quinta-feira, 15 de março de 2018

Documentário aborda doenças raras

Da redação

O primeiro dia da Doença Rara ocorreu em 29 de fevereiro de 2008, data rara, já que acontece de quatro em quatro anos.  Este ano não é bissexto, então, em 28 de fevereiro, a Crossing Connection Health lançou o documentário longa-metragem (70 minutos)  Mundo dos Raros (vídeo abaixo).

Mundo dos Raros é o primeiro projeto de uma série de filmes que será lançada | Foto: divulgação 
A iniciativa tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre as doenças raras, que afeta 15 milhões de portadores no País. A ideia é mostrar a trajetórias de vida, desde a descoberta ao tratamento e convívio com a doença, o que já foi feito em termos de leis para proteção e manutenção de direitos, além das organizações que apoiam e conquistam vitórias.

Uma das idealizadoras do documentário, Andrea Soares, comenta que o Mundo dos Raros é o primeiro projeto de uma série de filmes que a Crossing Connection Health, dirigido por Sergio Spina, juntamente com a NaVeia Filmes, pretende realizar, será uma série voltada para o universo de doenças raras.

"Todo esse caminho e essa luta é uma forma de sensibilizar a sociedade, governos, escolas e atuantes na área da saúde a dedicarem seu olhar também aos doentes raros e as redes de apoio", afirma Andrea.






quarta-feira, 14 de março de 2018

Alguns hábitos podem influenciar no desenvolvimento do glaucoma

Da redação

O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão em todo o mundo, e afeta quase 60 milhões de pessoas. De acordo com o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do Instituto de Moléstias Oculares (IMO) há tratamento para retardar a progressão da doença, mas não há cura.

Pessoas com histórico familiar de glaucoma devem fazer exames oftalmológicos regulares | Foto: reprodução
“Anteriormente, se pensava que o estilo de vida não desempenhasse um papel tão relevante na prevenção do glaucoma, mas vários estudos recentes mostram que os fatores de estilo de vida podem influenciar a pressão ocular, que é um importante fator de risco para a doença”, comenta Centurion.

Com isso, o ideal é discutir com o oftalmologista quais as mudanças específicas que podem ser apropriadas para cada caso. A Academia Americana de Oftalmologia listou hábitos que podem ajudar a minimizar o risco de perda de visão provocada pelo glaucoma. Confira:


1- Exercite-se regularmente
Um estudo recente mostrou que as pessoas que praticam atividade física, de forma moderada a vigorosa, parecem ter um risco 73% menor de desenvolver glaucoma, conforme explica a oftalmologista do IMO,  Márcia Lucia Marques. “Isso ocorre porque o fluxo sanguíneo e a pressão dentro do olho podem mudar com o exercício, o que pode afetar o risco de glaucoma”.

2- Adote uma dieta rica em frutas e vegetais, especialmente folhas verdes
As pessoas que comem mais vegetais com folhas verdes têm cerca de 20% a 30% menos risco de desenvolver glaucoma, “porque os nitratos presentes nos vegetais verdes podem ser convertidos em óxido nítrico, o que pode melhorar o fluxo sanguíneo e ajudar a regular a pressão dentro do olho”, afirma Márcia.

3- Beba café com moderação 
Um pouco de café é bom, mas evite excessos. “Um estudo descobriu que beber cinco ou mais xícaras de café aumentou o risco de desenvolver glaucoma. Como o chá pode ajudar? Os antioxidantes e os flavonoides contidos no chá podem melhorar a capacidade do corpo de evitar os efeitos nocivos dos radicais livres”, diz a oftalmologista.

4- Considere tomar suplemento de magnésio
Incluir magnésio na dieta pode ser benéfico para pacientes com glaucoma, pois o magnésio melhora a circulação e parece ter um efeito benéfico na visão dos pacientes com glaucoma.

5- Escove os dentes, use fio dental e visite o dentista regularmente A perda dentária pode estar ligada ao aumento do risco de glaucoma. “Isso ocorre porque a doença periodontal pode desencadear uma resposta inflamatória que pode contribuir para o desenvolvimento do glaucoma”, comenta Márcia.

6- Não fume 
Estudos indicam que fumar aumenta o risco de glaucoma e tem um impacto negativo global sobre a saúde ocular.

7- Mantenha um peso corporal saudável
Pessoas com maior Índice de Massa Corporal (IMC) estão em maior risco de diabetes e o diabetes coloca as pessoas em risco de desenvolver glaucoma.

8- Evite posturas invertidas em ioga
Estudos mostram que as posições de cabeça para baixo podem aumentar a pressão dos olhos e não são recomendadas para pacientes com glaucoma. Há muitos exercícios de ioga que não têm esse efeito.

9- Evite gravatasPesquisadores dizem que as  gravatas muito apertadas podem aumentar o risco de glaucoma, aumentando a pressão arterial dentro dos olhos.

10- Faça exames oftalmológicos regulares, especialmente se você tiver um histórico familiar de glaucoma
Há genes específicos que aumentam o risco de glaucoma. “As pessoas com maior risco de glaucoma  são pessoas de ascendência africana, pessoas com diabetes e pessoas com antecedentes familiares de glaucoma. Você também apresenta  um risco maior se tem um pai ou irmão/ irmã com glaucoma”, finaliza a médica.




terça-feira, 13 de março de 2018

Incontinência urinária atinge cerca de 10 milhões de brasileiros

Da redação

De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia, é difícil mensurar a quantidade de pessoas que têm algum grau de incontinência – condição relacionada à perda involuntária de urina – porque muitos homens e mulheres têm vergonha de falar sobre o assunto ou ainda acham que não existe tratamento efetivo. Porém, estima-se que, no mundo, 200 milhões de pessoas tenham algum grau de incontinência.

"A incontinência urinária atinge 10 milhões de brasileiros de todas as idades, sendo duas vezes mais comum no sexo feminino, afirma a Sociedade Brasileira de Urologia. É um problema que afeta todas as faixas etárias, mas acomete mais a população idosa", comenta o urologista Rodrigo Brasileiro, membro titular da Sociedade Brasileira de Urologia.

Tipos de incontinência e tratamentos
De acordo com o especialista, a gravidade da incontinência varia. "Em alguns casos, a pessoa não consegue segurar a urina ao fazer esforços como tossir ou espirrar, em outros casos, a vontade de urinar é tão súbita e forte que não dá tempo de chegar a um banheiro", explica.

O médico ressalta ainda que as causas também variam e são distintas, pois pode ser um problema intrínseco do próprio esfíncter urinário, distúrbio de função do aparelho urinário ou ser mais um sintoma de uma patologia prostática – condição que acomete cerca de 50% dos homens que passam por uma cirurgia de câncer de próstata.

Sobre os tratamentos, o urologista esclarece: "Existem tratamentos específicos para cada tipo de incontinência, que podem ser desde fisioterapia de reabilitação do assoalho pélvico, tratamentos medicamentosos, ou tratamentos cirúrgicos". No Brasil, existem duas cirurgias disponíveis: implantação de Sling, que funciona como uma tipóia, que sustenta o canal da urina ou implantação de um esfíncter artificial, que é um pequeno anel em volta da uretra, totalmente contido no corpo e imperceptível, que passa a ser o responsável pelo controle da urina.



segunda-feira, 12 de março de 2018

Cerca de 7 milhões de brasileiras sofrem por causa da endometriose

Da redação

Março é o mês de conscientização sobre a endometriose, uma doença que afeta mais de 15% das mulheres em idade reprodutiva no Brasil. Embora o assunto tenha ganhado muita repercussão depois de declarações de uma atriz americana, ainda há muitas dúvidas e mitos acerca da condição. O ginecologista e obstetra Fernando Guastella, com especialização em exames por imagem para endometriose e professor do Cetrus, diz diagnosticar pelo menos dez pacientes por semana com endometriose. Segundo a Organização Mundial de Saúde cerca de 7 milhões de brasileiras possuem a doença, o que a torna uma questão de saúde pública.

A endometriose pode ser confundida com cólica | Foto: reprodução
O dia a dia conturbado tem relação direta com o aumento do número de mulheres com este diagnóstico. "Estilo de vida com muito estresse, uma alimentação desequilibrada e a opção por uma gestação tardia são fatores que influenciam no surgimento da endometriose. É um problema biológico individual e tem relação genética, mas os fatores ambientais também contribuem. Hoje entre 5 e 15% das mulheres em idade reprodutiva têm endometriose", explica Guastella.

A doença
Endometriose é o desprendimento do tecido que reveste o útero, que pode grudar em outros órgãos causando desconforto e dores fortes, especialmente durante o período menstrual. Cerca de 70% das mulheres possuem lesões na região retrocervical, ou seja, na parte atrás do colo do útero; 40% no intestino; 30% na vagina e cerca de 10% na bexiga. É comum que as pacientes possuam mais de um local do corpo acometido.

Prevenção
De acordo com o especialista o ideal é prevenir para que a doença não atinja estágios mais avançados. Sendo assim, os exames periódicos são fundamentais. Tão importante quanto o acompanhamento é contar com um profissional capacitado para identificação da doença. Por exemplo, em estágio inicial é difícil detectar a endometriose, mas há sintomas que justificam um estudo mais aprofundado seja feito.

Tanto a ultrassonografia transvaginal quanto a ressonância magnética não conseguem detectar a doença na fase superficial, pois a lesão não invade de maneira significativa o peritônio, ou seja, o tecido de revestimento da cavidade abdominal que recobre tanto a parede abdominal, quanto as vísceras (órgãos da cavidade abdominal como intestino e bexiga). Isso dificulta bastante a identificação. No entanto, para os outros casos Guastella afirma que a ultrassonografia é a ferramenta mais eficaz neste processo. "Em 95% dos casos o ultrassom realizado por profissional capacitado para detectar endometriose, consegue diagnosticar a doença e quando sinaliza o diagnóstico tem 100% de acerto. Por isso, a ida com frequência ao médico é tão importante", reforça o ginecologista.

Sinais de alerta
Mais comum do que se imagina, a endometriose acomete muitas mulheres e pode ser detectada em algumas situações, ainda em estágio inicial. "O sintoma mais frequentemente encontrado em pacientes com endometriose é a dor pélvica, tipo cólica. Geralmente essa dor é no período menstrual e vai aumentando gradativamente com a evolução da doença", reforça o ginecologista.
"O controle do sintoma é realizado mais fácil quando o diagnóstico é precoce", completa. Veja alguns sinais de alerta listados pelo especialista:

Nunca teve cólica e passou a ter;
Sempre teve cólica, mas as dores pioraram muito;
Sente dor durante a relação sexual;
Diarreia e dor para evacuar no período menstrual;
Dor ao urinar no período menstrual;
Independentemente dos sintomas de dor, se apresentar dificuldades para engravidar.

Diagnóstico
Quando o diagnóstico é precoce há o tratamento medicamentoso para agir diretamente na dor e o cirúrgico que é para retirar o foco da doença – que tem chances de aparecer novamente. A doença alcança estágios mais profundos entre os 30 e 35 anos. Mas há adolescentes com endometriose.

Mitos x Verdade

A mulher com endometriose não pode engravidar.
Mito. A mulher com endometriose pode engravidar sim. Guastella diz que algumas mulheres com endometriose apresentam maior probabilidade de ter dificuldades para engravidar. Existem muitas mulheres com endometriose que não apresentam infertilidade. Quanto mais grave for a doença, maior será a probabilidade da dificuldade em engravidar. Caso a paciente não consiga engravidar espontaneamente, poderá ser realizada fertilização em vitro ou cirurgia.

Endometriose é câncer.
Mito. A endometriose não é uma doença que pode levar à morte.

A endometriose pode ser confundida com cólica. 
Verdade. Um dos sinais da endometriose é uma dor que pode ser confundida com cólica menstrual.

Endometriose tem tratamento
Verdade. Há o tratamento medicamentoso para solucionar a dor e o cirúrgico que irá retirar a endometriose, que poderá estar em órgãos como o colo uterino, intestino, bexiga e vagina, por exemplo.



sexta-feira, 9 de março de 2018

Insônia atinge uma em cada cinco pessoas

*Por Fabio Akyama

A insônia é um distúrbio caracterizado pela dificuldade de iniciar e ou manter o sono por um período prolongado. Esse problema é algo comum na vida de muitas pessoas e, segundo a Associação Brasileira do Sono, cerca de 36,5% da população sofrem com os sintomas.

O incomodo age no organismo de diferentes formas, mas no geral é como se todas as noites você se deitasse na cama e esquecesse como se faz para dormir. Com isso, os dias vão parecendo mais longos e cansativos, fazendo com que as pessoas que têm esse problema sofram para se concentrar, além do raciocínio lento e falta de memória, entre outros transtornos causados pela privação do sono.

As pessoas costumam ter hábitos de sono diferentes, logo, a insônia também as atinge de maneiras distintas. Existem três classificações para identificar, a aguda, crônica ou intermitente e também pode ser designada como primária, caso seja o principal sintoma apresentado ou secundária, se for consequência de outros fatores que estejam prejudicando o sono.

Os principais fatores causadores da insônia são o estresse, ambientes e hábitos inadequados, o estilo de vida e transtornos mentais como a depressão, ansiedade e pânico. Adquirir alguns hábitos saudáveis podem ajudar a melhorar, como alimentação adequada e prática de atividade física regular. O pilates, modalidade de ginástica que também utiliza a consciência respiratória, faz com que o corpo mantenha o equilíbrio do sistema nervoso autônomo.

Além dos métodos tradicionais, tratamentos não medicamentosos como a microfisioterapia podem auxiliar no ajuste das horas de sono. Esse tratamento foi desenvolvido por franceses como base na embriologia, filogênese e a anatomia humana.

O método permite avaliar o ritmo vital dos órgãos e tecidos através de micro toques, procurando perdas de vitalidade e a causa desses desequilíbrios. Além disso, estimula o corpo para que se auto regule e assim possa reencontrar a saúde.

Algumas doenças se manifestam no corpo através de problemas crônicos, chamadas de agressões primárias. Elas deixam cicatrizes que ficam armazenadas nos tecidos, atrapalhando o funcionamento e desregulando o ritmo vital. Na microfisioterapia o fisioterapeuta, através de micro palpações, procura pelo corpo onde essa "cicatriz" ficou armazenada e reconhece qual tecido (musculoesquelético, tecido do sistema nervo, pele ou até visceral) teve perda de vitalidade, afetando o funcionamento de todo o organismo.

O papel do profissional é, então, apresentar para o corpo onde estão localizadas essas feridas para que o próprio organismo as elimine.

A cicatriz patológica é o vestígio deixado pelo agente agressor no corpo, que até tenta reparar o problema, mas não consegue eliminar por uma deficiência do sistema imunológico ou porque a agressão foi muito forte. O resultado é um desequilibro de células e tecidos, atrapalhando suas funções e provavelmente gerando os sintomas que causam a insônia.

Principalmente nos casos em que é secundária, há possibilidade de ser algum distúrbio emocional ou hormonal. O procedimento faz com que o corpo entre em equilíbrio facilitando a organização e eliminando os sintomas primários e, consequentemente, a insônia.

Também existem tratamentos medicamentosos que podem ser usados contra a insônia, no entanto eles dificilmente tratam a causa, mas servem para que as pessoas durmam mesmo que não descansando o suficiente.

*Akiyama atua na área da saúde desde 2009. É fisioterapeuta e trabalha com a microfisioterapia, terapia que estimula a autocura através do toque, ou seja, faz com que o corpo reconheça seu agressor e inicie o processo de reprogramação celular. 


Dia Internacional da Mulher: uma homenagem justa, mas ainda obscura

Por Erica Drumond

Quem diria que conseguiríamos mostrar que o lugar da mulher não é apenas na cozinha, que a Amélia se superou e que tem lutado diariamente para conquistar o seu espaço em uma sociedade fundamentalmente patriarcal e machista. Ainda somos poucas nos cargos de liderança, ainda temos o salário desigual se comparado ao universo masculino e, sabe por que? Porque somos mulheres que perante essa sociedade tem diversas obrigações como cuidar da casa, da família e ainda, muitas vezes, tem que dar conta de colocar comida e de sustentar a casa, fazendo o papel de pai e mãe. Eis o grande pulo, a estratégia e o segredo do nosso sucesso, sermos multitarefa, administrando, por exemplo, o que muitos homens não dão conta (e aqui vamos falar em alto e bom tom, para que os mesmos possam imaginar do que somos capazes)

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Que orgulho dos movimentos feministas, de ir para rua e mostrar que somos muito mais que um gênero, que somos mulheres que durante anos viveram a mercê do medo, do preconceito e que agora não tem mais o receio de vestir calças, de dar voz as atrocidades vivenciadas, de colocar a boca no mundo e de dizer a que viemos. Certa vez me lembro de estar na capa de um veículo de comunicação onde o título era Não se atreva me chamar de madame, e é justamente isso que devemos deixar claro, se para um homem chegar ao cargo de liderança não é fácil, imagine para uma mulher o que significa sobreviver nesse universo e, nesse aspecto, não importa de onde viemos, nossas origens, o importante é ter competência e saber sobreviver. O que aqui quero destacar é a caminhada longa e árdua de milhares de brasileiras que criam seus filhos sozinhas, que lutam e conquistam um futuro inimaginável até mesmo para si própria. Ou seja, nada substitui a força do trabalho e podemos usar salto alto, decotes, batom, sendo ao mesmo tempo feminina e forte.

Nosso papel mudou completamente, assim como a sociedade, os valores, conceitos e pré-conceitos que surgem e ressurgem todos os dias, mas continuamos lutando pelo fim da desigualdade entre os gêneros. Ainda somos julgadas incapazes e inferiores aos homens para determinados cargos ou tarefas. Contudo, hoje temos mais independência e mais voz. A verdade é que com todas essas transformações foi preciso nos reinventarmos. Hoje, muitas escolhem não casar e ter filhos, muitas optam por serem bem-sucedidas no trabalho e outras conseguem dar conta da família e do trabalho.

Devemos então aproveitar o dia 08 de março, que marca a comemoração do Dia Internacional da Mulher, para colocarmos em discussão assuntos que ainda estão obscuros a partir dessa realidade patriarcal e machista. Destacando que lutamos pela quebra de paradigmas, para combater todos os tipos de violência contra a mulher e para sobreviver com um mínimo de dignidade e reconhecimento nesse mundo cão. Sem nenhum demérito, sei que até aqui conquistamos muitas coisas, mas ainda não chegamos nem perto de uma sociedade que seja igualitária e justa. Temos um longo caminho pela frente e a única regra é que desistir jamais nos será permitido.

E o melhor de todas as conquistas é que não choro como sempre diziam que as mulheres choravam.Gosto de rir de mim mesma e muitas vezes gargalhar de quem ainda não aprendeu a rir dos erros e se alegrar muito dos acertos.

Um feliz dia encorajado a todas as mulheres!








quinta-feira, 8 de março de 2018

Para cada homem com depressão, duas mulheres sofrem com a doença

Da redação

Atualmente, 400 milhões de pessoas vivem com depressão no planeta, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Ainda segundo a OMS, para cada homem com depressão, duas mulheres sofrem com a doença. A psicóloga e hipnóloga, Miriam Farias, diz que as mulheres também são as que mais procuram ajuda profissional. A explicação pode estar na sociedade, que permite a elas expressarem melhor os  sentimentos.

Psicóloga Miriam ressalta que é importante diferenciar tristeza de depressão | Foto: divulgação 
"A maior procura por tratamento psicológico com hipnose são pessoas do sexo feminino. A mulher consegue e tem mais facilidade de identificar e expressar as emoções e o que sente do que os homens. Até por uma questão cultural foi ensinado, permitido e estimulado a mulher desde a infância expressar e demonstrar os sentimentos... por isso, ela quando adulta tem mais facilidade de identificar e expressar os afetos ou desafetos. Então, quando ela está sofrendo, principalmente de depressão, consegue procurar ajuda", explica a psicóloga.

Para afastar o problema, Miriam lista dez  atitudes que ajudam no processo de cura:

1- Procure ajuda de um psicólogo que faça hipnose;
2 - Mesmo que seja difícil procurar cuidar da aparência;
3 - Pratique atividade física;
4 - Pratique auto hipnose, meditação ou yoga;
5 – Fique perto de pessoas que o coloquem para cima, pessoas alegres, a felicidade é contagiante;
6 - Resgate atividades que antes da depressão era fonte de prazer;
7 - Aumente as possibilidades de relacionamentos;
8 - Evite ficar isolada, mesmo que faça um esforço;
9 - Busque um novo aprendizado, pois isso estimula o cérebro e pode motivar;
10-Construa na sua mente pensamentos saudáveis, que você pode, é capaz e tem capacidade de superação.

De acordo com a psicóloga,  é importante saber diferenciar uma tristeza comum de um quadro depressivo, visto que a tristeza, assim como as demais emoções – medo, ansiedade, raiva, entre outras – fazem parte da vida; enquanto a depressão é a alta intensidade por tempo prolongado desses sentimentos ruins, sendo necessária, portanto, a ajuda profissional de um profissional.

"A depressão é um transtorno que causa sofrimento tanto físico, quanto mental e emocional, gerando também um afastamento ou isolamento social. Na depressão, a pessoa perde a capacidade de experimentar o prazer, há um desânimo constante que compromete as atividades e tarefas diárias. O indivíduo não tem vontade de fazer nada, acorda sempre cansado, o sono fica ruim e não é recuperador", ressalta a especialista.




Coop promove ações gratuitas de saúde no ABC e interior

Redação Em janeiro, a Coop - Cooperativa de Consumo realizará a primeira edição de 2020 da Blitz da Saúde, programa social voltado aos mo...