódico das principais funções do corpo podem ajudar a evitar (ou identificar precocemente) grande parte das doenças renais. “O diagnóstico precoce das doenças podem evitar complicações” complementa a médica.



sexta-feira, 2 de março de 2018

Dez curiosidades sobre mudança de casa

As mudanças de casa, cidade e Estado são cada vez mais frequentes. Com isso, as pessoas acabam estranhamente seguindo padrões de comportamento, que geram curiosidades, de acordo com a equipe do Guarda Móveis Copacabana. Confira abaixo dez curiosidades sobre mudanças de casa.

Sexta-feira é o dia preferido para mudar | Foto: Divulgação  
01 - 3,3 toneladas
Essa é a média de peso transportado em apenas uma mudança. Eletrodomésticos, roupas, móveis, livros e tudo o que pode haver em uma casa para ser levado para o novo endereço.

02 - Estresse
Mudar de casa é um dos eventos mais estressantes que há – perde apenas para a morte de um amigo ou familiar, ou um divórcio. Isso pode acontecer pela falta de organização, por não guardar adequadamente seus objetos ou não escolher uma empresa de mudanças responsável.

03 - De 11 a 12 vezes
Essa é a média que uma pessoa muda de casa durante toda a vida, seja para respirar novos ares, ou buscar novas oportunidades.

04 - Casa melhor
Quando a mudança é para uma casa próxima, talvez,  dentro da mesma cidade ou até para uma cidade vizinha, a razão para a mudança é, geralmente, a troca por uma casa melhor. Já quando se muda para uma cidade mais longe, ou outro estado, a razão geralmente é profissional.

05 - Sexta-feira
É o dia mais popular para fazer uma mudança, afinal, restará o final de semana inteiro para colocar tudo no lugar. Enquanto o dia menos escolhido é o domingo.

06 - Agosto
É o mês mais popular para mudanças, enquanto fevereiro é o menos procurado.

07 - De 25 a 44 anos
Essa é a faixa etária das famílias que se mudam com mais frequência. No geral, também têm 2 filhos.

08  - Estação do ano
Cerca de 35% das pessoas se mudam no verão; 28% na primavera; 21% no outono e 14% no Inverno.

09 – Mudança anual
Uma em cada seis pessoas mudam de casa todos anos, seja por estarem em uma casa alugada ou por razões como emprego. Hoje em dia, com toda a facilidade de tecnologia, a saudade da família e amigos pode ser minimizada facilmente.

10 - Motivos
As razões pelas quais as pessoas procuram um novo lugar para morar podem variar, porém não costumam fugir dos 5 motivos abaixo:

1º Motivos Profissionais
2º Casa Melhor
3º Melhor Vizinhança
4º Casa mais barata
5º Reforma



Psicóloga orienta como blindar o casamento contra a influência familiar

Da redação

O ditado popular "quem casa quer casa" mostra algo que todo casal deseja: formar seu lar e uma nova família. Assim, o afastamento da família de origem, ou seja, aquela em que a pessoa nasceu é essencial para que o casamento evolua de forma satisfatória e saudável. Mas para muitos casais, a influência familiar pode levar a conflitos e desgastar a vida a dois. Segundo a psicóloga e cofundadora do Instituto do Casal, Marina Simas de Lima, quando o casal decide viver junto, independente do formato dessa relação, precisa assumir novos papéis.

"A construção dessa nova família, formada agora pelo casal, precisa de espaço físico e emocional para ser bem-sucedida. O casal vai precisar dar prioridade para suas necessidades e manter uma distância saudável da família de origem, assim como trabalhar para construir e manter um bom relacionamento com os sogros, sogras, cunhados e demais parentes do (a) parceiro (a)", avalia Marina.

Com isso, o casal precisa impor os limites, orienta a psicóloga, pois a influência da família de origem é um fato inegável, podendo ser positiva ou negativa, mas depende de como o casal irá delimitar essa interferência.

"O que acontece é que muitos pais podem ter dificuldade de reconhecer que os filhos cresceram e agora formam uma nova família. Tendem a continuar interferindo nas decisões e podem até se ressentir se não forem ouvidos. Por outro lado, há filhos que não conseguem se independer dos pais, seja financeiramente ou afetivamente. E isso, claro, é nocivo para a vida a dois. Essas duas situações são tóxicas e precisam ser ajustadas que o relacionamento dê certo", comenta Denise.

Dicas 
1.Esforce-se para ter uma convivência harmoniosa com a família de origem de ambos, lembre-se que é preciso tolerância, respeito e solidariedade;
2.Deixe os limites claros para ambas as famílias, lembrando que as regras valem para todos;
3.Priorize o casal e a nova família que está se formando;
4.Não obrigue o (a) parceiro (a) a escolher um lado em uma eventual discussão. Essa escolha tem que ser algo natural e de iniciativa própria;
5.Mantenha uma distância saudável. Visite os parentes, participe das reuniões familiares, mas dê prioridade à vida conjugal;
6.Você não precisa contar tudo que acontece no seu casamento para sua mãe ou pai. Isso também faz parte da distância saudável e vai ajudar você a resolver seus problemas sozinho (a), ou seja, a amadurecer;
7.Coloque-se no lugar do outro, o que você sentiria se fossem seus pais, seus irmãos, etc., nessa mesma situação?
8.Não faça comparações como, por exemplo, "a comida da minha era melhor" ou "minha mãe fazia assim”.

Terapia de casal pode ajudar
Quando casal passar por uma influência negativa da família de origem de algum dos parceiros e não consegue resolver sozinho, a terapia de casal pode contribuir para o amadurecimento emocional do casal, assim como para ensinar a negociar esses conflitos e a lidar com essa influência.




Médico fala sobre alimentos que pioram ou previnem a rinite

Da redação

Quem convive com a rinite, geralmente, sabe nomes de descongestionantes, antialérgicos, anti-inflamatórios, corticoides e antibióticos. Quando a crise se manifesta e os espirros e obstruções nasais tornam-se rotina, a busca por esses medicamentos é frequente. No entanto, pouca gente olha com atenção para outro "ingrediente", que pode ser fundamental, não somente no tratamento, mas também na prevenção das crises de rinite: a alimentação. O tema é explicado pelo otorrinolaringologista do Hospital CEMA, Marcelo Mello.

Fast-food, enlatados, embutidos e afins contêm nitritos, sulfitos, conservantes e corantes, itens que pioram os quadros alérgicos | Foto: Shutterstock
"Atualmente, com o desenvolvimento das pesquisas no campo da imunoalergologia, já se sabe que o aspecto nutricional é participativo do processo de prevenção e cura de algumas doenças respiratórias", afirma Mello.

As vitaminas, minerais, óleos e enzimas que os alimentos possuem são benéficos para o organismo, pois reúnem propriedades anti-inflamatórias, bactericidas, fluidificantes e descongestionantes, potencializando a atuação do sistema imunológico. Em contrapartida, a alimentação também pode "piorar" os sintomas de quem tem rinite, causando mais congestão nasal, aumento na produção de muco, coceira, espirros e falta de ar.

 "Comidas muito quentes ou alimentos muito temperados e ácidos ativam a resposta alérgica, por meio da histamina, que tem uma poderosa ação vasodilatadora. É o caso da capsaicina, presente na pimenta, que faz o nariz escorrer, coçar, entupir, além de provocar espirros", detalha o médico. O especialista lista abaixo quais são os alimentos que pioram a rinite, e também quais podem ser aliados.

Alimentos que pioram a rinite
Trigo e cereais – A farinha de trigo, milho, aveia, centeio e cevada contêm partículas que, quando inaladas, podem desencadear doenças respiratórias, como a rinite e asma. Além disso, o glúten, um dos componentes do trigo, aumenta a produção de muco;

Doces – Principalmente os produtos feitos com chocolate, que contém outros ingredientes potencialmente alergênicos, como leite, soja, nozes e amendoim, podem irritar e inflamar a mucosa nasal;

Bebidas alcóolicas – Provocam vasodilatação e obstrução nasal;

Leites e derivados – Tais itens contêm uma proteína chamada caseína, que deixa o muco mais espesso, dificultando a melhora no caso de doenças respiratórias;

Alimentos industrializados – Fast-food, enlatados, embutidos e afins contêm nitritos, sulfitos, conservantes e corantes, itens que pioram os quadros alérgicos e problemas respiratórios.

Alimentos bons para a imunidade e para afastar a rinite 

O médico do CEMA explica que o mais importante é escolher alimentos que ajudem na eliminação do excesso de muco, expectorantes e também itens que melhoram o sistema imunológico. Entre eles estão:

Água – Ela não é bem falada à toa. A água hidrata todo o organismo, inclusive as vias aéreas, ajudando a fluidificar as secreções e lubrificar as mucosas;

Grãos e sementes – Castanhas, sementes de linhaça, de girassol, entre outros grãos, contém flavonoides. Essa substância tem efeito anti-inflamatório e é também emoliente;

Chás – Também contêm flavonoides e ajudam no tratamento da rinite;

Peixes – Atum, salmão e sardinha são alimentos que têm Ômega 3, um nutriente que protege as vias aéreas e ajuda a combater inflamações;

Frutas cítricas – Ricas em vitamina C e antioxidantes, elas auxiliam no fortalecimento do sistema imunológico, prevenindo gripes e resfriados;

Vegetais e frutas – Brócolis, vagem e vegetais verde escuros contêm clorofila, um poderoso antioxidante, propriedade também presente na cenoura, acerola, manga e abóbora (por conter carotenoides);

Alho e cebola – Esses itens devem sempre ser usados como temperos, pois contêm enzimas que combatem infecções por bactérias, vírus e fungos;

Abacaxi – Tem bromelina, uma substância que reduz a inflamação e diminui a congestão das vias nasais;

Gengibre – Está presente em muitos remédios para gripes e resfriados, graças à sua ação adstringente e expectorante;

Mel – O queridinho para combater problemas respiratórios tem propriedades bactericidas, anti-inflamatórias e fungicidas, além de ajudar na expectoração.



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