quarta-feira, 9 de maio de 2018

Suicídio e a autoestima: o que morre antes de um jovem pensar em suicídio?

*Augusto Cury

Estamos na era da inteligência artificial, na era do estresse, em que precisamos mais do que nunca conhecer a mente humana. Os pais estão desesperados. Antes eles apresentavam dificuldade em admitir que tinham perdido o controle dos seus filhos, hoje já sabem que não possuem esse controle. Estamos diante de uma geração que se vê presa e vítima das armadilhas da mente: do coitadismo, conformismo, imediatismo, superficialidade, necessidade neurótica de estar sempre certo, dificuldade de reconhecer erros, baixa resiliência, insegurança, baixa autoestima - uma geração que não sabe proteger a sua emoção. Os adultos fazem seguros de todos os seus bens, mas não possuem consciência da necessidade de fazer seguro emocional. As crianças e jovens, por conseguinte, também não aprendem sobre proteção emocional com seus pais.

 Algumas pesquisas têm apontado que crianças expostas por longos períodos às telas digitais tornam-se mais calmas. Mas, muito ao contrário, esta exposição constante tem intoxicado mentalmente nossas crianças, tornando-as cada vez mais ansiosas e agitadas. O excesso de informações, por si só, acarreta diversas doenças psicossomáticas.

 Quem está assumindo o controle da mente de nossos jovens? Podemos afirmar que no âmago do cérebro há um biógrafo não autorizado se infiltrando o tempo todo para tentar escrever todos os capítulos da vida deles! A cada pensamento negativo, perturbador, a cada ideia que os aprisiona, a cada momento, esse biógrafo assume um posto de comando, e dita as diretrizes que irão constituir os textos vividos de nossos jovens. Cumpre-nos a responsabilidade e a importância de os ensinar a combater estes pensamentos, assumindo as rédeas de seus pensamentos, aprendendo a gerenciar, também, suas emoções!

 Devemos nos questionar: o que morre dentro de um jovem antes que venha a pensar em suicídio? Quando pensamos em jovens bem resolvidos, felizes, que têm uma relação aberta, afetiva com seus pais e educadores, que se sentem amados e acolhidos, mesmo diante de suas limitações e dificuldades, certamente pensamos em jovens que não se dobrariam ao desejo de tirar a própria vida. O desejo de suicídio surge quando o jovem pondera que não terá grandes perdas ao deixar a vida que leva!

 A cada ano, no Brasil e no mundo, temos presenciado um aumento angustiante na taxa de suicídio, em especial entre a faixa etária de 10 a 19 anos. O suicídio já é a segunda causa de morte entre os jovens. Você, pai, responsável, precisa não somente vigiar as redes sociais, o acesso que o seu filho tem na internet, mas, sobretudo, precisa criar vínculos afetivos seguros, conduzir seu filho a se sentir amado, desejado, pertencente à sua vida, à sua história, à sua família, estar presente, auxiliando-o, sem invadir o espaço dele, observando o que se passa na mente dele, por meio de diálogo, checar quais os "monstros" que encontram-se por dentro da psique do seu filho. Quais são os pensamentos negativos, quais são os seus medos, quais são as suas angústias, o que está no controle dos pensamentos dele?

Falta autoestima e autocontrole aos jovens, além de outras habilidades socioemocionais. É necessário que os pais criem pontes com os filhos, - jamais permitindo que estes se isolem em suas ilhas emocionais. Nós precisamos ensinar as nossas crianças a desenvolver uma autoestima alta, uma autoimagem saudável, que aprendam a se enxergar e a se amar, valorizando-se.

 Segundo pesquisas, hoje no Brasil, dois milhões de meninas sofrem de anorexia nervosa, 80% dos jovens já sofreram algum tipo de bullying, pois se sentiram altamente constrangidos em algum momento. É preciso, com urgência, ensinar os nossos filhos e alunos a se defenderem do sistema que impõe padrões altíssimos de beleza, de sucesso, de capacidade intelectual, etc. Precisamos ensiná-los a serem autores da sua própria história, e não vítimas deste sistema, a trabalhar suas perdas e frustrações, a ensiná-los que o seu valor está naquilo que ele é e não naquilo que os outros dizem que ele é. Ao fazer com que se sintam únicos e insubstituíveis, nós estamos prevenindo o suicídio!

É necessário e imprescindível prevenir. Não basta remediarmos. Nós chegamos a mais de 7 bilhões de habitantes porque a medicina preventiva foi a menina dos olhos de ouro das gerações anteriores e hoje nós precisamos usar a Psicologia, a Pedagogia e a Filosofia, como a menina dos olhos de ouro na prevenção. Nós precisamos promover a saúde, e não só olhar para a doença.

 Ao trabalharmos as habilidades socioemocionais, e darmos ferramentas psicológicas para o enfrentamento às dificuldades da sociedade atual, estamos juntos no combate ao suicídio, que têm assombrado a vida de nossas crianças e dos nossos jovens. Só assim teremos uma geração de jovens que saberá que o seu valor está no que eles próprios pensam e investem em si, sendo autores de suas próprias histórias!

Sobre o autor

*Augusto Cury é médico psiquiatra, psicoterapeuta, pesquisador e escritor. Pós-graduado no Centre Medical Marmottan – Paris/França, na Espanha e na PUC de São Paulo. Ao longo de 30 anos de carreira, atuando como psiquiatra, pesquisador e escritor,  Cury alcançou o reconhecimento nacional e internacional, tornando-se o autor mais lido da última década. Ele também é idealizador do programa da Escola da Inteligência, Menthes e Gênios, empresas que compõem o Grupo Educacional Augusto Cury (GEAC).



terça-feira, 8 de maio de 2018

Psiquiatra explica a diferença entre maternidade e maternagem

Da redação

A semana do Dia das Mães é uma data muito oportuna para falarmos da importância da “maternagem” na prevenção de transtornos cerebrais psiquiátricos. Ser mãe é muito mais do que simplesmente dar à luz e exercer a maternidade, mas infelizmente nem todas as mães quando dão à luz estão emocionalmente bem para exercer aquilo que cientificamente foi denominado de "maternagem".


A estabilidade emocional da mãe reflete na criança | Foto: Shutterstock

Assim como na natureza animal, a estabilidade da mãe na gestação, amamentação e nos primeiros anos de vida de uma criança são muito importantes para a estabilidade emocional da criança quando se tornar adulta. "Muitas mães não são alertadas que estarem estressadas, deprimidas, irritadas, frias e insensíveis no período do pós-parto e nos anos iniciais de criação da prole pode afetar seus filhos profundamente", alerta o psiquiatra.

Por isso, que o afeto e o carinho é fundamental na primeira infância e os reflexos são visto na vida adulta, tanto no aspecto positivo quanto no negativo. E as mães que não se sentem bem emocionalmente, após a gestação precisam ser acolhidas e auxiliadas. "Nenhuma mãe é biologicamente agressiva com a prole sem estar doente. Elas precisam de ajuda", finaliza Tavares.



segunda-feira, 7 de maio de 2018

Estudantes de graduação precisam de apoio emocional, revela estudo

Da redação

Há uma crise na saúde mental de estudantes de graduação em andamento. Com isso, as instituições de ensino superior precisam tomar atitudes urgentes para enfrentar o problema. Essa é a mensagem principal de uma pesquisa global envolvendo mais de 2,2 mil alunos, de 234 instituições de ensino superior, em 26 países. Destes estudantes, 40% estão matriculados em cursos de engenharia e ciências exatas e demonstram alto índice de sintomas de depressão e ansiedade.

De acordo com os relatórios validados pela pesquisa, 41% de todos os entrevistados demonstraram sintomas moderados a severos de ansiedade e 39% de sintomas moderados a severos de depressão. Existe também uma significante variação dos resultados por gênero. Cerca de um terço dos estudantes do sexo masculino afirmaram sentir sintomas tanto de ansiedade quanto de depressão, enquanto 40% do sexo feminino afirmaram vivenciar a mesma situação.

O resultado é explicado pelo psicólogo e professor do Centro Universitário Internacional Uninter, Ivo Carraro. “Se os estudantes estiverem nos primeiros períodos dos cursos de graduação, eles têm pela frente um universo acadêmico novo, exigente, nem sempre agradável e que exige certos conhecimentos previamente adquiridos para o êxito nos estudos. Por outro lado, se os acadêmicos estiverem cursando os últimos períodos dos seus respectivos cursos, sinaliza no horizonte das suas vidas um mercado de trabalho saturado e altamente competitivo”.

Segundo Carraro, esses são dois motivos, entre tantos, que levam os alunos a desenvolverem processos ansiosos e estados depressivos. “Some-se a eles a vida acadêmica alongada pelos cursos de pós-graduações, especializações, mestrados e doutorados, como condição necessária para uma colocação no mercado de trabalho”, finaliza.

Os dados coletados pelo estudo também sugerem que estudantes que vivenciam relações de suporte e conforto emocional, dentro e fora do ambiente acadêmico, demonstram melhores índices de estabilidade emocional. Aproximadamente metade dos estudantes com ansiedade e depressão revela não contar com relacionamentos desta natureza, além de afirmarem não viverem um bom equilíbrio entre suas vidas pessoais e acadêmicas.

No entanto, há um lado positivo, sugere o estudo. Já há sinais de que as instituições de ensino estão mais atentas a essas situações e tem trabalhado para oferecer aos estudantes novas formas de avaliação e metodologias mais flexíveis que os ajudem a aquedar suas capacidades de aprendizagem ao sistema de ensino.

O psicólogo da Uninter sugere algumas ações para as instituições de ensino superior, com o objetivo de minimizar o problema. “(As instituições) deverão ter um projeto pedagógico que priorize a uma formação acadêmica de qualidade para que os seus egressos sejam competitivos no mercado de trabalho. É preciso formar pessoas que desenvolvam seus autoconhecimentos, com suporte emocional, para enfrentar e vencer os naturais desafios da realidade. As IES devem estabelecer rede de relacionamentos com o mercado de trabalho, a fim de facilitar a colocação profissional dos seus acadêmicos, e dispor de um setor ligado ao RH para acolher os quem venha apresentar crises de fundo emocional, como ansiedade e depressão”.



sexta-feira, 4 de maio de 2018

Hipertensão afeta um em cada quatro adultos

Da redação

A hipertensão, chamada também de pressão alta, é uma doença multifatorial, que pode estar relacionada a fatores como familiares, obesidade, tabagismo, estresse e ansiedade. Segundo a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), a doença acomete um em cada quatro adultos. O cardiologista do Hospital Dom Alvarenga, Daniel Valadão Zabukas, explica que as medidas em repouso acima de 14/9 pode sugerir hipertensão, o ideal ter aferições de até 12/8.

É importante aferir a pressão regularmente | Foto: divulgação 
O especialista reforça que na grande maioria dos casos a doença é assintomática nos estágios iniciais, porém em casos graves pode se apresentar com dor no peito, dor de cabeça, falta de ar e até convulsões. “Para controlar a pressão é importante realizar um acompanhamento médico de rotina, tomar as medicações corretamente e seguir as medidas clínicas orientadas pelo médico do paciente. Evite sobrepeso e obesidade. Não fume e pratique exercícios físicos regularmente”, enfatiza.

Zabukas reforça ainda que o tratamento é realizado com a mudança de hábitos alimentares, exercícios físicos sob supervisão profissional e com uso de medicamentos. Além disso, ele destaca que muitas pessoas abandonam o tratamento, por se sentirem melhor, mas que isso é um grande equívoco. “O paciente tem que encarar a medicação como uma pílula da longevidade”, finaliza o cardiologista.



quinta-feira, 3 de maio de 2018

São Caetano do Sul sedia exposição “Grandes Nomes, Grandes Feitos” neste mês

Da redação

Anita Malfatti, Stevie Wonder e Beethoven estão entre as personalidades com deficiência que têm seus feitos históricos retratados, por meio de recursos de acessibilidade, na exposição sensorial “Grandes Nomes, Grandes Feitos”, que estará em cartaz em São Caetanodo Sul entre 14 e 25 de maio. A mostra é fruto de parceria entre a Secretaria Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida (Sedef) e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, por intermédio do Memorial da Inclusão.

Mostra fica em cartaz de 14 a 25 de maio no Cecape | Foto: divulgação 
Na mostra, o público terá uma experiência sensorial de áudio-descrição, textos em dupla leitura (Braille e português em fonte ampliada) e instalações inspiradas no Desenho Universal (conceito pelo qual produtos e ambientes são desenvolvidos para serem usados sem necessidade de adaptação).

Para secretária da Sedef, Adriana Gomes da Fonseca, quebrar paradigmas em relação à deficiência é essencial. “Acreditamos que o conhecimento é a melhor forma de transformação social, e nada melhor do que compartilhar com os cidadãos do futuro, os jovens estudantes, a luta da pessoa com deficiência para garantir o seu espaço e respeito na sociedade. Apresentar personagens de grande contribuição e reconhecimento de nossa história, certamente quebrará diversos paradigmas que são associados à deficiência”, afirma.

A exposição ocorre no saguão do Teatro Vladimir Capella, que fica no Centro de Capacitação de Profissionais da Educação “Dra. Zilda Arns” (Cecape), localizado na Rua Tapajós, 300, no Bairro Barcelona. A entrada será gratuita, aberta ao público de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h.

Visitações para grupos escolares devem ser agendadas na Sedef, pelos telefones 4227-7760 e 4227-7761. Haverá acessibilidade em Libras.

Palestra 

A abertura da exposição contará com a palestra “Introdução à História da Deficiência”, em  11 de maio, às 15h, no mesmo local. A atividade, comandada pelo historiador Márcio Bustamante, será dirigida aos profissionais da educação de escolas públicas e privadas do município. Estudantes universitários interessados também podem se inscrever, pelo e-mail sedef@saocaetanodosul.sp.gov.br. As vagas são limitadas.

A palestra faz uma retrospectiva histórica do movimento inclusivo. Ao final, será feita visitação à mostra. É a oportunidade que os educadores e estudantes universitários  terão para conhecer o ambiente e planejar a visita dos alunos.




quarta-feira, 2 de maio de 2018

Cirque África chega ao Brasil neste mês

Da redação 

Pela primeira vez no Brasil, a Time For Fun apresenta o Cirque África, neste mês, em São Paulo e Rio de Janeiro e, em junho, em Belo Horizonte. Direto do continente Africano, artistas do Quênia, Etiópia, Nigéria, Burkina, Faso, Costa do Marfim e África do Sul desembarcam para a primeira programação na América Latina. As apresentações prometem mexer com os sentidos da plateia, pois o show celebra a energia, criatividade, beleza e talento de toda a cultura do continente africano.

Cirque África tem influências dos circos de Pequim e Moscou | Foto: divulgação 

As primeiras atrações acontecem em São Paulo, em 12 e 13 de maio, no Credicard Hall. A segunda cidade que recebe o espetáculo é o Rio de Janeiro, em 25 e 26 deste mês, no Km de Vantagens Hall RJ. O último evento acontece em Belo Horizonte em 9 e 10 de junho, no Km de Vantagens Hall BH.

Com direção de Nema Girmanesh Kiros e Augusto Stevanovich, o espetáculo conta com muita dança, música, acrobacias e surpresas.  As apresentações são construídas com diversas técnicas e unem características clássicas de duas escolas conhecidas: o repertório milenar do Circo de Pequim e o domínio técnico do Circo de Moscou. Todos os atos são apoiados por banda ao vivo e não há  participação de animais.

Os ingressos podem ser adquiridos pelo portal da Tickets For Fun, ou nos pontos de venda espalhados pelo Brasil.




Descoberta de novo órgão humano pode auxiliar no tratamentos de doenças

Da redação 

Uma equipe de pesquisadores norte-americanos descobriu um novo órgão do corpo humano, o interstício. A descoberta mostrou que ele se espalha por todo o organismo como nos tecidos que revestem o aparelho digestivo, nos pulmões, nos vasos sanguíneos e nos músculos. A pesquisa foi publicada pela revista "ScientificReports", este ano,  e é fruto de um estudo conduzido por especialistas da Universidade de Nova York e do Centro Médico Mount Sinai Beth Israel.

Os pesquisadores relacionaram o novo órgão aos princípios de ação de tratamentos como a homeopatia, acupuntura, shiatsu, fisioterapia e ozonioterapia medicinal. Assim, o interstício funciona como uma espécie de "rede amortecedora". Localizado em todas as partes do corpo humano, ele teria a função de diminuir os impactos, pressões e movimentos contínuos, impedindo que os tecidos se rompam.

Outra grande descoberta dos estudiosos é que essa rede formada de colágeno e elastina, cheia de líquido, representaria mais de um quinto de todo o fluído do organismo. O contínuo movimento desse fluído pode ser a explicação, por exemplo, do porquê tumores que invadem o interstício se espalham com mais rapidez pelo corpo e evoluem de forma mais agressiva.

As células desse órgão, bem como as fibras de colágeno que as sustentam, se alteram com o passar dos anos e podem contribuir para a formação de rugas e também para o endurecimento das articulações e avanço de doenças inflamatórias ligadas a fenômenos de esclerose e fibrose.

De acordo com o ortopedista Maurício Marteleto, chefe da Clínica Pró-Movimento em São Paulo, esse fato científico da descoberta do interstício é a principal peça do quebra-cabeças que faltava na interpretação das observações clínicas feitas por médicos chineses que utilizaram terapias consideradas alternativas como a acupuntura há pelo menos 5 mil anos,  e mais modernamente através da homeopatia, das vacinas e da ozonioterapia, por exemplo, sem que um modelo científico de estudo pudesse ser constituído através de tais observações .

Segundo o médico, pacientes com hérnia de disco e outras doenças degenerativas da coluna e articulações podem se beneficiar muito com a comprovação da existência do interstício. "O espaço discal é preenchido por proteoglicanos repletos de fluído intersticial.  Se todo o fluído intersticial do organismo, como querem provar os pesquisadores, tem comunicação entre si pela matriz extracelular, no decorrer da vida e por exposição aos poluentes do ar, da água, dos alimentos, dos remédios e também por causas externas e peculiares a cada pessoa, o organismo acaba sofrendo degeneração e produzindo doenças em uma ou várias dessas regiões", explica o médico.

 Coincidentemente, os pontos de maior degeneração da matriz extracelular (propensas às sobrecargas mecânicas ou funcionais) são também os de maior acúmulo de toxinas, que se acumulam em razão da perda da capacidade de eliminação e pronta resposta do sistema imunológico. DE acordo com Marteleto, tais pontos devem ser adequadamente tratados a partir de uma "limpeza", eliminando a causa da doença degenerativa. Isso explicaria porque a estimulação de determinados meridianos da acupuntura acelera a cura do paciente.

"O mesmo pode ser dito da homeopatia, cujo princípio da similaridade pode acionar órgãos específicos de eliminação de toxinas. A administração do ozônio medicinal, por exemplo, teria uma função semelhante", informa o médico. O gás ozônio combina-se com toxinas e metais pesados desativando-os ou tornando-os solúveis na forma de óxidos. Essas toxinas, por sua vez, podem ser drenadas com maior facilidade pelo fluxo do fluido intersticial para fora do organismo melhorando inflamações e quadros de dor.



Coop promove ações gratuitas de saúde no ABC e interior

Redação Em janeiro, a Coop - Cooperativa de Consumo realizará a primeira edição de 2020 da Blitz da Saúde, programa social voltado aos mo...